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Perdeu (bem) mais do que ganhou

Pouco antes do início do mundial de Fórmula 1 deste ano, a Lotus Renault sofreu um duro golpe: o gravíssimo acidente com Robert Kubica obrigou a equipe a uma mudança repentina. Convocado às pressas, o experiente alemão Nick Heidfeld ocupou o cockpit do polonês.

O início da temporada foi promissor para o time preto e dourado. Com dois pódios nas duas primeiras corridas (um terceiro lugar de Heidfeld na Malásia e outro terceiro de Vitaly Petrov na Austrália), o time ficou animado para o restante da competição; o alemão até sonhou com uma vitória em 2011.

Pura ilusão. O rendimento dos carros caiu ao tempo que outras escuderias evoluíram. Hoje, a Lotus Renault tem de fazer um grande esforço para figurar na superpole e terminar um GP na zona de pontuação. Nem mesmo a experiência do alemão é capaz de fazer o carro andar mais rápido para voltar a subir no pódio.

(Formula 1 Website)

Aliás, Nick Heidfeld parece estar a fim de quebrar um recorde (negativo) da Fórmula 1. Com 174 Grandes Prêmios disputados e apenas uma vitória, o alemão está atrás da marca de 228 corridas do ainda em atividade Jarno Trulli – o italiano da Lotus também tem apenas uma vitória na categoria. A dificuldade é que Trulli não desiste da categoria e, nos últimos anos, tem sempre arrumado um jeitinho para continuar na F1.

Além dos dois, apenas os franceses Jean Alesi (201 GPs) e Olivier Panis (158), o alemão Jochen Mass (112) e o sueco Jo Bonnier (108) quebraram a marca de 100 GPs tendo vencido apenas uma vez na F1.

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Comentários


Comentários

Alberto enviou em 06/07/2011 as 23:47:

O Heidfeld é um ridiculo.


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