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Jornal do Brasil

Botafogo – JBlog – Jornal do Brasil

Atlético Paranaense vence Santos em jogo de muitos gols. O JBlog antecipa as manchetes que leremos amanhã nos jornais

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Foto: reprodução da internet

“FURACÃO ÉPICO, HISTÓRICO, EXTRAORDINÁRIO, FANTÁSTICO, MAGNÍFICO, BRILHANTE, MARAVILHOSO, INCRÍVEL, SENSACIONAL ”

“SANTOS DE NEYMAR E GANSO MASSACRADO PELO FURACÃO DE KLEBER SANTANA, MANOEL E MARCINHO”

“FALOU MAIS ALTO A RAÇA DO FURACÃO”

“ATLÉTICO, O BARCELONA DO PARANÁ”

“MARCINHO, O GÊNIO”

“BRANQUINHO, DE MENINO A REI”

E mais:

* Meninos da Vila não resistem a times de camisa rubronegra

* Veja em 3 D os três golaços do Furacão

* Neymar fica de crista baixa

* Compre e guarde o pôster do Manoel

 

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Enquanto isso, no Reino da Fantasia…

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Imagem retirada da televisão

Ué! Puxar a camisa do adversário dentro da área não era pênalti? Ou só é marcado quando… deixa isso pra lá, né?

Sem baixaria e choro, por favor.

Apenas retirei a imagem do site globoesporte.com. Não vi o jogo do Grêmio. Vi o jogo do Botafogo em que Loco Abreu fez um golaço e não houve nenhum “lance duvidoso” que beneficiou apenas um time. Como sempre, o mesmo que é sempre beneficiado.

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Ele voltou!

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Foto: PC Guimarães

Que golaço do Loco Abreu! É o maior ídolo em atividade do futebol carioca no momento. Entrou e decidiu. E sem oba-oba. Mas que virem os refletores para o outro lado. Volto a falar desse cara.

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De um botafoguense para Neymar

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Neymar teve na quarta-feira uma das mais belas atuações individuais de um jogador que vi nos últimos anos. Sua visão de jogo e seu passe de bicicleta para o segundo gol do atacante Borges e sua caminhada até o drible final que resultou no seu primeiro gol passarão a fazer parte da antologia do esporte. Muito mais do que o resultado do jogo. É assim que eu entendo o futebol.

Embora tenha uma certa simpatia pela história da Mangueira, peço licença ao pessoal do samba e aos Acadêmicos do Salgueiro e faço uma adaptação da célebre frase “Nem melhor, nem pior, apenas uma escola diferente”. O Botafogo é assim. Não é melhor, nem é pior, é apenas um clube diferente. Os botafoguenses são diferentes. Nem sempre uma vitória é mais importante, nem sempre um título tem tanto valor. E quem não tem a felicidade de torcer pelo time da Estrela Solitária não vai entender nunca. Por isso entendo o Neymar.

Por isso é que não compactuo com o deslumbramento de flamenguistas e grande parte da imprensa escrita, falada, televisada e “internetada” pelo resultado do jogo de quarta-feira. O Flamengo ganhou. E daí? Parabéns ao Flamengo.

Mas o que eu, como botafoguense, não esquecerei jamais é o inacreditável passe de bicicleta do Neymar e, mais ainda, do seu incrível primeiro gol. Desses que vão fazer parte da história do craque, do Santos e do futebol. Nesses tempos de DVD já já vai ser incorporado ao perfil do jogador na Internet. Não vou falar do seu segundo gol, que já faz parte do seu repertório.

Daqui a alguns anos talvez ninguém se lembre mais do placar que o Flamengo venceu o Santos num jogo emocionante na Vila Belmiro. Foi 4 a 3? 3 a 2? 5 a 4? 6 a 5? Ninguém mais vai ter certeza. Foi a vitória do futebol de resultado. Mas, repito, do gol de Neymar a gente vai se lembrar. Foi a vitória do futebol-arte.

