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Magistratura Trabalhista: a trajetória de uma sonhada carreira

Qconcursos.com traz uma série de especiais sobre diversas carreiras públicas. Desta vez, convidamos o Juiz do Trabalho do TRT1 e professor do portal Qconcursos.com Cláudio Freitas para falar um pouco sobre a carreira da Magistratura Trabalhista. Acompanhe abaixo:

“O Juiz do Trabalho inicialmente, logo após aprovação no concurso, deve participar do curso de formação inicial (CFI) de 60 (sessenta) dias no próprio Tribunal Regional do Trabalho. São ministradas aulas teóricas e práticas sobre o ofício que passará a desenvolver. Após a sua realização, ainda deve realizar outro curso de formação inicial, agora em Brasília, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), cuja organização é da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT), conforme artigo 111-A, § 2º, I da Constituição da República, com duração de 30 (trinta) dias, igualmente com aulas teóricas e práticas.

Após esse primeiro estágio acima, o Juiz passará a exercer os seus ofícios como “Juiz Substituto”, sendo que nas primeiras semanas realizará as audiências com o acompanhamento de um outro Juiz mais experiente, chamado de “tutor” ou “anjo” (nomenclatura variando de acordo com cada Tribunal). Após algumas semanas, aí sim, o Juiz do Trabalho passará a presidir as audiências sozinho, ficando responsável por uma ou mais Varas do Trabalho simultaneamente, conforme designação feita pela Corregedoria do Tribunal.

Durante os primeiros 02 (dois) anos o Juiz estará em vitaliciamento, sendo constantemente avaliado por “comissão de vitaliciamento” do Tribunal ao qual se vincula, realizando, inclusive, cursos de aperfeiçoamento de forma constante para melhor exercício de seu ofício. Após tal período e sendo devidamente aprovado, tornar-se-á vitalício no cargo, o que é uma das garantias do cargo de Juiz, conforme artigo 93, I, II e III da Constituição da República).

O cargo de “Juiz Substituto” ocorrerá até o momento em que o Magistrado assuma de forma definitiva uma vara do Trabalho, de acordo com a existência de vagas, passando a ser “Juiz Titular”.

Dentro dos misteres desenvolvidos, o Juiz do Trabalho analisa diversos tipos de demandas, sendo sua competência em conformidade artigo 114 da Constituição da República, sendo que todas elas têm como pano de fundo alguma relação de trabalho (não necessariamente de emprego), podendo ser especificamente em relação ao trabalhador individualmente (incluindo indenização por danos morais e materiais), coletivamente (como nas ações sindicais ou do Ministério Público do Trabalho), ou demandas que versem sobre direito de greve, sindicalismo, penalidades aplicadas por auditores fiscais do trabalho, dentre outros. Trata-se de um amplo rol de competência, não existindo Varas especializadas em cada um dos tipos de pedido, devendo o Magistrado atuar em todos os tipos de demanda que lhe são submetidas, desde que dentro da competência do dispositivo constitucional acima.

Vale destacar que o cargo de Juiz do Trabalho pode ser exercido até que o Magistrado complete 75 (setenta e cinco) anos, caso em que será aposentado compulsoriamente, conforme recente Lei Complementar 152/2015.

Trata-se de uma carreira que exige muito estudo e dedicação, seja para a aprovação no concurso, seja para o exercício do cargo. No entanto, a recompensa social de uma prestação jurisdicional que atenda aos interesses sociais é a melhor resposta que o Juiz do Trabalho pode ter, dignificando uma das mais belas carreiras estatais, que é, destaque-se, um dos Poderes da República”.

Claudio Freitas, Juiz do TRT1 e professor do Qconcursos.com 

 

Postado por claudiajones às 9:59 | Nenhum comentário | Comentar

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Como prever o que vai cair na prova?

Havia um intelectual que veio a ser membro da banca examinadora de um concurso dificílimo. Autor de vários livros e com currículo brilhante, ele era o terror dos candidatos. Suas perguntas eram ainda mais difíceis do que o próprio concurso. Um dia, contudo, um professor inteligentíssimo percebeu que todas as perguntas eram tiradas das notas de rodapé de determinados livros que, por muito apreciados pelo examinador em questão, acabavam sendo fonte constante das questões de concurso que formulava. Então, uma apostila de poucas páginas, só com as notas de rodapé, passou a ser o suficiente para todo mundo ser aprovado naquela disciplina.

Muito bem, este artigo é baseado em fatos reais! Agora vou contar dois casos meus. Dei aula para um grupo de alunos que se preparava para o concurso de Delegado de Polícia/RJ. Na véspera da prova específica discursiva, acertei 4 de 5 questões. Meus alunos achavam que eu era oráculo, mágico, ou coisa parecida. Mas não era isso, eu apenas fiz a pergunta: “Se eu fosse examinador desse concurso, o que eu perguntaria?” Basta observação, pragmatismo e o desejo de fazer alguma coisa funcionar. Isso incomoda a muitos, pois há uma tendência a querer que todos sigam os padrões tradicionais. A Academia, a Universidade e os intelectuais não gostam do que chamam de “listas”, “receitas” e do que é rotulado como “autoajuda”. O problema é que há horas para ser acadêmico, e horas para ser pragmático (como no caso dos concursos). Somos criticados apenas porque seguimos outro padrão. Não existe um padrão certo e outro errado, eles apenas são diferentes. Isso vale para aulas, livros, cursos, projetos, preferências sexuais etc.

