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Jornal do Brasil

Botafogo – JBlog – Jornal do Brasil

Fla na Libertadores. Pra quê?

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Fonte: internet

Título de 30 anos atrás não vale. E sem chororô, por favor. Quem mandou foi um framenguista gozador.

Postado por paulocesar  | Comentar

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5 contra 1 é covardia

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Reprodução de vídeo do Maurício Ricardo

Clique aqui para ver e se divertir com mais um mico framenguista.

Framenguistas não perdem a mania de querer levar vantagem em tudo, né Ronaldinho? Sem entrar em detalhes, por favor. Mas que é bem Framengo é. Afinal: Framengo é Framengo.

Próximo escândalo, por favor!

Postado por paulocesar  | Comentar

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PC Guimarães entrevista com exclusividade candidatos a presidente do Botafogo

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Maurício Assumpção: “O Anderson (Barros) é botafoguense. Ainda mostro a foto dele com a camisa do Botafogo”.

 

Carlos Eduardo Pereira: “Nossa plataforma é devolver o Engenhão para os botafoguenses”.

Uma coisa é certa: os dois são botafoguenses. Sabem cantar o hino do clube, destacando que é “Botafogo, Botafogo, campeão desde 1907” e não “Botafogo, Botafogo, campeão desde 1910” (como se cantava antigamente, antes da decisão que oficializou o clube como campeão junto com o Fluminense que naquela época já armava nos bastidores), sabem escalar o fantástico time bi-campeão carioca de 67/68 e são capazes de lembrar os nomes dos autores dos gols da histórica goleada de 6 a 0 do Botafogo sobre o Flamengo (três de Jairzinho – um deles de letra, dois de Fischer e um de Ferreti). Três pegadinhas que fiz questão de repetir para os dois durante as entrevistas. Maurício chegou a se assustar quando perguntei a ele se era botafoguense mesmo: “Por quê? Alguém duvida?”.

Os dois têm raízes botafoguenses.

Maurício Assumpção é filho de um mineiro que passou a se interessar por futebol e pelo Botafogo ouvindo a Rádio Nacional. Começou a ir ao Maracanã levado pelo irmão mais velho. Eram os tempos mágicos de Garrincha.

“Aí começou essa loucura, essa paixão. Minha mãe é tricolor. Ou era. Hoje quando eu falo para ela que o Fluminense vai jogar, ela diz: ´Ah, é?`

Carlos Eduardo Pereira é filho de botafoguense, morou perto de General Severiano e é casado com uma botafoguense. É presidente de um entidade de proteção aos animais e ao meio ambiente em Petrópolis, na serra do Rio, onde mora atualmente, e tem um cachorrinho chamado Biriba, com quem fez questão de posar junto na foto de campanha que decora seu carro.

Carlos Eduardo, o candidato a vice Anderson Simões e a foto do cachorrinho Biriba na propaganda do carro

“Nasci praticamente em General Severiano. Morava perto. O Botafogo tinha grandes ídolos. Mas sobrevivi a momentos muito difíceis. Quando o Botafogo perdeu de 7 a 2 para o Fluminense num torneio Rio-São Paulo, meu pai olhou para mim descendo a rampa do Maracanã e perguntou: ´Você vai continuar sendo Botafogo?`. Respondi que sim. E fui recompensado pois depois veio a geração de 67 e 68. Consegui também sobreviver às vacas magras dos 21 anos sem título”.

Maurício Assumpção é dentista e professor universitário. Carlos Eduardo é administrador de empresas com pós-graduação em marketing. Trabalha com consultoria e gestão de shopping centers e empreendimentos comerciais, com experiência de trabalho na América do Sul e Europa.

A entrevista com Maurício Assumpção foi na sala da presidência, em General Severiano, decorada com motivos do Botafogo do rodapé ao teto, com destaque para a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Botafogo.

Carlos Eduardo Pereira recebeu o repórter e blogueiro na sala de reuniões da empresa em que trabalha na Torre do Shopping Rio Sul, onde se destaca a bela vista da sede de General Severiano.

Os dois foram muito gentis e pacientes nas entrevistas que duraram mais de uma hora cada uma e toparam até cantar o hino para a gravação que fiz para o programa “Conexão Esportiva” da Rádio Metropolitana 1090, que vai ao ar hoje, quinta-feira, a partir do meio-dia e estará disponível também no site do “Conexão“.

A primeira pergunta: “Por que quer ser presidente do Botafogo?

