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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Fascite plantar, os pés exigem cuidados

Dores na sola do pé depois de ficar muito tempo em pé ou fazer caminhadas pode ser sintomas da fascite plantar. Uma doença que atinge boa parte da população. É uma das patologias mais comuns nos pés e que ocorre em função de um estresse excessivo no membro. Ela ocorre em função da inflamação do tecido chamado de “fáscia plantar”, que conecta o calcâneo (osso que forma o calcanhar) aos dedos.

A doença provoca dores nos calcanhares ou sola no arco do pé.  Normalmente os pacientes relatam que as dores, sensação de queimação e rigidez pioram ou são mais fortes logo pela manhã, quando dão os primeiros passos. Ou em atividades como subir escadas e quando ficam de pé por muito tempo. Também, e essa tem sido uma queixa crescente, após atividades físicas intensas. Com a disseminação das corridas pelas ruas da cidade, cada vez mais gente apresenta o problema.

A prevenção, para evitar que a inflamação da fáscia plantar ocorra, tem diferentes aspectos, tais como evitar o sobrepeso, pois quanto maior o peso do corpo, maior é a pressão sobre a sola do pé. Também adotar o alongamento dos pés como uma rotina, especialmente quando se pratica esportes que sobrecarreguem os mesmos. Além disso, procurar manter a flexibilidade na área do tornozelo, músculos da panturrilha e do tendão de Aquiles.

Além desses fatores, também algumas alterações biomecânicas contribuem para a manifestação da doença, como o chamado pé chato, a pisada hiperpronada, ou seja excessiva rotação do pé de dentro para fora ao caminhar e o sobrepeso. Vale ressaltar ainda a necessidade de utilizar calçados adequados aos pés, sob risco de provocar ou agravar a doença.

O conselho é: sentiu desconforto, procure o médico. Em caso de emergência, a dor pode ser aliviada com a aplicação de gelo ou calor e preventivamente com muito alongamento e massagens. Remédios, como anti-inflamatórios, só com prescrição profissional.

Aproveite o fim de semana. Não deixe de fazer seus exercícios, mas lembre-se de adequá-los à sua capacidade, sem exageros.

 

Postado por flaviocure às 18:14

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Alimentos e exercícios contra a má circulação sanguínea

Pés e pernas inchados, pele seca e escamosa, pés e mãos frias, varizes, sensação de formigamento nas pernas, dores e cansaço nestes membros, são sintomas da má circulação sanguínea. É um problema com sérias consequências para a saúde, que ocorre quando o sangue tem dificuldades para passar por veias ou artérias em função do acúmulo de gordura em suas paredes. Mas o que fazer?

A primeira medida é buscar o auxílio de um médico, que analisará o caso. Muitas vezes o problema decorre da pressão arterial elevada ou de insuficiência renal. Algumas medidas emergenciais são recomendadas, como alterações de hábitos alimentares e físicos. Tais como iniciar a prática de exercícios físicos, a ingestão de líquidos, particularmente dois litros de água por dia, e de alimentos que estimulem a circulação.

É importante não menosprezar os sintomas, pois a má circulação pode resultar em problemas ainda mais sérios, como as tromboses.

Entre os alimentos para quem deseja se prevenir, contamos com alguns para consumo diário que ajudam a manter a boa circulação. Além da água, são aqueles ricos em vitamina C e antioxidadantes, como a laranja, limão, kiwi, o alho e a cebola; manga, castanha-do –pará, amêndoas, tomate; sardinha, atum, salmão, abacate, folhas de beterraba e iogurte, por exemplo.

Adicionalmente diminuir o sal nos alimentos e a ingestão de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo, controlar o colesterol, são recomendações imediatas.

No caso de crises, uma ação emergencial pode ser manter as pernas mais elevadas do que o corpo na hora de dormir. E, na prevenção, lembrar sempre de não ficar imóvel na mesma posição. Sempre que possível se obrigar a cada duas horas a se levantar e caminhar, mesmo que seja em volta da mesa de trabalho.

Ao mesmo tempo, deve-se evitar ficar de pé durante muito tempo ou manter as pernas cruzadas ou ter excesso de peso. O problema pode ser causado também pelo uso de pílulas anticoncepcionais, pelo próprio envelhecimento do organismo e, mesmo a hereditariedade.

Ao sentir qualquer dos sintomas, procure o médico e previna-se.