Outro caso sobre padrões. Minha apostila de Medicina Legal, hoje livro, foi feita por um sistema muito simples. Eu me perguntava o que seria importante para um Delegado de Polícia saber nessa disciplina. Isso bastou para a então apostila ser considerada “ouro em pó”, pois matava todas, ou quase todas, as questões dos concursos. Isso só deixou de funcionar no Estado do Rio de Janeiro quando a banca mudou o padrão, deixando de perguntar o que um Delegado precisa saber e passou a indagar, numa decisão lamentável, coisas que nem quem faz o concurso para perito é capaz de responder. A funesta decisão da banca não matou minha apostila, pois hoje é um livro com outros autores e muito bem recebido. Mas matou a lógica racional no concurso, prejudicou muita gente e fez a Polícia Civil perder ótimos Delegados, reprovados numa matéria importante, mas que não devia ser cobrada dessa maneira.

Muito bem, o fato é que a técnica utilizada pelo professor que citei, e por mim, nos dois casos anteriores, é muito simples. Primeiro, a gente observa ou se indaga o que seria razoável cair ou o que está caindo nas provas. Segundo, traça-se um padrão que o examinador esteja seguindo. Em suma, o que mais comumente ele usa. Aí, por fim, anota-se tudo que, estando dentro do Programa do Edital, se encaixa no padrão. Tudo que estiver no padrão, a gente anota. A técnica nada mais é que se antecipar ao examinador. Para fazer isso é preciso ter muito conhecimento e estudo, e usar a inteligência. Vale citar que aquele examinador citado no primeiro caso é um gênio, tem muito a dar, mas na hora de perguntar, ele seguia um padrão simples, que foi plotado por olhos que o observavam. Eu fazia isso quando concurseiro, depois como professor.

As pessoas que às vezes criticam essas técnicas, a meu ver, não compreendem a ideia ou, pior, se sentem ameaçadas por quem não segue os padrões que elas elegeram. Descobrir o que vai cair e estudar o assunto é atividade inteligente. Saber “chutar”, embora criticado por tantos, tem seu lugar também. Minha aula sobre “chute” que está na Área de Ciência e Tecnologia do Youtube, já tem mais de 250.000 exibições. Muitos criticam as técnicas, mas se esquecem do meu pragmatismo e das orientações que dou no livro ao tratar do assunto. Repare que o pessoal do Google, um time genial, classificou o “chute” em Ciência e Tecnologia, o que não é correto, mas mostra que nem todo mundo acha o “chute” uma fraude. Saber a hora de chutar, e como, e bem, é inteligência posta a serviço do sonho. Digo que o ideal é saber a respostas, mas se isso não acontecer…

Além da previsão do futuro e do “chute”, o modelo de livros para concursos também foi criado a partir da análise de padrões. Ao criar os livros para concursos, eu quis ajudar os concurseiros que, como eu, sofriam por falta de material adequado. Sem saber, estava quebrando um paradigma e criando um novo nicho editorial. Na minha época, só havia apostilas e livros espessos – as primeiras com menos do que o candidato precisava; os livros, com muito mais que o necessário para passar. Então, sugeri ao Sylvio Motta que incluísse uma nova parte no livro de questões de Direito Constitucional que ele estava preparando. Sugeri que ele fizesse uma teoria resumida, do tamanho adequado para concurseiros. Em resposta, ele disse que topava a proposta se eu participasse do projeto da parte teórica. Aceitei, e dali saiu um livro em coautoria que foi aquele que começou a série “Provas & Concursos”, que revolucionou o mercado. Até o dia em que paramos de publicar aquela obra juntos, mais de 50.000 livros já tinham sido vendidos. Mais que isso, chamamos os amigos professores e saiu dali toda uma série. Claro que apareceu gente para criticar a “indústria dos concursos”, mas o fato é que, até aquela época, ninguém se preocupava com os concurseiros. Hoje, o cenário mudou e até as editoras jurídicas já estão cuidando de ter séries para concursos públicos. Mais uma vez, tudo aconteceu a partir da identificação de um padrão e de uma simplificação, qual seja, atender não a tudo, mas apenas ao padrão. Isto é muito eficiente.

Descobrir o padrão simplifica o trabalho e isso não serve apenas para concursos. A técnica funcionará tanto melhor quanto mais razoável for quem estiver do “outro lado”. O macete é: identifique o padrão utilizado pela outra pessoa e você saberá o futuro. O que vai cair na prova, o que uma pessoa fará amanhã, como ela reagirá a uma dada situação, como ela se sairá em um negócio. Prever comportamento só não funciona muito com os loucos. Eles não seguem necessariamente um padrão. Mas, se definirmos que o sujeito é maluco, então já teremos um padrão para ele: nesse caso, não se pode usar os padrões anteriores porque ele não segue padrões. Felizmente, não é o caso da maior parte dos examinadores e humanos. Somos uma raça de padrões. Muitos padrões diferentes, mas padrões. Infelizmente, contudo, existem pessoas e bancas, e alguns governos, loucos.

O desafio é descobrir o padrão. Se a banca, o sócio, o cônjuge, o cliente etc. não seguir um padrão, seguirá outro. Descubra qual é o padrão e você poderá prever o futuro. O resultado só vai mudar se a pessoa mudar o padrão, mas para isso ela tem que estar observando, querendo mudanças, precisa estudar, ou fazer terapia, ou sofrer muito, ou se converter a algum credo, ou ver a morte de perto… Por falar em mudar padrões, se você está sendo reprovado em concursos, veja o que precisa fazer para mudar seu padrão de atitudes-pensamentos-comportamentos e, assim, poderá mudar o padrão dos resultados também.

Descobrir o que vai cair na prova pode ser feito de várias formas. Isso inclui estudar o Programa todo, fazer as provas anteriores, entender como cada instituição trabalha (Cespe/Unb, Esaf, FCC, por exemplo), desenvolver e analisar estatísticas, reparar o que está acontecendo na época da prova, ouvir os professores especializados (acessíveis nos livros, cursos e na internet)… Falo sobre isso nos meus livros para concurso e no meu site, e há muito material disponível sobre o tema.

