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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você sabia que a Diabetes e o Alzheimer estão Relacionados?

Novas pesquisas descobriram que a percepção prejudicada de insulina no cérebro, muitas vezes uma característica do diabetes, pode afetar negativamente a cognição, humor e metabolismo (aspectos comuns da doença de Alzheimer).

Embora as condições aparentemente sejam independentes umas das outras, estudos anteriores descobriram que pessoas com diabetes tipo 2 têm maior probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer.

No entanto, os mecanismos por trás dessa relação permaneceram obscuros.

Um estudo recente investigou o impacto do bloqueio de receptores de insulina e receptores do fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1) em ratos.

Os resultados revelam que interromper essas vias similares prejudica tanto a aprendizagem quanto a memória.

Os pesquisadores trabalharam com o hipocampo e a amígdala central, áreas do cérebro que ajudam na função cognitiva, bem como no controle metabólico.

Eles observaram como os camundongos deficientes de insulina e os receptores de IGF1 lidavam com labirintos, e os resultados foram reveladores. Eles, em comparação com outros ratos (sem déficit), não conseguiam aprender novos caminhos.

A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, que é quando um individuo está experimentando perda de memória e outros problemas de cognição que são graves o suficiente para interferir na vida diária.

No entanto, não faz parte do envelhecimento normal, e embora a maioria das pessoas que a possuem tenha 65 anos de idade ou mais, ela pode afetar pessoas mais jovens.

Na maioria dos casos, a doença tende a piorar até que a pessoa perca a capacidade de conversar ou responder ao que está acontecendo ao seu redor.

Não há cura para a doença, mas existem tratamentos disponíveis que podem retardar a progressão e melhorar a qualidade de vida geral do indivíduo.

Existem fatores de risco que os cientistas associaram ao desenvolvimento da doença de Alzheimer. Alguns deles não podem ser controlados, por exemplo, idade, histórico familiar e genética.

As pessoas podem ser capazes de influenciar outras causas potenciais, incluindo lesões na cabeça e doenças cardíacas.

Outras condições que podem levar a danos vasculares, como pressão alta e derrame, também podem ser fatores no risco de Alzheimer.

Além disso, o diabetes é um fator de risco conhecido para a doença de Alzheimer. Outros estudos mostraram uma conexão entre as vias da insulina e o declínio cognitivo prematuro, demência, depressão e ansiedade.

Dados mostram que os receptores anormais estão presentes com maior frequência naqueles que têm tanto a doença de Alzheimer quanto a diabetes tipo 2.

Investigando essas conexões, é possível se chegar à recomendações de mudanças de estilo de vida bem antes mesmo que um processo de doença comece.

Um estilo de vida saudável e uma dieta rica em nutrientes podem previnir de diabetes e consequentemente Alzheimer.

Para mais informações fale com o seu médico.

FONTE:MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 14:08

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Será que o Cigarro Eletrônico é mais Seguro que o Convencional?

Os cigarros eletrônicos causam menos danos do que os normais, e eles ajudam a largar o vício?

Estas são as principais questões que as pessoas que fumam mais querem saber.

Pesquisas apontam para um declínio no uso do cigarro convencional e um aumento do cigarro eletrônico (vaporizador).

Os cigarros eletrônicos são dispositivos operados por bateria que as pessoas usam para inalar, ou vaporizar, substâncias, uma das quais é a nicotina. Existem vários tipos, centenas de marcas e o mercado está crescendo.

Os cigarros convencionais também fornecem nicotina aos pulmões por inalação do fumo do tabaco. No entanto, eles também entregam toxinas como alcatrão e monóxido de carbono.

O vaporizador também introduz algumas das substâncias nocivas que acompanham a fumaça do cigarro no corpo, mas pesquisas sugerem que os níveis presentes nos cigarros eletrônicos são muito menores.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmam que o número de pessoas no mundo que fumam tabaco está diminuindo. No entanto, enquanto a tendência pode estar em declínio, um grande número de pessoas continua a fumar, e o impacto na saúde pública ainda é enorme.