Maurício:

“O motivo maior é que, olhando para trás, o que motivou foi o que foi feito nesses três anos no Botafogo. Algumas coisas importantes foram conquistadas e eu achei que talvez eu tivesse o direito de pleitear junto ao associado ficar mais três anos à frente do Botafogo. Cheguei numa condição de desconfiança total, completo desconhecido. As pessoas não sabiam o que esperar de mim, o que é natural. Ao longo desses três anos as pessoas puderam entender qual é o projeto que a gente tem para o Botafogo, a forma que a gente trabalha, a forma que a gente encara as questões referentes ao Botafogo”.

Carlos Eduardo:

“Me senti lisonjeado por receber o convite da chapa “Mais Botafogo”. Esse pessoal começou a militar na política do clube nas últimas eleições e foram os principais responsáveis pela eleição do Maurício Assumpção. Uma das principais ideias do grupo é reduzir o poder presidencial, fazendo uma gestão que valorize os outros poderes como os conselhos deliberativo e fiscal. Dessa forma, o presidente terá uma relação mais transparente com o sócio e com o torcedor”.

Maurício tenta a reeleição. Antes de ser presidente, foi diretor de esportes de praia na gestão de Mauro Ney Palmeiro. Na primeira gestão de Bebeto de Freitas fez parte do conselho. Não participou do segundo mandato do Bebeto, pois estava na chapa concorrente, de Antonio Carlos Mantuano.

Carlos Eduardo começou a vida política no clube em 1982. Foi diretor de Comunicação Social de Juca Melo Machado, vice-administrativo nas gestões de Mauro Ney Palmeiro e de Jorge Aurélio Domingues, conselheiro na administração Emil Pinheiro e vice-presidente geral de Carlos Augusto Montenegro.

A maior loucura que Maurício já fez pelo Botafogo foi fechar o Túnel Rebouças quando o time foi campeão em 1989. Mas fez outras também:

“Lembra daquela época em que os postos eram proibidos de vender gasolina nos fins de semana? Teve um jogo do Botafogo em Juiz de Fora e cismei de ir. Botei um galão de gasolina no porta-malas do carro e me arrisquei a ser preso e processado. Já fiz muitas promessas pelo Botafogo. Cheguei a andar uma semana inteira pela casa toda de joelhos. Fiquei com joelho todo ralado. Como torcedor sou muito complicado. Teve uma época em que os vizinhos achavam que eu batia na minha mulher de tanto que eu gritava vendo jogos do Botafogo”.

Como dirigente, Maurício também tem lá suas manias. Lembra que já recusou assistir um Botafogo e Vasco ao lado do presidente vascaíno Roberto Dinamite, como é comum na Europa.

“Tá maluco? Não sou dirigente de clube europeu. Não tem a menor chance de eu assistir um jogo ao lado do presidente de outro clube. Eu pulo, eu grito, não sou eu. Já quebrei duas cadeiras. Em compensação, acabou o jogo não dá para entender. Me desligo e entra o presidente do clube”.

Os dois têm um Anderson na vida. Maurício tem Anderson Barros que ele garante que é botafoguense.

“A mulher dele jogou vôlei no Botafogo. Todo mundo cobra dizendo que ele é flamenguista e ele nunca fala nada. Mas a família dele entregou. Estou doido para pegar uma foto daquele ´gordinho` com a camisa do Botafogo. Fui a uma festa e o tio dele me mostrou uma foto de quando ele era criança com a camisa do Botafogo e me falou assim: ´Eu sou o responsável por ele ser Botafogo`. E eu disse: ´o senhor deveria falar isso para a Fúria, para a Mancha, para a Jovem, para a Botachopp. O Anderson é um cara profissional ao extremo. Já pensei em pegar essa foto e botar no site do Botafogo. Mas ele diz: ´Não faça isso, presidente; nunca mais piso no Botafogo`. Ele  tem uma imagem muito profissional. Não quer ser reconhecido como um cara que é botafoguense, mas pelo trabalho dele. Hoje tem empresário batendo na porta do Botafogo oferecendo jogador.É diferente de antigamente. Hoje quando alguém senta com o Botafogo para conversar sobre assuntos de futebol existe seriedade. Salários mais do que em dia, compromissos honrados. Anderson é cara que faz essa diferença”.

O candidato a vice de Carlos Eduardo também é Anderson. Anderson Simões. Mas ele prefere não comentar sobre o outro Anderson tão criticado por muitos botafoguenses.

“Sobre a estrutura atual do futebol não gostaria de comentar nada. O momento é de torcida favorável. Esperança. Todas as palavras de apoio devem ser dadas para a comissão técnica e para os atletas”.

Maurício e Carlos Eduardo têm planos parecidos quando o assunto é General Severiano e Centro de Treinamento. Os dois querem tirar o futebol profissional de General Severiano.