Fazer provas não tem tanto a ver com saber a matéria, quanto tem com saber fazer provas, saber estudar com foco. Por enquanto, claro. Um dia, os examinadores evoluirão e aglutinarão os conceitos de “saber” com “saber fazer provas”. Enquanto eles não aprendem a fazer isso, estamos diante de dois assuntos diferentes. De minha parte, quero ajudar a educação a evoluir e a melhorar as provas, mas, até lá, quero ver meus alunos, leitores e amigos conseguindo resultados. E, para isso, precisamos aprender a jogar o jogo e a dançar a música que está tocando. Um dia, quebraremos o disco e poremos música melhor, advirto.

Quando intelectuais criticam os livros para concursos, se esquecem que tais livros são perfeitos para o fim a que se destinam. Se querem mudar os livros para concursos, basta mudar a forma de se indagar nas provas. Nós, concurseiros, alunos e professores, somos muito adaptáveis. Para concluir, assim como a academia tem muito a aprender com os concursos, o serviço público tem muito a aprender com a iniciativa privada. Mas este já é outro assunto. Precisamos melhorar o serviço público e minha maior esperança é contar com você, concurseiro.

Por fim, outra pergunta ótima é, além de “qual é o padrão?”, indagar “o que é o mais importante?”. E, se o tema for administração do tempo, “o que é de fato importante, é urgente?” Essas reflexões, mais do que “apenas” fazer você passar em concurso, pode nos ajudar a melhorar o país, a nossa vida, o amanhã. Com esforço e inteligência, é possível produzir um hoje mais saudável e um amanhã bem melhor para todos.

William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 40 obras, dentre elas os best-sellers Como Passar em Provas e Concursos e As 25 Leis Bíblicas do Sucesso.
William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 40 obras, dentre elas os best-sellers Como Passar em Provas e Concursos e As 25 Leis Bíblicas do Sucesso.

 

Postado por claudiajones às 9:12 | Nenhum comentário | Comentar

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Concurso do TRE – SP: planejamento para uma excelente prova

Temos um excelente tempo até a prova do concurso do TRE – SP que só acontecerá em fevereiro de 2017. No entanto, o candidato precisa ser sagaz, saber utilizar com bom aproveitamento esse tempo e manter o ritmo. Se o candidato não tomar cuidado poderá achar que tem muito tempo pela frente e começar a empurrar o estudo, fato que poderá não trazer o sucesso desejado.

 

Planejamento e disciplina

Planejamento e disciplina são fatores essenciais para aquele que almeja a aprovação em concursos. O candidato que mantém um planejamento, uma organização dos seus estudos consegue visualizar os pontos mais fortes e mais fracos na sua preparação e, assim, manter o ritmo nos mais fortes e buscar soluções para eliminar as fraquezas. E um bom planejamento começa com a organização dos estudos por meio de uma agenda na qual ele distribuirá as disciplinas pelos dias da semana e passará por todas elas o tempo todo.

Aconselho o contato permanente com as disciplinas, pois aquele candidato que foca em uma ou duas disciplina por vez e só ataca a próxima quando acaba a anterior, corre o risco de esquecer muito do que estudou e terá de retomar a rotina naquela disciplina. Isso, será contra-producente, pois sabemos que conhecimento tem de ser massificado o tempo todo e com resolução de questões.

 

Banca

A banca escolhida é a Fundação Carlos Chagas – FCC – que tem o costume de cobrar todos os itens do edital, sendo de suma importância o estudo passando por todos os pontos propostos no edital.

Importante o candidato analisar as provas anteriores da FCC para averiguar o que predomina na cobrança. Por exemplo, em Língua Portuguesa, há equilíbrio entre Texto e Gramática. Já em direito, é possível perceber a cobrança do texto da lei. Mas, de qualquer forma, esteja sempre preparado para uma possível mudança de comportamento da banca e pode ser na sua prova. Pois as bancas, mesmo tendo seu perfil, não existe para aprovar o candidato e, sim, para eliminá-lo. Assim, é importante imaginar que a banca pode apertar o quanto ela quiser e até fugir do perfil já pré-definido. Ataque a banca antes que ela ataque você.

FCC tem um arsenal de questões e não é necessário que o candidato se arrisque por outras bancas de perfil diferente. Porém, é importante, pelo menos, ele avaliar se existe algum conteúdo novo que esteja figurando do momento, ou seja, algum tema que tenha virado moda ultimamente, principalmente, nas matérias específicas tanto do concurso, como o eleitoral, quanto das especificidades de cada carreira. Num rápido levantamento que fiz, a banca FCC tem, mais de 70 mil questões anteriores. Mais de 8 mil só em língua portuguesa. Na área de direito são mais de 25 mil questões. Então, nem é necessário buscar outras bancas como fonte de treinamento. Foque na FCC e se acostume com seu perfil.

 

Como se preparar

Como disse, anteriormente, o estudo deve ser concomitante à resolução de questões, e vou mais além, o candidato só deve mudar de assunto em uma matéria quando exaurírem todas as dúvidas do tópico, o que só é possível com o treinamento de questões. É errando que o candidato poderá buscar um melhor entendimento e chegar ao esclarecimento de algum assunto.

Trabalhar todas as disciplinas distribuídas pelos dias da semana também dará uma maior segurança ao candidato que estará sempre com a matéria fresca em sua cabeça. Muitas vezes, um tema que você estudou em alguma matéria, pode aparecer de outro ângulo em outra disciplina. Até porque as questões de provas andam cada vez mais interdisciplinares.

