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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você sabe como se recuperar de um “derrame”?

O acidente vascular cerebral (AVC) ocorre quando a circulação sanguínea no cérebro é interrompida ou reduzida, privando o mesmo de oxigênio e nutrientes. Em poucos minutos as células do cérebro começam a morrer.

O AVC é uma urgência médica e o atendimento rápido é crucial. A ajuda imediata pode minimizar danos e complicações.

A boa notícia é que o AVC é tratável e pode ser prevenido. Hoje em dia o “derrame” mata menos do que há 15 anos.

Sintomas:

 

– Dificuldade para falar e entender.

– Paralisia ou dormência na face, braço ou perna.

– Dificuldade na visão de um dos olhos.

– Dores de cabeça.

– Dificuldade para andar.

Se você perceber sinais de “derrame” em alguém, pense rápido e faça o seguinte:

 

– Face. Peça a para pessoa sorrir. Só um lado se mexe?

– Braços. Peça para que a pessoa levante os dois braços. Um dos braços não levanta completamente?

– Fala. Peça que a pessoa repita uma frase simples. A fala se encontra arrastada ou estranha?

– Ajuda rápida. Se você perceber algum dos sintomas mencionados acima ligue para a emergência.

Não espere para ver se os sintomas passam. Cada minuto conta! Quanto mais tempo demorar mais chances de ocorrerem danos irreversíveis no cérebro.

Causas:

 

– AVC isquêmico. Cerca de 85% dos acidentes vasculares cerebrais são isquêmicos. O AVC isquêmico ocorre quando as artérias do cérebro se estreitam ou são bloqueadas, reduzindo o fluxo sanguíneo no cérebro.

– AVC hemorrágico. Esse tipo de derrame ocorre quando um vaso sanguíneo se rompe. Hemorragias cerebrais podem ter como resultado a pressão sanguínea alta, tratamento errado com anticoagulantes e pontos vulneráveis nos vasos sanguíneos.

– Ataque isquêmico transitório (AIT). O AIT, também chamado de mini-AVC, é um breve período de sintomas semelhantes aos que você teria em um acidente vascular cerebral. Uma redução temporária do fluxo sanguíneo no cérebro que dura menos de 5 minutos. Mesmo se os sintomas passarem depois de cinco minutos, procure assistência médica imediata. O AIT aumenta significativamente o risco de se ter um AVC completo.

Fatores de risco:

 

Muitos fatores podem aumentar o risco de um AVC. Alguns fatores também podem aumentar o risco de infarto.

Fatores de qualidade de vida:

 

– Estar acima do peso ou obeso.

– Sedentarismo.

– Alcoolismo.

– Uso de drogas ilícitas como cocaína e metanfetaminas.

Fatores de risco médicos:

 

– Pressão sanguínea alta.

– Tabagismo ou fumo passivo.

– Colesterol alto.

– Diabetes.

– Apneia obstrutiva do sono. Um distúrbio do sono que diminui os níveis de oxigênio no organismo.

– Doenças cardiovasculares.

Outros fatores:

 

– Histórico familiar.

– Ter 55 anos ou mais.

– Raça. Africanos tem maior risco de ter AVC.

– Sexo. Homens tem mais chances de ter derrames.

Complicações:

 

O Acidente vascular cerebral pode resultar em deficiências temporárias ou permanentes, dependendo do tempo em que o cérebro fica sem sangue e quais partes são afetadas.

– Paralisia ou perda de movimentos musculares.

– Dificuldade para falar ou engolir.

– Perda de memória e dificuldade para pensar.

– Problemas emocionais.

– Dor.

– Mudanças de comportamento e dificuldade em cuidar de si.

O sucesso no tratamento de qualquer dano cerebral varia de pessoa para pessoa.

Diagnóstico:

 

Para determinar o tratamento mais apropriado para o AVC, a equipe de emergência deve avaliar qual o tipo de derrame e quais áreas do cérebro foram afetadas.

– Exame físico.

– Exame de sangue.