Maurício:

“É preciso sair de General Severiano. Mas nada de construir quadras de tênis no lugar do campo que hoje é utilizado para treinamento. Vamos substituir a grama natural por grama sintética e alugar o campo para os associados. Mas antes é preciso criar um ambiente de vestiário, de churrasqueira; um ambiente social. O time só treinaria ali em condições especiais para reforçar a integração com a torcida e sócios que o local continuará a manter. A sede de General Severiano não perderá a característica de um clube de futebol”.

Carlos Eduardo:

“Eu era um dos que tinha saudade do estádio de General Severiano. Outros não; olhavam o clube como um clube social. O grande erro foi a opção pelo projeto do campo. Acho que deveria ter sido enfatizado ali o momento de clube social. Ter campo em General Severiano deixa de atender o sócio em outras coisas e não consegue ter um campo na qualidade que a gente gostaria. O terreno é pequeno, não é uma coisa nem outra. Não é clube social, nem é estádio. E na localização em que estamos é difícil que prefeitura autorize um estádio. Precisamos pensar em coisas de utilização mais intensa.

Gostaria muito de ver o Botafogo disputando as primeiras categorias de basquete e vôlei. Mas estamos longe disso. É necessário que se ofereça uma estrutura melhor para trazer o sócio para dentro do clube, os torcedores para dentro do clube. Restaurantes, ginásios em melhores condições, escolinha de esportes amadores são alguns fatores apontados para esse aumento. O sócio precisa se conhecer. Tem que ter atividades ligadas ao momento atual. É preciso ativar categorias de esportes que permitam amadorismo. Tipo futebol de botão, xadrez etc.  É importante ter atividade social”.

Mas tanto Maurício quanto Carlos Eduardo não abrem mão de um Centro de Treinamento.

Maurício:

“A questão do terreno de Marechal (Hermes) demorou muito. Gostaria que tivesse sido mais rápido. Poderia ter conseguido o terreno mais cedo. Ah, se a gente tivesse começado logo as obras em Marechal! Estou doido para homenagear o Nilton Santos. Fazer o CT da base com o nome dele. O CT do time profissional vai ser em outro lugar. Está quase definido, mas não posso falar agora. Esse ano ainda as obras vão começar. O treinamento vai passar a ser todo no CT. E não vai ter container não. É obra bonita mesmo, de primeiro mundo”.

Carlos Eduardo:

“Dois elementos são fundamentais para nós: o primeiro é adotar um comando integrado do futebol de todas as categorias. Criar uma verticalização na gestão do futebol que permita que uma pessoa de uma linha de conduta para essas categorias, para que elas funcionem como elemento de abastecimento para o grupo de cima. A outra coisa é não ficar esperando ajuda do governo do Estado, do Exército e construir um Centro de Treinamento com recursos do Botafogo, captando recursos no mercado. A questão de dependência tem que ser revista. Amanhã muda um ministro, muda outro, e aquilo não é seu. Todo mundo que tem CT consegue pleitear isso. Hoje quem não tem CT não vai conseguir atletas com volume necessário para abastecer o clube e realizar negociações. É preciso uma cabeça pensando o futebol, treinadores alinhados, pensando o Botafogo. Desde a base até o profissional.”

E o Engenhão? Quais os planos dois candidatos para o Engenhão?

Maurício:

“Muitas novidades. Além das duas salas de imprensa, reformadas recentemente, em breve teremos zona mista para as entrevistas, uma tribuna de honra com cadeiras novas e os dois vestiários serão temáticos. Um vai receber uma personalização sobre o Botafogo e outro (o dos visitantes) sobre a Seleção Brasileira. Vai ter fotos do Pelé, do Ronaldo Fenômeno, do Romário e de jogadores do Botafogo que jogaram na seleção também. Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas vêm aí e turista adora ver estádio. É preciso criar o hábito de visitar o Engenhão. Estive agora visitando alguns CTs na Europa. Você entra, compra um ticket, faz um tour e acaba na lojinha do clube. Vamos fazer um lojão no Engenhão também. E ainda temos planos para o campo. A ideia é reformar aquela área de grama natural ao lado dos bancos de reservas. Vamos substituir por um grande tapete de grama sintética que terá o escudo do Botafogo. Um custo total de R$ 250 mil a R$ 300 mil.

