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Épico!

O Indianapolis Motor Speedway já foi palco de disputas fantásticas e finais de corridas épicos. Na edição deste ano da Indy Lights, o final da prova entrou para a história do automobilismo mundial.

Vejam a razão e se deliciem com este 4-wide:



A disputa pela vitória ficou entre Peter Dempsey, Gabby Chavez, Carlos Muñoz e Sage Karam. O grande vencedor foi Dempsey, que ganhou por incríveis 0s0026 de vantagem sobre Chavez.

E como disse o narrador: "Inacreditável"

Reprodução de TV

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A escola de Grosjean e Maldonado

O acidente que envolveu 17 dos 26 carros na largada da primeira corrida de GP2 do fim de semana do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 teve um culpado: os comissários concluíram que Johnny Cecotto Jr, vencedor desta prova da GP2 no ano passado, foi o responsável pela lambança na primeira curva da prova.

Pole position, o venezuelano da Arden largou mal. No tradicional afunilamento da Sainte Devote, Cecotto perdeu o ponto de freada e foi reto na barreira de pneus. Depois, houve uma incrível sequência de acidentes, que envolveu outros 16 carros. Destes, 14 ficaram engavetados, provocando a bandeira vermelha da corrida.


A GP2, categoria de acesso à Fórmula 1, é uma espécie de escola para pilotos. É natural que erros e acidentes aconteçam. Porém, nos últimos tempos, a quantidade de incidentes nesta categoria tem sido grande. Curiosamente, os dois últimos campeões a da GP2 já aprontaram poucas (ou muitas!) e boas na F1: Pastor Maldonado faturou a GP2 em 2010, enquanto que Romain Grosjean conquistou o título em 2011. Com estes dois “ídolos” fica difícil frear o ímpeto dos garotos...

A escassez de testes, que assola não só GP2, mas praticamente todas as categorias no mundo, é uma das causas do elevado número de acidentes. Apesar de a GP2 ser, teoricamente, o último degrau antes da Fórmula 1, muitos pilotos que disputam esta categoria preliminar da F1 alinham no grid completamente crus. É necessário dar quilometragem aos jovens pilotos. Além disso, é preciso trabalhar a cabeça deles. É preciso melhorar a formação de pilotos não só nas pistas, mas, também, fora delas.

Cecotto foi suspenso pelos comissários e não poderá disputar a segunda bateria da categoria, que será disputada no sábado, véspera do GP de Mônaco de Fórmula 1.


Com destroços pelas ruas de Monte Carlo, seis pilotos ainda conseguiram continuar na disputa. Depois de quase uma hora, a relargada da corrida foi dada com todos os pilotos em fila indiana e atrás do Safety Car.

Vice-líder da temporada, o brasileiro Felipe Nasr diminuiu a vantagem de Stefano Coletti. Com o quarto lugar, o brasileiro agora está a 15 pontos de Coletti, que recebeu a quadriculada na sexta colocação. A vitória da primeira prova ficou com Sam Bird.

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Rosberg supremo

A fase está boa para a Mercedes na Fórmula 1; pelo menos nos treinos. Nico Rosberg foi o mais rápido nas duas sessões livres para o Grande Prêmio de Mônaco. O alemão da Mercedes, pole nas duas últimas provas, cravou 1min14s759, sendo o único a baixar a casa dos 1min15s. Lewis Hamilton comprovou o bom rendimento do W04 e ficou com o segundo melhor tempo, a 0s318 do alemão.

Fomula 1 Website

É cedo para afirmar, mas o desempenho dos carros da Mercedes coloca a dupla comandada por Ross Brawn como favorita à vitória em Mônaco. Seria a primeira neste mundial.

Resta saber como será o rendimento do W04 de Hamilton e Rosberg com os pneus Pirelli nas 78 voltas nas ruas de Monte Carlo. Pelo que se viu nestes dois treinos livres, as borrachas tiveram um desgaste dentro do razoável. Mesmo se sofrer com o desgaste, a Mercedes pode subir no alto do pódio com a realeza de Mônaco. O circuito tem poucos pontos de ultrapassagem e isso será um trunfo para a equipe da estrela de três pontas.

