publicidade

Jornal do Brasil

À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você sabe como se Prevenir dos Sintomas da Menopausa?

A menopausa é um processo biológico natural que resulta no fim dos ciclos menstruais e é diagnosticada após 12 meses sem que os mesmos aconteçam. Geralmente começa entre 40 e 50 anos.

Sintomas físicos, como ondas de calor e mudanças emocionais, podem afetar o sono, diminuir a energia ou desequilibrar a saúde emocional.

A terapia hormonal é o tratamento mais eficaz para os sintomas dessa condição, porém existem outras terapêuticas.

Os tratamentos não hormonais incluem modificar sua dieta, mudanças no estilo de vida e medicamentos.

A terapia hormonal é o tratamento mais eficaz para as ondas de calor, no entanto, outras opções não hormonais estão disponíveis para mulheres que sofrem dos sintomas dessa condição, mas ainda não estão prontas para considerar a terapia hormonal.

Algumas mulheres não são candidatas adequadas para a terapia hormonal, como aquelas que foram recentemente tratadas de câncer de mama.

Nesse artigo, iremos analisar as opções de tratamento não hormonal para mulheres.

Conhecendo os desencadeantes das ondas de calor:

As ondas de calor podem ser desencadeadas por clima quente, tabagismo, cafeína, alimentos picantes, álcool, roupas apertadas, calor e estresse. Algumas mulheres sentem ondas de calor quando comem muito açúcar. Exercitar-se em ambientes quentes também pode piorar os sintomas. Evite esses gatilhos como forma de prevenção.

Dieta:

Evitar a cafeína, alimentos picantes e álcool pode ajudar a diminuir tanto a frequência quanto a gravidade das ondas de calor.

Muitas mulheres tentam incorporar mais estrogênios vegetais na dieta. Os estrogênios das plantas, como as isoflavonas, possuem efeitos brandos semelhantes aos estrogênios humanos que podem reduzir as ondas de calor. Eles podem trabalhar no corpo como uma forma fraca de estrogênio.

Exemplos de estrogênios vegetais incluem: soja, grão de bico, lentilhas, linhaça, grãos, feijão, frutas, trevo vermelho e vegetais.

Em geral, a soja, o grão de bico e as lentilhas são considerados os mais potentes estrogênios vegetais, embora seu efeito seja muito menor do que o estrogênio humano.

Tente escolher alimentos naturais em vez de suplementos.

Mudanças no estilo de vida:

Reduzir a temperatura do ambiente, vestir-se com roupas leves e soltas e o uso do ar condicionado enquanto se dorme podem ajudar a aliviar a sensação de calor .

Mulheres com excesso de peso e que levam uma vida sedentária tendem a sofrer de forma mais intensa desses sintomas, portanto a perda de peso pode ser útil. É recomendado exercitar-se em um ambiente mais frio

Parar de fumar tem uma dupla importância durante a menopausa. Primeiro, fumar contribui para o aumento dos riscos cardiovasculares da pós-menopausa. Em segundo lugar, as fumantes tendem a experimentar mais ondas de calor.

Experimente uma respiração abdominal profunda e lenta (6 a 8 respirações por minuto). Pratique a respiração profunda por 15 minutos de manhã, 15 minutos à noite e no início das ondas de calor.

Para algumas mulheres, usar meias ao dormir pode ajudar a diminuir a temperatura corporal do núcleo do corpo.

Aliviando a insônia:

– Mantenha a temperatura do quarto baixa.

– Evite remédios para dormir.

– Exercite-se diariamente.

– Evite cafeína e álcool à noite.

– Tome um banho morno antes de dormir.

– Beba um copo de leite antes de dormir.

Lidando com mudanças de humor, medos e depressão:

– Procure uma atividade que acalme como yoga, meditação ou técnicas de respiração.

– Evite tomar calmantes.

– Participe de atividades sociais ou profissionais que promovam um senso de realização.

– Mantenha-se perto da família e amigos.

Aliviando o sexo doloroso:

Tente usar uma loção ou lubrificante hidratante à base de água durante a relação sexual. Estes são vendidos sem receita médica perto dos preservativos na maioria das lojas.

