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Rosé Piscine é o vinho francês N°1 do Brasil

Os números de 2018 não deixam margem para dúvidas o vinho francês mais vendido no Brasil é o Rosé Piscine, aquele que se bebe com gelo. Com apenas 4 anos de mercado este vinho descolado que rompe com as tradicionais normas de consumo caiu no gosto de brasileiras e brasileiros. Plenamente adaptado ao clima tropical, com garrafa insinuante e charmosa ele faz sucesso em todos os segmentos de distribuição do mercado. Com 2% de “market share” ele deixou para trás marcas tradicionais do mercado como os tintos de JP Chenet, Vieux Papes ou o Bordeaux Grand Thêatre. Rosé vendendo mais do que tinto. Os dados foram consolidados pela Ideal Consultoria.
O vinho é bom, bem feito, cumpre o que promete e tem uma embalagem que encantou o consumidor. O auge das vendas é no verão, mas mesmo em pleno inverno as vendas conseguem manter um ritmo que muitos tintos não conseguem acompanhar. Nas festas, baladas e casamentos já virou presença garantida. Muitas noivas trocaram o tradicional espumante pelo Rosé Piscine. Nas lojas especializadas é presença obrigatória. Nos melhores supermercados, apenas nestes, estão presentes. Nas lojas “duty free” da suíça Dufry, nos terminais internacionais, o estoque é zerado a cada chegada de voo. Também pode ser encontrado nas lojas dos voos domésticos.

As mulheres adotaram o Rosé Piscine. ( foto divulgação Donna Jurerê Internacional)

É um case de marketing. Acho que alguém da ESPM devia fazer um estudo e publicar a tese. O vinho não é baratinho, primeiro preço, é do segmento médio. Custa entre 85 e 110 reais dependo do Estado em função de impostos. O adocicado agradável, o gelo refrescante, a bela cor rosa clara e as listras azuis e brancas fizeram um conjunto perfeito. Famosos adotaram o produto espontaneamente com a apresentadora Ana Hickmann.
Esse vinho que rompe etiquetas tem um papel importantíssimo ao ampliar a franja de consumidores de vinho. Trazer clientes novos é tarefa hercúlea. O Rosé Piscine deveria receber uma medalha da Associação Brasileira de Sommeliers por ampliar a base de consumidores de vinho, em especial junto ao segmento feminino e por desmistificar o consumo do vinho. Um bom vinho refrescante é tudo o que os brasileiros precisavam. Em 2018 foram importadas 180.000 garrafas informa a vinícola produtora Vinovalie. Santé.

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Möet & Chandon lidera, Taittinger é vice e Veuve Clicquot fica em terceiro

O grupo Moët Hennessy perdeu a hegemonia no topo do pódio do ranking de Champagnes importados no Brasil. A turbulência no mercado abriu espaço para que novas marcas que investissem e ganhassem uma fatia maior de participação no setor. Segundo a Ideal Consultoria no novo ranking coloca Moët & Chandon em primeiro lugar, seguida da Taittinger, com Veuve Clicquot em terceiro lugar e Perrier Jouët em quarto fechando grupo de maior volume. Em quinto lugar ficou Louis Roderer e em sexto Nicolas Feuillatte, formam o segundo pelotão ainda distante dos quatro primeiros, mas distanciadas das demais marcas.

Taittinger assume a vice-liderança no ranking de Champagnes no Brasil.

É a primeira vez que Moët Hennessy do Brasil cede um dos dois primeiros lugares no ranking para um concorrente. Historicamente a liderança era de Veuve Clicquot, o grupo não comenta questões estratégicas já nos informou o serviço de imprensa tanto na França quanto no Brasil. A disputa está acirrada e Moët & Chandon somente recuperou o primeiro lugar no último trimestre após um forte sprint final. Em volume foram 5838,6 caixas de 9L,  para Moët & Chandon, 5718 para Taittinger, 4318,6 para Veuve Clicquot e 5258,3 para Perrier Jouët. Em faturamento, que é o que define o ranking, Möet & Chandon US$ 1.671.902,50, Taittinger US$1.312254,30, Veuve Clicquot US$ 1.201.801 e Perrier Jouët US$ 754.666,3. Num outro patamar Louis Roederer com US$ 195.397,60, com 294 caixas e Nicolas Feuillatte US$ 114.959,50 para 630 caixas.

No ano o mercado encolheu. O volume de 2017 foi de 38.043,4 caixas e caiu para 26.464,90 caixas de 9L em 2018. Enquanto faturamento encolheu de US$ 8.486.596,4 para US$ 6.107.190,30 no mesmo período. O câmbio pesou na importação de Champagnes. O cenário parece mais positivo para 2019 prevê Felipe Galtaroça da Ideal Consultoria. Santé.

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