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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Outubro Rosa e Avanços no Tratamento:

O movimento conhecido como Outubro Rosa, começou na década de 1990 para estimular a participação da população no controle do câncer de mama.

Todos os anos celebramos a data objetivando a troca de informações sobre a doença, bem também como a promoção e conscientização da mesma.

Desde os anos 90, muitas pesquisas vem sendo desenvolvidas, trazendo assim muitos avanços para terapêutica.

Avanços no tratamento do câncer de mama nos últimos cinco anos oferecem às vítimas maiores chances de sobrevivência. Com os novos desenvolvimentos, as mulheres com câncer de mama em estágio quatro podem viver até 10 ou 20 anos a mais após o diagnóstico.

O aperfeiçoamento da terapêutica fez com que muitos médicos começassem a enxergar o câncer de mama muito mais como uma doença crônica parecida como a diabetes ou hipertensão, do que uma aflição que possa apresentar risco de morte.

Outra boa notícia, também consequente da evolução recente no tratamento de câncer de mama, é que os pacientes em estágio inicial da doença podem obter apenas lumpectomia (remoção do nódulo) e biópsia de linfonodo menos extensa.

Além de todas essas novidades, a associação norte americana de alimentos e drogas (The Food and Drugs Administration) aprovou diversos novos remédios para pacientes em estágios diferentes de câncer de mama.

O tratamento do câncer está agora se movendo em direção ao tratamento direcionado, utilizando novos remédios que possam atingir os genes que o causam.

O exame de imuno-histoquímica é capaz de definir que tipo de câncer de mama o paciente possui (alguns tipos de câncer de mama são impulsionados por hormônios, outros são dirigidos por receptores de progesterona, outros são dirigidos por receptores de estrogênio, enquanto outros são estimulados por receptores Her2. Cada um deles tem sua própria medicação).

No entanto, agora temos um grupo de mulheres que têm câncer de mama triplo negativo, o que significa que o câncer não é impulsionado por nenhum dos receptores. Esse grupo geralmente não recebe tratamento porque não responde a nenhum, mas estudos mostram que ainda existe esperança de tratamento para essas mulheres através de medicamentos imunoterápicos.

O avanço no tratamento também levou a um método melhorado de radiação, terapia de radiação modulada por intensidade (IMRT), em que os médicos tratam o câncer de mama e os gânglios linfáticos enquanto poupam os órgãos como o coração e pulmão.

Os oncologistas concordam que existe uma grande conscientização no terreno sobre a realidade do câncer de mama, graças à mídia, às conversações locais pelos médicos e ao surgimento de muitos grupos de apoio no país. No entanto, o nível de conscientização, infelizmente, não está se traduzindo em mulheres indo para a triagem precoce, de acordo com pesquisas.

Programas médicos gratuitos para o tratamento de câncer de mama poderiam aumentar a porcentagem de pacientes fora de risco da doença.

É importante ficar atento aos avanços da medicina e tratamento do câncer de mama, para que os riscos da doença fiquem cada vez menores.

Para mais informações fale com o seu médico.

 

 

FONTE:STANDARDMEDIA.

Postado por joaoflavio às 15:41

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12 Benefícios da Tecnologia na Área de Saúde:

Embora os serviços de telessaúde estejam disponíveis há mais de quatro décadas, nos últimos anos a explosão da tecnologia de assistência médica causou um grande aumento nas soluções de telemedicina centradas no paciente.

Conforme definido pela American Telemedicine Association (ATA), a telemedicina é “a prestação remota de serviços de saúde e informações clínicas usando tecnologia de telecomunicações. Isso inclui uma ampla gama de serviços clínicos que usam mídia da Internet, sem fio, satélite e telefone. ”

A telemedicina abrange uma ampla variedade de serviços. Os exemplos incluem uma conversa de vídeo ao vivo com um médico, envio de uma radiografia digital a um especialista para avaliação, monitoramento remoto da pressão sanguínea de um paciente com um dispositivo médico e mensagens instantâneas com uma enfermeira em um aplicativo móvel seguro.

Mesmo que ainda não seja oferecida por todos os provedores ou coberta por todas as seguradoras, a telemedicina está moldando a forma como os pacientes recebem cuidados e eventualmente transformará o cenário da assistência médica para sempre.

1. Encontre médicos para o seu seguro:

Do que adianta estar cercado de provedores de saúde e não ter o seguro certo?

Os serviços de Telessaúde permitem encontrar facilmente médicos em sua região que aceitam seu seguro, seja para uma visita em pessoa ou para um compromisso virtual.

Isso reduz seus custos de assistência médica e garante um serviço único para cada paciente.


