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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Vamos Abraçar o Setembro Amarelo?

Na grande maioria dos casos, o suicídio pode ser prevenido. Estudos sugerem que o melhor jeito de prevenção é entender os fatores de risco.

Não se trata de uma doença, porém é a consequência de diversas desordens mentais, particularmente depressão profunda.

As taxas de suicídio são maiores em adolescentes, adultos jovens e idosos, sendo a maior em idosos acima de 65 anos.

O risco também é alto nos seguintes grupos:

 

– Idosos que perderam a esposa.

– Pessoas que tentaram cometer suicídio anteriormente.

– Pessoas com histórico familiar de suicídios.

– Pessoas com histórico de abuso físico, emocional ou sexual.

– Pessoas que possuíam amigos que cometeram suicídio.

– Pessoas solteiras e desempregadas.

– Pessoas com dor crônica ou doenças incapacitantes ou terminais.

– Pessoas com comportamento violento e impulsivo.

– Pessoas que acabaram de sair de hospitalização psiquiátrica.

– Pessoas com profissões específicas, como policiais e assistentes de saúde que lidam com pacientes terminais.

– Pessoas com problemas de abuso de drogas.

Quais são os sinais de alerta para o suicídio?

 

– Tristeza excessiva. Longos períodos de tristeza podem ser um sinal de depressão, que é a maior causa para o suicídio.

– Calma repentina. A calma repentina depois de um longo período de depressão pode ser um sinal de que a pessoa tenha decidido se matar.

– Afastamento. Preferir ficar sozinho e evitar atividades sociais pode ser um sintoma de depressão.

– Mudanças na personalidade e aparência. Mudanças de comportamento e atitudes como falar e se mover de forma rápida ou lenta ou parar de ligar para a aparência podem ser sinais de um suicida.

– Comportamento perigoso ou auto prejudicial. Direção perigosa, sexo sem proteção, abuso de drogas são sinais de que a pessoa não valoriza mais a vida.

– Trauma recente ou crise. A morte de um ente querido ou bichinho de estimação, o termino de uma relação, a perda de um emprego podem ser situações que causem depressão.

– Fazer preparativos. Visitar amigos e família, doar bens materiais, fazer testamento entre outras podem ser sinais de que a pessoa está pensando em acabar com a própria vida.

– Ameaçar. Mesmo que possa não acontecer, é importante levar a sério qualquer ameaça de suicídio.

Pessoas que tem acesso ao suporte familiar e serviços de saúde mental tem menos probabilidade de agir nos impulsos suicidas do que as pessoas isoladas. Se você perceber sinais de suicídio em pessoas conhecidas, não tenha medo de pergunta-las se estão deprimidas ou pensam em suicídio. Em alguns casos a pessoa só precisa saber que alguém se importa e tem tempo para ela. É importante que se confirmada a suspeita, se indique assistência médica.

O que fazer se alguém que você conhece fala sobre cometer suicídio?

 

– Não deixe a pessoa sozinha. Alerte familiares e amigos.

– Peça que a pessoa lhe dê quaisquer armas ou objetos cortantes. Leve embora esses objetos.

– Tente acalmar a pessoa.

– Liga para a emergência ou a leve para a sala de emergência.

A maior arma que possuímos contra o suicídio é a informação!

 

O setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Saiba mais sobre a campanha no site setembroamarelo.org.br.

Que esse setembro amarelo seja de conscientização sobre este assunto tão importante.

Um bom final de semana.

FONTE:CLEVELANDCLINIC.

Postado por joaoflavio às 15:49

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Você Conhece os Efeitos Colaterais dos seus Medicamentos?

Quando nos sentimos mal, temos uma tendência de tomar medicamentos sem consultar o nosso médico. Porém é muito importante sabermos o que estamos tomando e quais são os efeitos colaterais desses medicamentos.

O cuidado deve ser ainda maior para quem tem problemas no coração. Discutir os medicamentos e suplementos com o cardiologista é essencial.

Discutiremos abaixo 4 categorias de remédios que podem causar efeitos colaterais e não sabemos.

Analgésicos não sujeitos a receita médica:

 

Existem dois tipos principais de analgésicos que podemos comprar sem a necessidade de receita médica: Os acetaminofenicos, como o tylenol e os anti-inflamatórios não esteroides como o advil.

Os anti-inflamatórios não esteroides, especialmente em altas doses, podem aumentar o risco de infarto e derrame.

Se você toma remédios para pressão ou tem doenças do coração, converse com seu médico para descobrir qual o melhor analgésico para o seu caso.