 

Postado por flaviocure às 18:35

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Microcefalia, a prevenção necessária

Aqui no Rio não tivemos ainda nenhum caso de microcefalia, que tem sido atribuído ao Zika vírus em outras regiões do país. Uma alerta em especial chamou a atenção para o tema. Foi quando o Ministério da Saúde recomendou que os casais deixem para depois do verão a decisão de engravidarem. É uma recomendação que pode parecer estranha e até folclórica, tamanha é a rejeição da população às autoridades em geral, mas que – na realidade- faz sentido. Afinal, é mais fácil esse tipo de prevenção do que os riscos embutidos na decisão de engravidar.

Vale lembrar que está chegando o verão, período de maior risco de contrair a doença suspeita de provocar a microcefalia.  A recomendação é pertinente, pois em pouco mais de três meses foram registrados 399 casos de nascidos com a má formação do cérebro em sete estados, 268 deles em Pernambuco, 44 casos em Sergipe, 39 no Rio Grande do Norte, 21 na Paraíba, 10 no Piauí, nove no Ceará e oito na Bahia.

O fato concreto é que não há ainda condições de assegurar a relação entre o zika e a microcefalia, mas, em função das evidências dos casos registrados, o melhor é a prevenção. Por isso é correta a orientação para que as mulheres que desejam engravidar esperarem um pouco. Não temos ainda um quadro que nos permita saber a real dimensão do problema, portanto, o melhor é a prevenção. Especialmente nas regiões já afetadas, como o caso do Nordeste brasileiro. É uma medida recomendada para preservar as gestantes e os seus bebês.

O que temos como informação até agora é que as amostras de líquido amniótico de duas das gestantes cujos fetos apresentaram microcefalia tiveram anteriormente infecção pelo zika vírus. Portanto, é melhor não arriscar.

Para quem crê que não há a necessidade de adiar o plano de engravidar, recomendo o máximo de cautela para não contrair a doença. Com medidas como utilização de repelentes e evitar viagens para as regiões com mais incidência da doença, como o Nordeste.

Aqui neste espaço já falei do Zika, também transmitida pelo Aedes aegypti e relacionando-o à chincungunha e dizendo que era uma versão mais branda da dengue. No entanto, se confirmada as suspeitas de relação dele com a microcefalia, torna-o uma ameaça considerável à saúde pública.

Nesse momento estamos aguardando informações mais conclusivas, por enquanto os pesquisadores analisam os exames. Por isso, a necessidade da cautela. É fundamental que as mulheres que já estão grávidas façam seus exames pré natais e sigam todas as recomendações médicas. Nada, por exemplo, de tomarem remédios sem orientações.

Enquanto não há conclusões sobre se realmente os casos de microcefalia estão relacionados ao zika vírus, não há também formas de tratamento. Contamos apenas com a prevenção esse se houver sintomas como febre baixa e manchas pelo corpo não pense duas vezes antes de procurar um médico.

A microcefalia é uma doença rara, com a qual o bebê nasce com o crânio menor do que o normal. Normalmente o perímetro da cabeça nestes casos fica com 33 cm ou menos, quando o normal é, pelo menos, 34 cm, nos casos de bebês com a gestação completa de nove meses.

Os casos de microcefalia estão geralmente associados a infecções tidas pelas mães nos primeiros três meses de gravidez, como a toxoplasmose, a rubéola e o citomegalovírus. A doença pode estar relacionada também com o uso excessivo de álcool e drogas, ou, ainda com síndromes genéticas, como o down.

As consequências para as crianças nascidas são referentes ao desenvolvimento neurológico, motor ou psíquico.  Pode haver problemas auditivos, visuais, cognitivos. Muitas vezes episódios de epilepsia. Os problemas variam de pessoa a pessoa.

Atualmente não há formas de reverter a doença, mas com acompanhamento profissional algumas das sequelas podem ser minoradas. Por isso, profissionais como fisioterapeutas e fonoaudiólogos, entre outros apoiam na melhoria das condições de vida dos que sofrem com a doença.

Vamos fazer o que está ao nosso alcance para prevenção da doença. O mais imediato é evitar a proliferação do aedes aegypt. Evitar acúmulo de água e todas as demais recomendações para evitar condições propícias ao aedes é fundamental. Façamos nossa parte, afinal, mesmo que não venha a ser confirmada a relação do zika com a microcefalia, as demais doenças transmitidas pelo mosquito já são suficientemente graves. Não vamos vacilar.

 

Postado por flaviocure às 17:53

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