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25ª Prowein é show de eficiência e sucesso de público

Prowein sempre surpreende pelo seu tamanho, número de visitantes e expositores. Todos são profissionais do setor. Amador não entra, nem pagando. O ingresso custa 50€ por dia, para todos. São apenas três dias e nunca dá tempo de visitar todo mundo. Este ano foram 61.500 participantes (60.500 em 2018) de 142 países (133 em 2018). Do outro lado do balcão são 6.800 fornecedores de 64 países. Esta foi a 25ª edição da feira alemã de Dusseldorf que conseguiu se impor como a maior feira mundial de vinhos e destilados.

 

Importadora Expert Wine trará vinhos da Borgonha com a dupla assinatura Bernard Loiseau – Albert Bichot para o Brasil. Na foto (da esquerda para a direita) Orlando Leone,  Albéric Bichot, Eugênio Fernandes e Christian Ciamos comemoram a nova parceria.
Com tanto fornecedor junto este é o momento ideal para que compradores revejam todos os produtores com quem trabalham. Circulando pelos salões notei diversos importadores brasileiros: Grand Cru, Expert Wine, All Wine, Casa Rio Verde, Decanter, Verdemar, Mistral e com certeza muitos outros estavam presentes. No campo dos expositores o Brasil ficou no pavilhão dos ultramarinos, no stand coletivo Wines of Brasil. Estavam lá Casa Valduga, Aurora, Perrini, Salton e vários outros. No mesmo pavilhão ainda tinham os EUA, Nova Zelândia, Austrália, Israel, Chile, Argentina e Uruguai. Já a França e Itália tinha dois pavilhões cada e diversos produtores dispersos no pavilhão alemão onde seus importadores locais expunham seus vinhos para o trade local. Espanha e Portugal dividiam um pavilhão. Tinha mais, mas nem tive tempo de chegar em países do leste e outros.

 

James Tetsuo da curitibana All Wine traz da Prowein os vinhos do Château Maison Blanche da Maison Bouey.
Aconteceram muitos encontros, degustações, algumas palestras e um corre-corre que não acaba mais. Das nove às dezoito horas é um movimento frenético. O primeiro dia é relativamente mais calmo, pois cai num domingo. Já o segundo é uma loucura e tem forte presença alemã. No fim da tarde do terceiro dia muitos começam a correr para pegar seus vôos, antecipando o encerramento da sua participação no salão. Afinal, ninguém quer passar mais uma noite em Dusseldorf. Alguns tentam esticar as degustações e ficar mais um pouco, mas às 19 horas as equipes de desmonte dos stands começam a agir e desmontam tudo. É aquela rigidez alemã característica. Pela manhã não resta pedra sobre pedra. Tudo está pronto para o próximo evento no parque de exposições de Messe. Um salão extremamente profissional, mas sem qualquer glamour. Santé.

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