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Jornal do Brasil

Papo de Ambiente – JBlog – Jornal do Brasil

Abertas inscrições para patrocínio na Petrobras e Invepar

Da redação | Papo de Ambiente

Projetos ambientais e sociais poderão receber, em dois anos, a soma de R$ 247 milhões em patrocínios. O investimento será feito por meio das seleções públicas do Programa Petrobras Ambiental (http://ppa.petrobras.com.br/) e do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania (http://dec.petrobras.com.br/).

A companhia já abriu as inscrições, que seguem até o dia 18 de novembro pelo site Considerado o maior investimento de todas as edições dos programas, o valor se divide em R$ 102 milhões para projetos ambientais, no qual poderão candidatar-se exclusivamente organizações sem finalidades econômicas com atuação no terceiro setor, e R$ 145 milhões para projetos sociais, que além destas, organizações governamentais também poderão enviar propostas. Em ambos os processos os projetos deverão ser executados em 24 meses.

No processo seletivo de projetos ambientais, poderão candidatar-se exclusivamente organizações sem finalidades econômicas com atuação no terceiro setor. Os projetos devem estar relacionados ao tema “Água e Clima” e atuar em uma das linhas de atuação do Programa Petrobras Ambiental: gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos; recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce; e fixação de carbono e emissões evitadas.

O objetivo do programa é contribuir para o desenvolvimento sustentável do Brasil com investimentos em iniciativas voltadas à conservação e preservação dos recursos ambientais e consolidação da consciência ambiental brasileira, por isso a educação ambiental deve ser o tema transversal de todos os projetos. Em ambos os processos os projetos deverão ser executados em 24 meses. A divulgação dos projetos selecionados está prevista para o primeiro trimestre de 2013.

Até novembro a companhia realizará caravanas em todos os estados do país, para capacitar as organizações proponentes na elaboração de projetos ambientais. Serão realizadas palestras gratuitas, para prestar esclarecimentos às instituições do terceiro setor, sobre o roteiro de elaboração de projetos adotado pela Petrobras. O cronograma completo está disponível no site.

Edital Invepar Para contribuir com a promoção do desenvolvimento socioambiental e econômico das localidades no entorno da Linha Amarela (Lamsa-RJ), da concessionária Litoral Norte (CLN-BA), concessionária Auto Raposo Tavares(Cart-SP) e do Metrô Rio (RJ), o Instituto Invepar lançou o edital para selecionar projetos ambientais com os temas educação, meio ambiente, cultura e esporte. Além deste, também valem os temas transversais, empreendedorismo e apoio à gestão pública.

Os projetos deverão identificar e apoiar ações socioambientais que valorizem a cultura local e que desenvolvam a criatividade e as potencialidades dos indivíduos para o empreendedorismo; estimular o protagonismo e empreendedorismo para o desenvolvimento comunitário e a economia solidária; promover o aumento das condições de empregabilidade de jovens e adultos (escolaridade, profissionalização, primeiro emprego, recolocação no mercado de trabalho); e identificar projetos que apresentem mecanismos para assegurar a sustentabilidade dos resultados alcançados.

Os interessados podem se inscrever até o dia 12 de novembro. Informações sobre o edital no site http://www.invepar.com.br/edital

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Quase 400 espécies ameaçadas de extinção

Aproximadamente 400 espécies de animais e vegetais podem desaparecer da natureza, segundo a lista vermelha da Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Das mais de 65 mil espécies listadas, mais de 20 mil estão em perigo de extinção.

O desmatamento é um dos principais motivos do desaparecimento de 80% das 192 espécies de palmeiras endêmicas da Ilha de Madagascar, na África, por exemplo, de acordo com a entidade. Comunidades locais, sobretudo as mais socialmente vulneráveis, dependem dessas árvores para sobreviver.

