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Concurso Transpetro 2018: Guia de estudos

Olá amigos estudantes. Estão abertas as inscrições para o concurso da Transpetro. Essa é uma excelente oportunidade para quem quer fazer parte de uma das maiores empresas do país.

Após um longo período de crise, a Petrobras alterou sua política de trabalho, renovou parcerias e buscou novas fontes de investimento, para reinserir-se no plano econômico internacional.

E uma das ações mais importantes, para estratégia de recuperação da empresa, é retomar o ciclo de contratações de pessoal.

Segundo o diretor de Assuntos Corporativos, Hugo Repsold, a Petrobras e suas subsidiárias terão concursos regulares nos próximos anos. Logo, ao preparar-se para o concurso da Transpetro, você irá construir uma base teórica para várias outras provas futuras.

Neste nosso encontro, vamos discutir especificamente sobre o cargo de Administrador. São 13 vagas imediatas e mais 130 posições em cadastro de reserva.

Todas as oportunidades são para o polo Rio de Janeiro.  Os cargos destinados aos bacharéis em administração possuem o maior quantitativo de vagas reservado em edital, ao lado de Engenheiro Mecânico, com 130 vagas cada.

O grande quantitativo de contratações previstas e a garantia de remuneração mínima de R$ 9.955,44 são motivos mais que suficientes para você se inscrever.

Análise e verticalização de Edital

Um pré-requisito fundamental para todo estudante que deseja prestar uma boa prova é possuir o conhecimento detalhado de seu edital. Estude o edital de seu concurso. Explore todos os tópicos, comparando-os com os assuntos exigidos em outros editais de concursos de seu interesse.

Uma boa maneira de iniciar o estudo do edital é organizar todos os conteúdos, de cada uma das disciplinas e, em seguida, destacar todas os tópicos já estudados e aqueles cujos conhecimentos ainda precisam ser consolidados.

Segundo o item 15.2.3.9 do edital, que versa sobre os conhecimentos específicos para o Cargo 9 – Técnico Judiciário – Área: Administrativa, temos como temas propostos em Administração Geral:

 

1 – ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA:

1.2 Matemática Financeira
1.3 Valor do Dinheiro no Tempo
1.4 Risco x Retorno
1.5 Análise de Investimentos
1.6 Alavancagem e Endividamento
1.7 Planejamento Financeiro e Orçamentário
1.8 Administração do Capital de Giro
1.9 Fontes de Financiamento a Longo Prazo.

 

2 – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E COMPRAS:

2.1 Estratégia de Suprimento (Strategic Sourcing)
2.1 Administração de Compras
2.2 Gestão de Estoques:
2.2.1 MRP
2.2.2 Ponto de Ressuprimento
2.2.3 Lote Econômico de Compra
2.2.4 Just in Time
2.2.5 Sistema de Rastreamento de Materiais (RFID, Código de Barras e Unique Identification Device)
2.3 Planejamento e Controle da Produção
2.4 Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management).

3 – CONTRATAÇÃO:

3.1 Artigos 28 ao 91 da Lei 13.303 de 30 de junho de 2016 (Estatuto Jurídico das estatais
3.2 Artigos 42 ao 49 da Lei complementar 123 de 14 de dezembro de 2006 (microempresa e pequena empresa)

4 – GERENCIAMENTO DE PROJETOS:

4.1 Ciclo de Vida
4.2 Estrutura analítica de projeto
4.3 Estudo de viabilidade técnica e econômica
4.4 Gerenciamento das Aquisições do Projeto (PMBok 5ª ed).

 

5 – CONFLITOS E NEGOCIAÇÃO.

 

6 – ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

6.1 sistemas operacionais e sistemas de apoio à decisão.

 

7 – ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

7.1 Estruturas Organizacionais
7.2 Estratégia Organizacional
7.3 Planejamento Estratégico Empresarial.

 

8 – ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA

8.1 Marketing
8.2 Marketing B2B
8.3 Marketing de Serviços
8.4 Pesquisa de Mercado
8.5 Planejamento de Marketing
8.6 Estratégias de Marketing
8.7 Relacionamento com Clientes
8.8 Gestão Comercial
8.9 Comércio Exterior
8.10 Marca
8.11 Mídias digitais
8.12 Comércio Eletrônico.

 

9 – CONTABILIDADE

9.1 Contabilidade Geral
9.1 Contabilidade de Custos
9.1 Contabilidade Gerencial.

 

10 – PROCESSO DECISÓRIO.

 

11 – ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS:

11.1 Estratégias de RH
11.2 Relacionamento com Públicos de Interesse
11.3 Remuneração e Benefícios
11.4 Desempenho
11.5 Cultura Organizacional
11.6 Desenvolvimento de RH
11.7 Gestão do Conhecimento
11.8 Carreira e Sucessão
11.9 Liderança e Equipe

12 – LÓGICA:

12.1 Funções
12.2 Análise Combinatória
12.3 Progressões
12.4 Raciocínio Lógico Quantitativo.

 

13 – ESTATÍSTICA:

13.1 Probabilidade
13.1 Estatística Descritiva.

 

Sustentabilidade e responsabilidade Sócio – Ambiental

Elaboração de plano de estudos (Análise dos principais tópicos a serem estudados)

A banca CESGRANRIO, organizadora do concurso da Transpetro, explora frequentemente, em suas provas, os temas propostos nesse edital.

Essa tem sido a banca organizadora dos concursos da Petrobras, da Transpetro e das demais subsidiárias, desde o ano de 2005. Ou seja, a quantidade de questões de referência é muito rica. E você, candidato antenado, deve explorá-la com afinco e dedicação.

As últimas provas da BR para o cargo de administrador júnior foram realizadas em 2014 e 2012, respectivamente. Analisando os conteúdos explorados, fica fácil encontrar um padrão didático e, a partir daí, elaborar uma estratégia de estudos bastante sólida.

Vamos falar um pouco sobre as disciplinas do edital, focando nos conteúdos mais relevantes e, dentro deles, quais são os pontos de maior pertinência e que aparecem com maior frequência nas provas:

1 – Administração Financeira E Orçamentária: Atentar para as fórmulas de se calcular o valor do dinheiro no tempo: Valor presente líquido, valor futuro, tempo de retorno do investimento.

2 – Administração Da Produção E Compras: As partes mais importantes a serem observadas são as fases dos processos de compras; gestão de estoques (just in time, lead time, ponto de ressuprimento) e conceitos da cadeia logística.

3 – Gerenciamento De Projetos: Imprescindível o estudo do PMBOK, notadamente no que se refere aos grupos de processos integrantes dos projetos, ciclo de vida e áreas de conhecimento.