2. Acesse mais especialistas:

Se você reside em uma pequena cidade ou área rural, talvez não viva a uma distância conveniente de todo tipo de provedor que possa precisar. Ou se você tem uma condição rara, pode haver apenas alguns especialistas que estão bem informados sobre isso em todo o país.

A telemedicina pode expandir o número de especialistas disponíveis para você, já que chamadas telefônicas seguras, chats por vídeo e outros métodos de visita virtual permitem que você consulte médicos que aceitam seu seguro, mas que estão localizados muito longe para visitas pessoais.

3. Procure classificações dos médicos:

A maioria das pessoas pesquisa um restaurante no Yelp ou no TripAdvisor antes de fazer uma reserva. Então por que você não faria o mesmo para um médico que cuidará da sua saúde?

As plataformas de telemedicina coletam opiniões honestas de pacientes verificados e compilam todas em um local conveniente, permitindo que você pesquise médicos antecipadamente e escolha um com ótimas classificações de satisfação do paciente.

4. Marque uma consulta rapidamente:

Agendar uma consulta médica à moda antiga, especialmente se você for um novo paciente, pode ser frustrante e demorado. É preciso localizar um provedor, ligar, esperar na linha, verificar se o seu seguro é aceito e agendar a consulta. Mesmo assim, pode não haver um espaço disponível por semanas ou até mesmo meses.

No entanto, os serviços de telemedicina facilitam a consulta da programação dos seus fornecedores e a escolha de um horário conveniente para você.

Em vez de perder tempo em espera, você pode marcar uma consulta em apenas alguns toques na tela do celular e depois continuar com sua vida.

5. Se consulte de casa:

Muitas vezes a consulta com o médico precisa ser remota devido a condições de saúde ou distancia geográfica.

Felizmente, novos aplicativos permitem que você consulte seu médico em casa, no trabalho ou em um quarto de hotel, com conexão à Internet.

6. Reduza o tempo perdido e outros custos:

A consulta virtual excluí os custos alternativos necessários para o tratamento de idosos e crianças, além de custos de transporte.

7. Converse diretamente com seu médico:

Talvez você não precise de uma consulta completa com seu médico, mas deseja entrar em contato com ele rapidamente. Por exemplo, faça uma pergunta sobre uma nova receita que você começou a tomar recentemente.

O contato direto com o médico via chat, economiza tempo tanto para o paciente, o qual não irá ficar aguardando na linha, como para o provedor de saúde, que poderá responder na hora que lhe for conveniente.

8. Compare preços:

Às vezes, não é possível marcar uma consulta com seu médico pessoal, devido à urgência ou distância geográfica.  Os valores de cada provedor podem variar muito na mesma cidade.

Os aplicativos de telemedicina estão promovendo a transparência de preços e facilitando a comparação dos custos diretos de médicos e clínicas próximas ao usuário.
9. Veja os tempos de espera na sala de emergência:

É normal ter que esperar pelo menos 15 minutos (provavelmente mais) para consultar um médico em uma emergência. Alguns aplicativos e serviços permitem que você monitore os tempos de espera no pronto-socorro no conforto de sua casa, para que você possa ir quando a fila é mais curta e ver um médico rapidamente, em vez de ficar desconfortável em uma sala de espera.

10. Visualize e envie seus registros médicos para qualquer pessoa, em qualquer lugar:

Enquanto a maioria dos hospitais e instalações finalmente fez a transição para softwares de assistência médica digital, os serviços de telemedicina estão levando as coisas um passo adiante ao melhorar o acesso dos pacientes a seus próprios registros eletrônicos de saúde.

Além de visualizar seus próprios formulários médicos, você também pode enviá-los para outras pessoas a quem gostaria de ter acesso a seus registros, seja um membro da família, cônjuge ou parceiro.

11. Experimente melhores resultados:

A telemedicina pode ajudar a melhorar a saúde dos pacientes de várias maneiras.

Certas formas de tratamento, particularmente a telemedicina para doenças mentais, demonstraram ser comparáveis ​​aos cuidados em pessoa.

12. Torne-se mais envolvido em sua própria saúde:

A telemedicina permite um envolvimento ao cuidar de sua saúde, aumentando o seu acesso a médicos e especialistas, criando métodos digitais para comunicação em tempo real, possibilitando um acesso à dados pessoaias rápido e seguro e facilitando a navegação pelos seguros e custos.

Conclusão:

Avanços tecnológicos recentes aumentaram a transparência dos preços e o acesso aos prontuários, melhorando o acesso à saúde.

À medida que o mundo muda lentamente para os serviços de saúde centrados no paciente, a telessaúde está liderando o caminho e não há dúvidas de que veio para ficar.

O avanço da tecnologia na medicina pode mudar a maneira como os pacientes e os médicos abordam a saúde.

Para mais informações fale com o seu médico.

 

 

 

FONTE: HEALTHSPLASH.

Postado por joaoflavio às 16:47

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Vale a pena Tomar Aspirina Diariamente?

A terapia diária com aspirina pode reduzir o risco de ataque cardíaco somente em casos específicos.

Se você teve um ataque cardíaco (ou alto risco) ou derrame, seu médico provavelmente recomendará que você tome uma aspirina todos os dias, a menos que tenha uma alergia grave ou um histórico de sangramento.

Não se deve começar a terapia de aspirina por conta própria, no entanto, tomar uma ou duas aspirinas ocasionais seja seguro para a maioria dos adultos para dores de cabeça, dores no corpo ou febre.

O uso diário de aspirina pode ter sérios efeitos colaterais, incluindo hemorragia interna.

Aspirina e infarto:

A aspirina interfere na ação de coagulação do seu sangue. Quando você sangra, as células de coagulação do sangue, chamadas plaquetas, se acumulam no local da ferida. As plaquetas ajudam a formar um tampão que fecha a abertura do vaso sanguíneo para interromper o sangramento.

Mas essa coagulação também pode acontecer dentro dos vasos que suprem seu coração com sangue. Se os vasos sanguíneos já estão estreitados de aterosclerose (acúmulo de depósitos de gordura nas artérias) um depósito de gordura no revestimento do vaso pode estourar.

Então, um coágulo de sangue pode rapidamente formar e bloquear a artéria. Isso impede o fluxo sanguíneo para o coração e causa um ataque cardíaco. A terapia com aspirina reduz a ação de aglutinação das plaquetas, possivelmente prevenindo um ataque cardíaco.

Terapia de aspirina diária:

Converse com seu médico sobre se a terapia diária com aspirina pode ajudar a evitar um ataque cardíaco. Ele pode sugerir a terapia se:

– O paciente já tiver sofrido infarto ou derrame.

– O paciente possuir stent em uma artéria coronária, passou por cirurgia de revascularização do miocárdio ou tem dor no peito devido a doença arterial coronariana (angina).

– O paciente possui risco alto de infarto.

– O paciente possui diabetes somada a outros fatores de risco com fumar e pressão alta.

A Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA recomenda a terapia diária com aspirina se você tiver de 50 a 59 anos, não estiver com risco aumentado de sangramento e tiver um risco aumentado de ataque cardíaco ou AVC de 10% ou mais nos próximos 10 anos.

Se você tem idade entre 60 e 69 anos, não apresenta risco aumentado de sangramento e tem um alto risco de ataque cardíaco ou derrame de 10% ou mais nos próximos 10 anos, converse com seu médico sobre a terapia diária com aspirina.

Mais pesquisas são necessárias para determinar os benefícios e riscos do uso diário de aspirina em adultos com menos de 50 anos e acima de 70 anos antes que uma recomendação possa ser feita a favor ou contra o uso de aspirina para prevenir doenças cardiovasculares e câncer colorretal nesses grupos etários.

Embora a aspirina tenha sido recomendada no passado para certos grupos de pessoas sem histórico de ataque cardíaco, há algum desacordo entre os especialistas sobre se os benefícios da aspirina superam seus riscos potenciais.

O órgão fiscalizador de alimentos e remédios americano (The Food and Drug Administration) não recomenda a terapia com aspirina para a prevenção de ataques cardíacos em pessoas que ainda não tiveram um ataque cardíaco, derrame ou outra doença cardiovascular.

As diretrizes são variadas entre as organizações, mas estão evoluindo à medida que mais pesquisas são feitas.

Os benefícios da terapia diária com aspirina não superam o risco de sangramento em pessoas com poucas chances de ataques cardíacos. Quanto maior o risco de ataque cardíaco, maior a probabilidade de os benefícios da aspirina excederem o risco de sangramento.

O tratamento diário também deve ser evitado se o paciente apresentar:

– Transtorno de sangramento ou coagulação.

– Alergia à aspirina.

– Úlceras estomacais.

Qual é a melhor dosagem?

A aspirina em doses baixas (75-100 mg por dia) reduziu significativamente os eventos cardiovasculares adversos iniciais em pacientes que pesavam <70 kg , mas não naqueles que pesavam ≥70 kg.

A eficácia diferiu pelo peso de forma semelhante, independentemente da idade, sexo ou status de diabetes.

A dose mais elevada de aspirina foi eficaz em pacientes mais pesados. 325 mg reduziram significativamente os eventos cardiovasculares iniciais adversos em pacientes com peso ≥ 70 kg, e 500 mg foi eficaz em pacientes com peso ≥ 90 kg.

A dose baixa de aspirina reduziu significativamente o risco de câncer colorretal aos 20 anos em pacientes com peso <70 kg, mas não naqueles com peso ≥70 kg, enquanto doses ≥325 mg foram efetivas em pacientes com peso de até 80 kg.

O que acontece se o tratamento é interrompido?

Você pode se surpreender ao saber que parar a terapia com aspirina diariamente pode ter um efeito rebote que pode aumentar o risco de ataque cardíaco.

Se você teve um ataque cardíaco ou um stent colocado em uma ou mais artérias do coração, interromper a terapia diária com aspirina pode levar a um ataque cardíaco com risco de vida.

É importante conversar com seu médico antes de fazer qualquer alteração, o efeito rebote que pode desencadear um coágulo sanguíneo.

Aspirina e outros medicamentos:

Tanto a aspirina como os medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, como o ibuprofeno e o naproxeno sódico, reduzem a ação de coagulação das plaquetas sanguíneas. O uso regular de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides pode aumentar o risco de sangramento.

Alguns desses medicamentos podem aumentar o risco de ataques cardíacos por conta própria. Além disso, podem interagir negativamente com a aspirina, aumentando ainda mais o risco de sangramento.

A dose única de ibuprofeno deve ser tomada duas horas após a aspirina. Se você precisar tomar ibuprofeno ou outros anti-inflamatórios não esteroides com mais frequência, converse com seu médico sobre alternativas de medicação que não interfiram na terapia diária com aspirina.

Pessoas que tomam aspirina regularmente e bebem álcool podem ter um risco aumentado de sangramento no estômago. Se você escolher beber álcool, faça isso com moderação. Para adultos saudáveis, isso significa até um drinque por dia para mulheres de todas as idades e homens com mais de 65 anos; e até dois drinques por dia para homens de 65 anos ou menos.

Se você já estiver tomando um anticoagulante, como varfarina sódica, apixabana, dabigatrana ou rivaroxabana para outra condição, combiná-la com aspirina pode aumentar muito o risco de complicações hemorrágicas maiores. No entanto, pode haver algumas condições para as quais a combinação de uma dose baixa de aspirina com varfarina ou outro anticoagulante é apropriada. Porém essa terapia sempre precisa ser cuidadosamente discutida com seu médico.

Outros medicamentos e suplementos de ervas também podem aumentar o risco de sangramento. Medicamentos que podem interagir com a aspirina incluem:

– Heparina.

– Ibuprofeno (regularmente).

– Corticosteróides.

– Clopidogrel (Plavix).

– Alguns antidepressivos.

Tomar alguns suplementos dietéticos também pode aumentar o risco de sangramento. Esses incluem:

– Boldo.

– Capsaicina.

– Garra de gato.

– Danshen.

– Óleo de prímula.

– Ginkgo.

– Ácidos graxos ômega-3 (óleo de peixe).

Efeitos colaterais:

Os efeitos colaterais da terapia diária com aspirina incluem:

– Derrame causado por um vaso sanguíneo rompido. Embora a aspirina diária possa ajudar a prevenir um derrame relacionado ao coágulo, ela pode aumentar o risco de um derrame hemorrágico (derrame hemorrágico).

– Sangramento gastrointestinal. O uso diário de aspirina aumenta o risco de se desenvolver ou agravar uma úlcera estomacal.

– Reação alérgica. Se você é alérgico à aspirina, tomar qualquer quantidade da mesma pode desencadear uma reação alérgica grave.

Antes de qualquer procedimento cirúrgico ou dentário, certifique-se de dizer ao cirurgião ou ao dentista que você toma aspirina diariamente. Caso contrário, você corre o risco de sangramento excessivo durante a cirurgia. Não pare de tomar aspirina sem falar com seu médico, no entanto.

Aspirina com revestimento:

A aspirina com revestimento entérico é projetada para passar pelo estômago e não se desintegrar até atingir o intestino delgado. Pode ser mais suave no estômago e pode ser apropriado para algumas pessoas que tomam aspirina diariamente, especialmente naquelas com história de gastrite ou úlcera.

No entanto, alguns pesquisadores acham que não há evidências de que tomar uma aspirina com revestimento entérico diminua sua chance de desenvolver hemorragia gastrointestinal. Além disso, algumas pesquisas descobriram que a aspirina revestida pode não ser tão eficaz quanto a aspirina pura quando tomada no momento de um possível ataque cardíaco. Converse com seu médico se estiver preocupado com maneiras de diminuir seu risco de sangramento.

Não há problema em mastigar uma aspirina se seu médico lhe disse anteriormente para fazê-lo no caso de um ataque cardíaco, mas ligue para a emergência antes de qualquer coisa.

O tratamento diário com aspirina não é para qualquer um e varia de acordo com cada paciente.

Para mais informações fale com o seu médico.

Um bom final de semana para todos!

FONTE:MAYOCLINIC/JWATCH.ORG.

Postado por joaoflavio às 16:46

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