A tranquilidade reinava nos boxes da Mercedes que até deu tempo de Nico Rosberg saborear uma banana entre uma volta e outra.

Reprodução TV

Se repetir o resultado dos dois treinos livres na classificação e na corrida, a Mercedes irá desbancar o domínio da Red Bull, que venceu as três últimas edições da famosa prova européia. A equipe austríaca foi discreta. Não tem muita carta na manga para fazer sucesso nos cassinos da Fórmula 1. A meta de Vettel deve ser manter a liderança do mundial.

Apesar do domínio das Flechas de Prata nesta quinta-feira de atividades com motores ligados, as Ferraris mostraram força nas ruas do Principado. Fernando Alonso e Felipe Massa ficaram entre os quatro primeiros nos dois treinos livres.

A Lotus ainda não conseguiu bom ritmo em treinos. Isso reflete no desempenho nas corridas. Se conseguir largar nas primeiras filas, tem grande chance de vencer. O finlandês Kimi Raikkonen não conseguiu ficar entre os cinco primeiros; já Romain Grosjean, que ficou em terceiro na primeira sessão, bateu na Sainte Devote e não melhorou sua marca – a sétima no treino livre 2.

A McLaren mostrou em Mônaco que esta será uma temporada como coadjuvante. Será lucro se terminar o mundial na quinta posição.

Confira as posições dos pilotos na segunda sessão livre em Mônaco:

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Matrix Bird

Confesso que minha inspiração para o título deste texto foi o famoso joguinho Angry Birds. Mas a história aqui é diferente.

As imagens foram captadas durante uma sessão da GP2, que fará a preliminar do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1, neste final de semana.

Um pacato pássaro tomava sol na belíssima Monte Carlo até que... Em um incrível reflexo, a ave se remexeu para não ser atropelada pelo carro do brasileiro Felipe Nasr. Um pássaro no melhor estilo Matrix! Os fãs do filme estrelado por Keanu Reeves entenderão o título deste post.



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A última vez do rei

Até hoje é um príncipe quem decide o futuro de Mônaco. Mas foi um rei que fez história nas ruas do principado. O reinado durou até 1993. As seis vitórias conquistadas por Ayrton Senna entre 1987 e 1993 permitiu a nobreza da Fórmula 1 a conceder ao brasileiro o título de Rei de Mônaco.

Há exatos 20 anos, no dia 23 de maio de 1993, Senna conquistava seu último triunfo em Mônaco – aquela foi a sua 39ª vitória na F1.


Depois de um início de temporada fulminante, com duas vitórias magistrais, em Interlagos e em Donington Park, Ayrton Senna tinha sido superado por um excelente piloto que guiava um carro de outro planeta: Alain Prost, a bordo do FW14B da Williams-Renault, liderava o mundial. Sem dúvida, o melhor carro daquele campeonato. Restava a Senna fazer mágica a cada Grande Prêmio e contrariar a lógica, que sempre apontava para vitória da escuderia de Grove.

Nos primeiros treinos livres, uma situação pouco comum ao brasileiro em Monte Carlo. Ayrton Senna sofreu um acidente na Saint Devote e sofreu uma contusão em um de seus polegares. Fisicamente, isso incomodava mais naquela época porque os pilotos tinham muito mais trabalho com as mãos durante a corrida, pois era preciso soltar uma das mãos do volante para trocar as marchas.

Além de seu talento e estrela, o brasileiro contou com uma pitada de sorte. O favorito Prost queimou a largada e foi obrigado a pagar punição de dez segundos nos boxes. Após cumprir a penalidade, o então francês tricampeão deixou o motor Renault morrer e perdeu um enorme e precioso tempo. De volta à pista, na 13ª volta, Prost estava na última posição.

Ayrton assumiu a liderança da prova após a Benetton-Ford de Michael Schumacher sofrer uma pane elétrica na curva do Hotel Loews, que hoje se chama Monte Carlo Grand Hotel.


