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À Sua Saúde – JBlog – Jornal do Brasil

Você Conhece os Benefícios do Jejum Intermitente?

Você consegue jejuar por alguns dias a cada mês para perder alguns quilos? Cortar calorias nesses dias pode te ajudar a viver mais e combater doenças.

O jejum intermitente pode soar como mais uma daquelas dietas que parecem boas demais para serem verdade. Porém o conceito, além de não ser novo, tem gerado atenção à medida que os dados começam a suportar potenciais benefícios além da perda de peso.

Mais recentemente, um estudo no jornal americano de metabolismo celular mostrou que o jejum intermitente pode diminuir fatores de risco para doenças como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer, por exemplo.

Você consegue fazer jejum? Você deveria fazer? Comece com o básico e uma conversa.

No jejum intermitente não se come nada?

Boas novas! A resposta é não.

Podemos muitas vezes associar o jejum com fome. Mas o jejum intermitente é mais sobre o corte de calorias por curtos períodos de tempo. Fazer isso pode afetar de forma positiva sua fome e ânsia.

A ideia: à medida que o seu corpo se ajusta, se torna mais fácil de se saciar com porções menores. E se você comer alimentos mais saudáveis ​​ao longo do processo, também reduzirá seu desejo por alimentos não saudáveis, como aqueles carregados com açúcares refinados.

Como jejuar intermitentemente?

Existem diversas formas de se jejuar, porém 2 são mais comuns e estudadas.

Por exemplo, o estudo acima usou uma abordagem semelhante a uma dieta comum de jejum de cinco dias por mês. Cada período de cinco dias se divide assim:

– Dia 1: Coma 1090 calorias, dividindo-as por 56% de gorduras (o bom tipo), 34% de carboidratos (evitar alimentos refinados) e 10% de proteína.

– Dia 2 a 5: 725 calorias, com 44% de gorduras, 47% de carboidratos e 9% de proteínas.

Você também pode ter ouvido falar do popular ” 5 por 2”, que envolve a redução da ingestão de calorias por dois dias da semana. Nos dias de jejum, você come duas refeições, a primeira em torno de 200 calorias e a segunda em torno de 300 (igual a 500 para o dia inteiro). Em dias que o jejum não é necessário, ainda deve se seguir uma dieta saudável (não mude para junk food), mas você não precisa restringir calorias.

É normal se pensar que as pessoas “morrem de fome”nos dias de jejum, mas ao passar do tempo, elas realmente se adaptam a comer razoavelmente.

Mesmo em dias de jejum, é possível comer alimentos reais, como ovos, sopas à base de tomate, hummus, biscoitos de trigo integral e gorduras boas como abacate.

A chave do sucesso é como você os mistura.

O que o estudo diz?

O estudo recente do jornal “ Metabolismo Celular” sugere que os benefícios do jejum intermitente vão muito além da perda de peso. Sendo que a perda de peso em si já é extremamente benéfica.

Pesquisas anteriores já indicavam que o jejum pode ter um efeito benéfico em pacientes com diabetes e doenças cardiovasculares, ajudar a reduzir os níveis de colesterol em certas condições, afetar positivamente o processo de inflamação e até desencadear a regeneração de células-tronco.

O jejum intermitente é a dieta para você?

Cortar calorias, mesmo por períodos curtos, pode ser uma grande mudança. Antes de tentar, fale com seu médico. Você precisa ter certeza de que come os alimentos certos, especialmente nos dias em jejum, para uma boa saúde.

Você também precisa ter certeza de que nenhum problema de saúde o impeça de jejuar. Pessoas com antecedentes de distúrbios alimentares, mulheres grávidas ou amamentando, crianças e pessoas que se recuperam de uma cirurgia não devem experimentar o jejum intermitente.

Você também pode se perguntar: “Será que consigo?”.  Muitas vezes as pessoas temem mudanças de humor e, honestamente, se pode ter, mas apenas no início. A maioria das pessoas se ajusta rapidamente após os primeiros dias de jejum.

O jejum intermitente pode te ajudar a perder peso de forma rápida e saudável. Antes de começar, converse com o seu médico.