Por falar em futebol-arte me lembrei dos tempos em que Botafogo e Santos eram a maior e mais bela rivalidade do futebol brasileiro. Fui procurar no Google. É só clicar “Botafogo e Santos, anos 60” que vai pintar uma história diferente. Como a que li em um site sobre a história do futebol e que foi retirada do livro “O Rádio, a TV e o Futebol do Meu Tempo”, do jornalista José Cunha.

Reproduzo na íntegra para você, Neymar, e para os amigos do Blog.

Diz assim:

O Santos entrou em campo no Maracanã para mais um grande clássico e foi recebido com aplausos como era normal, pois o carioca sempre amou a equipe de Pelé.

Trocas de flâmulas, bandeiras por todos os cantos, faixas e Pelé jogando em casa, como costumava dizer sempre que jogava no Maracanã.

De um lado o Botafogo trazendo um time com nomes famosos como Nilton Santos, Garrincha, Zé Maria, Zagalo, Amarildo, Quarentinha, entre outros. Do outro lado, Pelé, Mengálvio, Coutinho, Zito e toda a legião de craques que tanto fizeram pelo futebol.

O encontro já estava 4 x 1 para o Santos, quando Pelé fez o quinto gol dando um chapéu sensacional em Nilton Santos. Depois que vibrou e buscou a bola no fundo da rede, Pelé, ao passar pelo Nilton Santos na volta para o meio de campo, disse baixinho: “Não deu, velho”. E Nilton, sempre gentil, respondeu: “É, não deu, negão”.

Logo depois, o Santos voltou à carga e a bola foi cruzada na pequena área. Manga quis deixar o gol para agarrar a bola, mas foi contido por Nilton Santos, que com uma classe impressionante, levou a pelota no peito, botou no terreno e deu três fintas monumentais em Pelé, dando depois para Pampolini no meio de campo, que mandou ao ataque em direção ao Amarildo. Aí, Nilton Santos olhou para o Pelé e devolveu: “Não deu, negão”. E Pelé: “É, velho, leão não come leão”. A partida terminou 5 x 1 para o Santos”.

Botafogo e Santos nos anos 60. Eram 11 craques de cada lado (Foto: reprodução da Internet)

Vai Neymar. Vai ser Nilton Santos na vida. E entenda de vez que, para a arte do futebol, um drible, um gol, uma tirada de sarro contra um adversário, que prioriza resultados, muitas vezes vale muito mais do que o placar final do jogo.

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Botafogo ganhou do Avaí no Engenhão. Não fez mais do que obrigação

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Mesmo com um time misto, desfalcado de Loco Abreu, Antônio Carlos, Fábio Ferreira, Cortês, Marcelo Mattos, Lucas Zen, Everton e Cidinho, o Botafogo ganhou do Avaí. Com muito sofrimento, com muita garra, com muita luta, como costuma acontecer com o Botafogo em partidas contra times pequenos. Tradicionalmente o Botafogo sempre teve dificuldades contra esses times. Não é de hoje. Valeu pelo golaço do Mago e pelo oportunismo do Herrera. Caio Júnior ganhou sobrevida.

Mas será que já não está na hora de a torcida parar de vaiar até o vendedor de mate?

Volto a falar do assunto.

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Socorro! O Flamengo ganhou do Santos

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Volto a falar sobre esse assunto ainda hoje, quando acabar o oba-oba. Estou fora do Rio, mas imagino o que estão sofrendo os pobres cidadãos que optaram por ser diferentes no quesito futebol. A mengolomania deve ter tomado conta das ruas do Rio. Deve ter mais gente com a camisa do Framengo do que chinês com aquelas túnicas dos tempos de Mao Tsé Tung.

Mas confesso que ontem à noite quebrei a cara. Foi quando o Santos fez 3 a 0, com um gol mais bonito do que o outro, sendo que o passe de bicicleta do Neymar para um dos gols do Borges e seu próprio gol driblando até a presidente do Framengo, Patrícia Amorim, foram antológicos. Gastei interurbano para zoar meu querido amigo framenguista Cid Benjamin. Fazemos isso em todos os jogos que envolvem Botafogo e Framengo. Só que quando o Botafogo perde, eu fico para atender os telefonemas. Ele jamais faz isso quando o Framengo perde.

