Bandeira quadriculada para a Copa Fiat
Depois de as principais categorias brasileiras terem divulgado seus calendários para 2013, a expectativa girava em torno das datas para as corridas da Copa Fiat, categoria de carros de turismo do Racing Festival. Nos últimos dias de 2012, veio o anúncio; não sobre o calendário, mas a respeito da continuidade da categoria. De carona na notícia que a Fiat não apoiará a categoria, a competição apadrinhada por Felipe Massa não entrará nas pistas em 2013.

O fim da Copa Fiat é apenas mais um no conturbado ano no automobilismo brasileiro, marcado pelo encerramento de atividades de categorias nacionais.
Existe, ainda, a remota possibilidade de os carros acelerarem em 2013, já que foram comprados pelas equipes diretamente com a Fiat. A alternativa seria a disputa de um campeonato independente. Porém, a viabilidade esbarra nos custos da categoria. Conversei com um piloto que andou no pelotão intermediário e terminou esta última temporada da Copa Fiat entre os dez primeiros. Ele me confidenciou que os gastos ultrapassaram R$ 360 mil.
Aos poucos, o Racing Festival perdeu força. Em abril de 2012, o evento automobilístico encerrou as atividades da Fórmula Futuro, categoria de monoposto que havia sido criada para revelar novos talentos. Agora, oito meses depois, a Copa Fiat recebe sua bandeira quadriculada.
A retirada do apoio da categoria abre a possibilidade de a montadora italiana se juntar às outras quatro fábricas que disputam o campeonato brasileiro de Marcas. Não ficaria surpreso se a Fiat aparecer no grid da categoria, que renasceu há dois anos, junto com Toyota, Honda, Mitsubishi e Ford.
Em 2013, os principais nomes da Copa Fiat, como Cacá e Popó Bueno, André Bragantini, Christian Fittipaldi, Giuliano Losacco, Fernando e Leonardo Nienkotter, Cesinha Bonilha e Ulisses Silva, podem migrar para esta categoria.
Em três anos de disputa, a Copa Fiat só teve um campeão: Cacá Bueno. Apesar do domínio do piloto carioca, a competição teve ótimos pegas, momentos inesquecíveis e acidentes espetaculares. Abaixo, três vídeos com acidentes de Ulisses Silva em São Paulo, Cacá Bueno em Curitiba e Felipe Maluhy em Brasília.

O fim da Copa Fiat é apenas mais um no conturbado ano no automobilismo brasileiro, marcado pelo encerramento de atividades de categorias nacionais.
Existe, ainda, a remota possibilidade de os carros acelerarem em 2013, já que foram comprados pelas equipes diretamente com a Fiat. A alternativa seria a disputa de um campeonato independente. Porém, a viabilidade esbarra nos custos da categoria. Conversei com um piloto que andou no pelotão intermediário e terminou esta última temporada da Copa Fiat entre os dez primeiros. Ele me confidenciou que os gastos ultrapassaram R$ 360 mil.
Aos poucos, o Racing Festival perdeu força. Em abril de 2012, o evento automobilístico encerrou as atividades da Fórmula Futuro, categoria de monoposto que havia sido criada para revelar novos talentos. Agora, oito meses depois, a Copa Fiat recebe sua bandeira quadriculada.
A retirada do apoio da categoria abre a possibilidade de a montadora italiana se juntar às outras quatro fábricas que disputam o campeonato brasileiro de Marcas. Não ficaria surpreso se a Fiat aparecer no grid da categoria, que renasceu há dois anos, junto com Toyota, Honda, Mitsubishi e Ford.
Em 2013, os principais nomes da Copa Fiat, como Cacá e Popó Bueno, André Bragantini, Christian Fittipaldi, Giuliano Losacco, Fernando e Leonardo Nienkotter, Cesinha Bonilha e Ulisses Silva, podem migrar para esta categoria.
Em três anos de disputa, a Copa Fiat só teve um campeão: Cacá Bueno. Apesar do domínio do piloto carioca, a competição teve ótimos pegas, momentos inesquecíveis e acidentes espetaculares. Abaixo, três vídeos com acidentes de Ulisses Silva em São Paulo, Cacá Bueno em Curitiba e Felipe Maluhy em Brasília.






