– Tomografia computadorizada.

– Imagem de ressonância magnética.

– Ultrassom de carótida.

– Angiograma cerebral.

– Ecocardiograma.

O tratamento emergencial do derrame varia de acordo com o tipo do mesmo. Medicamentos aplicados diretamente no cérebro e cirurgias podem ser necessários.

Após o tratamento emergencial, a terapêutica foca em ajudar o paciente a recuperar força, movimentos e voltar a ter uma vida independente.

O programa de reabilitação pode começar antes que o paciente seja liberado do hospital e pode incluir esse time de especialistas:

 

– Neurologista.

– Fisiatra.

– Nutricionista.

– Fisioterapeuta.

– Terapeuta ocupacional.

– Fonoaudiólogo.

– Psicólogo ou psiquiatra.

É muito importante se prevenir. Um estilo de vida saudável pode evitar o acidente vascular cerebral.

Para mais informações procure o seu médico.

 

Fonte:MAYOCLINIC.

Postado por joaoflavio às 13:27

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Você sabe o que é DPOC?

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma inflamação permanente no pulmão que dificulta o fluxo de ar nesse órgão.

Essa situação tem como origem a exposição a substancias tóxicos, em sua maioria do cigarro.

Pacientes com doença pulmonar obstrutiva cronica possuem grande risco de desenvolver outras doenças como câncer de pulmão, doenças cardíacas entre outras.

O enfisema e a bronquite crônica são as duas condições mais comuns que contribuem para a DPOC.

A bronquite crônica é uma inflamação nos brônquios e é caracterizada por tosse diária e produção de muco.

O enfisema é uma condição aonde os bronquíolos do pulmão são destruídos devido a exposição a fumaça do cigarro.

A doença pulmonar obstrutiva crônica tem tratamento.

Com a terapêutica correta, a maioria dos pacientes consegue reverter os sintomas e manter uma boa qualidade de vida. O risco de doenças associadas também diminui.

Os sintomas da DPOC geralmente só aparecem quando danos significativos já ocorreram no pulmão.

Sintomas:

 

– Falta de ar.

– Respiração arquejante.

– Aperto no peito.

– Ter que limpar a garganta de manhã devido ao muco.

– Tosse crônica.

– Lábios e unhas azuladas.

– Infecções respiratórias frequentes.

– Falta de energia.

– Perda de peso.

– Inchaço nos tornozelos, pés ou pernas.

A principal causa da DPOC em países desenvolvidos é o tabagismo. Em países de terceiro mundo é comum que a causa de DPOC seja exposição a fumaça de combustíveis usados em cozinhas e no aquecimento de residencias.

Cerca de 30% dos fumantes desenvolvem a DOPC.

1% das pessoas com DPOC desenvolveram a doença devido a uma desordem genética que causa níveis baixos de uma proteína chamada Alfa-1-antitripsina (AAt). A AAt é produzida pelo fígado e liberada na corrente sanguínea para a proteção do pulmão.

Fatores de risco:

 

– Tabagismo.

– Pessoas com asma que fumam.

– Exposição a produtos químicos.

– Idade. Geralmente pessoas com DPOC tem mais de 40 anos.

– Genética.

Complicações:

 

– Infecções respiratórias.

– Doenças cardíacas.

– Câncer de pulmão.

– Pressão sanguínea alta nas artérias pulmonares.

– Depressão.

Para diagnosticar a doença, o médico deve avaliar os sintomas e o histórico médico do paciente. Os exames podem variar.

A doença pulmonar obstrutiva crônica não é o fim do mundo. O tratamento somado a parar de fumar podem reverter a doença na maior parte dos casos.

O tratamento inclui parar de fumar, remédios e até cirurgia.

Para mais informações procure o seu médico.

Pare de fumar. É melhor prevenir do que remediar.

Um bom feriado para todos.

Fonte:MAYOCLINIC.

Postado por joaoflavio às 13:30

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Você sabe como evitar a morte súbita?