Um bom natal com muita saúde para todos!

 

FONTE:CLEVELANDCLINIC.

Postado por joaoflavio às 19:08

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Vamos nos Atualizar sobre a Coqueluche?

A coqueluche (tosse convulsa) é uma infecção do sistema respiratório altamente contagiosa. Em muitas pessoas, essa infecção se caracteriza por uma grave tosse, seguida por um som agudo ao respirar.

As mortes relacionadas a essa doença são raras, ocorrendo principalmente em crianças. Por isso é muito importante que mulheres grávidas tomem a vacina, assim também como pessoas que irão conviver com o recém-nascido.

Sintomas:

Após a contaminação, demora em geral de 7 a 10 dias para que se inicie o quadro clínico.

– Coriza.

– Congestão nasal.

– Olhos vermelhos e marejados.

– Febre.

– Tosse.

Após uma ou duas semanas, os sintomas tendem a piorar, ocasionado em tosse severa e persistente.

– Vômito.

– Face avermelhada ou azulada.

– Fadiga extrema.

– Som agudo, que lembra um “grito” ao inspirar o ar após a tosse.

Recém-nascidos podem parar temporariamente de respirar ou ter dificuldade para fazer o mesmo. Em muitos casos, bebês não apresentam tosse.

Causas:

A coqueluche é causada por bactérias. Quando o paciente infectado tosse ou espirra, pequenas gotas carregadas com germes são lançadas no ar e absorvidas nos pulmões de pessoas que estão por perto.

Fatores de risco:

Acreditasse que a tosse convulsa esteja em ascensão por dois motivos. A vacina, administrada na infância, perde a força e sai do organismo. Deixando adolescentes e adultos a mercê da doença.

Em adição, a imunidade completa só é atingida após 3 injeções. Crianças que não completaram a vacinação estão sujeitas a infecção.

Complicações:

Adolescentes e adultos geralmente se recuperam da coqueluche sem maiores complicações.

– Costelas quebradas ou doloridas.

– Hérnias abdominais.

– Pequenos derrames nos olhos e pele.

Em recém-nascidos, as complicações podem ser mais graves.

– Pneumonia.

– Respiração demorada ou interrompida.

– Perda de peso devido a falta de apetite.

– Convulsões.

– Dano cerebral.

A hospitalização de bebês com coqueluche é comum.

Prevenção:

A melhor forma de prevenção é a vacina.

A vacinação consiste de diversas injeções geralmente nas idades:

– 2 meses.

– 4 meses.

– 6 meses.

– 15 meses.

– 4 anos.

Os efeitos colaterais da vacina incluem febre, dor de cabeça, irritabilidade, fadiga e dor na área de aplicação da mesma.

O reforço da vacina é indicado para adolescentes com 11 anos, adultos a cada 10 anos e mulheres grávidas.

Após o diagnóstico, feito através de exame de sangue, o tratamento para adolescentes e adultos pode ser feito em casa e em hospitais para bebês (em sua maioria).

Proteja sua família contra a coqueluche e se vacine!!!

 

FONTE:MAYOCLINIC.

 

Postado por joaoflavio às 15:57

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Vamos nos Atualizar sobre a Doença Meningocócica?

A doença meningocócica se refere a qualquer tipo de enfermidade causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococco).

É caracterizada por infecções no revestimento cerebral e medula espinhal, e também na corrente sanguínea.

Essas bactérias se espalham através da troca de secreções respiratória e da garganta, como o saliva.

O tratamento geralmente é feito com antibióticos, porém o ideal é a prevenção com vacinação.

A infecção meningocócica pode causar doenças que ameaçam a vida, como a meningite meningocócica que afeta o sangue.

Essas doenças ocorrem com maior frequência em crianças pequenas e pacientes com certas doenças ou condições que as tornam mais suscetíveis a esse tipo de infecção.

A vacinação contra a doença meningocócica é recomendada para:

– Pacientes com propensão à infecção meningocócica, devido a certas doenças e condições.

– Pessoas que trabalham, moram ou visitam lugares com maior índice da doença.

