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Jornal do Brasil

Botafogo – JBlog – Jornal do Brasil

Colunista do Globo reclama de chororô flamenguista

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Reprodução de nota da coluna

Calma, meus amigos framenguistas. Como sou leitor de jornais, sites, sinais de fumaça e batida de tambores africanos, apenas cortei e colei a nota publicada hoje na coluna do meu querido amigo Fernando Calazans, que, dizem as más línguas, é framenguista. Ele nunca me confessou esse problema.

E hoje? Vai ter chororô em Floripa ou vai acontecer algum “lance duvidoso” que nem o do jogo contra o Vasco?

E por falar em Framengo beneficiado pelas arbitragens, até Renato Maurício Prado, framenguista assumido, e outro amigo querido de longa data, admitiu que foi pênalti do Léo Moura no Bernardo.

Reprodução de nota da coluna do Renato

Cartas para a redação. Mas com moderação.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Recado do Blog: vamos baixar a bola, pessoal

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Meus amigos: vou ser curto e grosso. Não estou aqui para me aborrecer. Vamos baixar a bola. Vamos evitar xingamentos pessoais. Tentei dar uma esfriada ontem com a imagem da miss, mas a baixaria continua. Como se dizia lá no meu Grajaú de antigamente: “Meu ouvido não é penico”. É claro que ninguém vai calar este Blog. Nem com ameaças. Estamos aqui para nos divertir. Sem ódios, sem rancores, sem agressões. Não conheço pessoalmente os demais blogueiros (nos comunicamos apenas uma ou duas vezes por email), mas creio que eles pensam o mesmo. Estamos aqui para zoar uns dos outros, sim; mas dentro dos limites da elegância e da civilidade. Futebol é apenas um jogo. Temos nossas outras atividades fora daqui. Temos nossos amigos fora daqui. Que torcem para Botafogo, Framengo, Vasco e Fluminense. E não creio que nenhum de nós trate nossos amigos da forma que está ocorrendo em alguns comentários. Fora os que tenho que deletar por motivos óbvios. Neste Blog sou apenas um convidado do JB. Mas, repito: não venho aqui para me aborrecer.

Já já vou voltar a provocar o Framengo, o Vasco, o Fluminense e meus amigos blogueiros que torcem para esses times. Sem ódio, sem rancor, sem ofensas pessoais. Com argumentos.

Desculpem o desabafo.

E este recado serve também para alguns botafoguenses.

Uma boa quarta para todos. Especialmente para os botafoguenses.

Vida que segue.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Blogueiro flamenguista que só fala do Botafogo prega golpe contra o Engenhão

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Texto é típico dos golpistas dos anos 60

É só falar no Framengo aqui no Blog que meia dúzia de chorões aparecem dizendo que este Blog só fala do Framengo. E o outro? Por que o Blog do Framengo se preocupa tanto com o Botafogo? De novo, amigo Gustavo? E pregando um GOLPE? Nos anos 60 se fazia muito isso. E usando um assunto sério, como o do Ricardo Gomes, para aderir a uma campanha sórdida de parte da Grande Mídia e dos colunistas amestrados!

Deve ser duro torcer para um time sem estádio e não tem crédito na praça para conseguir um. Deve ser duro torcer para um time que tem o nome no SPC e dar uma de saudoso da TFP.

E uma dúvida que gostaria de esclarecer para o bem da verdade: o amigo começa o texto dizendo que é periodista. Tem diploma de jornalista? Apesar do Gilmar Mendes, nem todo mundo que escreve para jornal é periodista, amigo. É que nem bacharel de Direito que se diz advogado mas não tem registro na OAB. Como sou um cara ético e não sou leviano, destaco que é apenas uma pergunta e que perguntar não ofende. Se você tiver diploma de jornalista, parabéns. Junte-se a este humilde escriba. Se não, no próximo texto em que você falar do Botafogo, diga apenas que é blogueiro. No máximo, se quiser dar um certo status à sua função, diga que é “periodista digital”.

E ninguém cala!

Agora fale do Framengo. Fale do pênalti contra o Vasco.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Quem nasceu pra Zé Ruela nunca chega a Marcondes Ferraz

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Imagem meramente ilustrativa. Já que o artigo fala em títulos é uma reprodução de um selo dos Correios em homenagem ao campeão brasileiro de 1987, o Sport Recife

Framenguista não tem jeito. Mais uma vez o time é beneficiado pela arbitragem e os framenguistas fingem que nem é com eles. Parecem aquele cara que é pego no flagra penetrando numa festa, olham com cara de sonso pro segurança e dizem, na maior cara de pau:

“Eu!?”.

