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Concurseiros – JBlog – Jornal do Brasil

Ibama presenteia candidatos com concurso para nível médio

Prestes a completar 23 anos, o Ibama recebeu uma notícia que é um presente para os concurseiros: o Ministério do Planejamento autorizou a realização de concurso público para nível médio com provimento para 300 vagas, para o cargo de Técnico Administrativo, da carreira de Especialista em Meio Ambiente. A remuneração inicial prevista é de R$ 2.580,72, com benefícios já inclusos.

A realização do concurso é uma vitória para o órgão. “Depois de uma longa batalha, o Ibama consegue fazer o primeiro concurso na área de gestão administrativa”, comemora Edmundo Soares do Nascimento Filho, diretor de Planejamento, Administração e Logística. Segundo Edmundo, ainda serão realizados mais dois concursos, de nível superior, para os cargos de Analista Ambiental e Analista Administrativo – em vias de ser autorizado, segundo o próprio diretor -, com 109 e 62 vagas, respectivamente.

A portaria publicada no Diário Oficial da União determina que o edital de abertura seja liberado até novembro. Entre as atribuições do cargo de Técnico Administrativo estão a atuação em atividades administrativas e logísticas de apoio relativas ao exercício das competências constitucionais e legais a cargo do Ibama, fazendo uso de equipamentos e recursos disponíveis para a consecução dessas atividades.

Esse é um concurso é bem democrático, já que todos que estão estudando para nível médio podem candidatar-se. Como é o primeiro a ser realizado pelo IBAMA nessa área, não se sabe bem o que será cobrado, nem como será cobrado. Todos os candidatos estarão em pé de igualdade.

Como não há editais anteriores, apostamos nas disciplinas cobradas com mais frequência em concursos do mesmo nível de escolaridade. “Acredito que o candidato possa começar a estudar Português, Direito Constitucional e Administrativo, que são disciplinas mais frequentes.

Há especulações de que a banca examinadora a ser escolhida é a Cespe/UNB. Aconselho aos candidatos que resolvam questões nos moldes da Cespe/UNB, porque há grandes chances de que seja a banca eleita pelo IBAMA.

 

Postado por claudiajones às 21:52 | 23 comentários | Comentar

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Receita Federal terá 950 vagas abertas para seleção pública

 


Autorizada a realização do concurso público para a Receita Federal do Brasil. O Ministério do Planejamento abre 200 vagas de auditor-fiscal e de 750 vagas para analista-tributário, de acordo com a Portaria de nº 228 publicada no “Diário Oficial da União” do dia 25 de maio de 2012.

Os 950 cargos exigem nível superior em qualquer área e vai depender da existência de vagas na data de nomeação e à declaração do respectivo ordenador de despesa sobre a adequação orçamentária e financeira da nova despesa à Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, demonstrando a origem dos recursos a serem utilizados.

O edital de abertura do concurso público deverá ser publicado em até seis meses a contar da data de publicação da portaria.

Veja a íntegra da Portaria 228.

Postado por claudiajones às 2:13 | Nenhum comentário | Comentar

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Técnicas auxiliam na absorção de conteúdos

Conversei com dois grandes mestres em técnicas que ajudam a acelerar a aprovação, Alexandre Maia, psicólogo especializado em concursos e autor do livro ”Preparo Emocional Para Passar em Provas e Concursos”, e Juarez Lopez, pioneiro em leitura dinâmica e autor do livro “Como ler mil palavras por minuto”. Assista ao meu bate-papo com os dois.

Postado por claudiajones às 10:37 | Nenhum comentário | Comentar

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Às mães concurseiras

Com a chegada do Dia das Mães, eu não poderia deixar de registrar o avanço das mulheres no mercado de trabalho e, em particular, no serviço público. Tenho acompanhado essa “evolução” dia a dia, nas salas de aula, nos corredores, na leitura de jornais. Isso é extremamente benéfico não apenas para elas, mas para a sociedade como um todo, que ainda traz do passado patriarcal ranços de preconceito.

Desde 2008 a procura feminina por cursos preparatórios vem aumentando; um bom exemplo é o contingente de alunos da Academia do Concurso Público. Naquele ano, 41,7% eram mulheres. Em 2009, o percentual pulou para 44,7%. Em 2011, esse quadro foi incrementado com um grande número de mulheres buscando, inclusive, a área de segurança pública, o que elevou para 47% essa estatística. Além disso, elas vêm se destacando muito em cursos preparatórios para tribunais, bancos, magistério, entre outras áreas. Até mesmo a área policial, que durante muito tempo foi praticamente exclusiva para homens, vem verificando um aumento bastante significativo do número de candidatas.

Agora em 2012, a participação das mulheres em sala de aula torna-se visivelmente maior e, sem contar que aos diferentes perfis de mulheres entre eles as jovens, as universitárias, as que optaram pelo concurso após o término do segundo grau, as que se encaixam no quadro das emancipadas, ou aquelas que atingiram os 40 anos, as ansiosas, as determinadas, as calmas ou as nervosas, encontra-se um grupo muito interessante: a das mães concurseiras!

