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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você sabia que a Obesidade na infância pode Causar Ansiedade e Depressão?

Pesquisadores examinaram recentemente a ligação entre condições de saúde mental e obesidade em mais de 12.000 crianças e adolescentes.

Os resultados mostram que a obesidade aumenta o risco de ansiedade e depressão.

De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças Americano (CPCA), mais de 35% dos jovens adultos nos Estados Unidos são obesos.

Entre os adolescentes americanos, as condições de saúde mental também são predominantes.

Cerca de 32% dos jovens com idades entre 13 e 17 anos já tiveram uma condição de ansiedade em algum momento de suas vidas, de acordo com pesquisa publicada no ano passado.

O estudo aponta a obesidade como um fator de risco muito importante para ansiedade e depressão entre jovens.

De acordo com os resultados coletados de mais de 12,000 mil crianças (somados a 60 mil coletados individualmente), os pesquisadores chegaram a conclusão que a obesidade em crianças e pré-adolescentes pode aumentar em até 43% o risco de depressão e ansiedade.

Os dados foram coletados em 2005–2015 como parte do Registro Sueco de Tratamento da Obesidade Infantil. Em um período médio de 4,5 anos, mais de 4.200 crianças e adolescentes desenvolveram ansiedade ou depressão.

As meninas com obesidade foram 43% mais propensas a sentir ansiedade ou depressão em comparação com meninas  com peso saudável. O risco de ansiedade e depressão também foi 33% maior entre os meninos com obesidade, em comparação com seus colegas que não apresentavam sobre-peso.

Especificamente, 11,6% das meninas que tiveram obesidade receberam tal diagnóstico, em comparação com 6% das meninas com peso normal. Além disso, 8% dos meninos com obesidade receberam o diagnóstico, em comparação com 4,1% dos meninos com peso médio.

É possível concluir um claro aumento do risco de ansiedade e transtornos depressivos em crianças e adolescentes com obesidade em comparação ao grupo de base populacional que não pode ser explicado por outros fatores de risco conhecidos, como status socioeconômico e transtornos neuropsiquiátricos.

Os pesquisadores finalizam dizendo que estudos futuros serão necessários para melhor entender essa conexão.

Fale com seus filhos sobre uma vida mais saudável com esportes e dieta.

A depressão e ansiedade tem cura e muitas vezes podem ser prevenidas.

Para mais informações converse com o seu médico.

 

 

 

 

 

FONTE:MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 12:25

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Você sabia que Emoções Negativas fazem Mal à Saúde?

Uma nova pesquisa revelou evidências inéditas sugerindo que a exposição frequente a emoções negativas pode ter um impacto importante no funcionamento do sistema imunológico.

Muitos estudos mostram que a exposição crônica ao estresse, ansiedade e mal humor geralmente pode afetar a saúde física e mental.

Pesquisadores também descobriram que o estresse crônico tem um impacto negativo na memória.

Além disso, sentimentos de angústia podem aumentar o risco de eventos cardiovasculares, como o acidente vascular cerebral.

O estudo mais recente conduzido por especialistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, no State College, descobriu que o humor negativo pode mudar a maneira como a resposta imunológica funciona e está associado a um aumento do risco de inflamação exacerbada.

Emoções negativas e inflamação:

Os cientistas coletaram os dados para o estudo através de uma abordagem de dois níveis. Eles usaram questionários que pediam aos participantes para registrar seus sentimentos durante duas semanas, permitindo que a equipe mapeasse os perfis emocionais dos participantes.

Os cientistas também avaliaram a resposta imunológica dos voluntários, coletando amostras de sangue deles e procurando marcadores de inflamação.

A inflamação ocorre naturalmente, como parte da resposta imune, quando o corpo reage a infecções ou feridas. Altos níveis de inflamação  também estão associados a problemas de saúde e a diversas condições crônicas, como a artrite.

