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Jornal do Brasil

Botafogo – JBlog – Jornal do Brasil

Quem sente o cheirinho por último, sente melhor

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Falam muito. Menosprezam o adversário, tripudiam, se acham os tais.

Vão ver mais uma final na tv.

Por hoje é isso. Vou comemorar.

Boa noite, alvinegros.

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Pra que provocar os botafoguenses, dona Ferj?

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É como escreveu a Alexandrina, mulher do meu camarada de longa data e companheiro de O Globo, Luiz Eduardo Rezende, num comentário em um post do também querido amigo Luiz Carlos Mello, no facebook.: “É um absurdo a Ferj fazer isso. Pra quê? Se errar pro Flamengo vai ser favorecimento. Se errar pro Botafogo vai ser compensação. Desnecessário o risco. (…)”

Análise perfeita. Marcelo de Lima Henrique e Botafogo não se bicam. Esse cara foi o juiz do polêmico “jogo do chororô”, que me estimulou a publicar uma réplica escrevendo o “Jogo do Senta”. Quando escrevi o livro entrevistei o PM Djalma Beltrami, que inventou aquele impedimento do Dodô na decisão de 2007 e ainda expulsou o artilheiro botafoguense. Botou a culpa no bandeirinha Hilton Moutinho.

Tentei duas vezes entrevistar o Marcelo de Lima Henrique e ele deu bolo. Uma vez marcou na sede da Ferj, no Maracanã, e foi embora antes da hora combinada. Da outra vez me fez ir até um quartel na Avenida Brasil e também não cumpriu o combinado. Quem deve, teme.

Não vou ficar aqui lembrando quem é Marcelo de Lima Henrique, cuja carreira é envolvida em polêmicas e más arbitragens. Não desconfio da sua honestidade. Acho apenas que é um incompetente e um cara sem sorte no trabalho.

Ainda dá tempo, dona Ferj, de ouvir a sabedoria de uma mulher, arrumar uma desculpa e escalar outro juiz.

 

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Como diria vovó: “quem não faz, leva”

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Há que reconhecer: não se perde tanto gol assim. Mérito do Júlio César? Falta de competência dos “atacantes” do Botafogo? Os dois. E fora que deu tudo errado hoje. Todo o time jogou mal. Do Jefferson ao Marcos Vinicius. Léo Valência participou bastante do jogo mas não foi decisivo. Marcinho caiu muito. E até a zaga jogou muito mal. Moisés improdutivo. E Brenner. Bem Brenner é o Brenner. Não é jogador pra ser titular. Que Kieza volte na quarta.

Tem que contratar pro Brasileirão.

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E se o Botafogo for campeão?

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Quebrou a cara quem cravou Flamengo contra o Botafogo na final da Taça Rio. Numa resenha 6 jornalistas botaram o Mengo como favorito contra o Flu no jogo de ontem. Um deles chegou a prometer que ficaria de costas se o mais favorecido não fosse finalista. No Facebook, um amigo flamenguista metido a francês que cantou vitória antes e disse que iria ao jogo domingo ver o time ser campeão contra o Botafogo, mudou de assunto. Uma amiga apelou e perguntou se a Taça Rio agora valia. Ué! Até isso eles roubam?! Quem supervaloriza o Carioquinha quando o Mengo ganha e desvaloriza quando o Botafogo ganha é a Mídia. Ou será que esqueceram também o título do Globo quando o Glorioso foi campeão em 2013.

Aqui no Blog a gente tem memória.

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Sem sorte não se chupa nem um chicabon, Botafogo

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Só lembrando a famosa frase de Nelson Rodrigues pra explicar o que aconteceu hoje no jogo do Botafogo contra o Vasco. Pra começar, pelo lado negativo. Aliás, negativíssimo: a fratura do João Paulo, que vinha sendo o melhor jogador do time no ano. Independente do erro grave do árbitro ao não expulsar o Rildo, que depois foi “vítima” da praga botafoguense e se machucou.

Reprodução PPV SporTV

Falta de sorte do Botafogo também que Paulinho,  jogador que substituiu o irresponsável e violento Rildo, acabou sendo o melhor jogador em campo. Mas o time fica sem João Paulo por um bom tempo. Vai precisar de um substituto.