Mães que decidiram estudar por causa dos filhos e que passaram a dedicar-se aos livros e apostilas e viram suas vidas mudarem sensivelmente.

Muitas mães que, como chefes de família, que enfrentam uma tripla jornada, tiveram que arregaçar as mangas e ir à luta pelos filhos.

E ainda as mães que decidiram sonhar por si mesmas, que soltaram as amarras do fogão e do ferro de passar, descobrindo que a vida pulsa além dos cômodos da própria casa. Essas descobriram o prazer da mudança, aliada à possibilidade de ter dinheiro suficiente no fim do mês para arcar com o preço da independência, é claro.

A todas as mães e mulheres, a todas que ainda têm ou não suas mães por perto, a minha homenagem por sonharem com um mundo melhor e ainda encontrarem forças para tentar mudá-lo.

Feliz dia das Mães e bons estudos.

Postado por claudiajones às 10:05 | 1 comentário | Comentar

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Sob nova direção com tema polêmico: computador nas provas de concursos públicos

Caro concurseiro e afins,

A partir de agora este será mais um espaço que teremos para debater os assuntos relacionados a concursos. Terei enorme prazer em compartilhar com vocês as informações sobre esse mundo dos concursos. Trarei especialistas que possam atender às suas dúvidas e gostaria de abrir debates com todos vocês. Este canal é de vocês, portanto, aproveitem e mandem todas as dúvidas que tiverem referentes ao tema.

Eu começo nossa conversa trazendo um assunto que, recentemente, tomou conta das salas de aulas e mídias especializadas ou não em concursos: a CESPE-UNB pretende, já para os segundo semestre, inaugurar seu novo modelo de aplicação de provas objetivas. Mas, que modelo é esse?

O Centro está desenvolvendo metodologias para utilização do Teste Adaptativo Computadorizado para aplicações em larga escala de provas objetivas, de certificações, avaliações e concursos públicos. De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, esse método avalia o candidato em uma prova apresentada no computador, calculando sua proficiência de forma dinâmica, considerando as respostas às questões, por meio da Teoria de Resposta ao Item (TRI). A empresa informa ainda que o software desenvolvido pelo Centro, que faz o cálculo do desempenho do candidato, está sendo aperfeiçoado para permitir aplicações, com segurança, em redes de computadores que poderão ser instaladas em polos de diferentes cidades ou estados.

Segundo Jorge Amorim, coordenador de Tecnologia do Cespe/UnB, a adaptação do CAT envolveu metodologias de armazenamento de dados e aplicativos de segurança. “Toda a parte de inteligência do software foi aproveitada. As adaptações de segurança e de montagem da estrutura de aplicação é que vão possibilitar a expansão da aplicação desta prova do nível local para o nível nacional”, atesta Amorim. Ele acrescenta que a nova plataforma tecnológica do CAT disponibiliza o acesso às questões da prova adaptativa somente em computadores cadastrados pelo Cespe/UnB, sistema semelhante ao utilizado por instituições bancárias para clientes acessarem suas contas pela internet.

O assunto torna-se polêmico entre especialistas em concursos. Paulo Estrella, diretor da Academia do Concurso, acredita que, com o passar do tempo, o processo on line acabará substituindo o atual modelo. Segundo ele, a redução de custos em pessoal e treinamento com maior controle dos erros no processo de aplicação das provas torna o modelo muito atrativo. “Esse modelo reduz todo o custo da seleção para professores, autores de questões e corretores de provas discursivas e trabalho de tecnologia da informação. Só que para essas ideias tornarem-se realidade para concursos públicos alguns pontos devem ser discutidos e alguns cuidados devem ser tomados para não tornar o processo seletivo menos transparente e com isso menos confiável”.

Leonardo Pereira, diretor do Instituto IOB, diz que as vantagens iniciais apresentadas são muito louváveis levando em conta a redução com custos de deslocamento do material, redução do impacto ambiental e a praticidade geral de aplicação de certames no Brasil inteiro. Mas, por outro lado, o especialista levanta a questão de o Brasil estar ou não preparado para, moralmente e estruturalmente, receber esse tipo de serventia. “Particularmente guardo minhas dúvidas já que não podemos dizer que o grau de falibilidade da moral de muitos administradores públicos ainda apontam para uma inarredável necessidade de tirar vantagem de tudo. Imagine só o que poderia acontecer a um concurso aplicado pelo computador no qual, em tese, as informações possam ser manipuladas? Eu ainda não ficaria confortável com a situação.

Pereira levanta ainda um outro ponto referente à infraestrutura do país. Para ele é certo que mesmo em algumas capitais os sistemas de comunicação e de TI ainda não sejam os mais avançados.