É recomendado que se converse com o médico para saber se a vacinação é indicada para você e sua família.

Quando a infecção atinge as meninges, é chamada de meningite meningocócica, e nas correntes sanguíneas é chamada de meningococcemia.

O inchaço causado pela meningite geralmente desencadeia sintomas como dor de cabeça, febre e pescoço rígido.

Existem aproximadamente 2.600 casos de meningite bacteriana por ano nos Estados Unidos e, em média, 333.000 casos em países em desenvolvimento.

A taxa de mortalidade por caso varia entre 10 e 20 por cento. A incidência de doença meningocócica endêmica nos últimos 13 anos varia de 1 à 5 por 100.000 em países desenvolvidos e de 10 à 25 por 100.000 em países em desenvolvimento.

Durante as epidemias, a incidência da doença meningocócica aproxima-se de 100 por 100.000.

As vacinas meningocócicas reduziram consideravelmente a incidência da doença nos países desenvolvidos.

A patogênese da doença não é totalmente compreendida. O patógeno coloniza um grande número da população em geral de forma inofensiva, mas em uma porcentagem muito pequena de indivíduos, pode invadir a corrente sangüínea.

Embora que a doença meningocócica não seja tão contagiosa quanto o resfriado comum (que se transmite através do contato casual), ela pode ser transmitida através da saliva e ocasionalmente através do contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada.

Sintomas:

A bactéria meningocócica pode se desenvolver em doença meningocócica invasiva, causando uma série de sintomas.  Se você (ou seus filhos) apresentar algum destes sintomas abaixo, procure atendimento médico o mais rápido possível.

Sintomas em bebês e crianças pequenas:

– Febre.

– Perda de apetite.

– Irritabilidade.

– Cansaço extremo.

– Náusea e vômitos.

– Diarreia.

– Afastar-se de luz.

– Sonolência.

– Convulsões.

– Assaduras e machucados avermelhados na pele.

Sintomas em crianças mais velhas e adultos:

– Febre.

– Dor de cabeça.

– Perda de apetite.

– Endurecimento do pescoço.

– Desconforto ao olhar para luzes fortes.

– Náusea e vômito,

– Diarreia.

– Músculos doloridos.

– Dificuldade para acordar.

– Fala debilitada.

– Confusão.

– Assaduras e machucados avermelhados na pele.

Complicações:

Pessoas com doença meningocócica podem desenvolver outras condições, incluindo:

– Meningite.

– Septicemia.

– Pneumonia.

– Artrite.

– Dano cerebral permanente.

– Morte (cerca de 10% dos infectados morrem).

Complicações como meningite e septicemia são emergências médicas. Se você acha que uma pessoa tem sintomas que sugerem meningite ou septicemia como descrito acima, entre em contato com seu médico imediatamente.

Cerca de um quarto das pessoas que se recuperam da doença meningocócica, experimentam alguns efeitos posteriores da infecção.  A maioria desses problemas  melhora com o tempo.

Alguns dos efeitos secundários mais comuns incluem:

– Dores de cabeça.

– Cicatrizes na pele.

– Deformidade dos membros.

– Surdez em um ou ambos ouvidos.

– Zumbido no ouvido.

– Visão dupla ou embaçada.

– Dores e endurecimento dos ligamentos.

– Dificuldade de aprendizado.

Jovens adultos e crianças não devem ficar sozinhos, se de repente desenvolvem febre, pois podem ficar gravemente doentes muito rapidamente.

O diagnóstico precoce da doença meningocócica invasiva é extremamente importante.

Se houver suspeita da doença, serão colhidas amostras de sangue e o líquido em volta da medula espinhal.

Quanto mais cedo for efetuado o tratamento, menor será o dano causado pela doença.

É importante lembrar que esta é uma infecção imprevisível que pode progredir muito rapidamente, apesar do melhor tratamento. Portanto a imunização é recomendada (é recomendado que grávidas conversem antes com o médico).

É melhor prevenir que remediar. Se imunize!

 

FONTE:MAYOCLINIC/CLEVELANDCLINIC/BETTERHEALTH/WIKI/SBIM.

Postado por joaoflavio às 17:41

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