 

Treinamento de Questões

O treinamento de questões, principalmente da banca FCC, ajudará o candidato a entender o ponto de vista da organizadora e será fundamental para aplicar a lei do item a ser anulado. Saber anular as questões já de cara é um ponto favorável no quesito tempo. Muitas vezes, só em ler o início do item, é possível verificar o erro dela e descartá-la. E, para aplicar essa técnica, só dependerá de muito treinamento.

 

Simulados

Simulados! Esse é um ponto- chave numa preparação fortalecida. Pelo menos uma vez por semana o candidato deverá verificar o nível em que se encontra o seu conhecimento, ou seja, se tudo aquilo que ele estudou ao logo da semana foi bem absorvido e com que velocidade ele conseguirá resolver uma questão. Até porque o quesito velocidade será essencial no dia da prova e nada melhor do que simular esse momento quantas vezes forem necessárias para ajustar as arestas.

 

Atualização

Atualização! Sempre olhar para as novidades das disciplinas, principalmente as de direito que se atualizam ‘num piscar de olhos’. Estudar Súmulas do Tribunais Superiores para quem vai prestar concurso para Analista é fundamental

 

Ler o edital

O candidato deve ler atentamente o edital e verificar se ele se encaixa dentro do perfil que escolher se inscrever. Muita atenção pois haverá prova discursiva. Para os cargos de Analista Judiciário – Área Judiciária e Analista Judiciário – Área Administrativa (graduação de nível superior em qualquer área de formação) e Técnico Judiciário – Área Administrativa, em todas as especialidades haverá uma redação. Sendo assim, o candidato deverá treinar muito a escrita e ver os pontos que serão avaliados na redação. Já para as demais especialidades de Analista, haverá um estudo de caso.

Bons estudos e boa prova!

Cláudia Jones

  • Tudo sobre o concurso
  • Questões da banca FCC
  • Tudo sobre a instituição TRE-SP
  • Veja aulas e questões de Português
  • Veja aulas e questões de Noções de Informática
  • Veja aulas e questões de Direito Constitucional
  • Veja aulas e questões de Direito Administrativo
  • Veja aulas e questões de Direito Eleitoral
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  • Veja aulas e questões de Direito Processual Penal
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  • Veja aulas e questões de Administração Financeira e Orçamentária
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  • Veja questões de Governança de TI
  • Veja questões de Engenharia de Software
  • Veja questões de Serviço Social
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    Postado por claudiajones às 16:43 | Nenhum comentário | Comentar

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    8 erros que você não pode cometer para conquistar sua aprovação!

    Alcançar a tão sonhada vaga na carreira pública requer tempo e dedicação. Quem estuda precisa ficar atento para não colocar em risco todo o planejamento. Raquel  Almeida, especialista do site Concurso Virtual separou os 8 erros que os concurseiros não podem cometer e ensina como evitá-los!
    1. Não treinar/simular um dia de prova.
    Concurseiro que calcula bem o tempo de resolução para cada matéria e treina diversos simulados tem mais chances de controle e segurança na hora da prova. Além disso, ele poderá ficar bem menos ansioso no dia de encarar o desafio real.

    2. Escolher um concurso de nível médio porque é mais “fácil”.
    Saiba que o que leva o candidato a ser aprovado não é o grau ou nível de dificuldade, e sim uma preparação adequada. Além do mais, achar que esse tipo de concurso é mais fácil é erro grave, pois seu conteúdo programático possui temas, questões e características que precisam ser estudadas com a mesma disciplina de concursos de nível superior. Hoje em dia, a disputa é muito acirrada em qualquer concurso.

    3. Não fazer revisões das disciplinas.
    A revisão é fundamental para saber se você entendeu bem os conceitos, esqueceu algum item ou estudou tudo o que foi pedido. Quando reforçamos o que estudamos por meio da repetição revisada, tendemos a entender melhor a matéria. Faça revisões periódicas para não deixar tudo para a última hora!
    4. Fazer concursos em diferentes áreas.
    Além do trabalho dobrado, você pode ter dificuldade para montar um cronograma. Os concursos da mesma área costumam ter diversas matérias em comum. Assim, mesmo que você foque em um concurso específico, você pode prestar concursos semelhantes, pois estudará basicamente a mesma coisa, com poucas matérias específicas para cada um deles.

    5. Estudar pensando em curto prazo.
    Alguns editais de concursos públicos demoram anos para serem divulgados. Por isso, dependendo de seu objetivo, é preciso aprender a estudar pensando em dedicação no longo prazo. Neste caso, usar técnicas de resumo e revisões para que o conteúdo não seja esquecido após um tempo é o ideal.

    6. Priorizar disciplinas com que você tem maior afinidade.
    Estude e adquira familiaridade com todas as disciplinas cobradas no seu concurso para descobrir seus pontos fracos. Se você apenas priorizar aquilo que gosta, vai ter problemas para a resolução de exercícios mais complicados e não vai conseguir uma boa colocação. Revise todas, sem exceção.

    7. Não usar um material de estudo adequado.
    Estudar por recursos de procedência duvidosa pode causar muitos problemas. Além de incompletos, eles podem não estar atualizados de acordo com as últimas retificações do edital. Portanto, escolha apostilas para concurso, videoaulas e cursos online somente de confiança, além de utilizar livros e provas anteriores para aumentar ainda mais suas chances de passar.

    8. Partir direto para os exercícios sem estudar a teoria.
    Essa conduta dificulta o aprendizado e a fixação da matéria. Normalmente, o candidato que faz isso também tem o hábito de começar os estudos e interrompê-los ao primeiro sinal de cansaço, para recomeçar o ciclo quando sai outro edital.

     

    Bons estudos!

