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Jornal do Brasil

Cabo Frio JB News

Estudantes de Cabo Frio recebem peça teatral sobre Educação Ambiental

Em comemoração ao Dia das Crianças, alunos da Escola Municipal Professora Cláudia Muzio Freitas de Oliveira, no Jardim Esperança, em Cabo Frio, foram presenteados com a apresentação da peça teatral “Aventuras no Mundo Encanado”, que conta a história de um pescador inconformado com a degradação das águas e do meio ambiente da Região dos Lagos, e que busca ajuda para levar conscientização à população.

Com o objetivo de inserir o teatro nas escolas da Rede Municipal de Ensino, beneficiando alunos e professores do primeiro segmento do Ensino Fundamental, a Secretaria de Educação de Cabo Frio firmou parceria com a produtora 3 Apitos, que recebe apoio do Instituto Equipav (por meio da Lei de Incentivo Rouanet) e do Ministério da Cultura, com patrocínio da Prolagos.

“A peça ‘Aventuras no Mundo Encanado’ aborda enfaticamente a Educação Ambiental e se utiliza do entretenimento que os bonecos proporcionam ao público infantil para levar cultura e aprendizado de uma só vez aos nossos alunos”, ressaltou Clotilde Fiúza, Chefe da Gerência de Programas e Projetos da SEME.

Na luta do pescador pela conscientização da população contra a poluição, surge Casquinha, uma tartaruga muito esperta e destemida que enfrenta aqueles que possuem hábitos prejudiciais ao meio ambiente e, junto com o pescador, ensina formas melhores de se utilizar a água, evitando o desperdício.

“Aventuras no Mundo Encanado” trata da realidade da Região dos Lagos

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Sociedade se une e mantém aulas de ginástica no Peró, em Cabo Frio

Texto: Paulo Roberto Araújo

A determinação da sociedade conseguiu manter um programa de sucesso em Cabo Frio. Moradores e veranistas do Peró, balneário  candidato à Bandeira Azul (título internacional de qualidade de praias) se uniram para impedir que um programa voltado para a saúde e a qualidade de vida chegasse ao fim. Eles se cotizaram e conseguiram manter as aulas de ginástica que a professora de Educação Física Patrícia Ângelo comanda há anos na orla da Praia do Peró. Nas sextas-feiras fazem uma caminhada até a Praia das Conchas.

O programa diário de exercícios na praia foi suspensa no ano passado, quando a prefeitura deixou de pagar os salários dos professores que comandavam as aulas de ginástica de solo em praças de Cabo Frio. Os pedidos para restabelecimento do programa voltado para a chamada melhor idade foram em vão. A prefeitura alegou e ainda alega falta de recursos.

– O pessoal se uniu, formou uma cooperativa e conseguiu manter o trabalho da professora Patrícia, que é muito querida por todos. Ela faz um ótimo trabalho voltado para a qualidade de vida. A boa notícia é que o número de alunos aumentou de 40 para 90 e o verão nem chegou. Cada dia chega um aluno novo – comentou a aluna Daise Corrêa, de 62 anos.

As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, desde 2009, das 8 às 9h, no calçadão do Peró.  Quando venta forte, as aulas vão para a Praça do Moinho, que foi desfigurada pela própria prefeitura e está abandonada.

– Certa vez tentamos transferir as aulas do calçadão para um galpão, mas os alunos não aceitaram. Eles não abrem mão de fazer as aulas admirando esta paisagem incrível da Praia do Peró – disse Patrícia Ângelo, que é professora de Educação Física e de Natação.

Além da ginástica de solo e caminhadas, o grupo participa de ações na praia, como a retirada de micro lixo, voltadas para a candidatura do Peró à Bandeira Azul.

– Sou muito agradecida aos alunos. Eles são fantásticos. Fora das aulas, promovemos festas de aniversário e outras atividades num ambiente de muita descontração e onde não se fala em crise. Formamos uma grande família aqui no Peró – comemora Patrícia.

Com apoio apenas de empresas, como a Forte Farma, os alunos se cotizam para servir o café da manhã e buscam apoio para encontrar um local onde possam guardar o material que usam nas aulas. Qualquer apoio pode ser oferecido através do telefone 22-988583485.