Há também o projeto para aumentar o número de arquibancadas. Se o Maracanã vai ter capacidade para 70 mil pessoas, eu vou ter que ter para 60; diferente do Vasco que tem 20 mil. É necessário botar conteúdo para que as empresas entendam que aquilo é um poderoso instrumento de negócios para a empresa e que mesmo com o Maracanã aberto eu vou ter uma concorrência comercial lá. Pretendo ter no Engenhão um nicho diferente do Maracanã. Quando o Maracanã abrir em 2014 ou em 2015, tenho que estar com o estádio qualificado para brigar e trazer os clássicos para o Engenhão. Vai ser uma concorrência tremenda. Hoje meus camarotes custam três vezes mais do que custavam quando o Maracanã estava aberto. E quando abrir de novo? Cobram a caracterização do Engenhão como estádio do Botafogo. Mas há a questão do contrato.

Quando a gente cede para shows está alugando o estádio como um todo. Sobre os contratos com a AmBev foi dito pela própria AmBev que no Brasil não tem contrato igual. Poderia alimentar a fantasia de pintar o estádio todo de preto e branco. Eu posso, mas não tenho dinheiro agora. Mas assusta quem quer botar a marca lá. Quem quer botar quer botar para vários clubes e não só um e eu para fazer esse nome pegar preciso que seja um estádio usado por todas as torcidas. O Flamengo já botou 40 mil lá dentro, o Fluminense também, e o Botafogo idem”.

Carlos Eduardo:

“A diretoria atual vive brincando dizendo que nossa plataforma é devolver o Engenhão. Nossa plataforma é devolver o Engenhão para os botafoguenses.  Queremos que o Botafogo seja efetivamente a última palavra na gestão do estádio. Sair do Engenhão para jogar em São Januário, por exemplo, é um absurdo. Pagamos R$ 20 mil e recebemos R$ 5 mil do jogo do FlaFlu. Disseram que o Botafogo não jogou no Engenhão para poupar o gramado para o FlaFlu. Pergunta se o São Paulo deixaria o Morumbi para Corinthians e Palmeiras enquanto ele iria jogar no Pacaembu? Tudo isso é fruto da estratégia que adotaram para descaracterizar o Engenhão como estádio do Botafogo e fazê-lo estádio da cidade. Não bate com os nossos interesses.

Tanto é que teve a polêmica das cadeiras vermelhas. Ora, o vermelho, com a superposição das nossas bandeiras que são nas cores preta e branca causam um efeito que não agrada muito a nossa torcida. Até que ponto a marca tem interesse em desagradar o Botafogo? Nos anos 80, a Coca-Cola anunciou no Botafogo  usando a marca em preto e branco. É preciso respeitar as tradições. O Botafogo paga cerca de R$ 500 a 600 mil por mês de manutenção. Já que ele tem esse ônus, é claro que ele tem que ter o bônus de ser a última palavra da gestão do estádio. Tem que ter a preferência. Repito: com a falta do Maracanã há uma idéia de vender o estádio como um estádio da cidade. Mas sabemos que não é assim. O Engenhão é do Botafogo, a última palavra tem que ser nossa.

Eu vejo essa política de aproximação com os times do Rio na questão do Engenhão com reservas, É bom ter como dialogar com eles mas tem que respeitar os nossos interesses em primeiro lugar. Sobre o acordo com a Brahma há um entendimento que o Engenhão é o estádio da cidade. Não é. Definitivamente não é. Isso que a gente tem que corrigir.  O estádio tem que ser branco e preto; não azul, vermelho e branco. Questiono também algumas coisas que acontecem nos aluguéis para shows. É claro que os shows são rentáveis e dão boa divulgação. Mas pega um cara que nem o Paul Mc Cartney que foi ao Engenhão. O Botafogo tinha que ter entregue uma camisa para o Paul na hora do show. Mesmo caso do Justin Bieber”.

Quando assumiu o clube, Maurício Assumpção prometeu uma contratação para fechar o aeroporto. Não veio. A torcida até hoje cobra essa contratação.

Maurício:

“Tínhamos uma limitação séria de orçamento quando chegamos. Era complicada a situação. O clube devia quatro meses de salários aos jogadores e saiu muita gente (Lúcio Flávio, Jorge Henrique, Diguinho etc). Montamos um time graças ao Anderson (Barros) e ao André (Silva). Havia uma consciência plena de que não iríamos disputar título. Mesmo assim 2009 foi o ano em que fomos mais prejudicados pelas arbitragens. Foi uma vergonha o que aconteceu.

Em 2010 trouxemos o Maicosuel de volta e ele se contundiu. O mesmo aconteceu na reta final do campeonato com Marcelo Mattos, Herrera e outros. Mesmo assim Joel conseguiu levar o time até o finalzinho.