     

     

    Postado por claudiajones às 13:00 | Nenhum comentário | Comentar

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    Dicas para fazer uma boa redação para concursos!

    Você estuda para concurso público?  A equipe do Concurso Virtual separou algumas dicas para te ajudar na sua preparação.

    Alcançar a tão sonhada vaga na carreira pública requer tempo e dedicação. Quem estuda precisa ficar atento para não colocar em risco todo o planejamento. Continue lendo este e-mail e conheça Dicas de Redação para sair na frente dos seus concorrentes!
    Pontuação

    – Evite o excesso de vírgulas. Só as use quando for realmente necessário, pois caso o texto possua pausas desnecessárias, além de comprometer o ritmo e a continuidade do texto, comprometerá também a coesão e coerência textual.

    – Não faça períodos longos demais, mas não exagere nos pontos, de maneira que o seu texto se torne muito travado. É necessário equilíbrio.

    – Evite os sinais de pontuação cujo uso você não domina. A exclamação, as reticências, as aspas, o ponto e vírgula e os dois pontos são sinais que podem ser evitados caso haja uma insegurança quanto ao uso. Entretanto, o uso correto desses sinais pode enriquecer o texto e torná­lo mais compreensível.

    – Caso haja algum diálogo, é importante usar sinais que o caracterizam: dois pontos e travessão.

     

    Vocabulário

    – Seja direto e use linguagem simples, clara. O uso de termos em relação aos quais você não tem segurança podem comprometer a compreensão do seu texto.

    – Evite palavras científicas, pois elas podem conter um significado muito específico e não se adequar ao contexto em que foram aplicadas.

    – A menos que seja indispensável, não use figuras históricas, pois, caso você se engane a respeito de alguma informação sobre aquela pessoa, você estará prejudicando a verossimilhança do texto.

    – Evite os lugares comuns, conhecidos também como âncoras, clichês etc. São palavras, expressões ou frases usadas anteriormente por outras pessoas ou por você e que se tornaram conhecidas e muito repetidas.

    – Evite ao máximo semelhanças com a oralidade. Lembre-
    ­se que quando escrevemos uma redação (especialmente no vestibular) devemos obedecer às normas da língua. Nunca use, portanto, gírias ou figuras de linguagem. Elas podem atrapalhar o conteúdo e a clareza da sua redação.

    – Não use expressões do tipo “eu acho”, “eu penso”, “eu sinto” ou semelhantes.
     

    Paragrafação e limpeza do texto

    – Marque o tamanho do parágrafo e siga esta marcação até o final do seu texto.

    – Não deixe espaços vazios nas laterais das linhas, pois isso pode ser descontado na pontuação.

    – Faça algumas linhas a mais do que foi pedido, mas não se exceda e respeite os limites da folha de redação.

    – Comece parágrafos, frases e nomes próprios com letra maiúscula.

    – A sua redação deve ser limpa, com uma letra legível.

    – Evite rasuras, mas, caso aconteça, apenas faça um traço reto sobre a palavra e continue o texto em seguida.

    – Só coloque título na sua redação se a proposta exigir isso; caso contrário, nunca se esqueça de evidenciar a proposta que você escolheu.
    Antes de escrever o texto

    – Leia atentamente a proposta. Caso seja necessário, leia mais de uma vez.

    – Faça uma lista dos tópicos com os seus conhecimentos a respeito do assunto.

    – Separe os tópicos entre a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
     

    Depois de escrever o texto

    – Leia o texto e retire ou acrescente o que for necessário.

    – Observe novamente a proposta para ter certeza de que não está fugindo ao tema.

    – Depois de corrigir os erros enxergados por você, passe a redação a limpo e não modifique mais nada.

    Bom treinamento!

    Postado por claudiajones às 18:50 | Nenhum comentário | Comentar

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    Especial TRF – 2ª Região: dicas de Direito Processual Civil

    Para quem vem estudando para o concurso do Tribunal Regional Federal da 2ª Região que engloba os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, o Qconcursos.com dá continuidade ao Especial TRF2 e traz dicas especiais de Direito Processual Civil com o professor Francisco Saint Clair, do Projeto Persevere e Pousada do Concurseiro.

    Para Saint Clair o candidato deverá se orientar pelo último edital, de 2011, em relação aos assuntos do e conciliar os tópicos com os temas do Novo Processo Civil. Muita atenção para com esses assuntos, pois muitos deles sofreram alterações ou até mesmo foram retirados do ordenamento jurídico.

    O especialista do Persevere aposta em grandes novidades em relação ao próximo edital, principalmente para nível médio. “Os assuntos relacionados à parte geral do novo código apresentam grandes novidades, como exemplo: temos a inclusão de novos princípios e temas polêmicos como a extinção ou não das condições da ação, tema  que sempre foi cobrado em provas de concurso e que apresenta nova roupagem com a modernização das regras processuais”, analisa.


    Temas relevantes

    Em relação a temas relevantes os quais o candidato deve estar atenciosos, Saint Clair acredita que assuntos relacionados às melhorias do novo código, como por exemplo: a mudança em relação ao contraditório,  a inclusão de novos princípios, a valorização da jurisprudência, a contagem de prazos, estes parecem ser os temas mais importantes para as próximas provas. “Em relação ao que foi excluído, algumas bancas, principalmente aquelas que não são muito objetivas, que apresentam perguntas vazias, gostam de colocar pegadinhas, elas, provavelmente, vão tentar confundir o candidato com as mudanças ocorridas. Por isso, a importância de estudar comparando o código de 2015 com o de 1973”, orienta.