Em 2015, mais de 1,1 bilhão de pessoas fumaram produtos de tabaco e o hábito continua sendo a principal causa evitável de doença e morte prematura.

De forma oposta, a tendência no uso de cigarros eletrônicos, está em ascensão, com milhões de pessoas usando uma gama de produtos.

Nos Estados Unidos, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estimam que 6,9 milhões de adultos, ou 2,8% de todos os adultos, usavam vaporizadores em 2017. Esse foi o mesmo ano em que o uso de cigarros convencionais caiu para nível mais baixo.

No Reino Unido, cerca de 6 por cento da população, ou 2,9 milhões de adultos, usaram e-cigarros em 2017. A grande maioria das pessoas que usam cigarros eletrônicos no Reino Unido fumam ou são ex-fumantes convencionais (o número de ex-fumantes é maior).

A taxa de uso de cigarros eletrônicos entre as pessoas que atualmente fumam no Reino Unido parou de aumentar até 2017, enquanto que entre as pessoas que costumavam fumar continuou aumentando.

Apenas 3% dos usuários de cigarros eletrônicos nunca fumaram, observam pesquisas.

As pessoas que fumam e mudam para o cigarro eletrônico podem esperar reduzir o risco de câncer porque estão reduzindo sua exposição a mais de 70 carcinogênicos conhecidos na fumaça do tabaco.

Eles também citam pesquisas que colocam a “potência do câncer” do vaporizador em menos de 0,5% comparado ao tabaco.

O tabagismo convencional também aumenta o risco de desenvolver problemas cardíacos e de morte associados a eles. De fato, mais pessoas que fumam morrem de doenças cardiovasculares do que de câncer.

O cigarro convencional e o eletrônico possuem partículas ultrafinas que podem entrar na corrente sangüínea da fumaça do cigarro inalada. Elas podem provocar inflamações que prejudicam o coração e o sistema de circulação.

Uma pesquisa recente com cerca de 70.000 pessoas nos EUA fez um link entre usuários de cigarros eletrônicos e doenças cardíacas. Esse estudo sugere que as pessoas que usam vaporizadores todos os dias tinham um risco maior de ataque cardíaco do que aqueles que usam ocasionalmente. Esse risco persistiu quando os pesquisadores descartaram os possíveis efeitos de fumar cigarros convencionais.

Outro estudo de culturas de células também revelou que o cigarro eletrônico pode tornar um tipo de célula imune no pulmão mais propensa a promover a inflamação e potencialmente bloquear a depuração de bactérias.

Estudos mostram que, embora seja altamente viciante, em doses típicas de inalação, a nicotina não causa danos clínicos.

As substâncias que acompanham a nicotina no corpo são o que torna o fumo prejudicial à saúde, dando origem ao ditado de que as pessoas “fumam pela nicotina, mas morrem pelo alcatrão”.

Estudos mostram que os fabricantes originalmente projetaram os cigarros eletrônicos como uma maneira de ajudar as pessoas a parar de fumar cigarros convencionais, e os dispositivos até formaram parte das diretrizes nacionais sobre a cessação do tabagismo.

É plausível que o uso de cigarros eletrônicos tenha contribuído para o fato de que as taxas de abandono de cigarros convencionais tenham atingido seus níveis mais altos em 2017.

Uma pesquisa constatou que o cigarro eletrônico era mais eficaz em ajudar as pessoas a ficarem sem cigarros convencionais por um ano ou mais do que outras pessoas que pararam sem ajuda.

Alguns especialistas em saúde pública acreditam que o aumento do uso de vaporizadores é uma coisa boa, desde que seja devido a pessoas que fumam trocando um hábito prejudicial por um menos nocivo.

Dada a quantidade limitada de evidências sobre os benefícios e malefícios dos cigarros eletrônicos, é muito difícil dizer quem está certo.