Além da ginástica de solo e caminhadas, o grupo participa de ações na praia, como a retirada de micro lixo, voltadas para a candidatura do Peró à Bandeira Azul. (Fotos: Divulgação)

 

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Projeto “Energias Alternativas” leva conhecimento às escolas

A Coordenadoria de Ciência e Tecnologia continua levando conhecimento às escolas da rede municipal, através do “Energias Alternativas”. Três unidades foram visitadas nesta terça-feira (19): Escola Municipalizada Teixeira e Sousa e Escola Municipal Achilles Barreto, no Porto do Carro e Escola Municipal Evaldo Salles, no Peró. O projeto é fruto de uma parceria com a empresa PW Solar, proporciona instrução e abre novas possibilidades aos estudantes da rede municipal no que se refere à energia renovável. O intuito dessa parceria é transformar energia solar em elétrica, além de conscientizar os alunos sobre a importância da energia sustentável.

Nessas visitas, os estudantes puderam participar de demonstrações práticas sobre o uso e aplicações da energia. Os estudantes também participaram de uma demonstração feita em um sistema portátil de captação de energia fotovoltaica que converte energia solar em elétrica.

“Essas visitas são para que os alunos conheçam um pouco da conversão de energia, e, antes de tudo, um trabalho de conscientização ambiental da comunidade escolar”, explicou o coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação, Alessandro Teixeira.

As visitas são feitas nos dois turnos (manhã e tarde), e os representantes da empresa PW Solar e a equipe da coordenadoria fazem demonstrações práticas que convertem energia solar em elétrica e usam uma bicicleta ergométrica para gerar energia. O objetivo é que todas as escolas municipais recebam as equipes para que se conscientizem e conheçam mais sobre a energia sustentável. As escolas do 2º distrito recebem o projeto no dia 26 de setembro.

Três unidades escolares foram visitadas nesta terça-feira

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Dia da Árvore é celebrado nesta quinta

Na próxima quinta-feira (21) é comemorado o Dia da Árvore. A escolha desta data se deu pela proximidade da chegada da primavera, no dia 22 de setembro. Em Cabo Frio, a comemoração será no Horto Municipal com uma tarde musical, na quinta-feira, e abertura da exposição de bonsais que vai até o domingo (24).

Cada região do país tem uma árvore símbolo, e aqui em Cabo Frio, como em toda região sudeste, o Pau- Brasil é o mais simbólico de todos. Árvore que despertou a cobiça de europeus, pois era usada na fabricação de móveis e instrumentos musicais, além de ter o extrato transformado em corante vermelho. Mas além dele, que existia em larga escala na Mata Atlântica, Cabo Frio também é a terra da Aroeira, Guaquica, Guapeba e Bajuru.

A cidade possui vegetação diferenciada em relação ao restante do sudeste brasileiro por conta do relevo quase plano e clima semi-árido. Durante o desenvolvimento urbano de Cabo Frio, predominava o pau-brasil, que ainda resiste e é encontrado nas Áreas de Proteção Ambiental (APA) que leva o mesmo nome da árvore. Esta APA é a maior e mais importante reserva de pau-brasil em todo o estado do Rio.

A aroeira vermelha também é uma importante espécie encontrada na região. A árvore tem como fruto a pimenta rosa, que possui sabor adocicado, mas com teor ácido e de ardência leve, muito parecido com a pimenta do reino, só que mais suave. A pimenta é muito usada na gastronomia nacional e internacional, mas a aroeira também tem qualidades reconhecidas na medicina. Por seu uso na culinária francesa, recebeu o nome de poivre rose. Na medicina ela é usada no tratamento da artrite, febres, ferimentos, reumatismos, higiene íntima das mulheres e nos cuidados pós-parto.

Para o biólogo Eduardo Pimenta, coordenador de Meio Ambiente da Prefeitura de Cabo Frio, as ações promovidas pelo município contribuem para o desenvolvimento de uma nova educação ambiental.

“As atividades que promovemos são de extrema relevância porque elegem uma nova forma de pensar e agir buscando sempre a sustentabilidade. Precisamos proteger o Meio Ambiente e se cada um fizer sua parte na cidade, teremos ótimos resultados”, ressaltou ele, convidando a todos para a exposição no Horto Municipal.

