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Faixa Preta – JBlog – Jornal do Brasil

“Bones”ganha a terceira defesa de cinturão e segue “limpando” a categoria

Os mais críticos podem falar: “não foi o Jon Jones de sempre”. A afirmação pode até ser verdade, mas fato é que o campeão mais jovem da história do UFC dominou todos os cinco rounds contra seu ex-companheiro de equipe Rashad Evans e, na decisão unânime dos jurados, confirmou, na madrugada de sábado (21) para domingo (22), na principal luta do UFC 145, a supremacia na categoria ao vencer a terceira defesa de cinturão em sete meses. Agora, “Bones” irá enfrentar o veterano Dan Henderson em confronto ainda a ser marcado.
 
“Já havia avisado para o Dan Henderson que ele iria lutar com o vencedor daqui (Jon Jones vs Rashad Evans). Então ele vai mesmo fazer esse combate contra Jones. Acho que será um grande desafio para o campeão”, afirmou o presidente do UFC Dana White após o evento.
 
Jones vence todos os cinco rounds e jurados decretam decisão unânime para o campeão
 
Sempre dominando o centro do octógono, Jon Jones conseguia administrar a luta desde seu início. Cotoveladas, socos, joelhadas, chutes… “Bones” aplicava todo o seu “leque de opções” contra o ex-campeão da categoria e ex-companheiro de equipe Rashad Evans. No final do primeiro assalto, Rashad chegou a encaixar um bom chute alto e o campeão balançou.
 
Já no final do segundo round, foi a vez de Jones dar o troco. Com a sequência de golpes aplicada por “Bones” parecia que Rashad iria nocautear, mas o ex-campeão conseguiu resistir. A essa altura, Jones já ditava o ritmo da luta, o que se comprovava com o campeão usando somente seus cotovelos para golpear Rashad.
 
Nos rounds subsequentes, Rashad parecia só pensar em se defender e, sabendo de seu domínio, Jones não se arriscava muito e seguia pontuando com seus golpes traumáticos. Vitória do campeão na decisão unânime dos jurados. Rashad foi o primeiro adversário nas últimas sete lutas que conseguiu não ser finalizado ou nocauteado por Jones.  
 
“Definitivamente, essa foi a minha vitória mais satisfatória. Ter vencido Rashad foi muito importante para mim. Estou surpreso por não ter nocauteado ele. Eu tinha esse objetivo. Sendo assim, tiro o meu chapéu para Rashad”, declarou o campeão Jon Jones.
 
“Ele foi muito esperto e dificultou muito o meu objetivo. Usou muito bem os cotovelos e eu acabei optando pela estratégia errada lá dentro”, justificou Rashad Evans.
 
Confira o card completo:
 
Card principal:
Jon Jones venceu Rashad Evans na decisão unânime dos jurados
Rory MacDonald nocauteou Che Mills aos 2:20 do segundo round
Ben Rothwell nocauteou Brendan Schaub aos 1:10 do primeiro round
Michael McDonald nocauteou Miguel Angel Torres aos 3:18 do primeiro round
Eddie Yagin venceu Mark Hominick na decisão dividida dos jurados 
Mark Bocek venceu John Alessio na decisão unânime dos jurados

Card preliminar:
Travis Browne finalizou Chad Griggs  com um triângulo aos 2:29 do primeiro round        
Matt Brown venceu Stephen Thompson na decisão unânime dos jurados
Anthony Njokuani venceu John Makdessi na decisão unânime dos jurados
Mac Danzig venceu Efrain Escudero na decisão unânime dos jurados
Chris Clements venceu Keith Wisniewski na decisão dividida dos jurados
Marcus Brimage venceu Maximo Blanco na decisão dividida dos jurados

Postado por oscardaniotti às 17:05

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Mensaleiro tenta proibir o MMA na TV sem o mínimo conhecimento do esporte.

É lamentável o interesse de um deputado, de São Paulo, em proibir o MMA na TV, aberta ou paga. Nosso deputado, eleito pelo voto popular, está indo contra nossos grandes campeões, que botam sua cara no exterior e divulgam o Brasil como potência, no esporte.

O mais triste é que o mesmo, tem seu nome publicado no Google como recebedor de propina do mensalão. Nosso deputado perde toda sua credibilidade com aqueles que votaram e não votaram nele . Um político envolvido em propinas é, com certeza, muito mais violento que as imagens de MMA exibidas por emissoras.

Pois é, esse deputado é autor de um Projeto de Lei, no Senado, que proíbe a transmissão de esportes ditos não olímpicos, pelas televisões, abertas e pagas.

Bem, vemos tanta “luta” pela profissionalização do esporte; treinos, cada vez mais concentrados e tantas e mais tantas técnicas e recursos na preparação de um atleta de MMA.

Mesmo tendo a marca “UFC” batido o valor, em cerca, de dois bilhões de dólares, não foi suficiente para convencer determinadas mentalidades retrógadas de que o MMA é um esporte e como tal, pratica quem quer e assiste, também, quem gosta.
Enfim, nossas crianças convivem com imagens muito mais violentas que o MMA. Basta acessar, diariamente, nossos telejornais.

Estamos derrubando o preconceito contra o MMA e a grande imprensa tem apoiado isso, maciçamente. Diversas aparições de Anderson Silva na mídia; notícias positivas na Folha de São Paulo (diga-se de passagem, um dos maiores jornais do país); coluna de famoso lutador, todo sábado no Extra (grande circulação no Rio de Janeiro); reportagens no Jornal da Record, e na TV Globo, programa “TUF Brasil” que vale um contrato com o UFC, mediado pela cantora Sandy.

