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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você sabia que Emoções Negativas fazem Mal à Saúde?

Uma nova pesquisa revelou evidências inéditas sugerindo que a exposição frequente a emoções negativas pode ter um impacto importante no funcionamento do sistema imunológico.

Muitos estudos mostram que a exposição crônica ao estresse, ansiedade e mal humor geralmente pode afetar a saúde física e mental.

Pesquisadores também descobriram que o estresse crônico tem um impacto negativo na memória.

Além disso, sentimentos de angústia podem aumentar o risco de eventos cardiovasculares, como o acidente vascular cerebral.

O estudo mais recente conduzido por especialistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, no State College, descobriu que o humor negativo pode mudar a maneira como a resposta imunológica funciona e está associado a um aumento do risco de inflamação exacerbada.

Emoções negativas e inflamação:

Os cientistas coletaram os dados para o estudo através de uma abordagem de dois níveis. Eles usaram questionários que pediam aos participantes para registrar seus sentimentos durante duas semanas, permitindo que a equipe mapeasse os perfis emocionais dos participantes.

Os cientistas também avaliaram a resposta imunológica dos voluntários, coletando amostras de sangue deles e procurando marcadores de inflamação.

A inflamação ocorre naturalmente, como parte da resposta imune, quando o corpo reage a infecções ou feridas. Altos níveis de inflamação  também estão associados a problemas de saúde e a diversas condições crônicas, como a artrite.

A equipe notou que indivíduos que experimentaram emoções negativas várias vezes por dia durante longos períodos de tempo apresentavam níveis mais altos de biomarcadores de inflamação no sangue.

Os cientistas também observam que se coletassem amostras de sangue dos participantes logo após terem experimentado uma emoção negativa, como tristeza ou raiva, os biomarcadores de inflamação estariam mais presentes no sangue.

Foi também analisado que experimentar um humor positivo, mesmo por um curto período antes da coleta de sangue, estava associado com níveis mais baixos de inflamação.

Os cientistas estão confiantes de que seu estudo acrescenta evidências cruciais sobre o impacto negativo do mal humor na saúde, especialmente porque seus participantes pertenciam a diversas origens étnicas, raciais e socioeconômicas.

Eles apontam que a pesquisa recente foi a primeira a explorar a ligação entre o humor e inflamação e que serão necessárias mais pesquisas sobre o assunto.

Cuide da sua saúde sendo feliz! Relaxe e aproveite a vida!

Para mais informações converse com o seu médico.

FONTE:MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 12:35

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Atualização sobre Osteoporose:

A osteoporose é uma doença que afina e enfraquece os ossos. Seus ossos se tornam frágeis e quebram com facilidade, especialmente os ossos do quadril, da coluna e do punho.

Qualquer pessoa pode desenvolver osteoporose, mas é mais comum em mulheres idosas. Fatores de risco incluem:

– Idade.

– Ser pequeno e magro.

– Ter um histórico familiar de osteoporose.

– Certos medicamentos.

– Mulheres brancas ou asiáticas.

– Ter baixa densidade óssea.
As fraturas resultantes da osteoporose tornam-se cada vez mais comuns em mulheres após os 55 anos de idade e em homens após os 65 anos de idade, resultando em morbidades associadas aos ossos e aumento nos custos de mortalidade e assistência médica.

Os avanços da pesquisa levaram a uma avaliação mais precisa do risco de fratura e aumentaram a gama de opções terapêuticas disponíveis para prevenir fraturas.

Algoritmos de risco de fratura que combinam fatores de risco clínicos e densidade mineral óssea são agora amplamente utilizados na prática clínica para direcionar indivíduos de alto risco para o tratamento.

A descoberta das principais vias reguladoras da reabsorção e formação óssea identificou novas abordagens para o tratamento com mecanismos de ação distintos.

A osteoporose é uma condição crônica e a gestão de longo prazo, às vezes vitalícia.

Em indivíduos com alto risco de fratura, o perfil de benefício versus risco provavelmente será favorável por até 10 anos de tratamento com bisfosfonatos ou denosumabe.

Em pessoas com risco muito alto ou iminente de fratura, a terapia com teriparatida ou abaloparatide deve ser considerada; entretanto, como a duração do tratamento com essas drogas é restrita a 18 a 24 meses, o mesmo deve ser continuado com um medicamento antirreabsortivo.

A entidade fiscalizadora americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou um novo tratamento para a osteoporose(2019) em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fraturas ósseas.

A FDA anunciou nessa última terça-feira que a droga, chamada romosozumab, que tem o nome da marca Evenity, funciona principalmente por impulsionar a formação óssea e é aprovada para tratar a osteoporose em mulheres com história de fratura osteoporótica ou múltiplos fatores de risco para fratura. O remédio também é indicado para pacientes que não recebem benefícios de outros tipos de terapias de osteoporose.

