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Jornal do Brasil

Botafogo – JBlog – Jornal do Brasil

Chora a presidenta, chora o jogador, chora o torcedor

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Foto: Thiago Fernandes (globoesporte.com)

Foto: reprodução site do JB

Foto: manjada. Todos conhecem. Já deu em tudo quanto é lugar. Retirada da internet

Meus amigos: que chororô, hein! Parece até que contrataram o Messi. Pô! Eu até tenho evitado falar do Framengo para não ferir suscetibilidades (os framenguistas podem compreender o significado aqui), mas não resisto. O que é o marketing, né? O Framengo está vivendo uma crise danada (jogadores sem receber, jogadores reclamando publicamente do clube e indo embora (Alex Pirulito), técnico boicotado e ameaçado de ser mandado embora, colunistas e comentaristas framenguistas metendo o pau nos dirigentes, nos jogadores e no técnico e outros “mais mais mais” que todos conhecem) e, de repente, pimba! Surge uma contratação misteriosa do meio do nada e tudo passa a ser divino, bonito, maravilhoso.

Vida que segue. Mas perguntar não ofende: será que o Love merece esse chororô todo? Vagner Love foi um bom jogador do Palmeiras, foi pra Rússia (ou Ucrânia?), fracassou na seleção, veio para o Framengo (ficou sem receber os salários), foi pra Ucrânia (ou Rússia?), e agora volta pro Framengo (alguém aqui acredita que dessa vez ele vai receber os salários?). Mas, pra quem é, está bom.

Em breve, cenas dos próximos capítulos. E muito chororô framenguista aqui no nosso Blog, claro.

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Pior do que brigar com um bêbado é brigar contra três bêbados

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Começou o “Cariocão” 2012. Ou “Carioquinha”, como vão preferir alguns. Nenhuma zebra na primeira rodada. Fluminense, Framengo, Vasco e Botafogo (pela ordem de entrada em cena) se deram bem. No sábado, dois times reservas em campo. O Fluminense quase jogou como Fluminense e não deu bola para o pequeno Friburguense. Só faltou ganhar por apenas 1 a 0 para ser o verdadeiro Fluminense. O Framengo ganhou como Framengo do Bonsuça. Jogou mal, dois dos quatro gols foram feitos por um pereba folclórico chamado Jael, o “Cruel”, e teve até torcedor delirando achando que nem precisa escalar o time titular para ganhar o campeonato.

No domingo o Vasco também foi o Vasco de sempre. Num jogo sonolento contra o Americano, nem precisou se esforçar para ganhar por 2 a 0.

Fui ao Engenhão ver o jogo do Botafogo contra o Resende. Vi o Botafogo que eu conheço. Dominou o jogo, mandou duas bolas na trave, Loco Abreu perdeu pênalti, o adversário fez um gol cagado de falta ao apagar as luzes do primeiro tempo e quase que a vaca foi pro brejo.

Mas havia Loco Abreu no meio do caminho, no meio do caminho havia Loco Abreu.

Ao final do jogo, encontrei com meu camarada Thiago Cesário Alvim , dirigente do clube e dono da badalada pizzaria Carioca da Gema, na Lapa.

“Que sufoco, hein Thiaguinho! ?”.

E ele:

“É bom porque assim o Oswaldo Oliveira já chega entendendo o que é o Botafogo”.

Loco Abreu disse coisa parecida:

“O lindo de jogar no Botafogo é que nada é fácil. É tudo sofrido”.

E vai ser assim até o final do campeonato. Como Fluminense, Vasco e Framengo estarão envolvidos com a Libertadores nos primeiros jogos, o Botafogo ficará com a obrigação de ganhar o Carioca. Pelo menos ganhar a Taça Guanabara, quando um ou dois dos rivais ainda estarão com esperança de continuar na Libertadores.

O Botafogo entra no “Cariocão” ou “Carioquinha” como se fosse brigar com bêbado: se ganhar, não faz mais do que obrigação; se perder, passa vergonha.

Só que no Cariocão 2012 o Botafogo não vai brigar apenas contra um bêbado; e sim contra três.

 

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E quando é que vão acabar com a “esperteza” de juízes e bandeirinhas?

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Reprodução: site globoesporte.com

Deu no site do globoesporte.com: “Jorge Rabello promete acabar com a ´esperteza de jogadores´ no Carioca”.  Rabello é presidente da comissão de arbitragem da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj).  A notícia, divulgada originalmente pela Rádio Tupi, informa que “jogadores que se jogarem para serem substituídos serão punidos com cartão amarelo”.