 

 

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Projeto quer prevenir impactos do pré-sal em SP

Da redação: Papo de Ambiente | Agência Brasil/ Bruno Bocchini

Um projeto para prevenir os danos causados pelo pré-sal no litoral paulista, com o objetivo de construir um programa intermunicipal de ações para precaver a nova dinâmica imobiliária, o crescimento populacional, a ocupação de território e a preservação do meio ambiente está em desenvolvimento. O responsável pela iniciativa, o Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais (Polis), pretende construir este programa com base no mapeamento dos possíveis impactos que a chegada de investimentos na indústria petrolífera pode acarretar.

A mobilização da sociedade também é parte do projeto, que ganhou o nome de Litoral Sustentável. Toda a ação será discutida e ainda está em fase de diagnósticos. Até agora 13 cidades do litoral de São Paulo foram avaliadas para servirem de base ao programa, que até o fim de 2013 deve ser concluído.

O projeto está aberto a toda sociedade no site www.litoralsustentavel.com.br

Fonte: Agência Brasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-10-21/ong-desenvolve-projeto-para-prevenir-danos-causados-pelo-pre-sal-no-litoral-paulista

 

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Atos em defesa das terras dos Guarani Kaiowá

Dois atos no Rio neste domingo, dia 28 de outubro, às 10 horas, se somam às manifestações por todo o país em defesa das terras dos índios da etnia Guarani-Kaiowa. Um na Avenida Atlântica, em frente ao Copacabana Palace e outro em frente ao Museu do Índio, na Rua das Palmeiras, 55, em Botafogo.  O objetivo de ambos é obter ampla repercussão nas redes sociais, por isso a recomendação para os participantes levarem seus celulares e máquinas fotográficas e compartilharem as imagens.

Os organizadores dos dois atos trabalham em conjunto e divulgam os mesmos endereços para a repercussão. Para quem quiser postar diretamente no facebook (nas suas páginas e na página do evento), youtube, instagram ente outros, incluir a hashtags

#atocariocaguaranikaiowa. Outra opção será enviar uma mensagem para o e-mail: atocariocaguaranikaiowa@gmail.com e os organizadores providenciarão a postagem.

Também a forma de participação é igual, com solicitação para que se leve cartazes com frases ou imagens sobre a causa dos Guarani Kaiowá. Outro pedido que promete fazer barulho é o de apitos.

Para entender – Em 29 de setembro, a Justiça Federal de Naviraí, em Mato Grosso do Sul, decidiu pela expulsão definitiva da comunidade Guarani-Kaiowá, grupo formado por 170 pessoas, das terras onde vivem no município de Paranhos (à margem do rio Hovy e próximo do território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay). Eles são parte da segunda maior etnia de índios do Brasil, composta por cerca de 43 mil membros. A disputa é longa e parecia estar encaminhada a favor dos índios quando em dezembro de 2009 um decreto do ex-presidente Lula homologou a demarcação das terras. No entanto, no mês seguinte o então presidente do STF, Gilmar Mendes, suspendeu a eficácia do decreto, o que favoreceu as fazendas Polegar, São Judas Tadeu, Porto Domingos e Potreiro-Corá.

O assunto alcançou repercussão agora partir de uma carta divulgada pelos Guarani-Kaiowá no qual afirmam que estão dispostos a morrer na terra em disputa. Num dos trechos do documento há o apelo: “De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs, avós, bisavôs e bisavós, ali estão os cemitérios de todos nossos antepassados. Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser mortos e enterrados junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui.”.

Segundo a carta, as péssimas condições de vida da comunidade já levou à morte grande parte dos Kaiowá e Guarani: “Entre 2003 e 2010 foram 555 suicídios entre os Kaiowá e Guarani motivados por situações de confinamento, falta de perspectiva, violência aguda e variada, afastamento das terras tradicionais e vida em acampamentos às margens de estradas. Nenhum dos referidos suicídios ocorreu em massa, de maneira coletiva, organizada e anunciada.”.

 

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Gestão de unidades de conservação tem livro gratuito

Os interessados em aprender sobre as unidades de conservação podem baixar gratuitamente uma ótima publicação editada pelo WWF-Brasil em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). O livro “
com 398 páginas, tem a participação de 27 autores, entre cientistas e pesquisadores com experiência de trabalho conservacionista.