Remédios com e sem receita:

Uma série de remédios não hormonais estão disponíveis para o tratamento de ondas de calor. Alguns desses remédios (por exemplo, black cohosh e soja preta) estão disponíveis sem receita médica, mas não são aprovados pela Anvisa.

Remédios com receita:

Os medicamentos com prescrição médica são considerados os tratamentos não hormonais mais eficazes. Fale com  seu médico sobre qual remédio é mais indicado para você.

Os sintomas da menopausa podem ser evitados e prevenidos.

É possível se ter uma vida normal após o diagnóstico de menopausa.

Para mais informações procure o seu médico.

 

 

FONTE:CLEVELANDCLINIC.

 

 

 

Postado por joaoflavio às 15:49

Compartilhe:

Nenhum comentário

Você sabe o que é a Rinite Não Alérgica?

A rinite não alérgica provoca espirros crônicos e nariz congestionado sem motivo aparente. Os sintomas dessa doença são similares aos da febre do feno (rinite alérgica), mas nenhuma das evidências habituais de uma reação alérgica estão presentes.

A rinite não alérgica pode afetar crianças e adultos, mas é mais comum após os 20 anos. Os desencadeantes dos sintomas da rinite não alérgica variam e podem incluir certos odores ou irritantes no ar, mudanças no clima, alguns medicamentos, certos alimentos e condições de saúde crônicas.

O diagnóstico de rinite não alérgica é feito após que a causa alérgica ser descartada. Isso pode exigir exames de sangue e pele.

Sintomas:

Se você tem rinite não alérgica, provavelmente tem sintomas que vão e vem ao passar do ano. Você pode ter sintomas constantes, ou que duram apenas um curto período de tempo. Sinais e sintomas de rinite não alérgica podem incluir:

– Nariz entupido.

– Coriza.

– Espirros.

– Pigarro na garganta.

– Tosse.

 

A rinite não alérgica geralmente não causa coceira no nariz, olhos ou garganta – sintomas associados a alergias como a febre do feno.

Etiologia:

A causa exata dessa doença é desconhecida. Porém, especialistas sabem que a rinite não alérgica ocorre quando os vasos sanguíneos do nariz se expandem, preenchendo o revestimento nasal com sangue e fluido.  Existem várias causas possíveis desta expansão anormal dos vasos sanguíneos ou inflamação no nariz.

Uma possibilidade é que as terminações nervosas do nariz sejam hiper responsivas, de forma semelhante à reação de pulmões com asma.

Mas seja qual for o gatilho, o resultado é o mesmo: nariz inchado e congestão.

Há uma série de fatores conhecidos que podem desencadear a rinite não alérgica, alguns resultando em sintomas de curta duração e outros podendo causar problemas crônicos. Esses fatores incluem:

– Agentes ambientais ou ocupacionais. Poeira, poluição atmosférica, fumo passivo ou odores fortes, como perfumes, podem desencadear a rinite não alérgica. Agentes químicos, comuns em fábricas, também podem ser os responsáveis.

– Mudanças climáticas. Mudanças de temperatura ou umidade.

– Infecções. Uma causa comum é uma infecção viral , um resfriado ou a gripe, por exemplo.

– Alimentos e bebidas. Comidas quentes ou picantes. Bebidas alcoólicas também podem causar congestão nasal.

– Certos remédios.  Estes incluem aspirina, ibuprofeno (Advil, Motrin IB, outros) e  medicamentos para hipertensão arterial, como betabloqueadores.

– Mudanças hormonais. Devido à gravidez, menstruação, uso de contraceptivo oral ou outra condição hormonal, como o hipotireoidismo, podem causar rinite não alérgica.

A rinite não alérgica também pode ser desencadeada em algumas pessoas por sedativos, antidepressivos, contraceptivos orais ou drogas usadas para tratar a disfunção erétil. O uso excessivo de descongestionantes nasais  pode causar um tipo de rinite não alérgica chamada rinite medicamentosa.