A bandeira quadriculada daquela corrida elevou Senna a maior vencedor do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1. O brasileiro venceu todas as últimas cinco corridas que disputou ali. A vitória em 1993 bateu a marca de Graham Hill, que venceu cinco vezes aquele GP (1963, 1964, 1965, 1968 e 1969).

Na histórica vitória no GP de Mônaco de 1993, Ayrton retomou a ponta do mundial. Mas por pouco tempo. O título daquele campeonato já tinha um dono; era questão de tempo.

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Fazendo a cabeça

Mônaco é um charme na Fórmula 1. Amado por muitos e detestado por outros, o Grande Prêmio de Mônaco é sempre uma atração à parte.

Nos últimos anos, pilotos reservam a semana do GP disputado nas ruas do Principado para competir com capacetes estilizados. Em 2009, por exemplo, Lewis Hamilton disputou a corrida com pedras de diamante no topo de seu casco. Naquele mesmo ano, Giancarlo Fisichella aproveitou a celebração de seu 200º GP na Fórmula 1 para fazer uma pintura diferenciada.

A partir dali, a moda pegou. Neste ano, alguns pilotos do grid resolveram fazer a cabeça para o fim de semana.

Fernando Alonso citou suas incríveis 32 vitórias em pedaços de quebra-cabeças.

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Já Hamilton encomendou uma pintura em que ele aparece num conversível vermelho (não deveria ser prateado?) ao lado da namorada Nicole e de seu novo xodó, o cãozinho Roscoe.

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O australiano Daniel Ricciardo promoveu uma pintura do Port Hercule de Monte Carlo, um dos mais belos cenários do planeta. O também jovem Romain Grosjean adotou uma referência aos famosos cassinos de Monte Carlo.

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Outro que decidiu mudar a pintura do capacete foi Jean-Eric Vergne. O francês entrará no circuito com uma homenagem ao compatriota François Cevert, morto no fim de semana do GP dos Estados Unidos de 1973, em Watkins Glen.


Costumeiramente, Sebastian Vettel modifica a pintura de seu capacete. E como será o casco do tricampeão neste GP?

Apesar de muitas serem lindas, particularmente acho que o piloto perde um pouco de sua identidade visual. Até hoje o capacete amarelo com as duas faixas verde e azul de Ayrton Senna é mundialmente conhecido. Se o tricampeão, morto em 1994, tivesse modificado a pintura de seu capacete a cada GP ou ano, a lembrança da peça amarela não seria tão forte como é.

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Namoro ou amizade?

Desde o incidente Multi-21 no GP da Malásia, cresceram os rumores da saída de Mark Webber da Red Bull. O australiano, que foi engolido por Sebastian Vettel nos últimos anos, perdeu a queda de braço para o tricampeão e já está de malas prontas. Ainda sem oficializar a saída do australiano, muito menos de anunciar um novo piloto, o cockpit da equipe de Milton Keynes é motivo de cobiça no circo da Fórmula 1.

Nesta semana do Grande Prêmio de Mônaco, cresceram os rumores de que Kimi Raikkonen seria o substituto de Webber. O campeão de 2007 concedeu entrevista à famosa AutoSprint em que deixou no ar a possibilidade de trocar de escuderia no próximo mundial.

Formula 1 Website

Em condições normais de pressão e temperatura, o substituo de Webber sairia da Toro Rosso. A escolinha da Red Bull “criou” a última grande revelação da categoria: Sebastian Vettel. Mas a dupla da Toro Rosso não seduziu (pelo menos, até agora!) a matriz dos touros vermelhos. Por isso, o nome de Kimi ganha força nos bastidores para ser o futuro companheiro de Vettel.

A ligação de Raikkonen com a Red Bull não é nova. O finlandês foi apoiado pela marca dos energéticos em seus anos no Mundial de Rally.


Obviamente, a Lotus não vai entregar de bandeja seu principal piloto, que está na disputa pelo mundial deste ano contra Sebastian Vettel, que pode ser seu futuro companheiro de equipe, e Fernando Alonso. O contrato de Kimi se encerra no final desta temporada, mas uma proposta com alguns zeros à direita pode determinar a casa do Homem de Gelo em 2014: Enstone ou Milton Keynes.