Mas vamos à nossa conversa:

“E aí, Cid? A partida é de quanto? É de 6 ou é de 12?”.

Tudo indicava que o Santos, que fazia uma exibição de entusiasmar até quem prefere turfe e jogo de bocha ao velho e tradicional esporte bretão, iria dar uma goleada histórica no convencional time do Framengo. Mas aí veio a falha da zaga do Santos, o também velho e tradicional chuverinho, o empurrão básico do Deivid no beque do Santos, e tudo mudou. Voltou tudo a ser como era antes no Quartel de Abranches.

Teve um jornal hoje que usou todos os adjetivos possíveis de serem classificados no dicionário Aurélio (ou, se preferirem, o Houaiss) para qualificar a vitória do Framengo. Outro chamou a vitória de épica e teve um que chamou o veterano Ronaldinho Gaúcho de “gênio”.

Foi a vitória do futebol de resultados contra o futebol-arte.

Agora é aturar a mengolomania até o próximo jogo e gritar “socorro”.

Outro querido amigo framenguista, o jornalista e humorista Maurício Menezes,  chegou a adaptar uma antiga correspondência enviada para mim já há alguns anos, só para me gozar.

Reproduzo na íntegra abaixo:

“Socorro, o Flamengo ganhou do Botafogo!”

“Todas as vezes que o Flamengo ganhou do Botafogo – e não foram poucas – eu tenho que ouvir os insultos do professor PC Guimarães, um querido amigo, professor de Jornalismo da Facha.

Fico sempre calado nessas horas, ouvindo ele, do outro lado da linha, falar do juiz, dos bandeirinhas, da posição do sol na hora do gol, das agressões que os jogadores do Botafogo sofreram…

Agora o PC ganhou mais espaço para esculhambar o Flamengo. Está com uma novo blog no JB, além do seu blog pessoal. Em ambos os espaços ele anuncia: é para falar mal do Flamengo mesmo!

O Flamengo ganhou, lá vai o meu telefone tocar e lá vem o PC detalhar, minuto a minuto do jogo, as roubalheiras, falcatruas e conspirações contra o Botafogo.

Basta o Botafogo ganhar e o panorama muda completamente (mas ele liga da mesma forma, só que sorridente, para relembrar que “poderia ser de muito mais”).

Tenho bons amigos botafoguenses. Clóvis Monteiro e Francisco Barbosa, ambos comunicadores das manhãs na Rádio Tupi, são sempre bem humorados. Meu caríssimo José Roberto Tedesco, assessor de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio, idem. Já Fernando Molica, colunista do Dia, é um pouco mais ácido. Mas dá para tratar.

O PC não. O PC gosta tanto de uma briga, que certa vez o nosso colega Ricardo Bruno foi fazer uma palestra na Firjan, quando era assessor de imprensa do Governo Garotinho, e PC foi lá só para contestar tudo o que ele falava.

O Flamengo ganhou do Santos num jogo sensacional. Por incrível que pareça, PC aceitou o resultado. Pelo menos não encontrou nenhum complô da CBF, da CIA, da Nasa, para destruir o Botafogo. Mas é porque ele tem esperanças de que o Botafogo vai chegar à frente do Flamengo no Brasileirão.

Agora, me respondam: por que os botafoguenses, com raras exceções, são assim?

 

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O Astro hoje entra em cena bem mais cedo. 19h30, no Engenhão

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Elkeson, Botafogo, a melhor contratação dos times cariocas para o Brasileirão 2011

Valeu a pena vencer mais uma vez uma tentativa de atropelada do Fluminense. Elkeson melhora a cada partida. Se tiver juízo vai longe. Quando o time do Botafogo conseguir jogar completo, com Jefferson, Alessandro (ou Lucas), Antônio Carlos, Fábio Ferreira (ou Gustavo) e Cortês; Marcello Mattos, Renato, Maicosuel e Elkeson; Herrera e Loco Abreu, vocês vão ouvir falar muito desse rapaz.