4 – Estratégia Empresarial: Estruturas organizacionais, departamentalização e conceituação básica sobre planejamento estratégico são os pontos principais a serem observados, neste tema.

5 – Administração Mercadológica: Essa disciplina traz a conceituação básica de marketing: 4 P’s do marketing, segmentação de mercado, estratégias de marketing.

6 Administração De Recursos Humanos: Muita atenção aos assuntos ligados à liderança, motivação, cultura organizacional, gestão de desempenho e as funções básicas de pessoas nas organizações (Prover, Aplicar, Manter, Recompensar, Desenvolver, Monitorar)

É muito importante observar que boa parte dos tópicos apresentados acima também estão presentes na prova de Técnico em Administração, que exige apenas o nível médio. As maiores diferenças entre as duas provas concentram-se nos estudos de redação oficial e noções de informática, presentes somente na prova de técnico.

Ainda que as descrições nominais dos tópicos não sejam idênticas, as provas de técnico em administração e administrador possuem pontos de convergência. Fazer ambas as provas é uma boa dica para quem tem tempo para estudar e quer aumentar as chances de aprovação.

Características da banca examinadora

A banca CESGRANRIO tem por hábito valer-se das doutrinas mais ortodoxas e mais reconhecidas dentro do ambiente de estudos das organizações.

É raro encontrar questões que não sejam amparadas por doutrinadores consagrados como Chiavenato, Maximiano, Marco Aurélio P. Dias, entre outros autores clássicos.

Dedico uma atenção especial ao eminente autor Idalberto Chiavenato. A banca CESGRANRIO traz muitas questões desse autor. Ler, de forma atenta e detalhada a sua obra “Administração Geral e Pública” é uma boa forma de construir bases teóricas para realizar uma boa prova.

As questões da CESGRANRIO têm um grau de dificuldade relativamente baixo. Apesar de exigirem certa capacidade interpretativa da doutrina, as questões não costumam ser muito complexas.

O problema de provas assim é que a nota de corte costuma ser mais alta. Por isso, é importante preparar-se com a maior antecedência possível. Ter uma nota alta é essencial para ter chances de aprovação.

Orientações sobre estudos

Em Administração, é preciso estudar as teorias que fundamentam as questões de provas. Não há como resolver questões de Administração, com segurança e confiança nas respostas, sem um estudo aprofundado de tais teorias. Nesse sentido, os estudos antecipados são fundamentais.

O ideal é mesclar teorias com resoluções de questões. Os conhecimentos teóricos devem ser revisados semanalmente, com ciclos maiores de revisões quinzenais. É importante preparar resumos, pois os assuntos são muito extensos. Os resumos serão muito úteis nas revisões, semanais e quinzenais.

Dica importante: Embora o processo ideal de estudos seja a harmonização de conhecimentos teóricos, baseados em leituras, com a prática, através da resolução de questões, precisamos nos atentar que edital já foi publicado e o tempo tornou-se exíguo.

Neste momento opte por leituras mais objetivas e resumos dos temas que ainda não tem conhecimento. E prepara-se apenas com as questões nos temas em que seus conhecimentos já estiverem consolidados ou em processo de aprendizado. Em outras palavras, não adianta querer assimilar muito conhecimento teórico em um intervalo muito curto de tempo! Foque nas questões.

Refaça as últimas provas de Administrador da Petrobras, da Transpetro, da BR Distribuidora e da Liquigás. Todas são essas estatais são ligadas entre si, como estatal principal e subsidiárias. A banca e o padrão de questões são os mesmos.

A prova da Transpetro terá setenta questões objetivas. Vinte de conhecimentos básicos (Línguas Inglesa e Portuguesa) e cinquenta de conhecimentos específicos. A ordem de classificação obedecerá à pontuação na prova objetiva.

Portanto, na hora de montar seu cronograma, reserve a maior parte do tempo para questões e teorias relacionados aos conhecimentos específicos.

Transformar um plano de estudos em um projeto de aprovação

Há muitas questões envolvidas na aprovação em concurso público de ponta, como os concursos da Transpetro. A busca pelos bons salários, benefícios e a segurança empregatícia faz com a concorrência aumente muito.

Por isso, é importante preparar um planejamento de estudos eficaz, identificando enfoques de carreiras, reconhecendo as doutrinas majoritárias, organizando tempo de estudos, resumos, métricas de evolução e resultados, dentre outros fatores relevantes.

Lei mais dicas sobre como dividir os conteúdos das disciplinas e como elaborar cronogramas de estudos para o concurso da Transpetro em www.aprovalab.com.

 

Colaborou prof. Alexandre Baêta

Postado por claudiajones às 13:01 | Nenhum comentário | Comentar

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Concurso STM: dicas de Administração Geral

Está chegando a prova do concurso STM e trazemos dicas de Administração Geral para Analista Administrativo com o professor Alexandre Baêta.

Vamos conversar um pouco sobre estratégias de estudos e da preparação para o concurso do Superior Tribunal Militar.

Os cargos de carreira administrativa do STM exigirão, de seus candidatos, sólidos conhecimentos em Administração.

Vale lembrar que essa disciplina será objeto de cobrança tanto nas provas de Técnico quanto nas de Analista Administrativo.

Como os conteúdos das disciplinas correlatas à Administração são extensos, a preparação antecipada é muito importante.

Contudo, como estamos com o edital já publicado, podemos utilizar a organização e o planejamento de estudos como grandes aliados, em nosso projeto de aprovação.

Análise e verticalização de Edital

Um pré-requisito fundamental para todo estudante que deseja prestar uma boa prova é o conhecimento detalhado de seu edital.

Estude o edital de seu concurso. Explore todos os tópicos, comparando-os com os assuntos exigidos em outros editais de concursos de seu interesse.

Uma boa maneira de iniciar o estudo do edital é organizar todos os conteúdos, de cada uma das disciplinas e, em seguida, destacar todas os tópicos já estudados e aqueles cujos conhecimentos ainda precisam ser consolidados.

Segundo o item 15.2.3 do edital, que versa sobre os conhecimentos específicos para o cargo 1, analista judiciário – área: administrativa, temos como temas propostos em Administração Geral:

1 Funções de administração: planejamento, organização, direção e controle

1.1 Processo de planejamento.
1.1.1 Planejamento estratégico: visão, missão e análise SWOT.
1.1.2 Análise competitiva e estratégias genéricas.
1.1.3 Planejamento tático.
1.1.4 Planejamento operacional.
1.1.5 Administração por objetivos.
1.1.6 Balanced scorecard.
1.2 Organização.
1.2.1 Estrutura organizacional.
1.2.2 Tipos de departamentalização: características, vantagens e desvantagens de cada tipo.
1.2.3 Organização informal.
1.3 Direção.
1.3.1 Motivação e liderança.
1.3.2 Comunicação.
1.3.3 Descentralização e delegação.
1.4 Controle.
1.4.1 Características.
1.4.2 Tipos, vantagens e desvantagens.