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Bia garante vaga nas 500 Milhas de Indianápolis

O Bump Day para as 500 Milhas de Indianápolis não teve surpresa. Melhor do dia, Josef Newgarden liderou a sessão que definiu as últimas nove vagas para a centenária corrida. A brasileira Bia Figueiredo, que ficou de fora do Pole Day, conquistou um lugar na edição deste ano da lendária prova do automobilismo mundial.


O piloto da Fischer Hartman ficou com o 25˚ lugar do grid e foi o mais rápido dos dez competidores que aceleraram no oval. Bia largará da 29ª posição e penúltima fila. O único a não conseguir vaga foi Michel Jourdain Jr. Nem tanto pela falta de talento do mexicano, mas pelo acerto do RLL. Tanto que Graham Rahal – que faz a temporada completa pela equipe – foi dar uma forcinha e tentou classificar o carro. Nem ele conseguiu.

Uma marca interessante. Assim como em 2011, quatro mulheres estarão disputando as 500 Milhas. Além de Simona de Silvestro, que garantiu vaga no Pole Day, Bia Figueiredo, Pippa Mann e Katherine Legge estarão no próximo domingo no Indianapolis Motor Speedway para a 97ª edição das 500 Milhas.

Confira o grid completo para as 500 Milhas de Indianápolis:
1. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet)
2. Carlos Munoz (COL/Andretti-Chevrolet)
3. Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet)
4. Ernesto Viso (VEN/Andretti-Chevrolet)
5. AJ Allmendinger (EUA/Penske-Chevrolet)
6. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet)
7. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet)
8. Helio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet)
9. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet)
10. JR Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet)
11. Alex Tagliani (CAN/Bryan Herta-Honda)
12. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet)
13. Oriol Servia (ESP/Panther-DRR-Chevrolet)
14. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda)
15. Sebastien Bourdais (FRA/Dragon-Chevrolet)
16. Scott Dixon (NZL/Ganassi-Honda)
17. Dario Franchitti (ESC/Ganassi-Honda)
18. Takuma Sato (JAP/Foyt-Honda)
19. Charlie Kimball (EUA/Ganassi-Honda)
20. James Jakes (ING/RLL-Honda)
21. Simon Pagenaud (FRA/Schmidt-Hamilton-Honda)
22. Townsend Bell (EUA/Panther-Chevrolet)
23. Ryan Briscoe (AUS/Ganassi-Honda)
24. Simona de Silvestro (SUI/KV-Chevrolet)
25. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda)
26. Graham Rahal (EUA/RLL-Honda)
27. Sebastian Saavedra (COL/Dragon-Chevrolet)
28. Tristan Vautier (FRA/Schmidt-Honda)
29. Bia Figueiredo (BRA/Dale Coyne-Chevrolet)
30. Pippa Mann (ING/Dale Coyne-Chevrolet)
31. Conor Daly (EUA/Foyt-Honda)
32. Buddy Lazier (EUA/Lazier-Chevrolet)
33. Katherine Legge (ING/Schmidt-Honda)

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Ricardo Maurício vence no talento e na estratégia

A vitória de Ricardo Maurício na corrida de Salvador da Stock Car foi fantástica. O campeão de 2008 adotou uma inteligente, e arriscada, estratégia e triunfou pela primeira vez na temporada. No degrau mais alto do pódio da capital baiana, Ricardinho alcançou sua 10ª vitória na Stock Car e sexto pódio consecutivo (os dois últimos de 2012 e os quatro de 2013). E mais: o atual vice-campeão passou a liderar o campeonato após quatro provas, com sete pontos de vantagem sobre o vice-líder, Cacá Bueno.


A corrida em Salvador da Stock Car tinha tudo para ser uma das mais chatas do ano. A chuva que caiu desde as primeiras horas de domingo encharcou o circuito baiano e provocou um atraso de quase uma hora na largada. Neste cenário, os mais céticos apostavam que seria uma prova sem emoção, com carros em procissão. Mas não foi isso que aconteceu.