Esse ano contratamos o Marcelo (Mattos), o Renato, o Cortês, o Elkeson. Faltou um meia. Tentamos o Diego e o Gilberto, que acho que deve estar até hoje arrependido. Insisti muito nisso. Depois veio o Seedorf. Preferiu ficar um ano no Milan. Ele entendeu. E a resposta que ele nos deu nos deixou orgulhosos. E quando você vê um jogador como Renato que nunca teve vínculo com o Botafogo decidir vir para o Botafogo é sinal que está acontecendo alguma coisa aqui. E olha que foram pegar ele no aeroporto para atravessar a negociação.  O Maicosuel também foi um jogador de fechar o aeroporto no sentido de levantar a torcida. Talvez se tivesse vindo da Alemanha tivesse fechado, mas como ele veio de carro de Cosmópolis ninguém deu pelota pra ele. Hoje a gente tem vários jogadores que fechariam o aeroporto numa contratação. Elkeson, Jefferson, Loco Abreu… Dentro desse processo de qualificação de elenco é uma coisa natural de trazer um jogador com esse peso. Seria importante para a nossa torcida. A gente tem um time qualificado tecnicamente em relação aos outros anos”.

Carlos Eduardo:

“Acho a base do Botafogo boa, com vários jogadores de seleção como Cortez, Loco, Jeferson. O que é preciso é reforçar o plantel, mas não posso enganar o torcedor e prometer grandes contratações, isso não cabe mais. Não vou viajar às custas do Botafogo e enganar os torcedores com esses factoides Seedorf, Diego, que estão dentro da realidade da Europa e não do futebol brasileiro”.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Flamenguistas de ocasião ou de conveniência?

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Salma Hayek, atriz mexicana, foi uma das vítimas mais recentes da "síndrome da framenguista de ocasião"

Aconteceu e conto aqui.

No sábado participei de uma feijoada em Vila Isabel, zona norte do Rio, na casa do vascaíno Neco, “cumpadi” do Mário, amigo meu. Conversa vai, conversa vem, toca o celular do Mário.

Era a Maria, irmã do Mário, pediatra bambambam, que se diz framenguista. Estava vindo da zona sul em direção à zona norte e queria saber se tinha jogo no Maracanã.

Preocupada com o engarrafamento, deve ter esquecido que o Maracanã está há meses em obras. Duvido também que saiba escalar o time que diz que torce. Deve achar que o Zico ainda joga e que o técnico é o Paulo Cesar Capergiani.

Framenguistas são assim. De ocasião. Ou de conveniênica. Muitos dizem que torcem pro Framengo porque acham que está na moda. Vestem a camisa (geralmente estilizada) nas ruas, nos shoppings, nos restaurantes, nas quermesses, nas rodas de tricô, nas feijoadas de parentes e amigos. Nos estádios? Jamais. Afinal, acham que está tendo jogo no Maracanã e não gostam de enfrentar o trânsito engarrafado da Praça da Bandeira e proximidades.

Tem aqueles outros framenguistas de ocasião que são as “celebridades” que chegam para visitar ou trabalhar no Brasil. Geralmente são vítimas de algum gaiato que enfia sem mais nem menos a camisa rubronegra (que eles chamam de manto) por cima da roupa do sujeito (ou da sujeita), que apenas abre um sorriso simpático e fica sem entender o que é aquilo.

Mas isso é conversa para outro post.

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A história do Flamengo – 1: a origem da camisa

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Reprodução

É muita maldade. Foi só eu anunciar que iria abrir com o Framengo uma série contando a história dos times do Rio, para as pessoas más enviarem zoações. Vejam o que o vascaíno Júlio enviou para o Blog.

Mas deixa estar que vai ter troco.

Em breve vou contar como o Framengo foi campeão brasileiro em 1981.

Tricolores, vascaínos e botafoguenses aguardem. A hora de vocês vai chegar.

JBlog do Botafogo. O mais imparcial da Rede.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Caio caiu, Cuca já!

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Já foi tarde! Era para o Caio Júnior ter caído após o vexame contra o Coritiba. Fora os micos contra Atlético Goianiense, Avaí, Bahia, Figueirense e outros times pequenos. A diretoria do Botafogo precisa aprender que técnico tem que ter o perfil do clube, a cara do clube. Caio Júnior nunca teve. A torcida não adotou. Dois nomes já foram veiculados: Jorginho, ex-jogador do Framengo, e Felipão. Jorginho, não! Tem a pele e o estilo do Framengo. Felipão não tem ligação histórica com o clube, mas até pode ser uma tentativa. Por mim, trazia o Cuca de volta já. O cara só não foi campeão no Botafogo porque foi roubado. Todo mundo sabe disso.

Caio caiu, Cuca já.

Postado por paulocesar  | Comentar

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