A osteoporose é uma doença silenciosa. Você pode não saber que tem até que você quebre um osso.

Um teste de densidade mineral óssea é a melhor maneira de verificar sua saúde óssea.

Para manter os ossos fortes, coma uma dieta rica em cálcio e vitamina D, faça exercícios e não fume.

Se necessário, os medicamentos também podem ajudar. Também é importante tentar evitar cair. As quedas são a causa número um de fraturas em adultos mais velhos.

Fonte:MEDLINEPLUS/THELANCET/MEDICALNEWSTODAY.

Postado por joaoflavio às 16:32

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Atualização sobre o Câncer de Mama:

O câncer de mama se forma nas células dos seios e é o tipo mais comum entre as mulheres após o câncer de pele.

Esse tipo de câncer pode ocorrer em homens, porém é muito mais comum em mulheres.

O apoio substancial à conscientização do câncer de mama e ao financiamento de pesquisa ajudou a criar avanços no diagnóstico e no tratamento da doença.

As taxas de sobrevivência ao câncer de mama aumentaram. O número de mortes associadas está em constante declínio, em grande parte devido a fatores como a detecção precoce, uma nova abordagem personalizada ao tratamento e uma melhor compreensão da doença.

Sintomas:

Sinais e sintomas de câncer de mama podem incluir:

– Nódulo ou espessamento da mama que pareça diferente do tecido circundante.

– Mudança no tamanho, forma ou aparência de um seio.

– Alterações na pele sobre a mama.

– Descamação, formação de crostas ou despigmentação da mama.

– Vermelhidão.

Causas:

Os médicos sabem que o câncer de mama ocorre quando algumas células da mama começam a crescer anormalmente. Essas células se dividem mais rapidamente do que as células saudáveis ​​e continuam a se acumular, formando um nódulo ou massa.

O câncer de mama na maioria das vezes começa com células nos ductos produtores de leite (carcinoma ductal invasivo). É possível também que comece no tecido glandular chamado lóbulo (carcinoma lobular invasivo) ou em outras células ou tecidos da mama.

Pesquisadores identificaram fatores hormonais, de estilo de vida e ambientais que podem aumentar o risco da doença. Mas não está claro por que algumas pessoas que não têm fatores de risco também desenvolvam a mesma. É provável que o câncer de mama seja causado por uma interação complexa de sua composição genética e seu ambiente.

Câncer de mama hereditário:

Os médicos estimam que cerca de 5 a 10 porcento dos cânceres de mama estão ligados a mutações genéticas.

Um número de genes mutantes herdados que podem aumentar a probabilidade de câncer de mama foram identificados. Os mais conhecidos são o gene 1 do câncer de mama (BRCA1) e o gene 2 do câncer de mama (BRCA2), ambos aumentando significativamente o risco de câncer de mama e de ovário.

Se você tem uma forte história familiar de câncer de mama ou outros tipos de câncer, seu médico pode recomendar um exame de sangue para ajudar a identificar mutações específicas no BRCA ou outros genes que foram transmitidos por sua família.

Fatores de Risco:

Um fator de risco de câncer de mama é qualquer coisa que torne mais provável que você desenvolva a doença. Possuir um ou até vários fatores de risco de câncer de mama não significa necessariamente que você irá desenvolver o mesmo. Muitas mulheres que desenvolvem câncer de mama não têm outros fatores de risco conhecidos além de serem mulheres.

Fatores associados a um risco aumentado de câncer de mama incluem:

–  Ser mulher. As mulheres são muito mais propensas que os homens a desenvolver a doença.

– Idade. Seu risco de câncer de mama aumenta com a idade.

– Histórico pessoal das condições da mama. Se você fez uma biópsia de mama que encontrou carcinoma lobular in situ (LCIS) ou hiperplasia atípica da mama, você tem um risco aumentado de câncer de mama.

– Histórico pessoal de câncer de mama. Se você teve câncer de mama em um dos seios, tem um risco maior de desenvolver câncer no outro.

– Histórico familiar de câncer de mama. Se sua mãe, irmã ou filha foram diagnosticadas com câncer de mama, particularmente em uma idade jovem, o risco de câncer de mama é aumentado. Ainda assim, a maioria das pessoas diagnosticadas não tem histórico familiar da doença.

– Genes herdados que aumentam o risco de câncer. Certas mutações genéticas que aumentam o risco de câncer de mama podem ser passadas de pais para filhos. As mutações genéticas mais conhecidas são denominadas BRCA1 e BRCA2. Esses genes podem aumentar muito o risco de câncer de mama e outros tipos de câncer, mas não tornam o câncer inevitável.

