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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você sabe o que é intolerância à lactose?

Indivíduos com intolerância à lactose são incapazes de digerir o açúcar (lactose) no leite.

Após comerem ou beberem produtos lácteos desenvolvem diarreia, gases e distensão abdominal.

A má absorção à lactose não é perigosa porém pode apresentar sintomas desconfortáveis.

A deficiência de lactase (uma enzima produzida no intestino delgado) é geralmente responsável pela intolerância à lactose.

A maior parte das pessoas com essa condição conseguem administrar a intolerância sem precisar abandonar os alimentos lácteos.

Sintomas:

Sinais e sintomas de intolerância à lactose geralmente aparecem após 30 minutos a 2 horas depois de comer ou beber produtos que contem lactose. Entre eles estão:

– Diarreia.

– Náusea.

– Dores abdominais.

– Distensão abdominal.

– Gases.

É recomendado que seja marcada uma consulta com o médico se esses sintomas sejam sentidos com frequência. A falta de cálcio no organismo também deve ser abordada na conversa.

Causas:

A intolerância à lactose ocorre quando o organismo não produz quantidades suficientes de lactase para digerir a lactose.

Normalmente a lactase transforma o açúcar do leite (lactose) em dois tipos simples de açúcar, glucose e galactose.

Se falta lactase no organismo, a lactose vai direto para o cólon ao invés de ser processada e absorvida. No cólon a lactose não digerida interage com bactérias causando os sintomas de intolerância.

Existem três tipos de intolerância à lactose.

Intolerância à lactose primária:

Essa é a forma mais comum de intolerância à lactose. Pessoas que desenvolvem esse tipo de intolerância começam a vida produzindo a quantidade normal de lactase. Quando o desmame acontece as taxas de produção diminuem gerando a intolerância.

A intolerância primária tem origem genética.

Intolerância à lactose secundária:

Essa forma de intolerância ocorre quando o intestino delgado diminui a produção de lactase depois de alguma doença, lesão ou cirurgia no mesmo.

Tratamento médico pode reverter essa condição.

Intolerância à lactose congênita:

É possível, porém muito raro, que bebês nasçam com intolerância à lactose causada por falta completa de produção de lactase.

Essa desordem passa de geração para geração em um padrão de herança chamado de autossômica recessiva (pai e mãe passam a mesma variante de gene para o filho).

Bebês pré-maturos também podem sofrer desse tipo de intolerância.

Fatores de risco:

– Idade. A intolerância à lactose geralmente ocorre em adultos sendo incomum em crianças e bebês.

– Etnia. A intolerância à lactose é mais comum em africanos, asiáticos, hispânicos e descendentes de índios americanos.

– Nascimento prematuro. O nascimento prematuro faz com que a criança tenha níveis de produção de lactase reduzidos.

– Doenças que afetam o intestino delgado. Problemas no intestino delgado podem causar intolerância a lactose, crescimento bacteriano, doença celíaca e doença de Crohn.

– Alguns tratamentos de câncer. A radioterapia no abdômen e complicações intestinais causadas pela quimioterapia pode gerar intolerância à lactose.

Para diagnosticar a intolerância à lactose o médico pode pedir o teste de tolerância à lactose, teste de respiração de hidrogênio e teste de acides de fezes.

Tratamento:

Não existem formas de aumentar a produção de lactase no organismo, porém existem formas de evitar o desconforto causado pela intolerância. São eles:

– Evitar grandes quantidades de produtos lácteos.

– Inserir pequenas quantidades de produtos lácteos na dieta.

– Consumir sorvete e leite com lactose reduzida.

– Beber leite após adicionar líquidos ou soluções que quebram a lactose.

A falta de cálcio por não consumir produtos lácteos pode ser resolvida ingerindo outros alimentos como:

– Brócolis.

– Salmão enlatado.

– Leite de soja e leite de arroz.

– Laranja.

– Espinafre.

– Feijão.

– Ruibarbo.

– Produtos enriquecidos com cálcio.

A intolerância à lactose pode ser difícil porém não é grave.

Para mais informações procure o seu médico.

 

Postado por flaviocure às 14:06

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Você sabe o que é desordem alimentar?

A desordem alimentar esta relacionada a hábitos alimentares alterados que afetam a saúde de forma negativa.

As desordens alimentares mais frequentes são a anorexia nervosa, bulimia nervosa e o transtorno de compulsão alimentar.

Essa condição pode afetar o coração, o sistema digestivo, os ossos, a boca e dentes e levar a outras doenças.

O tratamento pode muitas vezes reverter complicações sérias desenvolvidas pela desordem alimentar.

Sintomas:

 

Anorexia nervosa:

 

Muitas vezes chamada somente de anorexia. Essa desordem alimentar pode causar risco de morte.