E quem tem amigos framenguistas deve ter passado um sufoco hoje pra zoar os caras. Ou eles se esconderam ou arrumaram desculpas. Renato, meu porteiro, sumiu. E sumiram todos. No trabalho, na faculdade, nos emails, no facebook, no twitter, nas esquinas.

E os poucos que atenderam os celulares, como meus amigos Maurício Menezes e Cid Benjamin, não passaram recibo. Alguém aqui acha mesmo que eles assumiram e disseram assim?: “Foi pênalti sim, PC. O juiz errou mais uma vez pra gente”.

Que nada! Na falta de argumentos, os dois apelaram pra mesma ladainha de sempre: “títulos”. “Quem tem mais títulos?”. Ora bolas, a zoada era pra ser sobre o jogo de ontem. Sobre o pênalti. Mas eles só diziam uma coisa: “Títulos”. Conseguidos da forma que conhecemos muito bem, mas “títulos”.

Pareciam o ministro da Justiça Armando Falcão à época da Ditadura: “Nada a declarar, nada a declarar”.

Sobre o pênalti!? Nada a declarar. Só falaram de títulos. Como se o Framengo tivesse conquistado um título no domingo.

Aliás, essa mania de framenguistas insistirem nessa ladainha de títulos me lembra a época da Revolução Francesa em que os burgueses de toga do Terceiro Estado compravam títulos de nobreza da Coroa. Detestavam pagar pedágios e impostos, mas se amarravam em títulos.

No Brasil, na época do Império, não foi diferente. Os fazendeiros da Casagrande também adoravam títulos. E como os compravam! De nobres falidos e decadentes, claro. Iam ser barões, condes, viscondes, marqueses e outros ões, es e eses. Os chamados Barões do Café.

Anos depois vieram os novos ricos (hoje chamados de emergentes), que ganhavam dinheiro, mudavam o padrão de vida, ostentavam luxo, mas não tinham charme, não tinham estirpe. Mas queriam porque queriam fazer parte da nobreza. E compravam…

TÍTULOS.

Como os framenguistas compram hoje.

Antes de terminar essas mal traçadas uma antiga historinha sobre essa tal de nobreza que ouvi há muitos anos no Grajaú do meu amigo Sebastião Sá, também conhecido como Tião Búfalo. Ele contou que uma vez foi a uma festa em Botafogo, conheceu um pessoal da zona sul e todos decidiram ir para uma outra festa em Copacabana. Tião estava sem carro e resolveu aceitar a carona. Ao entrar no veículo, o primeiro se apresentou:

“Muito prazer, Guilherme Bulhões de Carvalho”.

O segundo também:

“Muito prazer, Álvaro Nascimento Silva”.

E o terceiro:

“Muito prazer, Luis Xavier da Silveira”.

Sem querer perder o rebolado, Sebastião não se fez de rogado:

“Muito prazer, Sebastião Avenida Atlântica!”.

No dia seguinte, às gargalhadas, contou a história pros amigos e justificou:

“Pô! Todo mundo tinha nome de rua da zona sul. Resolvi escolher uma também”.

E se despediu do grupo sussurrando e se autossacaneando:

“É duro, mermão. Quem nasceu pra Zé Ruela nunca chega a Marcondes Ferraz”.

Dizem que anos depois Antônio Fagundes se inspirou em Sebastião para compor a personagem Juvenal Portela, que vivia chamando os outros de Zé Ruela. Mas isso é conversa para outro mico framenguista.

 

 

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# Força Ricardo Gomes!

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Este Blog é solidário com os vascaínos e com a família do Ricardo Gomes e torce para que tudo dê certo com o treinador do Vasco. Nunca vi de perto, nunca troquei uma palavra com ele, mas me parece um profissional sério e digno; e uma pessoa do bem.

 

Postado por paulocesar  | Comentar

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Como este Blog é sobre futebol e não apenas sobre o Botafogo, perguntar não ofende: foi ou não foi pênalti do Léo Moura no Bernardo?

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18h de domingo. Fim de Vasco e Framengo no estádio do Botafogo.

Mais uma vez os comentaristas terão que debater nos programas de tv e colunas de sites e jornais se foi ou não foi pênalti contra o Framengo.

Muitos dirão: “Foi duvidoso”.

E o Willians? Deveria ou não ter sido expulso?

Curioso, né? Por que na dúvida é sempre pró Mengo?

Outra pergunta de quem acompanha futebol: por que o Framengo nunca consegue ganhar como o Botafogo? Por que tem sempre “lances duvidosos” nos jogos do Framengo?

Sem choro, por favor.

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A estrela sobe!

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É como diz a música consagrada pela Beth Carvalho: “Esse é o Botafogo que eu conheço”.

Que vitória! Na luta, na reação, contra tudo e contra todos, contra uma arbitragem confusa (por que o Fred não foi expulso?), mas na bola. Sem ajuda de ninguém.

O gol da vitória do Botafogo, em que Loco Abreu recebeu a bola de Jefferson na meia-lua da área  e correu todo o campo até dar uma passe mamão com açúcar pro Lucas foi uma das jogadas mais bonitas que já aconteceram no estádio do Botafogo. E tem gente que ainda diz que o Loco é lento, que só sabe jogar com a bola no alto e outras bobeiras. E o Elkeson?! Como joga esse cara.

O Botafogo tem um dos melhores elencos do Brasil, tem um bom time. Tem o maior goleiro do Brasil, o maior lateral-esquerdo do Brasil… (Vixe! Tô parecendo até torcedor de um certo time) …

… uma zaga experiente, o melhor meio de campo do Brasil (com Marcello Mattos, Renato, Maicosuel e Elkeson) e tem Loco Abreu. Sem falar de Herrera e de Lucas.

Se aquelas coisas estranhas que costumam prejudicar o Botafogo e ajudar um certo time não acontecerem, a Estrela realmente vai subir.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Torcer pro Botafogo. Um raro prazer!

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Foto: arquivo Botafogo

Veja, ilustre leitor, o belo tipo faceiro que o senhor tem acima. Sabe o que ele fez? Conto já.

Cena 1: Outro dia fui dar uma palestra para estudantes universitários e um deles quis me zoar quando eu disse que tinha um Blog no JB sobre o Botafogo.

“Blog sobre o Botafogo! Deve ser difícil ter histórias para contar”.

Meu Deus do Céu, que palpite infeliz!

Poderia ter falado de tudo. Menos de histórias. Não é à toa que o Botafogo é o Glorioso. Em breve eu conto a razão aqui.  Esse menino deve ser um daqueles formados pela televisão e que acreditam em tudo o que ouvem. Não deu na tv, não aconteceu.

Cena 2: essa semana ao entrar na sala dos professores da faculdade onde dou aula, meu amigo Mauro Silveira, professor e tricolor, não sei porque cargas d´água, me falou sobre Mimi Sodré, um mito do Botafogo. Lembrou que durante um jogo contra o Chile, jogando por uma seleção de milicos, Mimi pediu ao juiz que anulasse um gol seu num lance em que a bola lhe bateu na mão e entrou no gol. Não é à toa também que Mimi é considerado até hoje o mais honesto craque da história do futebol brasileiro.

Cena 3: Agora há pouco, após ouvir um amigo torcedor de um certo time do Rio dizer que, para ele, o prazer maior é ganhar com um gol de mão aos 45 minutos, me lembrei do aluno que desconhece a história do Botafogo e da história de Mimi Sodré lembrada pelo Mauro.

Fui conferir. Poderia ter ido no google, como faria qualquer simples mortal, mas preferi pesquisar em um dos muitos livros que coleciono sobre o Botafogo.

Está lá na página 80 do clássico “Botafogo entre o céu e o inferno”, de Sérgio Augusto, jornalista e crítico, considerado um dos melhores textos da história do Jornalismo. Botafoguense, claro.

“Ratinho mais honesto o futebol nunca viu. Incapaz de fingir e mentir, jamais catimbou uma jogada. Se achava que uma falta assinalada a seu favor pelo árbitro não procedia, era o primeiro a contestá-la, como se fosse um Salomão de chuteiras. Sempre polidamente, claro. Pois Mimi Sodré, além de salomônico, era um gentleman, um lorde até mais Lorde que o Almirante Nelson.

De uma feita, atuando pelo escrete militar brasileiro contra a seleção chilena, parou uma jogada dentro da grande área, acusando um toque de mão (ou hands, como se dizia) que ele próprio cometera e ninguém percebera. Sempre se gabou desse beau geste, inconcebível para 99,9% dos jogadores de futebol”.

Mimi era assim. Considerado o primeiro grande craque da história do futebol brasileiro, foi um dos principais responsáveis pela famosa conquista de 1910. Começou a jogar pelo Botafogo aos 15 anos, foi artilheiro dos campeonatos de 1912 e 1913  e autor do primeiro gol oficial em General Severiano, no jogo em que o Botafogo venceu o Flamengo por 1 a 0. Só jogou no Glorioso e foi presidente do clube em 1941.

Pena que o rapaz que achou que um Blog sobre o Botafogo não tinha história para contar dificilmente vai ler este texto. Mas não duvido que ele pense igual ao meu amigo que acabou de me dizer que seu prazer maior é ganhar com um gol de mão aos 45 minutos.

Cada um escolhe o seu próprio prazer.

Postado por paulocesar  | Comentar

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