O Horto Municipal fica aberto à visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Data será comemorada no Horto Municipal com música e exposição. Fotos Pedro Campos

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PERÓ PODERÁ HASTEAR BANDEIRA AZUL EM 2018

Texto: Paulo Roberto Araújo

A Praia do Peró, em Cabo Frio, poderá hastear a Bandeira Azul em dezembro de 2018, mantendo-a tremulando no mastro até março de 2019. O anúncio foi feito pelo coordenador Meio de Ambiente de Cabo Frio, Eduardo Pimenta, durante a reunião do Conselho Gestor do Projeto Bandeira Azul, realizada nesta terça-feira. Na ocasião, ele apresentou o novo coordenador da fase piloto do projeto, Carlos Magno da Silva Marques.

Segundo Pimenta, ficou definido o período de quatro meses, entre dezembro de 2018 a março de 2019, como um primeiro passo para que seja estendido para o ano todo.  Essa adequação foi necessária por causa da necessidade de avaliação constante da qualidade da água, uma vez que não havia sido definido qual o laboratório que ficaria responsável pelo trabalho.

– A Bandeira Azul é importante não somente para o Peró como também para Cabo Frio e toda a Região dos Lagos. Vai colocar nossa cidade num patamar favorável ao turismo mundial. O selo é uma oportunidade de, também, resolver uma série de questões, como mobilidade e ordenamento, que se arrastam há vários anos – disse o Carlos Magno, que vai gerenciar o projeto com apoio de uma equipe técnica.

Ainda neste verão, a Prefeitura de Cabo Frio promete resolver o principal problema do Peró: a falta de mobilidade. O secretário de Mobilidade Urbana, Mauro Branco, garantiu que a questão será resolvida com a abertura de um “bolsão” de estacionamento. O local já foi escolhido. Falta definir como será feito o transporte dos banhistas até a praia e conclusão do planejamento da circulação viária no interior do bairro.

Carlos Magno explicou que o município terá que cumprir 37 itens para conquistar a Bandeira Azul no Peró. O próximo verão servirá como temporada de testes. Em junho, serão apresentadas as ações já realizadas pelo Plano Piloto. Em julho, será feita a avaliação pelo júri nacional. Em agosto, as medidas são apreciadas pelo júri internacional. Se os quesitos forem aprovados, mesmo que de forma parcial (ficarão pendentes análises da água), a Bandeira Azul será hasteada no Peró em dezembro de 2018.

A luta pela Bandeira Azul foi iniciada pelo movimento Amigos do Peró, formado por moradores, comerciantes, veranistas e turistas que lutam pela preservação da praia, que vem sofrendo processo de degradação, principalmente na alta temporada, por falta de fiscalização. O movimento defende a definição da capacidade de carga do balneário e medidas para evitar o caos no verão. Cobra também melhorias nos acessos, que estão em péssimas condições de tráfego e com sinalização precária.

– A Bandeira Azul é uma conquista para o turismo fluminense. É preciso que todo o trade turístico, principalmente do Peró, assim como o poder público e a sociedade, se mobilizem em torno do projeto – defendeu Marco Navega, presidente da Federação de Convention & Visitors Bureaux do Estado do Rio de Janeiro.

Os critérios de atribuição da bandeira azul incluem diversos parâmetros em categorias como: qualidade da água, informação e educação ambiental, conservação do meio ambiente local, segurança, serviços e infra-estruturas de apoio. A cada ano, os critérios mudam, tornando-se cada vez mais exigentes.

Em primeira instância um júri nacional aprova uma lista de praias e portos que obedeçam aos critérios e que se candidatem. Depois as candidaturas são enviadas e submetidas a um júri internacional, composto por elementos da FEE (Fundação para a Educação Ambiental).


FOTOS DE CHICO LIMA (AEREAS)

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Dia Mundial de Limpeza de Praias acontece na próxima sexta (15) em Cabo Frio

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a cada ano cerca de oito milhões de toneladas de plástico acabam parando no mar. Os dados são alarmantes e chamam a atenção para a necessidade de uma mudança de atitude e redução de consumo de plástico. A previsão da organização, por exemplo, é de que em 2050, 99% das aves marinhas tenham ingerido plástico. Sem contar que o lixo prejudica mais de 600 espécies marinhas e, deste total, 15% estão em extinção.

Diante destes dados, a ONU Meio Ambiente realiza este ano a campanha ‘Clean seas’ (Campanha mares limpos). Em Cabo Frio, o evento acontece no dia 15, às 9h, no Canto do Forte e conta com a participação de alunos da rede pública, Somar e Apae.A ação é uma parceria da Coordenadoria de Meio Ambiente da Prefeitura de Cabo Frio, da Secretaria de Educação, Instituto Somar de Turismo Adaptado, Apae e Universidade Veiga de Almeida. A intenção é reunir estes alunos numa ação que vai recolher o micro lixo da praia.