A parada cardíaca súbita é a perda da função cardíaca que acontece de forma repentina.
Essa condição geralmente tem como resultado a alteração elétrica do coração, interrompendo o fluxo sanguíneo para o resto do corpo.

A parada cardíaca súbita é diferente do infarto, que ocorre quando parte do fluxo sanguíneo é bloqueado no coração. Porém o infarto pode, algumas vezes, causar uma alteração elétrica no coração resultando em parada cardíaca súbita.

O tratamento para a parada cardíaca súbita deve ser imediato, para que não haja morte cardíaca súbita. A ressuscitação cardiopulmonar, feita com desfibrilador ou somente com as mãos, pode aumentar as chances de sobrevivência até que chegue a ambulância.

Os sintomas são imediatos e drásticos:

 

– Colapso súbito.

– Sem pulso.

– Sem respiração.

– Perda de consciência.

Raramente outros sintomas precedem a parada cardíaca súbita:

 

– Fadiga.

– Desmaios.

– Tontura.

– Dor no peito.

– Respiração rápida.

– Fraqueza.

– Vômitos.

Quando o coração para, a falta de sangue oxigenado pode causar danos no cérebro em poucos minutos (morte e danos permanentes no cérebro podem acontecer entre 4 e 6 minutos). O tempo é determinante quando se esta socorrendo alguém que se encontra inconsciente e sem respirar.

Tome ação imediata:

 

– Ligue para o 192 (SAMU).

– Aplique a massagem cardíaca. Cheque rapidamente se a pessoa esta inconsciente e respirando. Se não ha respiração comece a massagem cardíaca. Pressione o peito da pessoa de forma forte e rápida no ritmo de 100 compressões por minuto. Se você tem treinamento faça respirações de resgate a cada 30 compressões.

– Use um desfibrilador portátil. Se você não sabe usar o desfibrilador, ligue para a emergência e peça instruções.

Desfibriladores portáteis estão cada vez mais acessíveis em aeroportos e shoppings. É possível comprar o desfibrilador para se ter em casa.

Diferentemente de outros músculos, os quais, dependem de conexões nervosas para receber estimulação elétrica necessária para funcionamento, o coração possui o próprio estimulador elétrico.

O estimulador elétrico do coração é formado por um grupo específico de células localizadas no átrio direito, chamadas de nó sinusal.

O nó sinusal produz pulsos elétricos que coordenam o batimento cardíaco.

Se algo der errado no nó sinusal, o batimento cardíaco pode se alterar resultando em arritmia levando a uma possível parada cardíaca súbita.

Condições cardíacas que podem resultar em parada cardíaca súbita:

 

– Doença coronariana.

– Infarto.

– Cardiomiopatia.

– Doença cardio vascular.

– Doença cardíaca congênita.

– Problemas elétricos no coração.

Fatores de risco:

 

– Histórico familiar de doenças coronárias.

– Fumar.

– Pressão sanguínea alta.

– Colesterol alto.

– Obesidade.

– Diabetes.

– Estilo de vida sedentário.

– Uso abusivo de álcool.

– Histórico familiar de parada cardíaca súbita.

– Infarto anterior.

– Histórico familiar de doenças no coração.

– Idade.

– Sexo masculino.

– Uso de drogas ilegais.

– Desequilíbrio nutricional ( níveis de potássio e magnésio baixos).

Para diagnosticar a doença o médico pode pedir um eletrocardiograma, exame de sangue e testes de imagem como raio x de tórax (entre outros).

O tratamento de longo prazo inclui remédios, implante de cardioversor-desfibrilador, cirurgia entre outros ( cada tratamento varia de pessoa para pessoa).

Em caso de parada cardíaca súbita, o tempo é um dos fatores principais para se ter chance de sobrevivência. Deixe o telefone da SAMU (192) nos contatos rápidos.

Para mais informações procure o seu médico.

Uma boa páscoa pra todos!

 

Fonte:MAYOCLINIC.

Postado por joaoflavio às 14:22

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