Podem anotar.

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Em todo lugar tem um gente boa botafoguense: Neguinho, o baiano do Point de Maromba, em Visconde de Mauá

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Foto e vídeo de PC Guimarães

 

Visconde de Mauá, na serra do Rio de Janeiro na divisa com Minas Gerais, é um dos lugares mais bonitos do Brasil – e, por que não, do mundo? A cidade é dividida em três pequenas vilas: Visconde de Mauá (mais rural), Maringá (mais badalada) e Maromba (paixão eterna dos “hippies”). Na região não há quem não conheça o baiano Neguinho, dono do restaurante “Point de Maromba”. O cara ideal para abrir a série “em todo lugar tem um gente boa botafoguense”. Se bem que ser gente boa e botafoguense é redundância.

Para assistir é só clicar no link: Neguinho da Maromba

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Casos e causos do PC: JB na bandeja

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Chega de falar em Framengo. Não é essa a proposta do Blog. Vamos falar de coisas boas também.

Gosto de ouvir e de contar causos. Durante muitos anos frequentei quase que semanalmente a cidade de Teresópolis, na serra fluminense (nada a ver com o time). Durante esse período fiz diversos amigos na cidade. Um deles foi o Carlão, um simpático e grandalhão garçom, que depois virou dono de restaurante.

Dois causos do Carlão. Um deles envolvendo o nosso JB e o outro o nosso América.

1) Carlão trabalhava num hotel da cidade (Teresópolis, como já disse acima) quando um hóspede, pegando sol na piscina, chegou para um funcionário recém-contratado e meio trapalhão, e pediu o JB (o jornal). O rapaz deu meia-volta, demorou alguns minutos e trouxe uma garrafa de uísque JB na bandeja.

“Quantas pedras de gelo o senhor deseja?”, perguntou.

É. Faz sentido.

***

2) Carlão me contou que certa vez um cliente assíduo de um outro restaurante onde trabalhou, lamentou o fato de a casa não trabalhar mais com o cartão American Express (o merchan é 0800. Depois envio a conta).

“O que houve com o “América?”, perguntou o cliente.

“Desculpe, doutor, mas eu não entendo nada de futebol…”, respondeu Carlão.

“Tô falando do cartão American Expresss; não do time”.

Como diria meu camarada Ancelmo: há testemunhas.

 

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Perguntar não ofende: quando é que o Willians vai ser julgado por ter xingado o juiz de m…?

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Meus amigos

Como tem aparecido muitos framenguistas aqui no JBlog do Botafogo, gostaria que matassem a minha curiosidade. Como todos lembram (e anexo acima o recorte do título da matéria publicada no globoesporte.com para comprovar) o grande Willians, o Messi Tupiniquim, chamou o juiz de m… (minha formação em Cambridge e na Sorbonne e o respeito aos leitores do JB não me permitem escrever por inteiro) após aquele jogo do chororô contra o Ceará.

Por muito menos uma tal de Anaf apareceu para defender o árbitro após o Botafogo ter sido afastado de forma “suspeita” (vá la) de mais uma Copa do Brasil. Alguém se lembra de a Anaf ter feito o mesmo no caso do Willians?

Mas a pergunta mesmo que eu gostaria de fazer é: quando o Willians vai ser julgado? Hoje, o grande Airton, o Beckenbauer do século XXI, pegou apenas 4 jogos de suspensão por ter dado uma “simples cotovelada” no Souza do Flu. Já foi um chororô danado. A defesa do advogado do Framengo é capaz de fazer rir até viúva de endividado. Airton é aquele mesmo que antes de sair do Brasil acertou as canelas do Neymar e do Ariel.

Repito: só fiz as perguntas devido ao grande número de torcedores do “maior do mundo” (rs) aqui no Blog. Fiz a mesma pergunta para um famoso jornalista amigo meu e ele ficou chateado comigo. Estranho, não?!

Comigo é assim: mato a cobra e mostro o pau. Mas um de cada vez, por favor.

Vida que segue.

Postado por paulocesar  | Comentar

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