Descongestionantes:

Muitos descongestionantes que podemos comprar na farmácia sem receita podem causar o aumento da pressão sanguínea e também interferir com medicamentos prescritos.

Não use descongestionantes se você tem a pressão sanguínea alta ou toma remédios para o coração ou pressão.

Certos antibióticos:

 

A azitromicina (zitromax) é comumente usada para o tratamento de infecções bacterianas. Foi descoberto que essa substância pode causar mudanças no sistema elétrico cardíaco, evoluindo para arritmia e batimentos acelerados.

Os pacientes com maior risco de desenvolver essas complicações incluem os que possuem baixos níveis de potássio ou magnésio no sangue, batimento cardíaco lento, desordem no sistema elétrico cardíaco ou tomam medicamentos para arritmia.

Outros antibióticos da mesma classe (azitromicina) também podem causar efeitos colaterais similares.

Suplementos Herbáceos:

 

Mesmo que os suplementos herbáceos pareçam ser inofensivos, eles podem causar diversas complicações para quem os usa.

Diferentemente dos remédios convencionais, os suplementos herbáceos não passam por estudos científicos rigorosos ou aprovação de nenhum órgão de saúde.

Já foram documentados casos de mortes devido a combinação de suplementos herbáceos e remédios para o coração.

Os efeitos colaterais incluem problemas vasculares e cardíacos.

Antes de tomar qualquer remédio é importante:

 

– Ler a bula. Remédios com altos níveis de sódio podem aumentar a pressão sanguínea.

– Perguntar para o farmacêutico. Tire suas dúvidas se o remédio que você irá comprar possui algum tipo de incompatibilidade com os que já toma.

– Conversar com o cardiologista. Se você tem problemas no coração converse com seu cardiologista antes de usar qualquer remédio.

 

Para mais informações procure o seu médico.

 

FONTE:CLEVELANDCLINIC.

Postado por joaoflavio às 14:44

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Vamos Parar de Fumar?

O último dia 31 de maio foi marcado pela campanha mundial antitabagismo (“dia mundial sem tabaco”). A ação discutiu a relação entre o tabaco e o desenvolvimento, chegando à conclusão que não é possível combinar os dois.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos organismos internacionais em saúde no mundo, o tabaco, além de causar danos à saúde pública, gera grandes impactos socioambientais como o desmatamento e o desequilíbrio da biodiversidade em tempos de graves mudanças climáticas.

Em 2011, o sistema brasileiro de saúde gastou R$23 bilhões de reais com o tratamento de doenças tabaco-relacionadas no Brasil, porém somente R$ 6 bilhões de reais foram arrecadados com impostos sobre cigarros (produto mais consumido).

O impacto econômico do tabagismo no Brasil também inclui os custos com o absenteísmo, perda de produtividade, despesas das famílias dentre outros gastos indiretos.

O tabagismo é um dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis e a principal causa global prevenível de morbidade e mortalidade. Atualmente o cigarro é responsável por cerca de 6 milhões de mortes ao ano no mundo (600 mil vítimas do fumo passivo), com projeções de 7,5 milhões de mortes para 2020, ou seja, 10% de todas mortes ocorridas anualmente.

Os objetivos da campanha deste ano foram: dar visibilidade ao tabagismo como um entrave para o desenvolvimento sustentável; incentivar os países a incluírem o controle do tabagismo nas suas respostas nacionais alinhadas à Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável (conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável); apoiar os estados-membros e a sociedade civil no enfrentamento da interferência da indústria do tabaco nos processos políticos que buscam reduzir o tabagismo; incentivar a participação de parceiros e da população nos esforços nacionais, regionais e globais para desenvolver e implementar planos e estratégias que priorizem as ações de controle do tabagismo; e demonstrar como os indivíduos podem contribuir para fazer um mundo sustentável, livre de tabaco, comprometendo-se a nunca usar os produtos de tabaco, ou abandonar o tabagismo.

A campanha teve objetivos específicos para o Brasil, como o estímulo aos coordenadores estaduais e a sociedade civil organizada para que pressionem gestores estaduais na defesa do aumento do ICMS sobre cigarros e o fortalecimento da parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao apoiar o lançamento das novas imagens na advertência dos produtos do tabaco.

Também foi discutido a violação dos direitos humanos relacionados ao trabalho infantil e trabalho penoso nas lavouras de fumo.

É necessário tomar consciência dos malefícios do cigarro para as pessoas e para o mundo.

 

Se você fuma procure ajuda especializada e pare com esse mal!

 

Para mais informações procure o seu médico.

Um bom final de semana!

FONTE:INCA/WHO/SCIELO.

Postado por joaoflavio às 16:07

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