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Botafogo – JBlog – Jornal do Brasil

Estratégia do Botafogo de ficar em segundo lugar no grupo para pegar o time mais fraco pode ser perigosa

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Todos viram o que aconteceu no jogo do Glorioso contra o simpático Boa Vista. O Botafogo tomou dois gols, empatou quando quis com dois golaços, mas não quis virar o jogo. Sabia que se ficasse em segundo lugar no grupo iria enfrentar o Framengo que tem um time bem inferior ao do Fluminense. Com isso o Vasco é que vai enfrentar o Flu. Mas sabemos muito bem o que acontece em jogos decisivos do Framengo. Vide o impedimento inventado do Dodô em 2007, o pênalti mandrake marcado pelo Marcelo de Lima Henrique em 2008 e a não expulsão do Juan após agredir e ameaçar o Maicosuel em 2009. Dessa vez o Botafogo não corre o risco de ir para os pênaltis e o goleiro assassino do Framengo se adiantar nas cobranças. Mas é bom tomar cuidado. Quem apita domingo? Será que vão desafiar mais uma vez o Glorioso e escalar Marcelo de Lima Henrique, Péricles Bassols ou Rodrigo Nunes de Sá que costumam dar sorte ao Framengo?

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Com um time limitado, mas esforçado, Flamengo consegue ganhar do Botafogo sem a ajuda da arbitragem

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Tudo bem que o Rodrigo Nunes de Sá (aquele mesmo que deixou de expulsar o Juan em 2009 após a agressão e as ameaças ao Maicosuel) deixou o tal de Cáceres dar pontapés o jogo inteiro, mas dessa vez não influenciou no resultado. Sabendo das limitações do esforçado time do Framengo, o Botafogo, desfalcado de Renato, Marcelo Mattos e Andrezinho,  pareceu desmerecer o time de Rafinha, Ernani e o filho do Alcindo. Jogou sem volantes, sem se preocupar com a defesa e falhou muito nas finalizações. Isso não se faz. O Framengo jogou fechadinho nos contra-ataques, fez um gol de canela e o Felipe soube fazer cera evitando qualquer tentativa da reação do Botafogo. Vamos ver se no jogo para valer, se o Framengo chegar à final da Taça Rio, o Botafogo joga melhor do que jogou hoje.

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Meninos eu vi e acho que estou vendo de novo

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Lembro como se fosse hoje. Meu tio Gil, botafoguense de boa cepa, chegou pra mim e disse: “Já ouviu falar no Paulo Pelé?. Vai entrar no Botafogo e fazer sucesso. Você nunca mais vai esquecer dele.” Não deu outra. Paulo Pelé se tornou Paulo César, fez três gols numa decisão dando um título ao Botafogo, foi convocado para a seleção, virou Paulo César Lima, depois Paulo César Caju, foi jogar na França e virou “Paul Cezá”. Jogava muito. Um dos melhores jogadores que vi jogar. Muito melhor do que Zico, muito melhor do que Romário, muito melhor do que os dois Ronaldinhos que a Mídia globalizada enfia goela a dentro dos inexperientes e manipuláveis. Não que esses não jogassem bem. Mas o tal do Paulo Pelé era muito melhor.

Cria do Botafogo num tempo em que o Botafogo dava muitas crias. E vi Jairzinho, e vi Roberto Miranda, e vi Carlos Roberto, e vi Afonsinho, e vi Nei Conceição; e vi muitos outros mais. Junto com Manga (o melhor goleiro que vi jogar), Sebastião Leônidas (o melhor e mais clássico zagueiro que vi jogar) e Gérson (o melhor meia que vi jogar) formaram um time inesquecível que ganhou tudo o que tinha que ganhar e ajudou o Brasil a trazer o caneco em 70.

Lembrei de todos eles hoje ao ver o que Cidinho, Vitinho e Sassá fizeram em campo hoje contra o modesto Resende, que há três ou quatro anos humilhou o Framengo em pleno Maracanã. E temos visto Renan, Dória, Jadson, Lucas Zen, Gabriel, Gilberto e outros que virão.

É preciso muita calma nessa hora. Mas algo me diz que o Botafogo começa a formar uma nova geração inesquecível. É isso que nós estamos vendo de novo.

Vamos aguardar.

 

Postado por paulocesar  | Comentar

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Cuidado, Botafogo! A badalação em torno das declarações de Oswaldo de Oliveira não é à toa. Tem algo por trás

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Reprodução

Foi meu camarada Mário AV quem lembrou. Em 2011, após mais um catimbado jogo entre Botafogo e Fluminense, que, como da última vez, foi tumultuado pelo “valente” Valencia, o presidente da federação de árbitros, Jorge não sei das quantas, se reuniu com os árbitros (entre eles, Marcelo de Lima Henrique) para comentar os erros do árbitro daquele Botafogo e Fluminense.
Na “preleção”, Jorge não sei das quantas fez a maior pressão sobre o Glorioso e especialmente sobre Loco Abreu. Disse o artista a Marcelo de Lima Henrique e a seus colegas, entre outras coisas:
“O árbitro desse jogo perdeu o jogo nesse lance. Porque ele realmente não ia dar cartão amarelo. (…) Nisso chegou o Loco Abreu, chegou o pessoal do Botafogo. Pra mídia o que ficou é que ele voltou atrás na decisão em função da pressão do Loco Abreu do Botafogo (…) Aí já gastou o cartão (..) pois  tudo isso aconteceu porque ele demorou a dar (o cartão) e aí resolveu expulsar o Valencia… (…) aí já tinha desagradado o Botafogo e passou a desagradar o Fluminense (…)”

E tome falar no Loco Abreu. Fora esse suspeito “passou a desagradar o Fluminense”.
O que ele quis dizer com isso? Que o time da empresa de saúde não pode ser desagradado? Será que foi por isso que no ano passado o Lucas foi expulso logo no início de um dos jogos da decisão Botafogo e Fluminense?
Algo há, algo há. Tome cuidado daqui pra frente, Botafogo e Oswaldo de Oliveira. Um grande jornal carioca, numa matéria anônima, chegou a escrever que Oswaldo estava com “raiva”. Raiva! É muito forte. Já vimos esse filme em 2007, 2008 e 2009 e conhecemos bem o final. O mesmo de 2011 e 2012.
Para ver ou rever o vídeo “Cuidado, Loco Abreu” (publicado pelo site UOL e reproduzido em 2011, em meu outro blog), clique aqui. No meio da gravação é possível ouvir a pressão que resumi acima entre aspas.

Postado por paulocesar  | Comentar

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Esse cara é o Seedorf

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Ilustração: Cláudio Duarte

Precisa dizer alguma coisa?

Uma boa semana para todos.

Postado por paulocesar  | Comentar

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