Depois de ter assumido a ponta após as paradas de Atila Abreu e Allam Khodair na 13ª volta, Ricardinho optou por manter os pneus de chuva com a pista já praticamente seca. Em uma estratégia arriscada, mesclada com seu talento e arrojo, o campeão de 2008 apostou no rendimento de seu Eurofarma RC #90 com pneus de chuva no asfalto seco e na intervenção do Safety Car.

Nas voltas finais, Thiago Camilo e Cacá Bueno aproveitaram o ótimo rendimento de seus carros por conta dos pneus slicks. Os dois estavam mais de um segundo mais rápido do que os pilotos que estavam com pneus raiados.

Bruno Terena

Os dois só não conseguiram melhores posições porque Marcos Gomes tocou em Ricardo Zonta na parte final da corrida. A batida, que colocou um ponto final na participação de Zonta em Salvador, provocou nova entrada do Safety Car, que já havia entrado no circuito em outros incidentes (Patrick Gonçalves e Julio Campos, dentre outros).


Ainda assim, Thiago Camilo conquistou um lugar no pódio, sendo seguido de perto pelo pentacampeão Cacá, que foi o quarto a cruzar a linha de chegada. Valdeno enfrentou problemas e ficou de fora da zona de pontuação.

Adotando uma estratégia similar a de Ricardo Maurício nesta prova, Rubens Barrichello optou por manter os pneus de chuva depois que o asfalto secou. Apostando na escassez de pontos de ultrapassagem do circuito, Rubinho não desperdiçou a segunda colocação na prova e garantiu seu melhor resultado na categoria em apenas sete corridas.

Miguel Costa Jr

Mesmo sendo um circuito de rua, e que obviamente tem poucos pontos de ultrapassagem, a corrida foi movimentada. É bem verdade que isso só aconteceu após a chuva ter dado uma trégua. É claro que foram vários acionamentos do push to pass, mas o sistema foi utilizado com cuidado redobrado pelos pilotos, já que ainda havia alguns poucos pontos molhados no circuito.

Por isso, Max Wilson subiu nas posições da prova. O acerto no Eurofarma RC #65, com a troca no momento exato da corrida pelos pneus slicks, foi fundamental para o campeão de 2010 alcançar a sexta colocação.

Pole em Salvador, Atila Abreu liderou a prova até a sua troca de pneus. Depois, o piloto de Sorocaba não conseguiu manter o bom ritmo de corrida e perdeu posições. Ainda assim, chegou á frente de Max Wilson e subiu na classificação do campeonato.

A boa prova de Rafa Matos não se traduziu em um bom resultado porque foi tocado na antepenúltima curva da corrida. O ex-Indy não conseguiu se manter no traçado e perdeu a quinta colocação.


Daniel Serra não teve um bom final de semana. Depois de ter sofrido na classificação, o piloto do Red Bull #29 não repetiu as boas apresentações de 2013 e só conseguiu receber a quadriculada na 14ª colocação. O resultado tirou a liderança de serrinha, que agora ocupa a terceira posição no campeonato.

Após quatro corridas, a classificação do campeonato da Stock Car é esta:
1. Ricardo Maurício: 80 pontos
2. Daniel Serra: 74
3. Cacá Bueno: 73
4. Thiago Camilo: 58
5. Max Wilson: 53
6. Valdeno Brito: 51
7. Luciano Burti: 35
8. Allam Khodair: 34
9. Ricardo Zonta: 32
10. Tuka Rocha: 32