2 Gestão de projetos

2.1 Elaboração, análise e avaliação de projetos.
2.2 Principais características dos modelos de gestão de projetos.
2.3 Projetos e suas etapas.

3 Gestão de Processos

3.1 Conceitos da abordagem por processos.
3.2 Técnicas de mapeamento, análise e melhoria de processos.
3.3 Construção e mensuração de indicadores de processos.

4 Gestão de risco

5 Processo decisório

5.1 O processo racional de solução de problemas.
5.2 Fatores que afetam a decisão.
5.3 Tipos de decisões.

6 Processo de mudança: mudança organizacional, forças internas e externas, o papel do agente e métodos de mudança

7 Decreto‐Lei nº 200/1967

Elaboração de plano de estudos

Está é uma análise dos principais tópicos a serem estudados.

A banca CESPE, organizadora do concurso para o STM explora frequentemente, em suas provas, os temas propostos nesse edital.

No ano de 2017, a banca CESPE organizou, dentre outras, as provas do TRE-TO, TRF-1,TRT-7, TCE-PE e TRE-BA. Ou seja, foram cinco concursos de tribunais. Em todos eles, foram encontrados vários dos tópicos exigidos na prova do STM.

O candidato deve, portanto, atentar-se da importância que a disciplina Administração tem para a nota de sua prova.

Destaco, dentro do edital do STM, os tópicos mais explorados pela banca examinadora:

  1.  Funções de administração: Planejamento estratégico, tático e operacional; :Visão e missão organizacionais; Análise SWOT; Balanced scorecard; Estrutura organizacional; Tipos de departamentalização; Motivação e liderança; Comunicação
  2. Gestão de projetos: Principais características dos modelos de gestão de projetos
  3. Gestão de Processos: Conceitos da abordagem por processos; Tipos de decisões
  4. Gestão de risco: Matriz de riscos (probabilidade x impacto), fatores de riscos
  5.  Processo decisório: O processo racional de solução de problemas; Tipos de decisões
  6. Processo de mudança: mudança organizacional, forças internas e externas
  7. Decreto‐Lei nº 200/1967: organização administrativa, descentralização e desconcentração;

É muito importante observar que boa parte dos tópicos apresentados acima também estão presentes na prova de Técnico Administrativo.

As maiores diferenças entre as duas provas estão no estudo de Administração Pública (somente para técnico) e Gestão de Riscos (somente para analistas).

Apesar de somente o cargo de Técnico Administrativo trazer o tópico Gestão de Pessoas, há assuntos correlatos à gestão de pessoas em ambas as provas. Motivação e Liderança são exemplos disso.

As demais áreas de estudos são bastantes próximas, ainda que a descrição nominal dos tópicos não seja idêntica.

Mas é importante que você saiba que as provas de técnico e analista podem ter níveis de complexidade diferentes. Por isso é ideal estar bem preparado, independentemente do nível de escolaridade de sua prova.

Características da banca examinadora

A banca CESPE tem por hábito valer-se das doutrinas mais ortodoxas e mais reconhecidas dentro do ambiente de estudos das organizações.

É raro encontrar questões que não sejam amparadas por doutrinadores consagrados como Chiavenato, Maximiano, Marco Aurélio P. Dias, entre outros autores clássicos.

Isso não quer dizer que não haja certo de nível de subjetividade nas questões. A banca CESPE exige de seus candidatos uma certa dose de esforço interpretativo e avaliativo.

As questões têm um grau de dificuldade considerável, pois exigem o conhecimento da doutrina e, em muitos casos, exige também que o candidato interprete essa doutrina, dentro uma proposição de ambiente organizacional.

São comuns questões que versam sobre situações hipotéticas, de supostas aplicações da Administração em casos práticos.

Uma das maiores dificuldades das provas da banca CESPE reside na complexidade de administrar os famosos “chutes”, uma vez que uma questão errada anula uma certa.

Contudo, a banca trabalha com um perfil de questões conhecido, o que traz certa previsibilidade para o candidato que realiza muitas questões.

Orientações sobre estudos

Em Administração, é preciso estudar as teorias que fundamentam as questões de provas.

Não há como resolver questões de Administração, com segurança e confiança nas respostas, sem um estudo aprofundado de tais teorias.

Nesse sentido, os estudos antecipados são fundamentais.

O ideal é mesclar teorias com resoluções de questões. Os conhecimentos teóricos devem ser revisados semanalmente, com ciclos maiores de revisões quinzenais.

É importante preparar resumos, pois os assuntos são muito extensos. Os resumos serão muito úteis na revisões, semanais e quinzenais.

Dica importante

Embora o processo ideal de estudos seja a harmonização de conhecimentos teóricos, baseados em leituras, com a prática, através da resolução de questões, precisamos nos atentar que edital já foi publicado e o tempo tornou-se exíguo.

Neste momento opte por leituras mais objetivas e resumos dos temas que ainda não tem conhecimento. E prepara-se apenas com as questões nos temas em que seus conhecimentos já estiverem consolidados ou em processo de aprendizado.

Em outras palavras, não adianta querer assimilar muito conhecimento teórico em um intervalo muito curto de tempo! Foque nas questões.

Transformar um plano de estudos em um projeto de aprovação

Há muitas questões envolvidas na aprovação em concurso público de ponta, como os concursos dos tribunais federais.

A busca pelos bons salários, benefícios e a estabilidade empregatícia faz com a concorrência aumente muito.

Por isso, é importante preparar um planejamento de estudos eficaz, identificando enfoques de carreiras, reconhecendo as doutrinas majoritárias, organizando tempo de estudos, resumos, métricas de evolução e resultados, dentre outros fatores relevantes.

Conheça uma proposta de coach para concursos públicos e mude, de uma vez, para a carreira pública.

Acesse: www.facebook.com/admfederal e saiba mais.

Postado por claudiajones às 15:10 | Nenhum comentário | Comentar

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Concurso Polícia Federal: dicas fundamentais para todos os cargos

No nosso post de hoje vamos trazer dicas bem importantes para quem está se preparando para o concurso Polícia Federal.

O concurso da Polícia Federal está perto de ser aberto; a expectativa é grande e o tempo é curto para estudar uma grande quantidade de matérias.

