20 de novembro de 1971: O desabamento do Viaduto Paulo de Frontin

Um estrondo, uma imensa nuvem de poeira, dor e pânico. Foi tudo o que restou quando 122m da estrutura do Elevado da Avenida Paulo de Frontin desabaram, deixando mortos, feridos, e veículos esmagados. A tragédia aconteceu em plena construção, por volta do meio-dia, no momento em que um caminhão-betoneira, com oito toneladas de cimento e pedra, passava sobre o elevado, na altura do cruzamento com a Rua Haddock Lobo.
Tropas do Exército e da Aeronáutica foram acionadas para resgatar vítimas sob os destroços de concreto. Operários e equipamentos da Ponte Rio-Niterói, do metrô e de empresas de construção também participaram da operação, que contou, ainda com a ajuda voluntária de populares. A tragédia causou a morte de 28 pessoas, deixou 30 feridas, e destruiu 17 carros particulares, três táxis, um caminhão e um ônibus.
Tropas do Exército e da Aeronáutica foram acionadas para resgatar vítimas sob os destroços de concreto. Operários e equipamentos da Ponte Rio-Niterói, do metrô e de empresas de construção também participaram da operação, que contou, ainda com a ajuda voluntária de populares. A tragédia causou a morte de 28 pessoas, deixou 30 feridas, e destruiu 17 carros particulares, três táxis, um caminhão e um ônibus.
A construção do Elevado fez parte das grandes obras realizadas no Rio de Janeiro nas décadas de 60 e 70, visando melhorias para o trânsito na cidade. Foi inaugurado pelo Governador Chagas Freitas no dia 27 de dezembro de 1974, ligando o Túnel Rebouças à Praça da Bandeira. O seu nome foi uma homenagem ao Engenheiro Paulo de Frontin, um dos responsáveis pelo projeto de urbanização e modernização do Rio de Janeiro no início do século XX.
Outras efemérides de 20 de novembro
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