“O diferencial é a estratégia de levar os alunos da Apae para contaminar positivamente a todos”, disse o coordenador de Meio Ambiente, Eduardo Pimenta.

Evento vai reunir alunos da rede municipal de ensino e assistidos da Apae

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Espécie quase extinta é identificada no Horto Municipal

O Horto Municipal, que foi reaberto ao público na última quarta-feira (06), guarda uma espécie de planta quase extinta no Brasil: a Pavonia, que atualmente só é encontrada em áreas de proteção nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Durante as obras de revitalização do espaço, o olhar detalhista do coordenador de Projetos de Sustentabilidade da Coordenadoria do Meio Ambiente, Antonio Angelo, protegeu os dois únicos exemplares existentes em Cabo Frio. No trabalho de recuperar, reformar e limpar o Horto, retirando das alamedas as ervas daninhas e espécies invasoras da flora,
foram encontrados dois pés de Pavonea Alnifolia, da família Malvaceae, a mesma do algodoeiro, porém, praticamente extinta no Brasil.

“O que me chamou à atenção foi a coloração das flores, um pouco mais escuras que as do Algodoeiro. Resolvi pesquisar e descobri que era a Pavonea. Inclusive, encontrei a placa que identifica a espécie coberta pela terra e a recoloquei no local para protegê-las”, contou entre entusiasmado com a descoberta.

Após a identificação da espécie, o canteiro onde as duas árvores estão plantadas passaram a receber um cuidado especial.

Trajetória

Após a descoberta, Antonio Angelo resolveu pesquisar como a Pavonea havia chegado até o Horto Municipal de Cabo Frio e conseguiu chegar à sua trajetória.

“As mudas foram doadas pela Tereza Kolontai, dona da área aonde fica a Reserva Tauá, em Búzios, um local muito bem conservado por ficar em uma área particular, e entregues ao José Henrique, que era o administrador do Horto Municipal na última gestão de Marquinho Mendes. Elas foram plantadas com todo o cuidado, mas, depois que mudou a administração municipal, parece que não houve a preocupação devida com os exemplares de uma espécie tão ameaçada”, explicou.

A Pavonea Alnifolia é uma espécie típica de restingas e a intensa especulação imobiliária nos anos 70 a 90 do século passado, praticamente eliminaram sua presença natural, principalmente no estado do Rio de Janeiro, na restinga de Massambaba. Atualmente, a planta está na “lista vermelha” das espécies ameaçadas de extinção e só há registros de suas presenças em áreas de proteção ambiental, em especial nas mais restritas à visitação pública, nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Conhecida como Pavonia, planta só é encontrada em áreas de proteção no RJ e ES

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Superintendente de Pesca participa de reunião sobre o seguro defeso e Cabo Frio

O superintendente de Pesca e Aquicultura, Alexandre Marques, esteve reunido com o coordenador-Geral do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior/Setor Pesqueiro do Rio de Janeiro, Jaime Marinho, na quinta-feira (10) para tratar do atraso da emissão das carteiras do pescador artesanal, que impede os pescadores de receber seguro defeso.

Segundo o superintendente, em Cabo Frio existem cerca de 200 protocolos para liberação da licença para o exercício da atividade que estão parados no Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa) desde 2012. Com a pesca proibida na Lagoa de Araruama, os pescadores que teriam direito a receber o seguro defeso, no valor de um salário mínimo, não conseguem dar entrada no benefício.

Durante o encontro Alexandre sugeriu ao coordenador que permita que os pescadores recebam o auxilio financeiro por meio de uma certidão provisória, que existe no próprio Ministério, dede que o pescador esteja no banco de dados.

“Para aqueles que não se encontram nesse banco de dados, mas que estejam com o protocolo de 2012 a 2016, que reenviem à documentação, prevalecendo a data do primeiro registro”, explicou o superintendente esclarecendo ainda que a demanda não é só de Cabo Frio, mas de todas as cidades banhadas pela Lagoa de Araruama que dependem da pesca artesanal.

Ainda de acordo com Alexandre, o coordenador se comprometeu em levar as demandas na quarta-feira (23) junto com o presidente da Federação dos Pescadores do Estado do Rio de janeiro (Feperj), Luiz Cláudio Furtado, a uma reunião em Brasília.