Fatores de risco:

Pessoas acima de 20 anos e mulheres tem maiores chances de desenvolver a rinite não alérgica. Complicações:

– Pólipos nasais.

– Sinusite.

– Otite média.

Diagnóstico:

A rinite não alérgica é diagnosticada com base em seus sintomas e exclui outras causas, especialmente alergias.

O seu médico irá realizar um exame físico e fazer perguntas sobre seus sintomas. Não existem testes específicos e definitivos para o diagnóstico da rinite não alérgica.

Tratamento: 

O tratamento da rinite não alérgica depende de quanto isso o incomoda. Para casos leves, o tratamento domiciliar pode ser suficiente. Para sintomas mais incômodos, certos medicamentos podem fornecer alívio, como descongestionantes nasais específicos (salinos, à base de corticosteroides, anti-histamínicos, anticolinérgicos e orais).

Em alguns casos, o procedimento cirúrgico pode ser uma opção para tratar problemas complicadores, como um septo nasal desviado ou pólipos nasais persistentes.

O umidificador de ar pode melhorar os sintomas.  Se você pode identificar coisas que causam ou agravam seus sintomas, se previna evitando-as.

Para mais informações procure o seu médico.

 

 

FONTE:MAYOCLINIC.

Postado por joaoflavio às 18:28

Compartilhe:

Nenhum comentário

Você sabe como evitar a “azia”?

Temos azia quando o ácido estomacal é regurgitado para o esôfago, causando uma sensação de queimação incômoda no peito, podendo chegar até o pescoço e garganta. Um gosto amargo na parte de trás da garganta também pode ser sentido.

A queimação pode durar de alguns minutos a várias horas, geralmente mais forte após comer.

A azia ocasional é comum, e geralmente pode ser aliviada por antiácidos sem receita médica. A condição também é conhecida como refluxo ácido, refluxo gastroesofágico , indigestão ácida e refluxo.

 

Se você sofre de refluxo freqüente e severo, é possível que possua a doença de refluxo gastroesofágico (DRGE). Se for esse o caso, fale com o seu médico.

Sintomas:

– Uma sensação de ardor no peito que acontece depois de comer e dura de alguns minutos a várias horas.

-Dor no peito, especialmente depois de se curvar, deitar ou comer.

– Sensação de queimação na garganta.

– Gosto ácido, azedo e salgado na parte de trás da garganta.

– Dificuldade para engolir.

– Uma sensação de comida parada no peito ou garganta.

Normalmente, quando nós engolimos, os músculos em volta do esôfago relaxam para permitir que alimentos e líquido desçam para o estomago. Então os músculos se contraem novamente. Se o esfíncter esofágico inferior relaxar anormalmente ou enfraquecer, o ácido do estômago pode fluir de volta para o esófago (refluxo ácido) e causar azia.

Causas: 

Hábitos alimentares:

– Comer grandes porções de comida.

– Certos alimentos como cebola, chocolate, hortelã, alimentos ricos em gordura, frutas cítricas, alho, comidas picantes e tomates.

– Beber álcool, sucos cítricos, bebidas com cafeína e bebidas carbonatadas (feitas de forma artificial).

-Comer pouco tempo antes de dormir.

Estilo de vida:

– Estar acima do peso.

– Tabagismo.

– Usar roupas apertadas e cintos.

– Estresse.

Razões médicas:

– Gravidez.

– Hérnia hiatal.

– Uso de certos medicamentos, especialmente certos anti-inflamatórios e aspirina.

– Doença do refluxo gastroesofágico.

A azia que ocorre com freqüência e interfere com a sua rotina é considerada doença de refluxo gastroesofágico (DRGE). O tratamento do DRGE pode exigir medicamentos prescritos, cirurgia ou outros procedimentos. A DRGE pode danificar seriamente seu esôfago.

Mantenha uma dieta saudável e faça exercícios para se prevenir do refluxo. Parar de fumar também é muito importante.

Para mais informações consulte o seu médico.

 

 

FONTE:MAYOCLINIC/CLEVELANDCLINIC.

Postado por joaoflavio às 16:30

Compartilhe:

Nenhum comentário