A corrida da Stock Car em Salvador terminou assim:
1. Ricardo Maurício (Eurofarma RC #90)
2. Rubens Barrichello (Medley Full Time #111)
3. Thiago Camilo (Ipiranga RCM #21)
4. Cacá Bueno (Red Bull #0)
5. Max Wilson (Eurofarma RC #65)
6. Nono Figueiredo (Mobil Super/Pioneer AMG #11)
7. Marcos Gomes (Nova Schin Carlos Alves #80)
8 Luciano Burti (Itaipava Boettger #14)
9. Popó Bueno (Shell A.Mattheis #74)
10. Felipe Lapenna (Hanier Racing #27)
11. Duda Pamplona (Officer ProGP #23)
12. Daniel Serra (Red Bull #29)
13. Galid Osman (Ipiranga RCM #28)
14. Tuka Rocha (BMC/Línea Sucralose RZ #25)
15. Alceu Feldmann (SoyBrasil Full Time #82)
16. Fabio Fogaça (Sata/Case Vogel #72)
17. Allam Khodair (SerGlass-Blau Vogel #18)
18. Vitor Genz (SerGlass Gramacho #46)
19. Rodrigo Sperafico (Prati-Donaduzzi Micos #19)
20. Diego Nunes (Petronas RC3 Bassani #70)
21. Lico Kaesemodel (Credipar Boettger #63)
22. Wellington Justino (Bardahl Hot Car Competições #26)
23. Atila Abreu (Mobil Super/Pioneer AMG #51)
24. Sérgio Jimenez (Cimed Voxx #73)
25. Beto Cavaleiro (Hanier Racing #7)
26. Raphael Matos (Bardahl Hot Car Competições #2)
27. Valdeno Brito (Shell A.Mattheis #77)

Abandonaram:
28. Ricardo Zonta (BMC/Línea Sucralose RZ #10)
29. David Muffato (Nova Schin Carlos Alves #35)
30. Rodrigo Pimenta (Gramacho #3)
31. Denis Navarro (Cimed Voxx #5)
32. Julio Campos (Prati-Donaduzzi Micos #4)
33. Ricardo Sperafico (Officer ProGP #20)
34. Patrick Gonçalves (SerGlass RC3 Bassani #8)

* Atualizado às 16h35min: os pilotos Atila Abreu e Sergio Jimenez foram penalizados com o acréscimo de 20 segundos em seus tempos. Ambos foram punidos por atitude antidesportiva. Assim, Atila perdeu a quinta posição e Jimenez fica sem o nono lugar. Com as correções dos tempos, Atila ficou em 23º e Jimenez, 24º.

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Boessio vence pela primeira vez na F-Truck

A temporada de 2013 da Fórmula Truck é marcada pelo equilíbrio. Na terceira corrida da categoria neste ano, um terceiro piloto subiu no degrau mais alto do pódio. Na prova disputada em Caruaru, Régis Boessio venceu pela primeira vez na categoria. Neste ano, Wellington Cirino venceu em Tarumã e Paulo Salustiano triunfou em Londrina pela primeira vez na F-Truck.


Boessio, que cruzou a linha de chegada em primeiro na última etapa, mas não foi declarado vencedor por causa da soma dos tempos das baterias, assumiu a liderança na pista pernambucana há duas voltas do final e conquistou, de fato, sua primeira vitória na Truck.

Vencedor da última etapa, em Londrina, Paulo Salustiano conquistou a segunda colocação nos metros finais, superando o atual campeão brasileiro e sul-americano, Leandro Totti. O piloto da casa, Beto Monteiro, terminou na quarta posição, logo à frente de Valmir Benavides.


Abro parêntese para citar Djalma Fogaça. O piloto da Ford não conquistou o pódio desta etapa por apenas 1s747. Depois de uma temporada com resultados abaixo da capacidade da Ford, o veterano piloto de 50 anos, que retornou às pistas na antepenúltima corrida do ano passado, mostra a evolução do equipamento em 2013. Fecho parêntese.

O resultado da etapa em Caruaru embolou os campeonatos nacional e continental da Fórmula Truck. Se em todas as vezes em que o certame sul-americano foi disputado o campeão foi o mesmo da competição brasileira, nesta temporada há promessa de quebra deste tabu. No campeonato brasileiro, a liderança está com Salustiano, que tem 70 pontos contra 69 de Boessio. Já no sul-americano, Boessio lidera com dois de vantagem sobre Salustiano, que tem 41 pontos.

A corrida em Caruaru marcou o retorno às pistas de Geraldo Piquet, que não disputou a etapa em Londrina por conta de um problema de saúde, e a estreia de Alex Caffi, italiano que disputou a F1.

O resultado da corrida em Caruaru é este:

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