Concordo plenamente. Odeio cera. Essa esperteza tem que acabar!

Segundo o site: “Rabello não parou por aí. O presidente também alertou que a arbitragem que atuará no Carioca foi orientada a punir os técnicos que se exaltarem nas reclamações à beira do campo.

– Estaremos de olho no comportamento dos técnicos. O que foi visto no Brasileirão foi uma vergonha. O que se viu foram árbitros e auxiliares surdinhos, sem ouvir nada. Mas aqui (no Rio) nós vamos colocar ordem – cravou”.

Oba! O cara que cuida das arbitragens disse que vai colocar ordem na casa. Quem sabe assim não se repete mais no Carioca a “esperteza” de inventar impedimento aos 45 minutos de uma decisão e expulsar o jogador que ia fazer o gol; a “esperteza” de marcar pênalti em agarra-agarra apenas para um time, ignorar agressão de jogadores contra goleiros adversários e expulsar quem foi apartar briga; e a “esperteza” de deixar de expulsar jogadores que ameaçam colegas após dar pancada e levar dribles.

Quem sabe assim o Carioca será decidido no campo e não na “esperteza”.

E por falar em “esperteza”, uma notícia boa para os botafoguenses e não muito boa para os framenguistas:  Marcelo de Lima Henrique não foi sorteado para apitar o jogo do Botafogo e nem o do Framengo. Ele não costuma dar muita sorte para o Botafogo, mas dá muita sorte para o Framengo.

 

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Eu agora sou funkeiro!

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Depois do funk do Loco Abreu, agora tem o Funk do Andrezinho. É claro que o título deste post é uma zoação, mas fico imaginando o Andrezinho fazendo de falta o gol da vitória do Botafogo contra o Time do Apito e a torcida cantando em coro esse funk.

Para ouvir, clique aqui.

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Diga não à espanholização. Hoje é dia de boicotar a TV Globo

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É como dizia o antigo slogan: “O povo não é bobo”. Recebi de um framenguista (pasmem!) o link do blog do santista Odir Cunha, ombudsman do Santos, que também alerta contra esse absurdo de tentar espanholizar o futebol brasileiro (vide post abaixo) privilegiando dois clubes considerados de maior torcida. E agora, framenguistas? Vão dizer que os santistas são chorões também?

Reprodução do blog do santista Odir Cunha

Vale a pena ler o texto na íntegra, mas destaco um trecho para vocês:

“Hoje à tarde jogam Flamengo e Corinthians e a Globo transmitirá esse amistoso para todo o Brasil, como se tratasse de um Real Madrid e Barcelona. Mas nem são os dois times mais vitoriosos do Brasil, nem tem os melhores elencos e nem chegam a reunir, juntos, 30% dos torcedores do País. Mas a Globo quer facilitar as coisas para ela e bipolarizar o futebol brasileiro, como já ocorre na Espanha.

E o pior é que se você assistir a este jogo, mesmo que não torça para nenhum dos dois, estará engrossando o ibope e dando subsídios para a Globo, que pretende perpetuar uma cota privilegiada para estes dois clubes, aumentando, gradativamente, a distância econômica entre eles e os demais grandes do Brasil, destruindo a competitividade do futebol brasileiro.

Por isso, para o bem do futebol brasileiro e do seu clube de coração, não assista a esta pelada em Londrina. Não assista e alerta aos seus amigos e colegas que não torcem para estes dois times, que também não vejam. O maior ibope que estes times conseguem, principalmente o Corinthians, vem dos torcedores rivais, que o assistem só para “secar”.

Só resta aos torcedores dos outros times grandes tentar fazer alguma coisa, já que nada fizeram os dirigentes dos clubes e das federações, os jornalistas dos grandes veículos e os diretores da Rede Globo. Nenhum deles teve a sensibilidade para perceber que esta divisão de cotas imposta levará o futebol brasileiro para o buraco, a exemplo do que ocorre no futebol espanhol.

O critério, injusto – pois não se baseia no currículo ou no mérito esportivo, e sim em uma relativa popularidade – restringirá, em pouco tempo, os grandes clubes brasileiros a apenas dois. Pois com muito mais dinheiro a cada ano, contratarão melhores jogadores, terão ainda mais exposição na mídia, mais possibilidades de ganhar títulos, venderão mais caro seus espaços publicitários e com isso conquistarão mais e mais torcedores.

