Polêmica e penalidades na Fórmula Truck
A Fórmula Truck viveu um dia diferente ontem no autódromo de Goiânia. Após a quadriculada para os caminhões da Mercedes, com Wellington Cirino na primeira posição, e a festa do pódio, o clima de confraternização ficou de lado. Os comissários da CBA semearam um sentimento de revolta em muitos profissionais que competem na categoria. Insatisfeito, Djalma Fogaça, que comanda a equipe DF Motorsport, de Danilo Dirani e Cristina Rosito, botou a boca no trombone.

Com os caminhões parados, sempre há uma verificação técnica. Desta vez, foram detectadas irregularidades nos caminhões da Mercedes e da Volkswagen. Trocando em miúdos, a CBA identificou condições fora do regulamento técnico nos caminhões dos seis primeiros colocados da prova goiana.
De acordo com o pessoal que reclamou, estas irregularidades apontam para o lado da indispensável existência de uma chave geral instalada na parte interna da cabine, fixada no assoalho entre a porta esquerda e o banco, e para o lado da obrigatoriedade de ter alças (direita e esquerda) na parte superior do chassi, destinadas ao resgate aéreo do caminhão e com capacidade de dez toneladas.
A reclamação de quem chegou atrás dos Mercedes e VW é que as irregularidades estão ligadas à questão da segurança; desta forma, seriam passíveis de desclassificações. Os comissários da CBA não entenderam desta forma; tanto que aplicaram multas e mantiveram as posições de chegada.

Como toda competição esportiva, o regulamento existe para ser obedecido. Se as desclassificações reclamadas fossem aplicadas, quem iria se beneficiar seria Fred Marinelli, da Iveco, e Danilo Dirani, que recebeu a quadriculada em oitavo e subiria para o segundo posto. Dirani compete com Ford na equipe de Djalma Fogaça. De quebra, Roberval Andrade, que perdeu rendimento no final da prova, iria pular para a terceira colocação.
Não me lembro de uma corrida em que os seis primeiros foram desclassificados e a vitória caiu no colo do sétimo colocado. Mas, há sempre uma primeira vez! E na foi desta vez. Pensando bem, uma desclassificação em massa seria uma punhalada na esportividade. Será que a CBA decidiu colocar panos quentes e aplicar apenas uma penalidade pecuniária com a intenção de preservar a imagem da categoria? Ou pode ser que a Confederação tenha realmente entendido que aquelas irregularidades não estavam ligadas à segurança e que optou por multas ao invés de desclassificações. Mais uma vez, informo que o COCKPIT está aberto para debates e esclarecimentos não só de leitores, mas de entidades e pessoas ligadas ao esporte a motor.

Com os caminhões parados, sempre há uma verificação técnica. Desta vez, foram detectadas irregularidades nos caminhões da Mercedes e da Volkswagen. Trocando em miúdos, a CBA identificou condições fora do regulamento técnico nos caminhões dos seis primeiros colocados da prova goiana.
De acordo com o pessoal que reclamou, estas irregularidades apontam para o lado da indispensável existência de uma chave geral instalada na parte interna da cabine, fixada no assoalho entre a porta esquerda e o banco, e para o lado da obrigatoriedade de ter alças (direita e esquerda) na parte superior do chassi, destinadas ao resgate aéreo do caminhão e com capacidade de dez toneladas.
A reclamação de quem chegou atrás dos Mercedes e VW é que as irregularidades estão ligadas à questão da segurança; desta forma, seriam passíveis de desclassificações. Os comissários da CBA não entenderam desta forma; tanto que aplicaram multas e mantiveram as posições de chegada.

Como toda competição esportiva, o regulamento existe para ser obedecido. Se as desclassificações reclamadas fossem aplicadas, quem iria se beneficiar seria Fred Marinelli, da Iveco, e Danilo Dirani, que recebeu a quadriculada em oitavo e subiria para o segundo posto. Dirani compete com Ford na equipe de Djalma Fogaça. De quebra, Roberval Andrade, que perdeu rendimento no final da prova, iria pular para a terceira colocação.
Não me lembro de uma corrida em que os seis primeiros foram desclassificados e a vitória caiu no colo do sétimo colocado. Mas, há sempre uma primeira vez! E na foi desta vez. Pensando bem, uma desclassificação em massa seria uma punhalada na esportividade. Será que a CBA decidiu colocar panos quentes e aplicar apenas uma penalidade pecuniária com a intenção de preservar a imagem da categoria? Ou pode ser que a Confederação tenha realmente entendido que aquelas irregularidades não estavam ligadas à segurança e que optou por multas ao invés de desclassificações. Mais uma vez, informo que o COCKPIT está aberto para debates e esclarecimentos não só de leitores, mas de entidades e pessoas ligadas ao esporte a motor.