Mas a sorte do Botafogo mesmo foi a vitória do Flamengo de goleada sobre a Protuguesa. Se não acontece, o time poderia passar a vergonha de ficar de fora das semis da Taça Rio e do Campeonato Carioca. É muito pouco. O Botafogo não pode depender desse tipo de coisa.

E o bravo Valentim, hein? Foi apresentado ao que fazem constantemente com o Botafogo: erros de arbitragem. Me pareceu ter segurado o choro, sim.

Será que os botafoguenses não poderiam chupar mais chicabons?

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Vai Bebeto, vai ser gauche na vida

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Sabe aquelas coisas que você não faz por uma bobeada qualquer e depois se arrepende pelo resto da vida? Pois é: volta e meia isso acontece comigo. E aconteceu com relação a Bebeto de Freitas. Entrevistei o cara quando estava preparando o livro “Jogo do Senta, a verdadeira origem do chororô”. Fui muito bem recebido no play de sua casa, a entrevista foi muito boa e descontraída, filmada pelo meu amigo uruguaio Juan Silvera e depois nunca mais vi o Bebeto. Trocamos e-mails quando o livro foi lançado em agosto de 2014, mas ele não pode ir ao lançamento. Hoje à tarde soube da sua morte. Fiquei chocado como muitos botafoguenses e muitas outras pessoas, especialmente as que gostam de futebol e de esporte. E Bebeto foi muito mais do que presidente e atleta do Botafogo. Os jornais amanhã vão detalhar a carreira e a importância de Bebeto.

Lembro bem do momento em que o Juan, flamenguista, por sinal, tirou essa foto. Com que satisfação Bebeto exibiu a camisa de divulgação do Jogo do Senta, cujo desenho foi feito pelo genial cartunista botafoguense Cláudio Duarte, que depois assinou também a capa do livro. O sorriso de alegria substituiu a indignação contra tudo o que aconteceu naquele chamado “Jogo do Chororô”. A entrevista está toda no livro. Alguns trechos:

O que aconteceu no vestiário?

“A frustração de todos. Os jogadores se  sentiram ultrajados, violentados. Conversei com alguns que reclamaram muito e diziam que eram pais de família e que tinham sido destratados, coisa que normalmente após uma derrota acontece, mas que só naquela vez, naquela oportunidade, realmente foi acima de qualquer coisa. Todos estavam revoltados no vestiário com tudo o que tinha acontecido.”

Vocês mediram as consequências da repercussão daquele protesto?

“Eu tenho uma coisa para mim que enquanto eu ainda me indignar com as coisas erradas, com as coisas que acontecem, é sinal de que estou vivo, é sinal de que eu tenho emoção. Chorar eu já chorei na alegria, na tristeza. O pior choro é o da indignação, da impotência. E a paixão traz esses limites. A paixão que você exprime pelas coisas que você faz é que te impõe esses limites. O Botafogo é uma paixão minha e esses limites na minha vida se interpõem aos limites dos torcedores do Botafogo. São contrastantes como a maioria dos torcedores”.

Em outro dos momentos, Bebeto respondeu assim quando perguntei se ele repetiria à época da entrevista tudo o que aconteceu após o jogo:

“Esta questão da emoção aparece nos momentos em que você não tem firmeza ou está indignado. Não sei qual seria a minha reação hoje. Na época a reação foi de quem estava indignado e com emoção”.

Se arrepende?

“NÃO (grifo meu). Como se arrepender de uma coisa que você faz espontaneamente, que não afeta ninguém e é apenas uma demonstração sua de amor ao que você faz e ao que você representa? E aquele era o sentimento de todos nós. Agora se o fato de eu ter chorado, de eu ter me emocionado, na realidade, é DIFERENTE (grifo meu). Não afeta ninguém e isso a gente aprende no esporte que as coisas se ganham dentro do campo. A emoção vem da sua indignação, do seu amor pelo clube e foi uma forma de externar todo aquele sentimento”.