Dessa forma, é preciso manter uma estratégia para o preparo mais eficiente possível.

Cargo de Delegado

O concurso para Delegado Federal exige conhecimentos específicos em diversas áreas jurídicas, necessitando de um estudo amplo e menos denso.

Em outras palavras, o certame não exige um especialista em uma determinada área.

O bom candidato sabe o suficiente de cada matéria, não um preparo aprofundado de todas, até porque é impossível saber tudo. Dessa forma, é importante um estudo vinculado com as atividades típicas de Delegado Federal.

Exemplificando: a função é presidir inquérito policial, trabalhando nas investigações policiais e na segurança pública em âmbito federal.

O servidor público não vai lidar com recursos em matéria penal ou situações exclusivamente de âmbito estadual. Estes conteúdos devem ser analisados com menor profundidade, pois a possibilidade de serem cobrados é baixa.

Por outro lado, a matéria inquérito policial deve ser muito bem analisada pelo candidato, justamente por ser específica de atuação do Delegado Federal.

Cargo de Agente Federal

Quanto à carreira de Agente Federal, apresenta a especificidade de cobrar conhecimentos jurídicos e não jurídicos – dificultando os estudos de todos os candidatos.

Frise-se: como o concurso exige formação superior em qualquer área, uns terão mais vantagens e desvantagens em certas questões. Por exemplo: o contador terá vantagem na parte de contabilidade, mas terá maior dificuldade nos conhecimentos jurídicos.

Dessa forma, o óbvio tem que ser dito: estude aquilo que não sabe e deixe de lado a sua área de formação. É importante ser estratégico, não tem jeito. A quantidade de matérias é enorme, necessitando de uma diretriz certeira.

Cargo de Perito criminal

Quanto à carreira de Perito Criminal, sem sombra de dúvidas é a mais difícil de obter êxito, pois os conhecimentos são extremamente profundos na área, exigindo conhecimentos jurídicos que não são da expertise do candidato e a quantidade de vagas é reduzida.

É importante verificar o conteúdo cobrado das provas anteriores, pois, normalmente, como são disciplinas de Ciências Exatas, estas não mudam muito ao longo do tempo se compararmos com as Ciências Humanas.

Além disso, importante fazer módulos específicos das matérias jurídicas, pois aprender Direito sem um professor é um trabalho dificílimo.

Dicas essenciais

Dicas para todas as carreiras da Polícia Federal: existe uma certa tradição da banca ser a Cespe/UNB. Ou seja, esta segue um padrão de cobrança de conhecimentos com assertivas para julgar certo ou errado, sendo a marcação equivocada contabilizando pontuação negativa.

Portanto, o candidato deve marcar apenas quando tiver absoluta certeza; na dúvida, não marque. Já conhecemos aprovados que marcaram apenas duas questões de certa matéria e passou, pois contrabalanceou em outras disciplinas os êxitos.

Além disso, fundamental ler os informativos dos tribunais superiores, pois a banca sempre cobra muitas questões acerca de conhecimentos específicos dos entendimentos do STF e do STJ.

Por fim, não esquecer de elaborar muitas questões anteriores, é fundamental para entender o padrão da banca, objetivando potencializar o número de acertos.

Colaborou:

Thiago Jordace –  Doutor em Direito da Cidade pela UERJ, Mestre em Direito Penal pela UERJ, Graduado em Direito pela UFRJ, advogado e professor.

Gabriela Goldstein  Química formada pela UFF e professora.

Postado por claudiajones às 18:58 | Nenhum comentário | Comentar

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Podcasts para concursos ajudam estudantes

qc cast o primeiro podcast de concursosCom a correria do dia a dia e a distribuição do tempo entre as várias rotinas diárias, os estudantes têm lançado mão de ferramentas que possam otimizar seus estudos para concursos.
Uma dessas ferramentas são os podcasts que pela facilidade que a pessoa tem de ouvir onde estiver tem contribuído e muito para potencializar.

Podcasts com conteúdo de provas anteriores ou de leis tem se tornado parte da rotina diária de muitos concurseiros.

Heberti Cavalheiro, 23 anos, concurseiro do Rio de Janeiro, conheceu a ferramenta de podcasts do site Qconcursos.com e incluiu em sua programação diária de estudos. “Já tem um tempinho que me preparo para concursos e a cada vez eu procuro aperfeiçoar meu processo de estudos.

Atualmente, além das questões no site Qconcursos.com, que Heberti resolve diariamente, ele não deixa mais de estudar enquanto faz suas atividades. “O QC Cast já faz parte da minha preparação quando estou caminhando, ou na academia malhando, ou até mesmo no transporte indo para casa ou trabalho. Aprendi a aproveitar ao máximo meu tempo. Os podcasts do Qconcursos que são os QC Casts vieram como uma “mão na roda” para me ajudar nestes momentos”.

De acordo com diversos estudantes, os podcasts além de ajudar na otimização do tempo para os estudos ainda contribuem para que o aluno assimile um conteúdo.

O QC Cast do Qconcursos.com têm vários desafios baseados em conteúdos de provas anteriores e em leis.

Veja todas as edições do QC Cast e otimize seu tempo durante a preparação.

Postado por claudiajones às 11:13 | Nenhum comentário | Comentar

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Como se dar bem em um concurso?

Olá pessoal,

Como estamos de estudos por aí? Já descobriu como se dar bem em um concurso?

Neste post resolvi trazer umas dicas bem legais para que você entenda, de uma vez por todas, como deve ser a sua preparação em grau de excelência. Afinal, queremos extrair dessa leitura um futuro aprovado e nomeado, certo? Então, venha comigo que eu dar-lhe alguns passos fundamentais para você seguir e se dar bem. 😉

Veja concursos antigos do TRE

Ah, mas antes, deixe-me perguntar algo importante: você sabia que existe um podcast de conteúdo para concursos? Olha que legal! Você pode ouvir onde e quando quiser. Clique aqui

Como estudar para concurso?

Você deve estar se perguntando justamente isso agora! Acertei? 😉

Pode ficar tranquilo, porque essa dúvida não é um privilégio seu! Milhares de pessoas têm essa dúvida! Aliás, milhões, pois todo mundo um dia teve seu pontapé inicial.

E não vale dizer que existe uma fórmula mágica ou um guia definitivo! Até porque, nada mais nesta vida será definitivo desde o advento da Internet!

De vez em quando (sempre) recebo dúvidas de estudantes que me perguntam como se dar bem concurso público ou como se dar bem na redação enem. Parece simples, né? É só pegar um monte de livros, ou seriam apostilas, ou melhor pdfs, talvez videoaulas, ou não, talvez assistir a aulas presenciais. Xiiii, muita confusão, não é?