O Brasil conta com 310 unidades de conservação federais, sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes.

 

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Sebrae faz evento gratuito sobre ambiente para MPEs

O Sebrae realiza nesta semana o seminário “Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza”. Na abertura contará com palestras de Haroldo  Mattos de Lemos, presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ACRJ e do Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Instituto Brasil Pnuma; e de Walter Longo, especialista em comunicação, inovação e empreendedorismo. O evento, com palestras, oficinas e consultorias gratuitas, será no Hotel Sofitel, na avenida Atlântica, 4240, em Copacabana, nos dias 16 e 17, das 9 às 18 horas.

Os organizadores querem sensibilizar os empresários de micro e pequenas empresas e produtores rurais.  O evento inclui temas como redução do consumo de energia, iluminação eficiente de ambiente, eficiência energética, manipulação segura de alimentos, gerenciamento e redução de resíduos (lixo), franquias sustentáveis, certificação ambiental, ganhos com redução de desperdício, negócios verdes, recursos financeiros, sustentabilidade e inovação.

As inscrições devem ser feitas pelo 0800-570 0800

 

 

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Lixeira movida a energia solar e que manda e-mail pode ser opção para novos prefeitos

Passada as eleições os novos prefeitos podem buscar novas ideias para incrementarem os mandatos que iniciarão em janeiro e oferecerem melhor qualidade de vida às populações.

Uma delas pode ser o BigBelly Solar, uma lixeira movida a energia solar que funciona como compactador do lixo nela depositada e ainda envia um e-mail para a central, quando está cheia. O equipamento está instalado na Filadélfia (EUA), em outras cidades americanas e em 30 países, segundo informa o jornalista Emanuel Alencar no blog Respostas Sustentáveis.

No equipamento tem espaço para comportar 567 litros, mas com o recurso da compactação, recebe até 2,5 mil litros. Embora custe U$ 4mil, proporciona economia sob diversos aspectos. Uma delas com a menor necessidade de esvaziamento, apenas cinco vezes na semana, contra 19 das lixeiras comuns. Veja o vídeo.

 

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Ferramenta calcula pegada ecológica, veja a sua

Um teste simples para avaliar a “pegada ecológica” está disponível em http://migre.me/b2nOj. O mérito é chamar a atenção para o tema. Não é voltado para aqueles que têm preocupações com rigor científico. Vale por ajudar a despertar para o tema e mostrar a importância de estarmos atentos aos hábitos cotidianos.

A ferramenta foi criada pela ONG Global Footprint Network (Rede Global de Pegada Ecológica – GFN), dos EUA.

Vale acessar.

 

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CSA comprova ser aposta errada

Com prováveis mais de R$1 bilhão em incentivos fiscais dados pelo governo estadual (entre 2007 e 2010 foram quase  R$700milhões e a partir daí o governo não revela) a empresa líder do consórcio  CSA(Companhia Siderúrgica do Atlântico), a Tyssen Krupp, jogou a toalha e tenta passar adiante o pepino. Desde maio procura um comprador, sem sucesso.

A produção de aço visava o mercado externo (80% iriam pros EUA e 20% para a Alemanha), mas a crise da economia mundial retraiu o mercado e o aço tá sobrando no mundo.

Ou seja, a aposta que os governos federal, estadual e municipal fizeram na velha economia comprovou ter sido um erro.

O Rio do século XXI, a cidade dos serviços, da inovação, da tecnologia, do esporte, não merece abrigar uma unidade industrial de baixa qualidade ambiental e rejeitada pelo seu país de origem. Uma empresa que em operação plena produzirá 9,7 milhões de dióxido de carbono (CO2) e que provocará o aumento em – no mínimo -76% das emissões do gás na cidade do Rio. Hoje a cidade convive com cerca de 12,7 milhões de toneladas, somadas todas as fontes geradoras.

Absurdo total!

Os governantes que concederam as licenças- sabe-se lá com quais motivações – deveriam ser responsabilizados.

 

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