O que você faria se encontrasse com Marcelo de Lima Henrique (o juiz do chamado “Jogo do Chororô)  e Djalma Beltrami (o juiz que anulou o gol legal de Dodô um ano antes).

“Eles é que têm que saber o que diz a consciência dele. A minha está tranquila pois foi de emoção. E isso não é nenhum problema”.

Vai Bebeto, vai ser gauche (expressão eternizada num poema de Drummond) na vida.

Fui pesquisar pra não escrever bobagem e uma das fontes escreveu que ser gauche na vida “é ser estranho, deslocado, diferente.”

E Bebeto era assim como todos nós botafoguenses: estranho, deslocado, diferente.

Quando chegar aí em cima, Bebeto, mande um abraço pro seu tio João Saldanha e pro Sandro Moreyra. E diga ao Armando Nogueira que estou preparando um livro sobre ele e que seu filho Manduka e sua neta Letícia estão muito bem.

Saudações alvinegras.

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Muita calma nessa hora, botafoguenses

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Claro que o resultado não foi bom. Mas o que fica cada vez mais evidente é que o time é outro. Kieza não é um post na área do adversário como era o Brener. Participa do jogo e perde gols. Atacante tem que perder gols. Uma hora a bola entra. E se perdeu gols é sinal de que a bola chega nele.

Gatitto, pelo jeito, ganhou mesmo a posição de Jefferson, Marcinho está pegando confiança e Moisés começa a se candidatar a craque. Pode reeditar a tradição de bons laterais do Botafogo como Nilton Santos (o maior de todos), Rildo, Marinho Chagas e outros menos geniais como Vitor Luis. A zaga de área não é mais problema. E ainda tem o Carli e outros.

No meio, Lindoso tem jogado com tranquilidade e simplicidade. Só precisa ser mais ousado. João Paulo, como disse no post anterior, é o novo Dirceuzinho. Pimpão está voltando a pimpar, embora tenha jogado mal hoje e substituído e o chileno hoje trabalhou bem as bolas paradas. Inclusive a do lance do gol do Igor. E gosto da postura de Valentim de dar força ao menino Ezequiel. Uma hora ele brota.

Tem que ter paciência. Muita calma nessa hora, amigos botafoguenses.

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Negocio o porteiro flamenguista do meu prédio. Remunero bem

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Que flamenguistas são chatos para cacete todos nós sabemos. Você vai ao cinema com a esposa ou namorada tem um cara com a camisa do time, vai ao hospital visitar a avó tem outro, entra no restaurante chique ou mosca no prato idem. Vai ao batizado da filha de um amigo e está lá o mala fantasiado de “Mengo”, vai ao velório no cemitério e está lá o cara com a camisa do “Mengão” (sic). E acham que estão abafando!

No meu prédio não poderia ser diferente. Pior, no meu andar. Um dos meus vizinhos, meu ex-aluno e amigo trabalha na assessoria de Imprensa do Flamengo. Sai de casa vestido de Flamengo da cabeça aos pés. Boné, agasalho, camisa, meia… Mas ele eu até perdoo: está a caminho do trabalho no Ninho do Urubu.

Duro mesmo é Renato, meu porteiro. O cara é o típico Xatolino (com X mesmo). O Flamengo ganha, ele chega ao cúmulo de segurar a porta do elevador pra falar daqueles gols “duvidosos” com que os árbitros e bandeirinhas costumam favorecer pra beneficiar o time da elite do Leblon e da Gávea.

Mas hoje foi demais. Renato Xatolino leu num diário desses que fazem a alegria dos sentões que o tal de Paquetá pode ser negociado por 200 milhões. Que nem o Neguebinha, aquela mistura do Negueba com Rafinha, que os malandros conseguiram empurrar pros espanhois como se fosse um New Neymar. Novo Zico já ficou pra trás pra essa gente.

“Viu, seu Paulo, viu seu Paulo: com dois jogadores o ´Mengão` (sic) faturou 400 milhões”.

Não deu tempo pra segurar a porta do elevador, que estava parado no último andar. Preferi subir os cinco andares de escada pra não ter que aturar a figura.

