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E o time de Woking só não fez a dobradinha porque Lewis Hamilton recebeu uma punição que gerou muita discussão. Acho que a penalidade sobre o campeão de 2008 foi exagerada. Fato é que o drive through tirou a chance de vitória da Lewis.
Não fosse isso, Lewis disputaria a vitória com Jenson. Porém, particularmente, não acho que Hamilton ganharia a prova. No momento em que Lewis errou, ele fazia voltas pouco mais lentas do que Button, que vinha endiabrado na sua cola.
Também me surpreendi com o desempenho da Ferrari. Espera mais de Alonso e Massa. As rodadas do espanhol e do brasileiro traduziram o fraco desempenho dos carros vermelhos. Mesmo com o pódio de Alonso e a melhor volta do GP de Massa (1min23s415), achei que os carros de Maranello estariam disputando a ponta na Hungria.
Mais um Grande Prêmio e o título deste mundial cada vez mais próximo de Sebastian Vettel. O segundo lugar do alemão foi um excelente resultado para ele na competição. Com se diz por aí: cada vez mais líder!
Um momento de tensão no GP da Hungria. Nick Heidfeld saiu de seu pit stop com vazamento e não demorou muito – na verdade, alguns metros depois que ele saiu do pit lane – para haver uma pequena explosão na lateral da Lotus Renault, que pegou fogo. O acidente não teve gravidade porque o alemão foi rápido (pelo menos nisso) em sair do carro. A maré não anda boa pro alemão. Além dos resultados ruins nas últimas corridas, Bruno Senna foi convocado a testar no primeiro livre. Isso sem contar que o outro piloto de teste da escuderia, Romain Grosjean, que é líder da GP2 até com certa folga.

Absurdamente, a equipe de resgate rebocou o carro preto e dourado para o pit lane durante a corrida. Na saída de seu pit, Vettel foi obrigado a desviar e quase pisar na linha branca para não bater na Lotus Renault.
E não há como não comentar a ridícula parada de Jerôme DÁmbrosio. O piloto conseguiu rodar no pit lane com sua (não menos ridícula) Marussia Virgin. Lamentável!
Confira como ficaram as posições finais do Grande Prêmio da Hungria:
1. Jenson Button (McLaren-Mercedes)
2. Sebastian Vettel (Red Bull-Renault)
3. Fernando Alonso (Ferrari)
4. Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes)
5. Mark Webber (Red Bull-Renault)
6. Felipe Massa (Ferrari)
7. Paul di Resta (Force India-Mercedes)
8. Sebatien Buemi (Toro Rosso-Ferrari)
9. Nico Rosberg (Mercedes)
10. Jaime Alguersuari (Toro Rosso-Ferrari)
11. Kamui Kobayashi (Sauber-Ferrari)
12. Vitaly Petrov (Lotus Renault)
13. Rubens Barrichello (Williams-Cosworth)
14. Adrian Sutil (Force India-Mercedes)
15. Sérgio Pérez (Sauber-Ferrari)
16. Pastor Maldonado (Williams-Cosworth)
17. Timo Glock (Murussia Virgin-Cosworth)
18. Daniel Ricciardo (Hispania-Cosworth)
19. Jerôme D’Ambrosio (Marussia Virgin-Cosworth)
20. Vitantonio Liuzzi (Hispania-Cosworth)
Não completaram:
21. Heikki Kovalainen (Lotus-Cosworth)
22. Michael Schumacher (Mercedes)
23. Nick Heidfeld (Lotus Renault)
24. Jarno Trulli (Lotus-Cosworth)









































