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Jornal do Brasil

À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Os Benefícios da Vitamina D:

O nosso corpo produz vitamina D naturalmente quando está diretamente exposto à luz solar, além de absorve-la através de certos alimentos e suplementos.

A vitamina D tem várias funções importantes. Talvez as mais vitais sejam a regulação da absorção de cálcio e fósforo e a facilitação da função normal do sistema imunológico.

Obter uma quantidade suficiente de vitamina D é importante para o crescimento e desenvolvimento normal dos ossos e dentes, bem como para uma melhor resistência contra certas doenças.

Se seu corpo não ingerir vitamina D suficiente, você corre o risco de desenvolver anormalidades ósseas, como ossos moles (osteomalácia) ou ossos frágeis (osteoporose).

1. Luta contra doenças:

Além de reduzir os riscos de esclerose múltipla, a vitamina D também diminui as chances de se desenvolver doenças cardíacas e gripe.

2. Reduz a depressão:

Pesquisas concluíram que a vitamina D pode desempenhar um papel importante na regulação do humor e afastar a depressão. Em um estudo, cientistas descobriram que pessoas com depressão que receberam suplementos da vitamina notaram uma melhora em seus sintomas.

Em outro estudo de pessoas com fibromialgia, os pesquisadores descobriram que a deficiência de vitamina D era mais comum naqueles que também vivenciavam ansiedade e depressão.

 3. Ajuda na perda de peso:

Considere adicionar suplementos de vitamina D à sua dieta se você estiver tentando perder peso ou prevenir doenças cardíacas.

Em um estudo, os pacientes que tomavam suplementos diários de cálcio e vitamina D foram capazes de perder mais peso do que os que receberam um suplemento placebo. Os cientistas concluíram que o cálcio extra e a vitamina D têm um efeito supressor do apetite.

Foi também descoberto que pessoas com excesso de peso que tomaram um suplemento diário de vitamina D diminuiram o risco de desenvolver doença cardíaca.

Deficiência de vitamina D:

Muitos fatores podem afetar sua capacidade de obter quantidades suficientes de vitamina D apenas através do sol. Eles incluem:

– Estar em lugares com altos índices de poluição.

– Usar protetor solar.

– Ficar muito tempo em lugares fechados.

– Possuir a pele escura (Quanto mais altos os níveis de melanina, menor é a quantidade de vitamina D que a pele consegue absorver).

Esses fatores contribuem para a deficiência de vitamina D em um número crescente de pessoas. Por isso é importante obter vitamina D de outras fontes além da luz solar.

Os sintomas de deficiência de vitamina D em adultos incluem:

– Cansaço, dores, e uma sensação geral de mal-estar.

– Dor óssea ou muscular severa (fraqueza que pode causar dificuldade para subir escadas, se levantar do chão ou de uma cadeira baixa.

– Fraturas por estresse, especialmente nas pernas, pelve e quadris.

Os médicos podem diagnosticar uma deficiência de vitamina D, realizando um simples exame de sangue.

Se a deficiência for comprovada, o seu médico pode solicitar radiografias para verificar a saúde de seus ossos, além de sugerir a ingestão de suplementos diários de vitamina D.

Comprimidos ou líquidos de alta dose de vitamina D também podem ser receitados em casos de deficiência grave.

Fontes de alimentos com vitamina D:

Poucos alimentos contêm vitamina D naturalmente, por essa razão, alguns são fortificados. Isso significa que a vitamina D foi adicionada.

Alimentos que contêm vitamina D incluem:

– Salmão.

– Sardinha.

– Gema de ovo.

– Camarão.

– Leite (fortificado).

– Cereal (fortificado).

– Iogurte (fortificado).

– Suco de laranja (fortificado).

Pode ser difícil obter vitamina D suficiente através da exposição ao sol e comida por si só, então tomar suplementos dessa vitamina pode ajudar.

Fique atento à qualquer sintoma de deficiência e se previna.

Para mais informações procure o seu médico.

 

FONTE:HEALTHLINE.

Postado por joaoflavio às 15:36

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Hipertensão em Octogenários: Como e Quando Tratar

A hipertensão é um problema comum em idosos (idade superior à 60 e 65 anos), atingindo uma prevalência aos 70 anos.

Nos Estados Unidos, a hipertensão (definida como uma pressão arterial superior a 140/90 mm Hg) foi observada em 76% dos adultos com 65 a 74 anos e 82% dos adultos com 75 anos ou mais.

O risco de doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral, doença cardíaca congestiva, insuficiência renal crônica e demência também é aumentado neste subgrupo de hipertensos.

A hipertensão afeta mais de dois em cada três indivíduos com mais de 75 anos de idade. No entanto, tem havido uma tendência a não tratar essas elevações da pressão arterial com medicamentos para diminuir a pressão arterial (anti-hipertensivos).

Essa tendência é em grande parte devido a um equívoco comum de que uma pressão sistólica normal é “100 mais a sua idade”. Assim, com base nessa ideia equivocada, uma pressão arterial sistólica de 170 em uma pessoa de 70 anos seria erroneamente considerada normal.

Além disso, há a consideração válida de que uma redução muito rápida ou muito grande da pressão arterial pode ser mal tolerada em pessoas mais velhas. De fato, estudos mostraram que a hipertensão leve geralmente não é tratada nessa faixa etária. Por exemplo, apenas 25% dos pacientes com pressões sistólicas tão altas quanto 180-185 mmHg estão sendo tratados atualmente.

Estudos recentes mostram que o tratamento com medicamentos para diminuir a pressão arterial (anti-hipertensivos) reduziu o risco de derrames e insuficiência cardíaca em 35%.

Além disso, a incidência de outros eventos cardiovasculares (por exemplo, ataques cardíacos) foi reduzida em 20% (uma redução média na pressão sistólica de apenas 12-15 mm Hg foi suficiente para alcançar esses benefícios cardiovasculares).

Ao tratar os idosos para hipertensão, também é necessário considerar as outras condições médicas que eles possam ter.

Algumas dessas condições podem tornar os pacientes mais propensos a efeitos colaterais dos medicamentos.

No entanto, modificar o objetivo da redução da pressão arterial, como mencionado acima, pode ajudar a evitar os efeitos colaterais.

Recomenda-se que esses medicamentos sejam iniciados em doses baixas e aumentem lentamente para evitar uma diminuição rápida ou excessiva da pressão arterial.

Além disso, é importante medir a pressão sanguínea nos idosos enquanto eles estão em pé, sentados e deitados.

Pacientes mais velhos podem ter uma tendência a desenvolver hipotensão postural (pressão arterial excessivamente baixa na posição em pé). Essa condição pode causar episódios de tontura ou queda.

Para remediar esta situação, o médico pode recomendar doses mais baixas de medicamentos anti-hipertensivos. O objetivo ainda seria diminuir uma pressão sangüínea elevada sentada ou deitada, mas em menor grau, para evitar uma pressão arterial elevada excessivamente baixa (a hipotensão postural).

Finalmente, sugere-se não baixar a pressão diastólica (número menor) abaixo de 55 a 60 mm Hg. Essa diminuição pode aumentar os efeitos colaterais, reduzindo a circulação do sangue para os tecidos do corpo.

A hipertensão em idosos é um problema significativo que merece mais atenção.

Para mais informações fala com o seu médico.

 

FONTE:NCBI/uptodate.

Postado por joaoflavio às 18:23

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Você sabe qual é o Melhor tipo de Exercício para Perda de Peso?

Há muito debate sobre que tipo de exercício é melhor para saúde: aeróbico ou anaeróbico.

O exercício aeróbico, como caminhar, andar de bicicleta ou correr, aumenta a velocidade da respiração e o fluxo sanguíneo.

É possível  se exercitar de forma aeróbica por longos períodos de tempo.

O exercício anaeróbico, como o tiro (sprint) ou o levantamento de peso, é uma atividade curta e intensa, a qual, não pode ser sustentada por muito tempo.

Qual é o melhor tipo de exercício para perda de peso?

O exercício aeróbico e anaeróbico tem benefícios e você deve incorporar os dois em sua rotina.

Porém, se seu principal objetivo é perder gordura, o exercício anaeróbico é o certo para você.

A diferença entre o exercício aeróbico e anaeróbico se resume aos níveis de oxigênio.

Em exercícios aeróbicos ou “com oxigênio”, seus músculos têm oxigênio suficiente para produzir a energia necessária para o desempenho físico.

Exercício anaeróbico “sem oxigênio” significa que a demanda de oxigênio é maior que a oferta do mesmo e você não consegue acompanhar a energia que seu corpo está exigindo.

Isto leva à produção de lactato e, eventualmente, a cessação do exercício.

O exercício aeróbico, ou cardio de estado estacionário, é realizado em um ritmo constante, baixo a moderado.

Este tipo de exercício, que utiliza fibras musculares de contração lenta, é ótimo para condicionamento cardiovascular e melhora da resistência muscular.

Embora seja comum pensar que aquela corrida longa de baixa intensidade seja ideal para perda de gordura, na realidade a quantidade total de energia queimada nesse nível é menor do que durante o exercício anaeróbico.

Isso significa que para a maioria das pessoas, são necessários longos períodos de exercícios aeróbicos para obter uma perda significativa de gordura.

O exercício anaeróbico é realizado na forma de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), em que você intercala intervalos de alta intensidade com intervalos de recuperação. Isso é benéfico por várias razões, elas incluem:
– É possível entrar em um treino intenso rapidamente. Se o tempo é uma limitação para você, uma sessão HIIT é uma ótima opção.

– Você esgotará seus músculos e queimará mais calorias do que se estivesse fazendo exercícios aeróbicos (durante o mesmo espaço de tempo).

– O ganho de músculos aumenta o metabolismo. O HIIT faz com que as fibras musculares de contração rápida trabalhem em exercícios como sprinting, pilometria e levantamento de peso. Essas fibras aumentam o tamanho e a força muscular.

Isso significa que você estará aumentando a massa muscular, o que por sua vez, acelera seu metabolismo (já que o músculo queima mais calorias que a gordura).

– Após o exercício anaeróbico, você experimentará o efeito de pós-combustão. O nome científico desse efeito é: excesso de consumo de oxigênio pós-exercício (EPOC).

EPOC é a quantidade de oxigênio necessária que deve retornar ao corpo em seu estado de repouso.

O exercício anaeróbico estimula um EPOC mais alto porque você consome mais oxigênio durante o treinamento, o que cria um déficit maior para substituir o pós-treino.

Isso significa que você continuará a queimar calorias mesmo depois de terminar o execício.

Conclusão:

Embora os exercícios aeróbicos e anaeróbicos sejam importantes para uma rotina de exercícios completa, o exercício anaeróbico, como o HIIT, é mais eficaz para a perda de gordura.

O exercício anaeróbico reestrutura o corpo, portanto, lembre-se de que a perda total de peso não é um indicador preciso do progresso.

Esse tipo de atividade física faz com que se queime gordura e se ganhe músculo.

Para acompanhar sua evolução de forma correta, meça seus níveis de gordura corporal.

Para mais informações fale com o seu médico.

 

FONTE:Healthline.

Postado por joaoflavio às 16:38

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