Em Cabo Frio existem em torno de 2.000 pescadores artesanais afiliados à Colônia de Pescadores Z4. Desse número, 402 recebem o seguro defeso, divididos em defeso da laguna, do guaiamum, da sardinha e da piracema, que são os pescadores de Tamoios, que atuam no Rio São João.

Sobre o defeso
A proibição da pesca de qualquer espécie de peixe e crustáceo na Lagoa de Araruama começo no dia 01 de agosto e segue até o dia 31 de outubro.  Essa pausa permite a reprodução das espécies, e consequentemente contribui para o aumento no estoque do pescado.

A fiscalização será coordenada por equipes da Unidade de Polícia Ambiental (Upam), em parceria com os órgãos responsáveis de cada município do entorno da Lagoa. Cada município ficará responsável pela área da lagoa que é banhado. Quem for flagrado infringindo a lei poderá receber multa e até perder o equipamento de pesca. A Coordenadoria de Meio Ambiente instalou 35 placas às margens da lagoa na cidade informando a proibição da pesca no período do defeso.

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Fiscalização do defeso faz segunda apreensão de rede de pesca em Cabo Frio em menos de 24h

A Guarda Marítima e Ambiental de Cabo Frio realizou a segunda apreensão de rede de pesca em menos de 24 horas relativa ao defeso 2017 da Lagoa de Araruama. A ação aconteceu no final da manhã desta terça-feira (8). A reincidência aconteceu na área atrás da empresa Sal Cisne. Foram apreendidos 300 metros do material submerso na lagoa. Ninguém foi encontrado no local.

Na segunda-feira (7) cerca de 800 metros de rede foram apreendidos no mesmo local. O período de defeso iniciou no dia 1º deste mês e vai até o dia 30 de outubro. As fiscalizações vão acontecer diariamente até o fim do período com auxílio de um drone que fará monitoramento via satélite sobre a parcela da Lagoa que abrange Cabo Frio.

A operação desta terça contou com apoio da Unidade de Policiamento Ambiental (Upam). A ocorrência foi registrada na 126ª delegacia policial para investigação

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Prefeitura de Cabo Frio fiscaliza e orienta sobre o Defeso na Lagoa de Araruama

No primeiro fim de semana do mês de agosto, as embarcações da Guarda Marítima e Ambiental de Cabo Frio começaram a percorrer a parcela da Lagoa de Araruama que abrange o município, para fazer cumprir as determinações do Defeso, que proíbe a pesca na Laguna do dia 1º deste mês até o dia 30 de outubro.

Segundo o coordenador do Meio Ambiente da Secretaria de Desenvolvimento, Eduardo Pimenta, as ações inicialmente serão educativas e fiscalizadoras.  “Neste primeiro momento, estaremos apenas orientando os pescadores ou pessoas desavisadas acerca do Defeso, que é muito importante para o equilíbrio da fauna da Lagoa e para a recuperação das espécies. Só estaremos realizando apreensões de material, autuações e multas em casos de flagrante desrespeito à Lei”, ressaltou.

A Guarda Marítima e Ambiental vem realizando reuniões diárias para definir os locais e uma maneira uniforme de ação, conforme afirmou o seu comandante, Paulo Fernando. “Nossos agentes estão preparados e capacitados para garantir que o Defeso não seja desrespeitado. Agindo de acordo com as orientações da Coordenadoria do Meio Ambiente, acredito que este ano conseguiremos atingir as metas estabelecidas. Nós disponibilizamos o telefone 2645-7045 para receber denúncias, não só sobre o Defeso, como também sobre incêndios florestais e outros crimes ambientais e estaremos de plantão 24 horas por dia”.

O superintendente de Pesca da Prefeitura de Cabo Frio, Alexandre Marques, ressaltou a importância do Defeso  e salientou a importância da instalação de 35 placas na área da Lagoa na cidade sobre a proibição da pesca nesse período. “Tenho certeza que os pescadores de Cabo Frio, os legalizados e registrados, vão respeitar totalmente o Defeso e contamos com os órgãos de fiscalização para coibir pescadores de outras cidades e até turistas, que não estão acostumados com as regras locais”, ressaltou.

Secretaria de Meio Ambiente disponibiliza número de telefone para denúncias em Cabo Frio

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