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Quem ronca está doente?

O ronco é um ruído rouco e áspero que ocorre quando a respiração se encontra parcialmente obstruída enquanto se dorme.

É possível que o ronco indique uma doença  séria, além de se tornar um problema para quem está do lado.

Metade dos adultos roncam.

Mudanças no estilo de vida, como perder peso, parar de fumar e evitar álcool antes de dormir podem diminuir ou parar esses sons irritantes.

Mudanças  e cirurgias também são utilizados no tratamento dessa condição.

O ronco geralmente está associado com uma desordem do sono chamada de apneia obstrutiva do sono e seus sintomas são:

 

– Ruido durante o sono.

– Dormir durante o dia.

– Dificuldade em se concentrar.

– Dores de cabeça matutinas.

– Garganta dolorida.

– Sono que não descansa.

– Engasgar durante a noite.

– Pressão sanguínea arterial alta.

– Dor no peito durante a noite.

– Ronco que prejudica o sono do parceiro.

As causas para o ronco variam, porém quando dormimos nossos músculos da garganta relaxam, podendo obstruir parcialmente a entrada de ar.

As causas incluem:

 

– Anatomia da boca.

– Consumo de álcool.

– patologias nasais.

– Privação do sono.

– Posição do corpo ao dormir.

– Apneia obstrutiva do sono. Pessoas com essa condição podem ter sua respiração interrompida até 5 vezes por hora.

Fatores de risco:

 

– Homens. É mais comum o ronco e apneia em pessoas do sexo masculino.

– Peso. Estar acima do peso aumenta a probabilidade de roncar.

– Possuir via aérea estreita.

– Consumir álcool. O álcool relaxa os músculos da garganta e boca, aumentando a chance de roncar.

– Problemas nasais. Problemas estruturais nas vias aéreas podem resultar no ronco.

– Histórico familiar.

Além de frustar e cansar, o ronco também aumenta o risco de pressão sanguínea alta, problemas no coração e derrames.

Para diagnosticar se há problemas estruturais físicos o médico pode pedir um raio-x, tomografia e escâner magnético.

Um estudo durante o sono também pode ser requisitado. Nesse estudo o paciente se conecta com diversos medidores enquanto dorme. As ondas cerebrais, nível de oxigênio, batimento cardíaco, estágios do sono, movimentos dos olhos e pernas serão avaliados.

Se o ronco é resultado de apneia do sono, o médico pode indicar:

 

– Aparelhos orais. Esses aparelhos mudam as posições da língua e mandíbulas para que as vias aéreas sejam desobstruídas.

– Pressão positiva contínua nas vias aéreas. Uso de máscara que força o ar.

– Implantes palatais. Nessa situação o médico injeta fios trançados de filamento de poliéster para enrijecer os tecidos do palato.

– Cirurgia. A uvulopalatofaringoplastia fortalece o tecido do palato.

– Cirurgia à laser. Retirada da úvula.

– Ablação por radiofrequência de tecidos. Esse procedimento encolhe o tecido suave do palato.

Para pessoas que não possuem apneia do sono, o ronco pode ser evitado com mudanças no estilo de vida:

 

– Perder peso.

– Parar de fumar.

– Dormir de lado.

– Usar dilatador nasal.

– Diminuir o consumo de álcool e sedativos.

– Dormir mais.

É importante se cuidar. A qualidade do sono influencia em diversas partes de nossas vidas.

Para mais informações procure o seu médico.

 

Fonte:MAYOCLINIC.

Postado por joaoflavio às 14:57

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