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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Vamos nos Atualizar sobre a Doença Meningocócica?

A doença meningocócica se refere a qualquer tipo de enfermidade causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococco).

É caracterizada por infecções no revestimento cerebral e medula espinhal, e também na corrente sanguínea.

Essas bactérias se espalham através da troca de secreções respiratória e da garganta, como o saliva.

O tratamento geralmente é feito com antibióticos, porém o ideal é a prevenção com vacinação.

A infecção meningocócica pode causar doenças que ameaçam a vida, como a meningite meningocócica que afeta o sangue.

Essas doenças ocorrem com maior frequência em crianças pequenas e pacientes com certas doenças ou condições que as tornam mais suscetíveis a esse tipo de infecção.

A vacinação contra a doença meningocócica é recomendada para:

– Pacientes com propensão à infecção meningocócica, devido a certas doenças e condições.

– Pessoas que trabalham, moram ou visitam lugares com maior índice da doença.

É recomendado que se converse com o médico para saber se a vacinação é indicada para você e sua família.

Quando a infecção atinge as meninges, é chamada de meningite meningocócica, e nas correntes sanguíneas é chamada de meningococcemia.

O inchaço causado pela meningite geralmente desencadeia sintomas como dor de cabeça, febre e pescoço rígido.

Existem aproximadamente 2.600 casos de meningite bacteriana por ano nos Estados Unidos e, em média, 333.000 casos em países em desenvolvimento.

A taxa de mortalidade por caso varia entre 10 e 20 por cento. A incidência de doença meningocócica endêmica nos últimos 13 anos varia de 1 à 5 por 100.000 em países desenvolvidos e de 10 à 25 por 100.000 em países em desenvolvimento.

Durante as epidemias, a incidência da doença meningocócica aproxima-se de 100 por 100.000.

As vacinas meningocócicas reduziram consideravelmente a incidência da doença nos países desenvolvidos.

A patogênese da doença não é totalmente compreendida. O patógeno coloniza um grande número da população em geral de forma inofensiva, mas em uma porcentagem muito pequena de indivíduos, pode invadir a corrente sangüínea.

Embora que a doença meningocócica não seja tão contagiosa quanto o resfriado comum (que se transmite através do contato casual), ela pode ser transmitida através da saliva e ocasionalmente através do contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada.

Sintomas:

A bactéria meningocócica pode se desenvolver em doença meningocócica invasiva, causando uma série de sintomas.  Se você (ou seus filhos) apresentar algum destes sintomas abaixo, procure atendimento médico o mais rápido possível.

Sintomas em bebês e crianças pequenas:

– Febre.

– Perda de apetite.

– Irritabilidade.

– Cansaço extremo.

– Náusea e vômitos.

– Diarreia.

– Afastar-se de luz.

– Sonolência.

– Convulsões.

– Assaduras e machucados avermelhados na pele.

Sintomas em crianças mais velhas e adultos:

– Febre.

– Dor de cabeça.

– Perda de apetite.

– Endurecimento do pescoço.

– Desconforto ao olhar para luzes fortes.

– Náusea e vômito,

– Diarreia.

– Músculos doloridos.

– Dificuldade para acordar.

– Fala debilitada.

– Confusão.

– Assaduras e machucados avermelhados na pele.

Complicações:

Pessoas com doença meningocócica podem desenvolver outras condições, incluindo:

– Meningite.

– Septicemia.

– Pneumonia.

– Artrite.

– Dano cerebral permanente.

– Morte (cerca de 10% dos infectados morrem).

Complicações como meningite e septicemia são emergências médicas. Se você acha que uma pessoa tem sintomas que sugerem meningite ou septicemia como descrito acima, entre em contato com seu médico imediatamente.

Cerca de um quarto das pessoas que se recuperam da doença meningocócica, experimentam alguns efeitos posteriores da infecção.  A maioria desses problemas  melhora com o tempo.

Alguns dos efeitos secundários mais comuns incluem:

– Dores de cabeça.

– Cicatrizes na pele.

– Deformidade dos membros.

– Surdez em um ou ambos ouvidos.

– Zumbido no ouvido.

– Visão dupla ou embaçada.

– Dores e endurecimento dos ligamentos.

– Dificuldade de aprendizado.

Jovens adultos e crianças não devem ficar sozinhos, se de repente desenvolvem febre, pois podem ficar gravemente doentes muito rapidamente.

O diagnóstico precoce da doença meningocócica invasiva é extremamente importante.

Se houver suspeita da doença, serão colhidas amostras de sangue e o líquido em volta da medula espinhal.

Quanto mais cedo for efetuado o tratamento, menor será o dano causado pela doença.

É importante lembrar que esta é uma infecção imprevisível que pode progredir muito rapidamente, apesar do melhor tratamento. Portanto a imunização é recomendada (é recomendado que grávidas conversem antes com o médico).

É melhor prevenir que remediar. Se imunize!

 

FONTE:MAYOCLINIC/CLEVELANDCLINIC/BETTERHEALTH/WIKI/SBIM.

Postado por joaoflavio às 17:41

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Seus Filhos Estão com as Vacinas em Dia?

A vacinação infantil protege crianças de diversas doenças graves e fatais, incluindo difteria, sarampo, poliomielite e tosse convulsa.

Se as doenças acima soam estranhas, ou até desconhecidas, isso é porque as vacinas estão cumprindo sua função.

Diversas vacinas são necessárias para a saúde de seus filhos.

Frequentemente temos acesso a informações enganosas na internet, portanto é natural ter dúvidas e perguntas sobre as vacinas.

As vacinas causam autismo?