De acordo com Bernardo Brandão, advogado especializado em concursos, um processo por computador agiliza o resultado. “É o que se vê hoje nas provas do DETRAN, nas quais não há mais prova escrita, ou seja, a pessoa se dirige ao órgão e tem um computador com uma tela, onde são selecionadas as opções de respostas”.

Brandão se preocupa com a possibilidade de fraudes no processo. ”Podem ocorrer fraudes no sentido de alguém obter as informações, e estas, trafegando por um sistema de rede, onde diversas pessoas vão ter acesso a essas provas on-line, o que pode fragilizar o procedimento. O advogado lembra as provas que são feitas por uma gráfica e fiscalizadas nas quais ocorrem fraudes. “Mesmo que haja fiscalização, às vezes, as provas vazam, como aconteceu no ENEM, que uma das gráficas deixou vazar uma prova e depois com a verificação conseguiram mostrar através de imagens de circuito interno que realmente uma pessoa conseguiu tirar a prova dali”, explica.

Em relação à possibilidade do perigo da fraude pelo novo sistema, Leonardo não vê nem maior nem menor. “Se avaliarmos o atual sistema, já temos um inúmero grupo de argumentos para dizer que não são 100% seguras. Pelo computador é igual, com outros argumentos, para que tudo possa dar errado. Mas, há um outro número de hipóteses para que seja melhor. Imaginemos, por exemplo, que além do extrato ao final da prova, a banca examinadora passe a fornecer o ranking do candidato naquele momento. Que a escolha das máquinas seja aleatória na sala de avaliações e que a presença do aluno não seja equivalente à assinatura da prova digital, um algoritmo criptografado que não permita a identificação do candidato antes de enviadas todas as respostas. Que nenhuma das máquinas tenham acesso à internet…Soluções para que pareça ser melhor que a versão escrita existem, resta saber o grau de comprometimento da instituição, conclui.

Estrella aponta a questão da segurança como o primeiro nó a ser desatado. “Esse nó não se resume ao controle da invasão por haker, que é um ponto fundamental, mas não o único. No processo atual, existem mais pontos de falhas, porém, como o projeto se desenrola no mundo real também temos mais visibilidade do processo e mais pontos de controle. O especialista aponta para as operações de segurança no dia da prova, rastreamento de sinais de rádio ou celular, identificação por métodos biométricos (impressão digital é um exemplo) que criam pontos de controle reais que envolvem grande número de pessoas e controladores, o que inibe corrupção e torna um controle externo mais concreto, além a participação das mídias que investigam e divulgam os casos de denúncia.

Para o diretor da Academia do Concursos, o conceito de um sistema é reduzir as pessoas necessárias para uma operação promovendo maior agilidade, reduzindo a margem de erros no processo. “Quando falamos de concursos públicos, erros de aplicação são graves, porém, mais compreendidos pelos candidatos do que casos de fraude. Não podemos esquecer, de forma alguma, que os fiscais do processo são os próprios candidatos que ao encontrarem indícios superficiais na aplicação e, ao sentirem-se lesados, buscam serem ouvidos pelos meios de comunicação.

Estrella afirma que, com isso, há uma perda de transparência o que aumenta as chances das tentativas de fraudes serem bem sucedidas.” Obviamente, a banca garantirá que todos os esforços de segurança, agora todos, envolvendo os de TI, estão sendo feitos. Mas quem poderá aferir se a garantia é real ou está sendo bem sucedida não será o candidato, isso eu garanto. Este é o ponto mais grave do processo de barateamento dessa operação (torná-la virtual), a perda de transparência, o que reduzirá a visibilidade e a força de fiscalização, polemiza.

Diante dessa notícia, surgem dúvidas de candidatos. Ao serem questionados sobre a nova modalidade alguns alunos colocam em dúvida a questão do benefício para os candidatos. “Gostaria de saber se com toda essa redução de custos para o processo, haverá também a redução de taxas de inscrição para os candidatos, o que hoje é extremamente cara para nós, questiona Flávia Mendes, candidata ao concurso do TRE-RJ que terá como organizadora a CESPE-UNB.

Lucas Morello, candidato ao concurso do Tribunal Regional do Trabalho questiona a questão de as provas não serem as mesma para todos os candidatos. “Se esse processo será aleatório, quem garante que o gabarito da prova que eu acabei de fazer será das questões que respondi? Isso que r dizer que cada candidato fará um tipo de prova diferente. Isso poderá beneficiar muita gente, pois quem avaliará o grau de dificuldade de uma prova e outra?. Isso é um absurdo, a banca se quer pergunta a opinião do candidato, indgna.

Bem, como você pode acompanhar a discussão acima, ainda teremos muito pano para a manga! Gostaria que você, concurseiro, entrasse nesse debate com a gente e enviasse seus questionamentos.

Até o próximo encontro!

Postado por claudiajones às 15:03 | 1 comentário | Comentar

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