Posso resumir em uma palavra exatamente como se dar bem em um concurso:  dedicação. O resto a gente vai aprender a adaptar-se! Costumo dizer, em muitos casos, que estudar para concurso é um projeto de vida adaptável. Preparei um artigo bemmmmm legal para você que vai lhe ensinar os passos básicos para se dar bem no concurso. Clique aqui e acompanhe.

Aproveite as dicas e dê um feedback, tá? 😉

Até o próximo post

Postado por claudiajones às 18:19 | Nenhum comentário | Comentar

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Magistratura Trabalhista: a trajetória de uma sonhada carreira

Qconcursos.com traz uma série de especiais sobre diversas carreiras públicas. Desta vez, convidamos o Juiz do Trabalho do TRT1 e professor do portal Qconcursos.com Cláudio Freitas para falar um pouco sobre a carreira da Magistratura Trabalhista. Acompanhe abaixo:

“O Juiz do Trabalho inicialmente, logo após aprovação no concurso, deve participar do curso de formação inicial (CFI) de 60 (sessenta) dias no próprio Tribunal Regional do Trabalho. São ministradas aulas teóricas e práticas sobre o ofício que passará a desenvolver. Após a sua realização, ainda deve realizar outro curso de formação inicial, agora em Brasília, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), cuja organização é da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT), conforme artigo 111-A, § 2º, I da Constituição da República, com duração de 30 (trinta) dias, igualmente com aulas teóricas e práticas.

Após esse primeiro estágio acima, o Juiz passará a exercer os seus ofícios como “Juiz Substituto”, sendo que nas primeiras semanas realizará as audiências com o acompanhamento de um outro Juiz mais experiente, chamado de “tutor” ou “anjo” (nomenclatura variando de acordo com cada Tribunal). Após algumas semanas, aí sim, o Juiz do Trabalho passará a presidir as audiências sozinho, ficando responsável por uma ou mais Varas do Trabalho simultaneamente, conforme designação feita pela Corregedoria do Tribunal.

Durante os primeiros 02 (dois) anos o Juiz estará em vitaliciamento, sendo constantemente avaliado por “comissão de vitaliciamento” do Tribunal ao qual se vincula, realizando, inclusive, cursos de aperfeiçoamento de forma constante para melhor exercício de seu ofício. Após tal período e sendo devidamente aprovado, tornar-se-á vitalício no cargo, o que é uma das garantias do cargo de Juiz, conforme artigo 93, I, II e III da Constituição da República).

O cargo de “Juiz Substituto” ocorrerá até o momento em que o Magistrado assuma de forma definitiva uma vara do Trabalho, de acordo com a existência de vagas, passando a ser “Juiz Titular”.

Dentro dos misteres desenvolvidos, o Juiz do Trabalho analisa diversos tipos de demandas, sendo sua competência em conformidade artigo 114 da Constituição da República, sendo que todas elas têm como pano de fundo alguma relação de trabalho (não necessariamente de emprego), podendo ser especificamente em relação ao trabalhador individualmente (incluindo indenização por danos morais e materiais), coletivamente (como nas ações sindicais ou do Ministério Público do Trabalho), ou demandas que versem sobre direito de greve, sindicalismo, penalidades aplicadas por auditores fiscais do trabalho, dentre outros. Trata-se de um amplo rol de competência, não existindo Varas especializadas em cada um dos tipos de pedido, devendo o Magistrado atuar em todos os tipos de demanda que lhe são submetidas, desde que dentro da competência do dispositivo constitucional acima.

Vale destacar que o cargo de Juiz do Trabalho pode ser exercido até que o Magistrado complete 75 (setenta e cinco) anos, caso em que será aposentado compulsoriamente, conforme recente Lei Complementar 152/2015.

Trata-se de uma carreira que exige muito estudo e dedicação, seja para a aprovação no concurso, seja para o exercício do cargo. No entanto, a recompensa social de uma prestação jurisdicional que atenda aos interesses sociais é a melhor resposta que o Juiz do Trabalho pode ter, dignificando uma das mais belas carreiras estatais, que é, destaque-se, um dos Poderes da República”.

Claudio Freitas, Juiz do TRT1 e professor do Qconcursos.com 

 

Postado por claudiajones às 9:59 | Nenhum comentário | Comentar

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Como prever o que vai cair na prova?

Havia um intelectual que veio a ser membro da banca examinadora de um concurso dificílimo. Autor de vários livros e com currículo brilhante, ele era o terror dos candidatos. Suas perguntas eram ainda mais difíceis do que o próprio concurso. Um dia, contudo, um professor inteligentíssimo percebeu que todas as perguntas eram tiradas das notas de rodapé de determinados livros que, por muito apreciados pelo examinador em questão, acabavam sendo fonte constante das questões de concurso que formulava. Então, uma apostila de poucas páginas, só com as notas de rodapé, passou a ser o suficiente para todo mundo ser aprovado naquela disciplina.

Muito bem, este artigo é baseado em fatos reais! Agora vou contar dois casos meus. Dei aula para um grupo de alunos que se preparava para o concurso de Delegado de Polícia/RJ. Na véspera da prova específica discursiva, acertei 4 de 5 questões. Meus alunos achavam que eu era oráculo, mágico, ou coisa parecida. Mas não era isso, eu apenas fiz a pergunta: “Se eu fosse examinador desse concurso, o que eu perguntaria?” Basta observação, pragmatismo e o desejo de fazer alguma coisa funcionar. Isso incomoda a muitos, pois há uma tendência a querer que todos sigam os padrões tradicionais. A Academia, a Universidade e os intelectuais não gostam do que chamam de “listas”, “receitas” e do que é rotulado como “autoajuda”. O problema é que há horas para ser acadêmico, e horas para ser pragmático (como no caso dos concursos). Somos criticados apenas porque seguimos outro padrão. Não existe um padrão certo e outro errado, eles apenas são diferentes. Isso vale para aulas, livros, cursos, projetos, preferências sexuais etc.

Outro caso sobre padrões. Minha apostila de Medicina Legal, hoje livro, foi feita por um sistema muito simples. Eu me perguntava o que seria importante para um Delegado de Polícia saber nessa disciplina. Isso bastou para a então apostila ser considerada “ouro em pó”, pois matava todas, ou quase todas, as questões dos concursos. Isso só deixou de funcionar no Estado do Rio de Janeiro quando a banca mudou o padrão, deixando de perguntar o que um Delegado precisa saber e passou a indagar, numa decisão lamentável, coisas que nem quem faz o concurso para perito é capaz de responder. A funesta decisão da banca não matou minha apostila, pois hoje é um livro com outros autores e muito bem recebido. Mas matou a lógica racional no concurso, prejudicou muita gente e fez a Polícia Civil perder ótimos Delegados, reprovados numa matéria importante, mas que não devia ser cobrada dessa maneira.