Não existe nenhuma conexão entre vacinas infantis e autismo. O estudo que iniciou essa polêmica anos atrás foi desacreditado.

É perigoso se vacinar?

Qualquer vacina pode causar efeitos colaterais. Os efeitos mais comuns incluem dor e inchaço no lugar da aplicação, febre branda, dor de cabeça temporária, fadiga e perda de apetite. Raramente, a criança pode sofrer convulsões ou crises alérgicas. Os benefícios da vacinação justificam os efeitos colaterais da mesma.

Por que é necessário se vacinar tão cedo?

As doenças prevenidas por vacinas infantis geralmente se desenvolvem durante a infância, apresentando maior gravidade nessa fase. O adiamento de certas vacinas pode ter resultado catastrófico para o bebê e criança.

Quando a criança não deve ser vacinada?

Em alguns casos, é melhor esperar para se vacinar. Crianças muito doentes não devem se vacinar em absoluto. As razões para se esperar ou não se vacinar são:

– Ter uma reação alérgica a primeira dose da vacina.

– Ter uma convulsão que acreditasse ter sido causada pela vacina.

– Possuir doença mais grave que uma gripe.

Meu filho ainda pode ser vacinado?

Se o calendário de vacinas do seu filho está atrasado, fale com um pediatra. As vacinas podem ser diferentes para crianças mais velhas.

Graças às vacinas, as doenças infantis são menos comuns.

Eu posso contrair a doença que fui vacinado?

Existem 5 razões principais para se contrair a doença que você foi vacinado contra:

– A resposta do sistema imunológico à certas vacinas pode se enfraquecer com o tempo.

– O organismo que a vacina combate pode se modificar durante o tempo.

–  vacina não foi aplicada de forma ou dosagem corretas.

– O organismo não desenvolveu imunidade completa após a vacinação. O sucesso da vacina também depende da saúde, idade e genética do paciente.

– O corpo não teve tempo suficiente para produzir imunidade. Geralmente demora duas semanas para que o corpo fique imune após a vacinação.

Se você tem perguntas ou preocupações com alguma vacina em específico, converse com o seu médico.

Manter o caderninho de vacinação dos seus filhos é muito importante para se ter acesso ao histórico de saúde dos mesmos.

As vacinas salvam vidas! Proteja sua família.

 

FONTE:CLEVELANDCLINIC/MAYOCLINIC/PORTALSAÚDE.

 

 

 

Postado por joaoflavio às 15:26

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Você Sabe como se Prevenir do Herpes-Zoster?

O herpes-zoster afeta milhões de pessoas anualmente. As complicações dessa doença são maiores para pacientes imunocomprometidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos).

A vacina atenuada HZ (herpes-zoster) é recomendada para pacientes imunocompetentes (aqueles que possuem o organismo capaz de combater adequadamente micro-organismos patógenos ou parasitas produzindo anticorpos)  de 60 anos ou mais para a prevenção de neuralgia pós-herpética e herpes-zoster.

Mesmo que a vacina reduza por 97% os incidentes da doença, sua duração é de apenas 10 anos (fazendo-se necessário um reforço da vacina a cada década).

Pesquisas estão sendo feitas para o desenvolvimento de uma vacina que seja segura, efetiva e de longo prazo para pacientes imunocomprometidos.

O herpes-zoster, popularmente conhecido como “cobreiro”, representa a reativação do vírus chamado varicela-zoster. Após a infecção inicial, geralmente na infância, o vírus pode ficar inativo no organismo por décadas.

A razão exata para que o vírus se reative ainda não é completamente compreendida, porém já se sabe que está associada ao declínio do mecanismo imunológico celular. Esse declínio ocorre com a idade avançada, doenças que possam comprometer o sistema imunológico, como HIV e câncer ou terapias imunossupressoras, como corticosteroides.

O HZ (herpes-zoster) é uma doença tipicamente autolimitada, caracterizada por erupção cutânea unilateral (pequenas bolhas cheias de líquido cercadas por área avermelhada somente em um lado do corpo). Essa doença se torna muito mais grave em pacientes com imunidade baixa, podendo disseminar a infecção para outras partes do corpo.

O tratamento com medicamentos antivirais pode reduzir os sintomas agudos do HZ, porém tem efeito mínimo na prevenção da neuralgia pós-herpética (complicação mais comum do HZ).

Complicações:

O HZ pode causar complicações sérias e raras que incluem encefalite, herpes oftalmológico, herpes zoster oticus, mielite e retinite.

A complicação mais comum do HZ é a neuralgia pós-herpética, uma dor persistente que dura pelo menos 3 meses, com duração média de 3.3 anos (podendo durar até 10 anos em alguns casos).

A dor crônica, causada pela neuralgia pós-herpética afeta significantemente a qualidade de vida do paciente, causando deficiência física e emocional. Casos de suicídio foram reportados.

O herpes-zoster também apresenta complicações para a economia. O custo para o tratamento do HZ é relativamente alto, sendo que o valor pode ser 5 vezes maior para o tratamento da neuralgia pós-herpética.

Os pacientes imunocomprometidos tem os custos até 3 vezes maiores com o tratamento dessas doenças do que os pacientes comuns.

A vacina é contraindicada para pacientes com histórico de alergia a qualquer componente de vacinas, pacientes que possuem condições imunossupressoras ou deficientes e grávidas.

É possível evitar o HZ e a neuralgia pós-herpética com a vacinação!

Novas vacinas estão sendo desenvolvidas para que o reforço, após 10 anos, não seja necessário.

Se informe com o seu médico para saber se você já pode se vacinar.

 

 

 

 

 

Postado por joaoflavio às 14:51

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