    Novo CPC

    Sobre as alterações recentes na legislação do Direito Processual Civil e que os candidatos devem ficar atentos Francisco Saint Clair  explica que já neste ano de 2016 o código  sofreu alterações significativas, como por exemplo a alteração feita pela Lei 13.256/16, o que exige do candidato uma atenção especial em relação a estas mudanças. “Muitos compraram o código logo quando ele chegou nas livrarias, mas estes não previam as mudanças ocorridas o que deixou muita gente com o código novo já desatualizado. Além disso, ainda existem outros projetos na Câmara dos Deputados, com objetivo de buscar  novas alterações”, avalia.

    Segundo Saint Clair, o novo código apresenta grandes inovações no ordenamento jurídico, com o objetivo de conciliar a regra processual com os mandamentos ditados pela Constituição Federal (art. 1° do Ncpc). “Os candidatos devem estudar as principais mudanças, fazendo sempre uma comparação com o texto do código e a Constituição Federal, como exemplo; ao estudar o artigo 489 do código de processo civil, o candidato deve fazer uma remissão para o artigo 93, IX da CF. Portanto, acreditamos que as próximas provas irão cobrar as mudanças e muita letra de lei.  Entre elas, podemos destacar: Normas Fundamentais do Processo Civil, Dos atos Processuais, Tutela Provisória, Formação e extinção do processo, Sistema recursal, etc”, ensina.


    Concurso anterior

    No concurso anterior, das 40 questões de Conhecimentos Específicos para técnico judiciário da área administrativo (sem especialidade), sendo 10 questões de Processo Civil, os assuntos cobrados foram: Capacidade ou Representação Processual, Citação, Das Partes e Procuradores, Sujeitos da relação processual, etc. Saint Clair destaca este último assunto (sujeitos da relação processual), pois caíram 05 questões.

    De acordo com Saint Clair, existe uma possibilidade de diminuir o número de questões de processo civil na próxima prova, caso ocorra a inclusão de Informática. “Todavia, o processo civil merece uma atenção mais do que especial”, alerta o especialista.


    Fique atento

    Saint Clair orienta que o candidato estude pelas provas deste ano em que já foram cobradas a matéria. “Estudar o processo pela prova anterior não é recomendável, tendo em vista as inúmeras mudanças. Contudo, é importante olhar os assuntos que foram cobrados e focar neles. O candidato pode estudar pelas provas deste ano e ficar atento as dicas de professores, em vídeo aula, apostilas, livros, etc”, salienta.

    O especialista ensina que a melhor forma de estudar este novo Código é procurar um bom curso para que o candidato possa ter uma visão mais precisa sobre o novo código e busque tirar dúvidas com seus professores. “Caso seja a banca FCC, podemos esperar uma prova com bastante letra de lei e análise de casos concretos, pois essa banca gosta de colocar questões práticas na prova, afastando-se um pouco da regra conceitual dos institutos e explanando assuntos corriqueiros”, afirma.


    Bibliografia recomendada pelo Especialista

    Na oportunidade, indico o livro do Desembargador Alexandre Câmara“O Novo Processo Civil Brasileiro”, da editora Atlas, pois apresenta linguagem fácil e belíssimos exemplos, além de ser um dos doutrinadores mais utilizados em provas de concurso público.


    Dicas para uma boa preparação

    Além do Processo Civil, o TRF cobra outras matérias, por isso, Saint Clair orienta o candidato a manter uma base de organização para obtenção do resultado final que é a aprovação. “Dessa forma, acredito que o certo é estudar uma matéria por dia e manter um padrão de organização diário”, reforça.

    O especialista do Persevere acredita que é de total importância que o candidato faça um curso preparatório, seja presencial ou online, além de ter uma boa doutrina em mãos para buscar entender este novo código. “Lembrando, que a organização e a estipulação de metas diárias representam fatores positivos para alcançar o objetivo esperado”, recomenda o mestre.

     

    Postado por claudiajones às 9:00 | Nenhum comentário | Comentar

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    Especial CESPE: 10 dicas importantes para fazer uma boa prova

    Neste especial sobre a banca Cespe, convidamos a especialista em concursos, Rachel Almeida do site Concurso Virtual para dicas especiais da banca mais temida pela maioria dos concurseiros. Segundo Rachel, isso se dá pelo fato da organizadora possuir um perfil diferenciado, possuindo questões de certo ou errado, no qual uma questão em discordância com o gabarito oficial anula uma correta, o que requer maior atenção. Mas, não se preocupe! Quer aprender o que é necessário para passar em concursos que o Cespe/UnB organiza? É só continuar lendo esse post que você verá 10 dicas muito simples.

     

    1– O cartão de respostas do Cespe tem como opções: “C” e “E”. Se você assinalar uma das opções e depois perceber que deveria ter marcado a outra, preencha as duas. Isso significa que você não pontuará e nem perderá ponto, pois a questão estará sendo anulada. Da mesma forma, se você não preencher nenhuma das duas opções, a questão também será anulada. Portanto, se você acertar 60 questões e deixar as outras 60 em branco, ganhará 60 pontos. Sem perder pontos.

     

    2– Resolva primeiro as questões que você considera que sabe. Deixe as questões que tevir dúvidas, ou que você não sabe, para o final, mas já faça uma marcação na sua prova. Escreva ao lado da questão “dúvida”, e a provável resposta, ou “não sei”.

     

    3- Deixe questões que envolvem contas por último. Elas demandam muito tempo e é perigoso fazê-las antes das questões que exigem apenas leitura. Você pode acabar não conseguindo fazer várias questões simples por ter perdido tempo em questões complicadas.

     

    4- Ao se deparar com alguma questão que gere dúvida, pense se você não sabe a resposta ou apenas está em dúvida. No caso de apenas estar em dúvida, vale a pena arriscar, considerando que você se preparou bem para a prova e, portanto, há uma probabilidade grande de acertar a maioria das questões que gerem dúvida. Marque! Já no caso de realmente não saber a resposta, vale a pena deixar a questão em branco para não perder ponto.