Muito bem, o fato é que a técnica utilizada pelo professor que citei, e por mim, nos dois casos anteriores, é muito simples. Primeiro, a gente observa ou se indaga o que seria razoável cair ou o que está caindo nas provas. Segundo, traça-se um padrão que o examinador esteja seguindo. Em suma, o que mais comumente ele usa. Aí, por fim, anota-se tudo que, estando dentro do Programa do Edital, se encaixa no padrão. Tudo que estiver no padrão, a gente anota. A técnica nada mais é que se antecipar ao examinador. Para fazer isso é preciso ter muito conhecimento e estudo, e usar a inteligência. Vale citar que aquele examinador citado no primeiro caso é um gênio, tem muito a dar, mas na hora de perguntar, ele seguia um padrão simples, que foi plotado por olhos que o observavam. Eu fazia isso quando concurseiro, depois como professor.

As pessoas que às vezes criticam essas técnicas, a meu ver, não compreendem a ideia ou, pior, se sentem ameaçadas por quem não segue os padrões que elas elegeram. Descobrir o que vai cair e estudar o assunto é atividade inteligente. Saber “chutar”, embora criticado por tantos, tem seu lugar também. Minha aula sobre “chute” que está na Área de Ciência e Tecnologia do Youtube, já tem mais de 250.000 exibições. Muitos criticam as técnicas, mas se esquecem do meu pragmatismo e das orientações que dou no livro ao tratar do assunto. Repare que o pessoal do Google, um time genial, classificou o “chute” em Ciência e Tecnologia, o que não é correto, mas mostra que nem todo mundo acha o “chute” uma fraude. Saber a hora de chutar, e como, e bem, é inteligência posta a serviço do sonho. Digo que o ideal é saber a respostas, mas se isso não acontecer…

Além da previsão do futuro e do “chute”, o modelo de livros para concursos também foi criado a partir da análise de padrões. Ao criar os livros para concursos, eu quis ajudar os concurseiros que, como eu, sofriam por falta de material adequado. Sem saber, estava quebrando um paradigma e criando um novo nicho editorial. Na minha época, só havia apostilas e livros espessos – as primeiras com menos do que o candidato precisava; os livros, com muito mais que o necessário para passar. Então, sugeri ao Sylvio Motta que incluísse uma nova parte no livro de questões de Direito Constitucional que ele estava preparando. Sugeri que ele fizesse uma teoria resumida, do tamanho adequado para concurseiros. Em resposta, ele disse que topava a proposta se eu participasse do projeto da parte teórica. Aceitei, e dali saiu um livro em coautoria que foi aquele que começou a série “Provas & Concursos”, que revolucionou o mercado. Até o dia em que paramos de publicar aquela obra juntos, mais de 50.000 livros já tinham sido vendidos. Mais que isso, chamamos os amigos professores e saiu dali toda uma série. Claro que apareceu gente para criticar a “indústria dos concursos”, mas o fato é que, até aquela época, ninguém se preocupava com os concurseiros. Hoje, o cenário mudou e até as editoras jurídicas já estão cuidando de ter séries para concursos públicos. Mais uma vez, tudo aconteceu a partir da identificação de um padrão e de uma simplificação, qual seja, atender não a tudo, mas apenas ao padrão. Isto é muito eficiente.

Descobrir o padrão simplifica o trabalho e isso não serve apenas para concursos. A técnica funcionará tanto melhor quanto mais razoável for quem estiver do “outro lado”. O macete é: identifique o padrão utilizado pela outra pessoa e você saberá o futuro. O que vai cair na prova, o que uma pessoa fará amanhã, como ela reagirá a uma dada situação, como ela se sairá em um negócio. Prever comportamento só não funciona muito com os loucos. Eles não seguem necessariamente um padrão. Mas, se definirmos que o sujeito é maluco, então já teremos um padrão para ele: nesse caso, não se pode usar os padrões anteriores porque ele não segue padrões. Felizmente, não é o caso da maior parte dos examinadores e humanos. Somos uma raça de padrões. Muitos padrões diferentes, mas padrões. Infelizmente, contudo, existem pessoas e bancas, e alguns governos, loucos.

O desafio é descobrir o padrão. Se a banca, o sócio, o cônjuge, o cliente etc. não seguir um padrão, seguirá outro. Descubra qual é o padrão e você poderá prever o futuro. O resultado só vai mudar se a pessoa mudar o padrão, mas para isso ela tem que estar observando, querendo mudanças, precisa estudar, ou fazer terapia, ou sofrer muito, ou se converter a algum credo, ou ver a morte de perto… Por falar em mudar padrões, se você está sendo reprovado em concursos, veja o que precisa fazer para mudar seu padrão de atitudes-pensamentos-comportamentos e, assim, poderá mudar o padrão dos resultados também.

Descobrir o que vai cair na prova pode ser feito de várias formas. Isso inclui estudar o Programa todo, fazer as provas anteriores, entender como cada instituição trabalha (Cespe/Unb, Esaf, FCC, por exemplo), desenvolver e analisar estatísticas, reparar o que está acontecendo na época da prova, ouvir os professores especializados (acessíveis nos livros, cursos e na internet)… Falo sobre isso nos meus livros para concurso e no meu site, e há muito material disponível sobre o tema.

Fazer provas não tem tanto a ver com saber a matéria, quanto tem com saber fazer provas, saber estudar com foco. Por enquanto, claro. Um dia, os examinadores evoluirão e aglutinarão os conceitos de “saber” com “saber fazer provas”. Enquanto eles não aprendem a fazer isso, estamos diante de dois assuntos diferentes. De minha parte, quero ajudar a educação a evoluir e a melhorar as provas, mas, até lá, quero ver meus alunos, leitores e amigos conseguindo resultados. E, para isso, precisamos aprender a jogar o jogo e a dançar a música que está tocando. Um dia, quebraremos o disco e poremos música melhor, advirto.

Quando intelectuais criticam os livros para concursos, se esquecem que tais livros são perfeitos para o fim a que se destinam. Se querem mudar os livros para concursos, basta mudar a forma de se indagar nas provas. Nós, concurseiros, alunos e professores, somos muito adaptáveis. Para concluir, assim como a academia tem muito a aprender com os concursos, o serviço público tem muito a aprender com a iniciativa privada. Mas este já é outro assunto. Precisamos melhorar o serviço público e minha maior esperança é contar com você, concurseiro.