A equipe notou que indivíduos que experimentaram emoções negativas várias vezes por dia durante longos períodos de tempo apresentavam níveis mais altos de biomarcadores de inflamação no sangue.

Os cientistas também observam que se coletassem amostras de sangue dos participantes logo após terem experimentado uma emoção negativa, como tristeza ou raiva, os biomarcadores de inflamação estariam mais presentes no sangue.

Foi também analisado que experimentar um humor positivo, mesmo por um curto período antes da coleta de sangue, estava associado com níveis mais baixos de inflamação.

Os cientistas estão confiantes de que seu estudo acrescenta evidências cruciais sobre o impacto negativo do mal humor na saúde, especialmente porque seus participantes pertenciam a diversas origens étnicas, raciais e socioeconômicas.

Eles apontam que a pesquisa recente foi a primeira a explorar a ligação entre o humor e inflamação e que serão necessárias mais pesquisas sobre o assunto.

Cuide da sua saúde sendo feliz! Relaxe e aproveite a vida!

Para mais informações converse com o seu médico.

FONTE:MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 12:35

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Atualização sobre Osteoporose:

A osteoporose é uma doença que afina e enfraquece os ossos. Seus ossos se tornam frágeis e quebram com facilidade, especialmente os ossos do quadril, da coluna e do punho.

Qualquer pessoa pode desenvolver osteoporose, mas é mais comum em mulheres idosas. Fatores de risco incluem:

– Idade.

– Ser pequeno e magro.

– Ter um histórico familiar de osteoporose.

– Certos medicamentos.

– Mulheres brancas ou asiáticas.

– Ter baixa densidade óssea.
As fraturas resultantes da osteoporose tornam-se cada vez mais comuns em mulheres após os 55 anos de idade e em homens após os 65 anos de idade, resultando em morbidades associadas aos ossos e aumento nos custos de mortalidade e assistência médica.

Os avanços da pesquisa levaram a uma avaliação mais precisa do risco de fratura e aumentaram a gama de opções terapêuticas disponíveis para prevenir fraturas.

Algoritmos de risco de fratura que combinam fatores de risco clínicos e densidade mineral óssea são agora amplamente utilizados na prática clínica para direcionar indivíduos de alto risco para o tratamento.

A descoberta das principais vias reguladoras da reabsorção e formação óssea identificou novas abordagens para o tratamento com mecanismos de ação distintos.

A osteoporose é uma condição crônica e a gestão de longo prazo, às vezes vitalícia.

Em indivíduos com alto risco de fratura, o perfil de benefício versus risco provavelmente será favorável por até 10 anos de tratamento com bisfosfonatos ou denosumabe.

Em pessoas com risco muito alto ou iminente de fratura, a terapia com teriparatida ou abaloparatide deve ser considerada; entretanto, como a duração do tratamento com essas drogas é restrita a 18 a 24 meses, o mesmo deve ser continuado com um medicamento antirreabsortivo.

A entidade fiscalizadora americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou um novo tratamento para a osteoporose(2019) em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fraturas ósseas.

A FDA anunciou nessa última terça-feira que a droga, chamada romosozumab, que tem o nome da marca Evenity, funciona principalmente por impulsionar a formação óssea e é aprovada para tratar a osteoporose em mulheres com história de fratura osteoporótica ou múltiplos fatores de risco para fratura. O remédio também é indicado para pacientes que não recebem benefícios de outros tipos de terapias de osteoporose.

A osteoporose é uma doença silenciosa. Você pode não saber que tem até que você quebre um osso.

Um teste de densidade mineral óssea é a melhor maneira de verificar sua saúde óssea.

Para manter os ossos fortes, coma uma dieta rica em cálcio e vitamina D, faça exercícios e não fume.

Se necessário, os medicamentos também podem ajudar. Também é importante tentar evitar cair. As quedas são a causa número um de fraturas em adultos mais velhos.

Fonte:MEDLINEPLUS/THELANCET/MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 16:32

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