     

    5– Numa prova de 120 questões, tente não deixar mais do que 10 em branco. Duas são as razões para um candidato deixar muitas questões em branco: ou ele não está suficientemente preparado, ou está com muito medo de marcar. O primeiro caso não tem jeito. Você terá que estudar mais para o próximo concurso, mas o segundo caso é que preocupa. Porque ele sabe a matéria, mas “amarela” na hora da prova. Não faça isso! O único jeito de ser aprovado é fazendo muitos pontos e perdendo poucos. Você precisa fazer pontos e, se deixar muitas questões em branco, não terá pontos suficientes para passar.

     

    6– Aceite um fato: haverá questões que você “terá certeza” de que acertou, mas errará, bem como acertará questões que estava em dúvida. Por isso, não esqueça das dicas 45.

     

    7– Por mais que você estude, é praticamente impossível alguém conseguir gabaritar uma prova do Cespe. Normalmente o primeiro colocado nos concursos organizados por essa banca fazem 80% dos pontos. Sendo assim, mesmo que você esteja sabendo muito bem a matéria, não se desespere ao se deparar com questões que você não sabe. Isso é normal.

     

    8– Reserve uma hora para fazer a redaçãoquarenta minutos para marcar a folha de respostas. Marque na folha de respostas todas que você tiver certeza. Se der tempo, revise as questões que você teve dúvida e marque-as também.

     

    9– Essa dica é o grande diferencial. Após preencher a folha de respostas (por exemplo: 100 itens respondidos e 20 em branco), *conte a quantidade de itens que você marcou “C” e os que assinalou “E”*. Por exemplo: 60 “E” e 40 “C”. Observe que há um número bem maior de alternativas “E” em relação às “C”. Se a prova tem 120 itens, a tendência é que no gabarito da banca haja 60 “E” e 60 “C”. Sendo assim, você vai assinalar “C” em todas as alternativas em branco. A probabilidade é de que você acerte a maioria dessas 20. Se você acertar 11 e errar 9, já terá valido a pena, pois ganhará 2 pontos. A tendência é que você acerte bem mais do isso e ganhe muitos pontos só com essa técnica! Resumindo: após contar quantos “C” e “E” você marcou, não deixe nenhum item “em branco”. Marque todos eles com a opção que você menos marcou na sua Folha de Respostas. Essa dica vale, inclusive, para a parte de Conhecimentos Básicos e Conhecimentos Específicos. Se forem 50 itens de Conhecimentos Básicos e 70 de Conhecimentos Específicos, o gabarito será meio a meio, ou seja 25 itens “C” e 25 “E” na primeira parte e 35 “C” e 35 “E” na segunda.

     

    10- Treine bastante as dicas anteriores fazendo provas de concursos já organizados pelo Cespe. Faça provas inteiras para aplicar as técnicas de forma completa. Lembre-se: poucos pontos podem fazer a diferença entre você conseguir ou não a sua vaga.

    Quer conhecer a história de superação de pessoas que foram aprovadas em concursos públicos? Clique aqui.

     

    Postado por claudiajones às 12:55 | Nenhum comentário | Comentar

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    A importância da pontuação na redação!

    Já imaginou uma redação impecável quanto à gramática, muito bem desenvolvida, argumentada e concluída, mas com erros fatais de pontuação? Com certeza, não seria uma redação nota 10 ou nota Mil.

    Para uma redação estar bem escrita é necessário, além de todos os quesitos fundamentais para uma boa nota, que ela esteja  obedecendo criteriosamente os sinais de pontuação.

    Mas, afinal, para que serve a pontuação?

    A pontuação é a ferramenta que organiza, que sinaliza o texto que será lido, proporcionando ao leitor a capacidade de compreender perfeitamente o que o autor se propôs a argumentar.

    De acordo com Evanildo Bechara, a pontuação “é um sistema de reforço da escrita constituído de sinais sintáticos, destinados a organizar as relações e a proporção das partes do discurso e das pausas orais e escritas”.

    Portanto, estudar as regras da pontuação se torna primordial para o desenvolvimento de um texto de fácil compreensão.

    Um texto em que a pontuação é mal empregada acaba trazendo confusão das ideias, deixando-o ininteligível. Imagine, você deseja passar uma ideia, mas o seu leitor tem outro entendimento?

    Por isso, se existe fraqueza em você em relação à pontuação, esta é a hora de começar a entender como ela funciona e como poderá fazer com que o seu texto passe as ideias que você deseja passar.

    Se eu lhe perguntasse: Aluno, você gostaria de passar uma ideia que não seja a que você deseja?

    Se você respondesse: “Não gosto da ideia de estudar a pontuação”, pensarei, então, que você pode ser um caso perdido.

    Mas, se escrevesse assim: “Não. Gosto da ideia de estudar a pontuação”, eu me sentirei à vontade para terminar esse texto com a finalidade de guiá-lo a um futuro promissor em relação à sua redação.

    Tudo na vida é questão de pontuação!

    Sendo assim, compartilho com você um texto, muito conhecido, que resume a importância da pontuação:

    Um homem rico estava muito doente, pediu papel e caneta, e assim escreveu:

    “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.”

    Morreu antes de fazer a pontuação. Para quem ele deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

    O sobrinho fez a seguinte pontuação:

    “Deixo meus bens à minha irmã? Não, a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.”

    A irmã chegou em seguida e pontuou assim:

    “Deixo meus bens à minha irmã, não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.”