Se hoje a soma das torcidas de Flamengo e Corinthians equivale a cerca de 30% da massa dos aficionados de futebol no Brasil, pode estar certo de que esta porcentagem aumentará a cada ano, até que sejam a maioria e aí sufoquem de vez as vozes contrárias. Por isso, o momento de reagir a esta tentativa de espanholização é agora.

Uma pesquisa feita pelo jornal Marca em 2007 apontou que a soma das torcidas de Real Madrid e Barcelona atingia 58,3% da preferência do torcedor espanhol. Outros três que já foram considerados grandes – Valencia, Athletic Bilbao e Atlético de Madrid – não davam, juntos, 15%. É isso que, rapidamente, irá acontecer no Brasil.

Por mais que as diretoria de clubes sejam criativas e competentes, é a televisão que ditará a popularidade e a riqueza dos clubes. Ela determina os jogos a serem transmitidos, ela distribui o maior dinheiro que os clubes recebem. Imagine esse privilégio se acumulando a cada temporada, e é fácil chegar à conclusão de que toda a empolgante e secular competitividade do futebol brasileiro irá para o espaço em pouco tempo.

Brasil está na contramão de onde o esporte dá certo (…)”

Para ler na íntegra, clique aqui.

E vamos apoiar a campanha.

 

 

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Alô alô, TV Globo: nós não somos espanhóis*

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Reprodução: internet

Poderia pesquisar nos googles da vida e fazer uma comparação geral entre Brasil e Espanha. População, área, PIB etc. Poderia também fazer uma comparação entre a história do futebol no Brasil e na Espanha. Quantas Copas do Mundo têm o Brasil e quantas têm a Espanha.

Mas vou ser curto, grosso – e breve.

Andei.

Não sou nem quero ser espanhol. Creio também que botafoguenses, vascaínos, tricolores, santistas, palmeirenses, sãopaulinos, atleticanos, cruzeirenses, gremistas e colorados também.

Por isso, pergunto: qual o critério da Globo para impor ao torcedor brasileiro que Corinthians e Framengo façam a abertura do calendário do futebol em 2012?

Tudo bem: o Corinthians foi o campeão do ano passado. Até seria uma boa desculpa. Mas e o Framengo? O que o Framengo ganhou? Campeonato Carioca?

Seria mais criterioso que o adversário do Corinthians fosse o Vasco, vice do Brasileirão e campeão da Copa do Brasil.

Mas não. O escolhido foi o Framengo. E os torcedores dos outros times do Brasil que engulam. Assim, a Globo, que costuma favorecer framenguistas e corinthianos nas suas negociações, continua firme no seu projeto de esvaziar os demais times brasileiros e espanholizar o futebol do Brasil.

Estou fora. Não ligo a Globo no domingo à tarde. Os espanhóis que se entendam.

Até segunda-feira, quando volto a trabalhar.

*Podem chorar, framenguistas. Vocês jamais lerão ou ouvirão esse tipo de crítica nos veículos da FraPress. Por motivos, óbvios, claro. Mas este Blog não tem compromisso com pessoas, veículos e patrocinadores.

 

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Um peixe na janela!

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Confesso: nunca fui um grande fã do Romário. Nem como craque, nem como pessoa. Como “matador”, sempre achei Reinaldo, do Atlético Mineiro, melhor do que ele. Paulo César Caju, que não era matador, mas também era atacante, jogava muito mais bola do que Romário. Na minha lista de grandes craques da história, o “Peixe” faz parte do terceiro escalão, junto com Zico, Platini e Falcão. Garrincha e Pelé estão na primeira lista, Maradona e Paulo César Caju (que chegou a ser chamado de Paulo Pelé no futebol de praia, onde começou) na segunda. Isso para falar apenas dos craques que vi jogar. E, como botafoguense que sou, de craques eu entendo.

Nunca o admirei como pessoa. Não gosto daquele estilo marrento, daquela forma de olhar. Meu querido amigo Maurício Menezes, jornalista e humorista framenguista (ninguém é perfeito, né?), me garantiu à época em que fez parte da diretoria de Kleber Leite, que Romário é um cara legal e que sempre foi marrento para poder se defender dos “malas”.

“Pô, PC! O cara é abordado a todo instante por tudo quanto é tipo de espertalhão. Vi gente tentando vender terreno dentro de lagoa para ele. É claro que tem que ser desconfiado”, me garantiu Maurício.