Um tópico de preocupação é o crescente número de jovens que nunca fumaram que estão usando vaporizadores. No Reino Unido, o uso de cigarros eletrônicos neste grupo aumentou 18% a 29% durante 2014-2016.

Há evidências crescentes, como nos EUA, de que os cigarros eletrônicos  entre pessoas com idade entre 14 e 30 anos está associado a um maior risco de tabagismo.

Parece que o principal foco de saúde pública nos cigarros eletrônicos provavelmente continuará sendo seu uso como ajuda para ajudar as pessoas a deixar de fumar tabaco.

Pode levar muitos anos até que haja evidências suficientes para fazer um julgamento absoluto sobre os benefícios e malefícios dos cigarros eletrônicos.

Para mais informações converse com o seu médico.

FONTE:MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 14:51

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Você Sabia que é Possível Evitar diversos Tipos de Cancer?


O número de casos de câncer diagnosticados em todo o mundo a cada ano aumentou em quase um terço na última década. O aumento da população e sua expectativa de vida, significa que milhões de pessoas a mais serão diagnosticadas com a doença.

Pesquisadores alertam para um aumento dos cânceres de pele, pulmão e colo-retal, que podem ser evitados em grande parte se parando de fumar, se protegendo do sol e com uma dieta balanceada.

O último relatório, publicado na revista JAMA Oncology, mostra que houve 17,2 milhões de casos e 8,9 milhões de mortes por câncer em todo o mundo em 2016. Este é um aumento de 28 por cento em novos casos da doença entre 2006 e 2016, muito do qual é atribuído a uma população em expansão e envelhecimento, com acesso a um diagnóstico mais cedo.

No entanto, o maior crescimento tem sido observado em países de baixa e média renda, mercados emergentes que foram alvo de gigantes do tabaco e um influxo de alimentos de conveniência baratos nas últimas décadas.

O câncer de pulmão continua sendo o mais letal, respondendo por 20% de todas as mortes em 2016 entre homens, enquanto entre as mulheres o câncer de mama continua sendo o maior causador de mortes.

É importante reconhecer que o aumento da poluição do ar proveniente de carros, fontes industriais e até de produtos químicos domésticos também devem ser considerados “importantes fatores de risco” para o câncer de pulmão.

Bebidas alcoólicas, alimentos processados e estilos de vida sedentários, também são fatores que contribuem para o aumento da incidência dos cânceres colorretais.

Mulheres em países menos desenvolvidos economicamente, onde os programas de vacinação e triagem são menos comuns, têm quatro vezes mais chances de desenvolver câncer do colo do útero.

Haverá 18,1 milhões de novos casos de câncer e 9,6 milhões de pessoas morrerão com a doença este ano em todo o mundo, prevê um relatório.

Os números sugerem que um em cada cinco homens e uma em cada seis mulheres desenvolverão a doença durante sua vida.

E à medida que os países se tornam mais ricos, mais pessoas contraem câncer relacionadas ao estilo de vida.

Um estudo relata que entre 30% e 50% dos cânceres podem ser prevenidos evitando certos fatores de risco. Alguns fatores podem aumentar a chance de uma pessoa contrair câncer, como:

– Uso de tabaco.

– Estar acima do peso.

– Ter uma dieta pouco saudável.

– Falta de exercício físico.

– Álcool.

– Poluição do ar.

– Queima de combustíveis sólidos dentro de casa.

Para alguns tipos de câncer, se vacinar também pode ajudar. As vacinas podem ajudar a fortalecer as defesas naturais do corpo contra alguns tipos de câncer, como o câncer do colo do útero e do fígado.

Garantir o acesso universal aos cuidados de saúde é um pré-requisito vital para a detecção precoce e tratamento do câncer.

Se previna e evite essa doença.

Para mais informações fale com o seu médico.

FONTE:INDEPENDENT/BBC

Postado por joaoflavio às 13:19

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