Em ano de UFC, no Rio de Janeiro, temos que brigar contra um brasileiro que deveria estar feliz que nossos atletas divulgam o Brasil, positivamente. Ao contrário dos envolvidos no mensalão, que colocam a politica brasileira como uma das mais corruptas do mundo.

Viva o MMA!

Postado por oscardaniotti às 7:25

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AFC 2: Evento marcou a volta da RedeTV! às transmissões de MMA e a estreia da musa paraguaia Larissa Riquelme como ring girl.

Na noite deste último sábado (31), a Arena Amadeu Teixeira em Manaus foi palco da segunda edição do AFC – Amazon Forest Combat, que contou com 9 combates eletrizantes de MMA.
Na luta principal da noite, Murilo Bustamante venceu o americano Dave Menne na decisão unânime dos juízes. Melhor durante os três rounds, Murilo destacou-se pela superioridade na parte em pé e pelas precisas entradas de queda, levando a luta para a sua especialidade que é o Jiu-Jitsu. Nas vezes que ficou por baixo, o faixa preta trabalhou bem a sua guarda e anulou o “ground and pound” do americano.

O combate marcou a reedição da disputa do cinturão dos médios pelo UFC 35 em 2002, vencida por Murilo. Na ocasião Bustamante tornou-se o primeiro brasileiro a conquistar um cinturão do evento.

Na co-luta principal, Thales Leites e o americano Matt Horwich fizeram um excelente combate no chão, com os lutadores alternando boas posições e a vitória vindo a favor do brasileiro por finalização após um justíssimo “katagatame”. Com a vitória, Thales devolveu o revés sofrido em 2010 quando acabou finalizado por Horwich no evento “War on the mainland”.

Gustavo Ximú começou bem o combate contra o canadense Patrick Coté, mas acabou levando um knock down após um soco e viu o combate ser interrompido pelo juiz Mário Yamazaki.

Daniel Acácio e Pete Spratt fizeram um combate morno, deixando o público insatisfeito. O carioca foi melhor na luta até o último segundo do combate, quando acabou atingido por um bonito soco rodado, caindo nocauteado.

Natural de Manacapuru, Ronys Torres estava tão a vontade que não tomou conhecimento do francês Ferrid Kheder e nocauteou o adversário aos 22 segundos do primeiro round, após uma sequência de golpes avassaladora.

Alegando falta de condições físicas, o japonês Satoshi Ishii desistiu de enfrentar o camaronês Rameau Sokoudjou depois de chegar a Manaus em cima da hora e se apresentar 7 quilos acima da categoria 93 Kg. A organização do evento tentou até o último momento manter o combate, mas acabou tendo que cancelar o combate.
Brasil vence duelo contra Argentina por 3×1
Pelo card preliminar, brasileiros e argentinos se enfrentaram em 4 combates e o saldo final foram três vitórias a favor do Brasil.

Na primeira luta, o atleta local Fernandinho Vieira não tomou conhecimento de Pablo Javier Llampa e fez o dever de casa: trabalhou em pé, colocou pra baixo, montou e castigou com socos até a interrupção do árbitro.

Rivaldo Jr. e Marcelo Rojo fizeram um bom combate com o brasileiro levando vantagem nas quedas e no solo ficando a maior parte do tempo por cima, vencendo na decisão unânime dos juízes.

O revés brasileiro veio com o gaúcho Fabiano Capoani, que apesar de começar em vantagem na luta contra Emiliano Sordi, derrubando e tentando a finalização, não conseguiu encontrar o ajuste nas posições e acabou sofrendo o nocaute técnico no final do segundo round.

Fechando o card preliminar, Dileno Lopes incendiou a torcida ao finalizar Javier Ocampo com uma justa guilhotina logo no início do primeiro round.
Musas roubam a cena
Outro show a parte, as ring girls do AFC roubaram a cena e levaram o público ao delírio. Ariane Steinkpof, Nicole Bahls e a musa da copa Larissa Riquelme revezaram na apresentação dos rounds e mostraram que além de ótimos lutas, o AFC está muito bem representado neste quesito.

Amazon Forest Combat 2
Arena Amadeu Teixeira, Manaus
Sábado, 31 de março de 2012

Resultados completos:
Card principal:
Murilo Bustamante venceu Dave Menne na decisão unânime dos juízes (84 Kg);
Thales Leites finalizou Matt Horwich com um katagatame aos 4´39” do 2R (88 Kg);
Patrick Coté nocauteou Gustavo “Ximú” aos 2´44” do 1R (84 Kg);
Pete Spratt venceu Daniel Acácio na decisão unânime dos juízes(77 Kg).
Ronnys Torres nocauteou Ferrid Kheder aos 22” do 1R (73 Kg);
Card preliminar:
Dileno Lopes finalizou Javier Ocampo com uma guilhotina aos 1´41” do 1R (61 kg);
Emiliano Sordi nocauteou Fabiano Capoani no 2R (87 kg);
Rivaldo Jr. venceu Marcelo Rojo na decisão unânime dos juízes (66 kg);
Fernandinho Vieira nocauteou Pablo Javier Llampa aos 3´22” do 1R (66 kg).

Postado por oscardaniotti às 16:41

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