– Exposição à radiação. Se você recebeu tratamentos de radiação no peito quando criança ou adulto jovem, o risco de câncer de mama é maior.

– Obesidade. Ser obeso aumenta o risco de câncer de mama.

– Menstruação em uma idade mais jovem. O início do período anterior aos 12 anos aumenta o risco de câncer de mama.

– Menopausa tardia. Se você começou a menopausa após a idade média (55 anos), é mais provável que você desenvolva câncer de mama.

– Ter seu primeiro filho em idade mais avançada. As mulheres que dão à luz a seu primeiro filho depois dos 30 anos podem ter um risco maior de câncer de mama.

– Nunca ter estado grávida. As mulheres que nunca engravidaram têm um risco maior de câncer de mama do que as mulheres que tiveram uma ou mais gestações.

– Terapia hormonal pós-menopausa. As mulheres que tomam medicamentos de terapia hormonal que combinam estrogênio e progesterona para tratar os sinais e sintomas da menopausa têm um risco aumentado de câncer de mama.

– Álcool e tabaco. Beber e fumar aumentam os riscos de câncer de mama.

Prevenção:

Fazer mudanças em sua vida diária pode ajudar a reduzir o risco. Tente:

– Perguntar ao seu médico sobre exames de imagem. Discuta com seu médico quando iniciar exames, como exames clínicos das mamas e mamografias.

– Familiarize-se com os seus seios através do auto-exame das mamas para a percepção das mesmas. Se houver uma nova alteração, caroços ou outros sinais incomuns, converse com seu médico imediatamente.

– Beber álcool com moderação.

– Exercitar-se a maioria dos dias da semana. Pelo menos 30 minutos de exercício na maioria dos dias da semana.

– Limitar a terapia hormonal pós-menopausa. Converse com seu médico sobre os benefícios e riscos da terapia hormonal.

– Manter um peso saudável.

– Escolher uma dieta saudável.

Mulheres com risco elevado podem discutir opções, tais como:

– Medicamentos preventivos (quimioprevenção). Medicamentos bloqueadores de estrogênio, como moduladores seletivos do receptor de estrogênio e inibidores da aromatase, reduzem o risco de câncer de mama em mulheres com alto risco da doença (esses medicamentos podem causar efeitos colaterais).

– Cirurgia preventiva. Mulheres com um risco muito alto de câncer de mama podem optar por ter suas mamas saudáveis ​​removidas cirurgicamente (mastectomia profilática). Elas também podem optar por remover seus ovários saudáveis ​​(ooforectomia profilática) para reduzir o risco de câncer de ovário.

Tratamento:

Seu médico determina suas opções de tratamento com base em seu tipo, estágio, grau e tamanho do câncer de mama. Ele também considera sua saúde geral e suas próprias preferências.

A maioria das mulheres é submetida a cirurgia para câncer de mama e também recebe tratamento adicional antes ou após a cirurgia, como quimioterapia, terapia hormonal ou radioterapia.

Existem muitas opções para o tratamento do câncer de mama, e você pode se sentir sobrecarregada ao tomar decisões complexas sobre o tratamento.

Considere buscar uma segunda opinião de um especialista em mama em um centro de mama ou clínica. Converse com outras mulheres que enfrentaram a mesma decisão.

Cada pessoa encontra seu próprio modo de lidar com o diagnóstico. Porém algumas coisas podem ajudar:

– Aprenda sobre o seu câncer de mama para tomar decisões sobre o tratamento. Se você quiser saber mais sobre o seu câncer de mama, pergunte ao seu médico os detalhes da doença. Peça boas fontes de informações atualizadas sobre suas opções de tratamento.

– Converse com outros sobreviventes de câncer de mama. Você pode achar útil e encorajador conversar com outras pessoas na mesma situação.

– Encontre alguém para conversar sobre seus sentimentos. Encontre um amigo ou membro da família que seja um bom ouvinte ou fale com um psicanalista.

– Mantenha seus amigos e familiares próximos. Seus amigos e familiares podem fornecer uma rede de apoio crucial para você durante o tratamento do câncer.

– Mantenha intimidade com seu parceiro. Nas culturas ocidentais, os seios das mulheres estão associados à atratividade, feminilidade e sexualidade. Por causa dessas atitudes, o câncer de mama pode afetar sua auto-imagem e corroer sua confiança em relacionamentos íntimos. Converse com seu parceiro sobre suas inseguranças e seus sentimentos.

Na maioria dos casos o câncer de mama tem cura e pode ser prevenido.

Para mais informações fale com seu médico.

FONTE:MAYOCLINIC.

Postado por joaoflavio às 17:19

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