É caracterizada pela grande perda de peso, medo intenso de ganhar peso e percepção errada do peso atual.

Pessoas com essa desordem geralmente usam métodos para perder peso como exercício excessivo, uso de laxantes e vômito após ingestão de alimentos.

Bulimia nervosa:

 

Pessoas com bulimia experienciam episódios de compulsão alimentar perdendo o controle de sua alimentação.

Também é comum que os pacientes parem de comer durante o dia aumentando o descontrole depois.

O uso de laxantes, exercícios excessivos e vômito forçado são comuns entre as pessoas que possuem essa desordem.

Desordem de compulsão alimentar:

 

Pessoas com essa desordem comem de forma descontrolada e compulsória.

É comum que os pacientes afetados se escondam para comer devido a vergonha.

O descontrole alimentar ocorre em média uma vez por semana e pode afetar pessoas com peso normal ou acima do peso.

Desordens alimentares menos comuns incluem o transtorno de ruminação, Paica e distúrbio de ingestão alimentar.

Indicadores de desordem alimentar:

 

– Faltar refeições.

– Adotar dieta vegana radical.

– Foco excessivo em comidas saudáveis.

– Não participar de eventos sociais normais.

– Preocupação constante em estar gordo ou fora de forma.

– Olhar sem parar para o espelho a procura de falhas.

– Comer repetidamente grandes quantidades de alimentos doces e altamente calóricos.

– Uso de laxantes.

– Exercício excessivo.

– Calos nas articulações dos dedos por induzir vômito.

– Perda de dentes devido a vômito.

– Ir no banheiro durante refeições.

– Comer em segredo.

Entre as principais causas estão a genética, saúde mental e física.

Os fatores de risco incluem o sexo (feminino), idade, histórico familiar, desordens mentais e dietas praticadas.

Além de depressão, ansiedade e muitas outras complicações, as desordens alimentares podem levar a morte.

Para mais informações procure o seu médico.

Postado por flaviocure às 13:20

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Você tem síndrome de fadiga crônica?

A síndrome de fadiga crônica é uma desordem caracterizada por extrema fadiga que pode ser justificada por uma condição médica.

Atividades físicas ou mentais podem agravar a fadiga, porém o descanso não a melhora.

Também chamada de encefalomielite miálgica ou doença de intolerância de esforço sistêmico, a fadiga crônica não tem causa conhecida.

Existem muitas teorias sobre os motivos da fadiga crônica, eles variam desde infecções virais até estresse psicológico.

Muitos estudiosos acreditam que essa condição é o resultado de uma combinação de fatores.

Não existe um único teste para o diagnóstico dessa doença e seu tratamento foca no alívio dos sintomas.

Existem oito sinais e sintomas oficiais da síndrome de fadiga crônica:

– Fadiga.

– Perda de memória e concentração.

– Dor de garganta.

– Gânglios linfáticos inchados no pescoço e axilas.

– Dor muscular inexplicável.

– Dor que passa de uma articulação para outra sem inchamento ou vermelhidão.

– Dor de cabeça.

– Sono que não descansa.

– Exaustão extrema que dura mais de 24 horas após execício físico ou mental.

A fadiga pode ser um sintoma de muitas doenças. É recomendado que se visite o médico se a fadiga for extrema ou persistente.

Causas:

 

– Infecções virais.
Pesquisadores acham que certos vírus podem causar a síndrome de fadiga cronica. O vírus Epstein-Barr, a herpes humana e o vírus da leucemia de rato são os principais suspeitos.

– Problemas no sistema imunológico.
Os pacientes diagnosticados com a síndrome de fadiga crônica apresentam seu sistema imunológico debilitado.

– Desequilíbrios hormonais.
Pacientes com a síndrome de fadiga crônicas experienciam níveis sanguíneos anormais nos hormônios produzidos pelo hipotálamo, glândulas pituitárias ou glândulas supra-renais.

A idade, o sexo e o estresse do paciente são fatores que podem intensificar a síndrome de fadiga crônica.

Complicações:

 

– Depressão.

– Isolamento social.

– Restrições no estilo de vida.

– Ausências no trabalho.

A fadiga também pode estar relacionada a desordens do sono, problemas médicos (como anemia e diabetes) e saúde mental (como depressão e ansiedade).

O tratamento pode incluir remédios como antidepressivos e pilulas para dormir.Também é indicado a terapia e exercícios diários.

Tratamentos alternativos incluem acupuntura, massagem e Yoga.

A síndrome de fadiga crônica tem cura.

Para mais informações procure o seu médico.

 

Fonte: Mayo Clinic.

Postado por flaviocure às 10:22

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