HISTÓRIAS DE SANDRO MOREYRA

(…) Em alguns casos, Sandro tinha o personagem, mas faltava a história. Como aconteceu certa vez com Zagallo, como recorda Márcio Guedes:

– Durante uma crise entre o Botafogo e Zagallo, Sandro pediu ao técnico:

“Ô, Zagallo, estou precisando fazer uma matéria com você sobre esse assunto”.

Zagallo falou:

“Sandro, esse assunto é muito delicado, eu não quero fazer uma entrevista formal com ninguém, não. Até porque eu estou muito desgastado. Faz o seguinte: escreve o que você quiser”.

Sandro ponderou:

“Não posso fazer isso. O assunto é sério. É uma entrevista pingue-pongue (perguntas e respostas)”.

Zagallo rebateu:

“Você me conhece muito bem, conhece o Botafogo e conhece a crise. O que você colocar na minha boca, eu assino embaixo”.

No dia seguinte, Sandro garantiu a Márcio que Zagallo comentou:

“Achei ótima a minha entrevista”.

Zagallo confirma a história de Márcio Guedes.

– Isso ele fazia muito. Eu dava autorização.

(Essa história exclusiva  está no livro “Sandro Moreyra, um autor à procura de um personagem”, da Gryphus Editora, à venda em todas as grandes livrarias).

 

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Onde estavas tu, Moisés?

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Que grata surpresa esse Moisés? Joga muito. E parece que nasceu pra jogar no Botafogo, clube dos maiores laterais esquerdos da história do futebol mundial. Remember Nilton Santos e Marinho Chagas. Marca bem, parte pra cima e dribla. Como é bom ver um lateral que dribla. Marcinho também voltou muito bem. Está pegando confiança e personalidade. Já o Luis Fernando continua devendo. Não dá liga. Bora, rapaz, isso aí é Botafogo. É a sua grande chance.

No gol não há dúvidas de que Jefferson tem que esperar mais um pouco. Gatitto continua em grande forma. Os jovens zagueiros tomaram conta também. Marcelo é outro que está pegando confiança. João Paulo lembra o Dirceuzinho dos anos passados e Lindoso está bem e Pimpão voltando a ser Pimpão. Que golaço o de ontem.

Anularam um gol legal do Kieza e é bem insistir com o menino Ezequiel. Já o chileno não consegue se soltar. Quando a gente pena que vai, não vai. É bom botar as empanadas de molho pois o Marcus Vinicius está pedindo passagem. Entrou muito bem ontem.

E, repito, que bom ver de novo um técnico atuante que grita com o time, com o juiz e começa a conquistar a torcida.

Boa dica, Cuca. Um dia a gente volta a se encontrar.

 

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Todo jogo eles fazem tudo sempre igual

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Amigos e amigas

Era pra ter publicado uma resenha no próprio sábado após mais um daqueles jogos com “lances duvidosos” contra o Flamengo, mas não deu. Fiquei puto quando o juiz validou o gol impedido do grandão do Mengo e fui ao cinema. Já conhecemos esse filme, sabemos o final e o único Oscar que ganha é o da “malandragem”. Soube que depois anularam um gol do Botafogo em condições muito menos “duvidosas” e que houve um outro lance “duvidoso” de pênalti contra o “maior do mundo”.

Esse tipo de coisa tem sido sistemática nos jogos do Mengo contra o Botafogo. Tem acontecido desde 2007 com aquela invenção absurda do “impedimento” do Dodô. E não vou relembrar as sequências aqui que já encheu o saco.

A desculpa do adversário já conhecemos. A mesma ladainha de sempre: é “chororô”. Isso partindo de quem inventou o chororô no famoso JOGO DO SENTA.

Os comentaristas de tv, o JB, o Renato Prado, O Globo, o Extra… todo mundo publicou com destaque que o gol do grandão foi impedido. Mas eles negam sempre.

Já sabemos: ROUBADO É MAIS GOSTOSO.

Há quem ache.

Todo jogo eles fazem tudo sempre igual.

Até quando?

Boa semana.

Postado por paulocesar  | Comentar

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