Por fim, outra pergunta ótima é, além de “qual é o padrão?”, indagar “o que é o mais importante?”. E, se o tema for administração do tempo, “o que é de fato importante, é urgente?” Essas reflexões, mais do que “apenas” fazer você passar em concurso, pode nos ajudar a melhorar o país, a nossa vida, o amanhã. Com esforço e inteligência, é possível produzir um hoje mais saudável e um amanhã bem melhor para todos.

William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 40 obras, dentre elas os best-sellers Como Passar em Provas e Concursos e As 25 Leis Bíblicas do Sucesso.
William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 40 obras, dentre elas os best-sellers Como Passar em Provas e Concursos e As 25 Leis Bíblicas do Sucesso.

 

Postado por claudiajones às 9:12 | Nenhum comentário | Comentar

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Concurso do TRE – SP: planejamento para uma excelente prova

Temos um excelente tempo até a prova do concurso do TRE – SP que só acontecerá em fevereiro de 2017. No entanto, o candidato precisa ser sagaz, saber utilizar com bom aproveitamento esse tempo e manter o ritmo. Se o candidato não tomar cuidado poderá achar que tem muito tempo pela frente e começar a empurrar o estudo, fato que poderá não trazer o sucesso desejado.

 

Planejamento e disciplina

Planejamento e disciplina são fatores essenciais para aquele que almeja a aprovação em concursos. O candidato que mantém um planejamento, uma organização dos seus estudos consegue visualizar os pontos mais fortes e mais fracos na sua preparação e, assim, manter o ritmo nos mais fortes e buscar soluções para eliminar as fraquezas. E um bom planejamento começa com a organização dos estudos por meio de uma agenda na qual ele distribuirá as disciplinas pelos dias da semana e passará por todas elas o tempo todo.

Aconselho o contato permanente com as disciplinas, pois aquele candidato que foca em uma ou duas disciplina por vez e só ataca a próxima quando acaba a anterior, corre o risco de esquecer muito do que estudou e terá de retomar a rotina naquela disciplina. Isso, será contra-producente, pois sabemos que conhecimento tem de ser massificado o tempo todo e com resolução de questões.

 

Banca

A banca escolhida é a Fundação Carlos Chagas – FCC – que tem o costume de cobrar todos os itens do edital, sendo de suma importância o estudo passando por todos os pontos propostos no edital.

Importante o candidato analisar as provas anteriores da FCC para averiguar o que predomina na cobrança. Por exemplo, em Língua Portuguesa, há equilíbrio entre Texto e Gramática. Já em direito, é possível perceber a cobrança do texto da lei. Mas, de qualquer forma, esteja sempre preparado para uma possível mudança de comportamento da banca e pode ser na sua prova. Pois as bancas, mesmo tendo seu perfil, não existe para aprovar o candidato e, sim, para eliminá-lo. Assim, é importante imaginar que a banca pode apertar o quanto ela quiser e até fugir do perfil já pré-definido. Ataque a banca antes que ela ataque você.

FCC tem um arsenal de questões e não é necessário que o candidato se arrisque por outras bancas de perfil diferente. Porém, é importante, pelo menos, ele avaliar se existe algum conteúdo novo que esteja figurando do momento, ou seja, algum tema que tenha virado moda ultimamente, principalmente, nas matérias específicas tanto do concurso, como o eleitoral, quanto das especificidades de cada carreira. Num rápido levantamento que fiz, a banca FCC tem, mais de 70 mil questões anteriores. Mais de 8 mil só em língua portuguesa. Na área de direito são mais de 25 mil questões. Então, nem é necessário buscar outras bancas como fonte de treinamento. Foque na FCC e se acostume com seu perfil.

 

Como se preparar

Como disse, anteriormente, o estudo deve ser concomitante à resolução de questões, e vou mais além, o candidato só deve mudar de assunto em uma matéria quando exaurírem todas as dúvidas do tópico, o que só é possível com o treinamento de questões. É errando que o candidato poderá buscar um melhor entendimento e chegar ao esclarecimento de algum assunto.

Trabalhar todas as disciplinas distribuídas pelos dias da semana também dará uma maior segurança ao candidato que estará sempre com a matéria fresca em sua cabeça. Muitas vezes, um tema que você estudou em alguma matéria, pode aparecer de outro ângulo em outra disciplina. Até porque as questões de provas andam cada vez mais interdisciplinares.

 

Treinamento de Questões

O treinamento de questões, principalmente da banca FCC, ajudará o candidato a entender o ponto de vista da organizadora e será fundamental para aplicar a lei do item a ser anulado. Saber anular as questões já de cara é um ponto favorável no quesito tempo. Muitas vezes, só em ler o início do item, é possível verificar o erro dela e descartá-la. E, para aplicar essa técnica, só dependerá de muito treinamento.

 

Simulados

Simulados! Esse é um ponto- chave numa preparação fortalecida. Pelo menos uma vez por semana o candidato deverá verificar o nível em que se encontra o seu conhecimento, ou seja, se tudo aquilo que ele estudou ao logo da semana foi bem absorvido e com que velocidade ele conseguirá resolver uma questão. Até porque o quesito velocidade será essencial no dia da prova e nada melhor do que simular esse momento quantas vezes forem necessárias para ajustar as arestas.

 

Atualização

Atualização! Sempre olhar para as novidades das disciplinas, principalmente as de direito que se atualizam ‘num piscar de olhos’. Estudar Súmulas do Tribunais Superiores para quem vai prestar concurso para Analista é fundamental

 

Ler o edital

O candidato deve ler atentamente o edital e verificar se ele se encaixa dentro do perfil que escolher se inscrever. Muita atenção pois haverá prova discursiva. Para os cargos de Analista Judiciário – Área Judiciária e Analista Judiciário – Área Administrativa (graduação de nível superior em qualquer área de formação) e Técnico Judiciário – Área Administrativa, em todas as especialidades haverá uma redação. Sendo assim, o candidato deverá treinar muito a escrita e ver os pontos que serão avaliados na redação. Já para as demais especialidades de Analista, haverá um estudo de caso.

Bons estudos e boa prova!

Cláudia Jones

  • Tudo sobre o concurso
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    Postado por claudiajones às 16:43 | Nenhum comentário | Comentar

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    8 erros que você não pode cometer para conquistar sua aprovação!

