Publicidade

Jornal do Brasil

Papo de Ambiente – JBlog – Jornal do Brasil

Hora de ir pra rua na Marcha pelo clima

No próximo domingo, dia 29, é hora de ir às ruas participar da Marcha Global pelo Clima-Rio 2015. Aqui no Rio de Janeiro o ponto de encontro será no posto 8, em Ipanema, às 10horas, com caminhada rumo a Copacabana.

A mobilização ocorre à véspera do início da Conferência do Clima em Paris (COP-21). Os organizadores buscam pressionar lideranças políticas e autoridades para a adoção de metas de compromissos climáticos ousadas e estimular a cooperação entre os países. Pretendem, ainda, fazer com que as questões ambientais entrem nas pautas da sociedade, para que sejam geradas mudanças reais no cotidiano.

Temas como reflorestamento, energias limpas, desmatamento ilegal zero, cidades com opções de transporte menos poluentes e fim do subsídio às empresas e indústrias exploradoras de combustíveis fósseis estarão em pauta.

Entre as entidades participantes estão o Centro Brasil no Clima, Defensores da Terra, Greenpeace, Instituto Moleque Mateiro, Ibase e Rede Carioca pelo Clima.

Estão previstas caminhadas em todos os continentes, no mesmo dia, em cidades como São Paulo, Curitiba, Amsterdam, Copenhagen, Berlim, Londres, Barcelona, Roma, Lisboa, Oslo, Melbourne, Sydney, Johannesburg, Cidade do México, Tóquio, Seul e Nova Deli.

Segundo os organizadores, haverá a caminhada sob sol ou chuva!

Vamos lá.

 

Postado por ivanaccioly

0 Comentários | Comentar

Compartilhe:

Tags:

A COP 21 e quem paga a conta?

Para quem acompanha as discussões sobre as mudanças climáticas, está chegando o crucial mês de dezembro, quando será realizada a XXI Conferência das Partes da Convenção do Clima da ONU (COP 21). No centro das negociações está a questão financeira.

Ou seja: quem paga a conta?

Os países em desenvolvimento querem recursos dos industrializados para financiamento de ações e transferência de tecnologia. A cifra chega a US$ 100 bilhões. Mas, até agora, só promessas e belas palavras que ainda não se concretizaram. As decisões políticas, as matrizes econômicas, as plantas industriais, nada indica ênfase em atividades que tenham cunho de adaptações ou mitigação dos danos.

Enquanto é isso, vamos enfrentando as mudanças climáticas e os desastres naturais que se sucedem mundo afora e para os quais não há saída de curto prazo sem investimentos imediatos.

O derretimento do Ártico, por exemplo, já não é mais uma “invencionice”, como chegou a ser dito. Relatório recente da Agência Espacial Europeia (Missão Cryosat) indica redução de 1.300km3 nas geleiras desde 2013 até a primeira quinzena deste ano. Caiu de 7.800 km3 para 6.500km3. Em medição do ano passado, foram aferidos 6.800km3.

 

Postado por ivanaccioly

0 Comentários | Comentar

Compartilhe:

Tags: ,

Publicidade
Assine o RSS
Publicidade
?>