    O alfaiate pediu cópia do original e puxou a brasa pra sardinha dele. Assim, ele pontuou:

    Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

    Então chegaram os pobres da cidade. Um deles, sabido, fez a seguinte pontuação:

    Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate? nada! Aos pobres.

    Moral da história: ainda tem gente que acha que uma vírgula não faz a menor diferença!

     

    Postado por claudiajones às 7:31 | Nenhum comentário | Comentar

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    Coaching: uma nova forma de preparação para concursos

    Coach Rodrigo Lélis em atendimento.

    Em uma sociedade em que o tempo é tratado como preciosidade, onde as pessoas têm vidas cada vez mais agitadas e menos tempo disponível para as tarefas do cotidiano, que se multiplicam sem parar, a figura do “coach” vem ganhando relevância no mundo da preparação para concurso público.

    Esse tipo de preparação, que ocorre de forma individual e personalizada, é similar a relação personal trainer e aluno para as atividades físicas, uma vez que o objetivo é que o “coach” seja um motivador na realização das tarefas diárias da rotina de estudo e ajude o candidato a contornar as dificuldades.

    Dessa forma, a técnica de “coaching” dá velocidade ao processo de estudo, já que o preparador individual indica o caminho exato a seguir de acordo com o perfil do candidato. Isso significa que, se o candidato, além de se preparar para a carreira pública, também trabalha ou faz faculdade, ou tem filhos, por exemplo, o “coach” saberá como indicar uma melhor adequação dos estudos dentro das horas diárias disponíveis e das atividades rotineiras dessa pessoa.

    Assim, o candidato, ao seguir as recomendações e indicações a ele feitas, cria uma rotina de preparação, forçando-se a repetir horários. Incorporar ao cotidiano as atividades em busca do objetivo do cargo público cria uma força mental que o impede de se sentir desmotivado. Essa força mental é natural ao ser humano, a partir do momento em que o cérebro entende determinada atividade como um hábito. Por conseguinte, quando não estuda no horário de costume, o candidato acaba ficando incomodado com a quebra da rotina.

    Além da elaboração de um plano de estudos personalizado, o “coach” ainda ensina ao candidato a dominar técnicas de memorização, inevitável para determinadas disciplinas cobradas nos editais, e de assimilação de conteúdo. Também tem a função de indicar os melhores materiais e identificar quais são as maiores necessidades e deficiências ao longo do processo.

    Em resumo, o trabalho de “coaching” é um facilitador para o candidato que consolida seus estudos individualmente. Isso não impede que o candidato combine a orientação com aulas presenciais em cursos preparatórios, caso a figura do professor e da sala de aula ajudem no processo de estudo. Entretanto, sabe-se que a assimilação do conteúdo, e a sedimentação do que foi aprendido, por meio da repetição de leitura orientada e resolução de questões, ocorre de maneira individual, fora do contexto de aula.

    Pode-se dizer então que o “coach” é a figura que encurta a distância entre o sonho e a posse, uma vez que indica o conjunto de maneiras corretas de estudo que permitem que os resultados sejam alcançados de forma mais rápida e eficiente.

    Professor Rodrigo Lélis é coach em concursos. Para tirar suas dúvidas, entre em contato com a assessoria do especialista pelo whatsapp: 21- 968365541 ou professorpersevere@gmail.com

     

    Postado por claudiajones às 12:10 | Nenhum comentário | Comentar

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    Novo caminho pós- prova. TCM-RJ, TRE-SP, TRF2, PGE-RJ, entre outros, são grandes alvos!

    A aplicação das provas para o tão aguardado e comentado concurso para o Instituto do Seguro Social, o INSS, aconteceu nesse último domingo, dia 15 de maio. Após o fim desse ciclo de estudos, enquanto se espera pelos resultados e a lista de classificação, o concurseiro não pode se dar ao luxo de perder o ritmo de estudos que almejou tanto conseguir e já deve mirar seu novo objetivo.

    Muito embora haja a iminência de certames para o TCM-RJTRE-SPTribunal de Justiça-RJ, , por exemplo, o concurso que mais se assemelha ao que já foi estudado por aqueles que traçaram uma rota até a prova do INSS é o concurso para o TRF- 2ª Região. Além dele, há grandes chances de que o concurso para a PGE-RJ também seja publicado muito em breve.

    As disciplinas cobradas para ambos os concursos são muito semelhantes ao que já vem sendo estudado, sendo elas a base para todo e qualquer concurso: Língua PortuguesaRaciocínio Lógico MatemáticoDireito AdministrativoDireito Constitucional.

    Além delas, especificamente para o TRF, também são cobrados conhecimentos de Direito Processual Civil Direito Processual Penal. É importante ressaltar que no último edital para o TRF não constava Informática como conteúdo programático.  Contudo, a tendência é que cada vez mais essa disciplina esteja presente em todas as provas de concurso público.  O Tribunal ainda trava mais uma semelhança com o INSS: ambos são federais, o que torna em comum também a aplicação da Lei 8.112, dos servidores públicos federais; enquanto para a PGE-RJ o que vigora é o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado.

    Embora haja rumores de que a FGV deva conduzir tanto o certame para o TRF quanto para a PGE, a última banca para os dois foi a FCC, o que acaba convergindo para a mesma base de estudos.

    A previsão de publicação do edital do concurso para o TRF 2ª Região, que engloba os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo é para o segundo semestre deste ano, uma vez que a validade do certame anterior, realizado em 2011, encerra-se no mês de julho. Os salários vigentes correspondem a R$ 5.365,92 para o cargo de Técnico Judiciário e R$ 8.803,97 para os de Analista.

    Estude pelo Qconcursos.com

    imageRodrigo Lelis, especialista em concursos

     

    Postado por claudiajones às 22:26 | Nenhum comentário | Comentar

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