    Alcançar a tão sonhada vaga na carreira pública requer tempo e dedicação. Quem estuda precisa ficar atento para não colocar em risco todo o planejamento. Raquel  Almeida, especialista do site Concurso Virtual separou os 8 erros que os concurseiros não podem cometer e ensina como evitá-los!
    1. Não treinar/simular um dia de prova.
    Concurseiro que calcula bem o tempo de resolução para cada matéria e treina diversos simulados tem mais chances de controle e segurança na hora da prova. Além disso, ele poderá ficar bem menos ansioso no dia de encarar o desafio real.

    2. Escolher um concurso de nível médio porque é mais “fácil”.
    Saiba que o que leva o candidato a ser aprovado não é o grau ou nível de dificuldade, e sim uma preparação adequada. Além do mais, achar que esse tipo de concurso é mais fácil é erro grave, pois seu conteúdo programático possui temas, questões e características que precisam ser estudadas com a mesma disciplina de concursos de nível superior. Hoje em dia, a disputa é muito acirrada em qualquer concurso.

    3. Não fazer revisões das disciplinas.
    A revisão é fundamental para saber se você entendeu bem os conceitos, esqueceu algum item ou estudou tudo o que foi pedido. Quando reforçamos o que estudamos por meio da repetição revisada, tendemos a entender melhor a matéria. Faça revisões periódicas para não deixar tudo para a última hora!
    4. Fazer concursos em diferentes áreas.
    Além do trabalho dobrado, você pode ter dificuldade para montar um cronograma. Os concursos da mesma área costumam ter diversas matérias em comum. Assim, mesmo que você foque em um concurso específico, você pode prestar concursos semelhantes, pois estudará basicamente a mesma coisa, com poucas matérias específicas para cada um deles.

    5. Estudar pensando em curto prazo.
    Alguns editais de concursos públicos demoram anos para serem divulgados. Por isso, dependendo de seu objetivo, é preciso aprender a estudar pensando em dedicação no longo prazo. Neste caso, usar técnicas de resumo e revisões para que o conteúdo não seja esquecido após um tempo é o ideal.

    6. Priorizar disciplinas com que você tem maior afinidade.
    Estude e adquira familiaridade com todas as disciplinas cobradas no seu concurso para descobrir seus pontos fracos. Se você apenas priorizar aquilo que gosta, vai ter problemas para a resolução de exercícios mais complicados e não vai conseguir uma boa colocação. Revise todas, sem exceção.

    7. Não usar um material de estudo adequado.
    Estudar por recursos de procedência duvidosa pode causar muitos problemas. Além de incompletos, eles podem não estar atualizados de acordo com as últimas retificações do edital. Portanto, escolha apostilas para concurso, videoaulas e cursos online somente de confiança, além de utilizar livros e provas anteriores para aumentar ainda mais suas chances de passar.

    8. Partir direto para os exercícios sem estudar a teoria.
    Essa conduta dificulta o aprendizado e a fixação da matéria. Normalmente, o candidato que faz isso também tem o hábito de começar os estudos e interrompê-los ao primeiro sinal de cansaço, para recomeçar o ciclo quando sai outro edital.

     

    Bons estudos!

     

     

    Postado por claudiajones às 13:00 | Nenhum comentário | Comentar

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    Dicas para fazer uma boa redação para concursos!

    Você estuda para concurso público?  A equipe do Concurso Virtual separou algumas dicas para te ajudar na sua preparação.

    Alcançar a tão sonhada vaga na carreira pública requer tempo e dedicação. Quem estuda precisa ficar atento para não colocar em risco todo o planejamento. Continue lendo este e-mail e conheça Dicas de Redação para sair na frente dos seus concorrentes!
    Pontuação

    – Evite o excesso de vírgulas. Só as use quando for realmente necessário, pois caso o texto possua pausas desnecessárias, além de comprometer o ritmo e a continuidade do texto, comprometerá também a coesão e coerência textual.

    – Não faça períodos longos demais, mas não exagere nos pontos, de maneira que o seu texto se torne muito travado. É necessário equilíbrio.

    – Evite os sinais de pontuação cujo uso você não domina. A exclamação, as reticências, as aspas, o ponto e vírgula e os dois pontos são sinais que podem ser evitados caso haja uma insegurança quanto ao uso. Entretanto, o uso correto desses sinais pode enriquecer o texto e torná­lo mais compreensível.

    – Caso haja algum diálogo, é importante usar sinais que o caracterizam: dois pontos e travessão.

     

    Vocabulário

    – Seja direto e use linguagem simples, clara. O uso de termos em relação aos quais você não tem segurança podem comprometer a compreensão do seu texto.

    – Evite palavras científicas, pois elas podem conter um significado muito específico e não se adequar ao contexto em que foram aplicadas.

    – A menos que seja indispensável, não use figuras históricas, pois, caso você se engane a respeito de alguma informação sobre aquela pessoa, você estará prejudicando a verossimilhança do texto.

    – Evite os lugares comuns, conhecidos também como âncoras, clichês etc. São palavras, expressões ou frases usadas anteriormente por outras pessoas ou por você e que se tornaram conhecidas e muito repetidas.

    – Evite ao máximo semelhanças com a oralidade. Lembre-
    ­se que quando escrevemos uma redação (especialmente no vestibular) devemos obedecer às normas da língua. Nunca use, portanto, gírias ou figuras de linguagem. Elas podem atrapalhar o conteúdo e a clareza da sua redação.

    – Não use expressões do tipo “eu acho”, “eu penso”, “eu sinto” ou semelhantes.
     

    Paragrafação e limpeza do texto

    – Marque o tamanho do parágrafo e siga esta marcação até o final do seu texto.

    – Não deixe espaços vazios nas laterais das linhas, pois isso pode ser descontado na pontuação.

    – Faça algumas linhas a mais do que foi pedido, mas não se exceda e respeite os limites da folha de redação.

    – Comece parágrafos, frases e nomes próprios com letra maiúscula.

    – A sua redação deve ser limpa, com uma letra legível.

    – Evite rasuras, mas, caso aconteça, apenas faça um traço reto sobre a palavra e continue o texto em seguida.

    – Só coloque título na sua redação se a proposta exigir isso; caso contrário, nunca se esqueça de evidenciar a proposta que você escolheu.
    Antes de escrever o texto

    – Leia atentamente a proposta. Caso seja necessário, leia mais de uma vez.

    – Faça uma lista dos tópicos com os seus conhecimentos a respeito do assunto.

    – Separe os tópicos entre a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
     

    Depois de escrever o texto

    – Leia o texto e retire ou acrescente o que for necessário.

    – Observe novamente a proposta para ter certeza de que não está fugindo ao tema.

    – Depois de corrigir os erros enxergados por você, passe a redação a limpo e não modifique mais nada.

    Bom treinamento!

    Postado por claudiajones às 18:50 | Nenhum comentário | Comentar

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