Meu conceito sobre Romário melhorou após o nascimento de sua filhinha Ivy, portadora da síndrome de Down. O carinho dele pela menina, uma de suas seis filhas, é especial. Melhorou ainda mais ao ler a revista piauí que está nas bancas com um perfil sobre o ex-craque e agora deputado, assinado pela repórter Clara Becker.

Ilustração: CárcamO (revista piauí)

O texto começa narrando a ida de Romário de ônibus, junto com alguns dos novos colegas parlamentares, a Canoas e a São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, para participar de uma partida dos Jogos da Solidariedade, cujo dinheiro arrecadado é doado para instituições beneficentes. Para participar dos eventos, Romário exige que a renda seja dada a instituições que ajudam pessoas portadoras de deficiência, uma de suas bandeiras no Congresso.

“Entrei para a política com três temas definidos: defesa das pessoas com deficiência, combate à drogas e fiscalização da Copa de 2014”, disse Romário à repórter.

“Eu me vejo como uma voz lá dentro que representa os pais que têm filhos como eu tenho, eu sei do que eles precisam”, complementou.

A história de como reagiu ao saber que a filha era portadora de uma síndrome que os médicos ainda não sabiam qual, é comovente. Ele segurou o choro, entrou no quarto e falou para a mulher, Isabella:

“Papai do Céu nos deu um bebê especial”.

Mas Romário mostra também seu lado marrento ao falar da vez em que foi parado numa blitz da Lei Seca no Rio e se recusou a soprar o bafômetro, teve a habilitação apreendida por cinco dias, foi multado em R$ 957 e responde a processo administrativo.

“Como qualquer cidadão, posso recusar o teste, e foi o que eu fiz e farei sempre: usar meu direito. Na opinião da imprensa, eu tenho que fazer o teste. Não fiz e não vou fazer”.

Concordo com o Romário. Também acho essas “blitzes” midiáticas. Servem mais para pegar motoristas com IPVA atrasado, pneus carecas e outros delitos que nada têm a ver com bebida.

A matéria não registra, mas Romário também foi acusado no final do ano de se envolver numa confusão no condomínio em que mora na Barra da Tijuca, no Rio, e de ter dado uma “carteirada” em uma vizinha.

Nada que ofusque o fato de ter sido apontado como o sexto lugar do prêmio “Congresso em Foco” por jornalistas políticos com o aval do público.

No final da matéria, a repórter relata as perguntas “venenosas” que Romário fez ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que participou de uma audiência pública no Congresso. Antes do encontro, Romário ligou para um jornalista do seu partido, o PSB, e disse: “Eu sei que o Ricardo Teixeira não presta e o cidadão tem direito de saber disso também”.

Durante a audiência manteve o estilo:

“O senhor prometeu que os estádios da Copa seriam erguidos apenas com o dinheiro da iniciativa privada. Não é o que se vê, infelizmente, diante do investimento do governo federal. O que aconteceu? (…)”.

E ainda insistiu:

“O senhor recebeu propina? Se o seu nome aparecer no processo, o senhor renunciará à presidência da CBF e ao COL?”.

Assim é o Peixe. Entrou agora no ônibus do Congresso e já se sentou na janela.

 

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Neymar realiza sonho do Flamengo de ser notícia fora do Brasil

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Reprodução do jornal Extra

Deu hoje na capa do jornal Extra. É impressão minha ou os “coleguinhas” do jornal zoaram o Mengão? Depois o pessoal fala na FraPress.

Como todos sabem, o sonho do Framengo é ser notícia fora do Brasil. Mas precisava ser dessa forma?

É por isso que eu odeio jornalistas!

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Uma vez Flamengo, sempre Flamengo, como diria José Sarney

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Reprodução site da Veja

Meus amigos: eu queria abrir o ano de 2012 falando de coisas boas. Mas não dá pra deixar de registrar aqui no nosso Blog a revelação divulgada pelo colunista Lauro Jardim, da Veja: Sarney é mesmo framenguista. Tudo a ver. Oportunista, continuista e outros istas (se é que vocês me entendem). Se deu bem e cresceu na Ditadura. Quando as coisas mudaram, mudou de lado também. Sempre suspeito, sempre espertalhão, sempre envolvido em coisas estranhas, sempre beneficiado pelo Sistema. Teria que consultar o Aurélio e o Houaiss para ver quantos adjetivos mais se enquadram nessa figura.

É como ele mesmo diz: “Uma vez Flamengo sempre Flamengo”. Vejam o vídeo aqui.

Já já voltamos a falar de coisas boas e sadias.

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