RSS Feeds

Das pistas para a bolsa

Uma das mais tradicionais equipe de Fórmula 1 tenta sobreviver aos atuais difíceis tempos. A Williams estuda a possibilidade de abrir seu capital com ações no mercado. O time de Frank Williams recebeu um duro golpe no final do ano passado após perder quatro grandes patrocinadores. Sei que a entrada da PDVSA dará uma nova sobrevida à escuderia inglesa. Mas isso não é suficiente em um esporte que o dinheiro realmente faz diferença. Ausência de patrocinador significa pouco (ou nenhum) dinheiro, que é traduzido em pouco investimento e, consequentemente, em resultados medianos.

A pole-position da Williams no Grande Prêmio do Brasil do ano passado, com Nico Hulkenberg, foi algo extraordinário. Em todos os sentidos da palavra. E não dá para ficar contando com milagres como aquele – sem desmerecer o talento do jovem alemão.

(F1 Grand Prix Website)

Torço muito para que a Williams se recupere e volte a vencer na F1. Não só por Rubens Barrichello e pelo passado que abraçou José Carlos Pace, Nélson Piquet, Ayrton Senna e Antonio Pizzonia. O time é, junto com a Ferrari, um dos últimos românticos da categoria. Em tempos de domínio de montadoras e empresas que não tem origem no automobilismo, a Williams sobrevive a duros golpes de fracos desempenhos nos últimos anos. Frank mantém o time por amor ao esporte; se fosse só por dinheiro, ele já teria fechado as portas (ou vendido) e ido curtir uma merecida aposentadoria.

« anterior próximo »

Comentários


Comentários

Felix enviou em 22/01/2011 as 08:37:

Espero que essa idéia tenha um grande sucesso, pois torço pela Wiliams, pelo Rubinho e pela ressurreição também do motor.


Comentar

:

:
: