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Jornal do Brasil

Papo de Ambiente – JBlog – Jornal do Brasil

Ação busca defender Grande Barreira de Corais

Quando pensamos que estamos no fundo do poço, descobrimos que a situação pode piorar. É o caso das atividades humanas na combalida grande barreira de corais australiana. Afetada pelo fenômeno do branqueamento, que já atinge a 93% de seus corais, em função das consequências do aquecimento global e outras irresponsabilidades, como despejo de dejetos agrícolas, agora é ameaçada pela possibilidade de construção do complexo carvoeiro Galilee Basin em sua proximidade. Uma campanha foi lançada no Avaaz para pressionar autoridades locais que ainda podem barrá-lo.

Foto:http://migre.me/vIY1s

O projeto aprovado pelo governo australiano em dezembro do ano passado prevê a transformação do porto Abbot Point num dos maiores do mundo, com transporte de 120 milhões de toneladas/ano de carvão. Antes o governo já aprovara o projeto de uma super mina (Carmichael) capaz de produzir 60 milhões de toneladas de carvão (grande contribuinte do aquecimento global), que, junto com outras extratoras, será usuária do porto.

Apenas para as obras de ampliação do porto, que já funciona em águas profundas, serão gerados 1,1milhão de metros cúbicos de resíduos de dragagem.

A campanha no Avaaz visa pressionar os membros do conselho do Northern Australia Infrastructure Fund a se posicionarem contra o empréstimo aprovado pelo governo para execução das obras.

Há poucos meses pesquisadores da Universidade James Cook de Townsville, do estado de Queensland, na Austrália, afirmaram que o processo de branqueamento já alcançou 93% dos recifes, mas que ainda pode ser reversível, caso haja o resfriamento das águas na região. A temperatura mais elevada impede a sobrevivência das algas que fornecem cor e nutrientes aos corais.

Se você tem preocupações com o planeta, não está na turma do Trump ou mesmo se está com o grupo dele e pensa apenas em aproveitar o turismo, é a hora de agir.  Afinal, lembre-se, a Grande Barreira é um patrimônio mundial por seus dois mil quilômetros, sua vida marinha multicolorida, seus corais, mergulhos e mergulhos e passeios de barco que ainda proporciona.

 

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Hora de ir pra rua na Marcha pelo clima

No próximo domingo, dia 29, é hora de ir às ruas participar da Marcha Global pelo Clima-Rio 2015. Aqui no Rio de Janeiro o ponto de encontro será no posto 8, em Ipanema, às 10horas, com caminhada rumo a Copacabana.

A mobilização ocorre à véspera do início da Conferência do Clima em Paris (COP-21). Os organizadores buscam pressionar lideranças políticas e autoridades para a adoção de metas de compromissos climáticos ousadas e estimular a cooperação entre os países. Pretendem, ainda, fazer com que as questões ambientais entrem nas pautas da sociedade, para que sejam geradas mudanças reais no cotidiano.

Temas como reflorestamento, energias limpas, desmatamento ilegal zero, cidades com opções de transporte menos poluentes e fim do subsídio às empresas e indústrias exploradoras de combustíveis fósseis estarão em pauta.

Entre as entidades participantes estão o Centro Brasil no Clima, Defensores da Terra, Greenpeace, Instituto Moleque Mateiro, Ibase e Rede Carioca pelo Clima.

Estão previstas caminhadas em todos os continentes, no mesmo dia, em cidades como São Paulo, Curitiba, Amsterdam, Copenhagen, Berlim, Londres, Barcelona, Roma, Lisboa, Oslo, Melbourne, Sydney, Johannesburg, Cidade do México, Tóquio, Seul e Nova Deli.

Segundo os organizadores, haverá a caminhada sob sol ou chuva!

Vamos lá.

 

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A COP 21 e quem paga a conta?

Para quem acompanha as discussões sobre as mudanças climáticas, está chegando o crucial mês de dezembro, quando será realizada a XXI Conferência das Partes da Convenção do Clima da ONU (COP 21). No centro das negociações está a questão financeira.

Ou seja: quem paga a conta?

Os países em desenvolvimento querem recursos dos industrializados para financiamento de ações e transferência de tecnologia. A cifra chega a US$ 100 bilhões. Mas, até agora, só promessas e belas palavras que ainda não se concretizaram. As decisões políticas, as matrizes econômicas, as plantas industriais, nada indica ênfase em atividades que tenham cunho de adaptações ou mitigação dos danos.

Enquanto é isso, vamos enfrentando as mudanças climáticas e os desastres naturais que se sucedem mundo afora e para os quais não há saída de curto prazo sem investimentos imediatos.

O derretimento do Ártico, por exemplo, já não é mais uma “invencionice”, como chegou a ser dito. Relatório recente da Agência Espacial Europeia (Missão Cryosat) indica redução de 1.300km3 nas geleiras desde 2013 até a primeira quinzena deste ano. Caiu de 7.800 km3 para 6.500km3. Em medição do ano passado, foram aferidos 6.800km3.

 

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Colapso hídrico e o Ecossocialismo em debate na Câmara de Vereadores do Rio

Em meio à crise de abastecimento de água que nos afeta, surgem opiniões as mais diversas, com diferentes soluções, como a da dessalinização da água do mar, sobre a qual falei aqui no post anterior. São opções que devem ser avaliadas sempre com os devidos descontos dos interesses comerciais de seus desenvolvedores e defensores.

Para a próxima semana, dia 26 de março, às 18 horas, está anunciado um debate que parece ser interessante, “Colapso hídrico e o Ecossocialismo”, na Câmara de Vereadores do Rio. A premissa da convocação é de eu a crise hídrica não é passageira e que está diretamente relacionada ao modelo de desenvolvimento global com a destruição da natureza.

Participarão o físico do clima e professor da Universidade Estadual do Ceará, Alexandre Araújo, o pesquisador da Fiocruz Alexandre Pessoa e os professores Carlos Vainer do IPPUR-UFRJ e Flávia Braga da UFRRJ.

A proposta do debate, que é organizado por dois parlamentares do PSOL, o vereador Renato Cinco e o deputado estadual Flavio Serafini, é discutir a questão da água por um viés político, econômico, social e ambiental alternativo ao vigente atualmente. Vou lá para conferir.  Depois digo o que vi. A entrada é livre.

 

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Crise hídrica: é hora de dessalinização?

Está prevista para o fim deste mês uma conferência sobre dessalinização da água do mar para consumo no Brasil. O encontro vem no rastro da crise hídrica que atinge, além do tradicional nordeste, os estados do sudeste. A ideia de recorrer ao mar já foi levantada pelos governadores do Rio –Pezão- e de São Paulo – Alckmin. Mas será essa a melhor opção? Os custos, comparados com outras iniciativas possíveis no Brasil, a justifica?

O tema deve ser aprofundado. Afinal, nosso desperdício de água tratada para distribuição é absurdo. O professor da Coppe/UFRJ Paulo Canedo, hidrologia, fala numa média de 37% no país. No Rio de Janeiro, 1/3 do total e no Amapá 76%. Na região Norte chega a 50%. Além disso, medidas de uso racional nem são cogitadas. Seja pelos governos, seja pela população em seu cotidiano. As tubulações continuam vazando, as calçadas e carros continuam sendo lavados com mangueiras, as matas ciliares não são protegidas, os solos urbanos são cada vez mais impermeáveis, as águas das chuvas não são aproveitadas, os banhos continuam longos etc etc.

Os defensores do sistema lembram que já há experiências no país, como no caso da ilha de Fernando de Noronha, onde há produção de água potável a partir da água do mar. Mas, nesse caso, as condições geográficas são bem diferentes das encontradas no resto do país. Além do sempre citado exemplo de Israel, também há a dessalinização da água em dezenas de países, que atenderiam hoje há cerca de 300 milhões de pessoas.

Vale lembrar, contudo, que o Brasil conta com 12% da água doce de superfície do mundo, além das reservas de mais de 20 aquíferos, dois entre os maiores do mundo e um bom volume de chuva. Elementos que devem ser avaliados para uma decisão de investimento.

A conferência “Reuso de Água e Dessalinização para o Desenvolvimento da América Latina” será realizada pela Associação Internacional de Dessalinização nos dias 23 e 24 de março no Windsor Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro.

Alguns números:

300 milhões de pessoas têm acesso à água potável graças aos métodos de dessalinização.

  • As maiores capacidades instaladas (em milhões de metros cúbicos de água por dia) são: 1º – Arábia Saudita – 13,3; 2º – Estados Unidos – 10,6; 3º – Emirados Árabes – 8,9; 4º – Espanha – 5,8; 5º – China – 4,7; 6º – Kuwait – 2,9; 7º – Austrália – 2,1; 8º – Argélia – 2,1; 9º – Israel – 1,9; 10º – Catar – 1,8; 19º – Brasil – 1,1
  • 2.750 sistemas de dessalinização em poços subterrâneos existem no Brasil. Eles se concentram em 8 estados: Bahia – 32%; Ceará – 18,5%; Pernambuco – 14%; Paraíba – 7,7%; Minas Gerais – 4,7%; Rio Grande do Norte – 5,6%; Piauí – 5,5%; Sergipe – 2%
  • Quanto mais ao sul, mais doce é a água do subsolo
  • No Brasil, o número de sistemas mais que duplicou de 2012 a 2014, passando de 1.200 a 2.750 sistemas de dessalinização.
  • A usina de dessalinização de Fernando de Noronha produz 650 m³ de água potável por dia.
  • 100% da água dessalinizada em Fernando de Noronha é consumida pela população do arquipélago, 2.884 pessoas.
  • Fonte: Superinteressante; Edição 343 – fevereiro de 2015; página 16;Dessalinização de Água

 

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Ambiente, desânimo e esperança

Hoje é o Dia do Meio Ambiente e confesso certo desânimo para escrever sobre o tema. Afinal, o geral das notícias em todo o mundo não é dos mais otimistas.

Temos uma ou outra lufada de esperança logo arrasada por uma ventania de realismo. Obama sinaliza com o corte das emissões das termelétricas americanas em 30% até 2030, comparado com o ano de 2005. Poderia ser melhor, puxar para trás e tomar a década dos 90 como parâmetro, mas, de qualquer forma, é uma sinalização positiva.

Mas, ao mesmo tempo, vemos o Ártico se consolidar como rota de comércio e se abre à exploração de petróleo e gás. Os efeitos que essa corrida terá para o ecossistema da região não é preciso, mas há diversos alertas em relação aos riscos ambientais, que vão de possíveis derramamentos de óleo a extermínio de espécies e à entrada de outras invasoras.

Os especialistas bradam que a média da temperatura do planeta está em elevação e que não podem precisar as consequências que 20 C a mais podem provocar. Mas praticamente ninguém liga. Continuamos a incentivar atividades com alto consumo de energia, a desmatar, a poluir ar, rios e mares, a exterminar espécies da flora e fauna.

Uma esperança de que empresários e os governantes que os representam avancem frente à urgência do tema é a Cop 2015, que acontecerá em Paris. Desde a Rio +20 que o terreno vem sendo preparado para que boas decisões venham a ser tomadas, vamos aguardar.

Enquanto é isso surgem poucas medidas emergenciais, como o “mecanismo internacional de Varsóvia”, criado na reunião da Polônia no fim do ano passado, para proteger populações de áreas vulneráveis contra possíveis perdas e danos provocados por catástrofes como furacões ou a elevação do nível do mar.

Vamos aproveitar esse cinco de junho para começar a contribuir com medidas que evitem a deterioração do planeta e mantenham a qualidade de vida para todas as espécies.

 

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Doha, como esperado, fracassou

Como era esperado as negociações da Cop 18 da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) não trouxeram novidades. Os líderes presentes fracassaram e agora será necessário esforço dobrado para que, até 2015, se consiga um acordo que atenda às necessidades da Terra.

O ‘Portal Climático de Doha’ (Doha Climate Gateway), o documento final do encontro, não apresenta evolução. O impasse em torno de questões como as metas de emissões e sobre quem vai pagar a conta continuam. Enquanto é isso, mais evidente ficam as consequências das alterações climáticas em todo o mundo.

Mesmo a extensão do Protocolo de Quioto até 2020, tem que ser comemorada com parcimônia, afinal, grandes emissores, como EUA, Japão, Canada, China e Rússia estão fora do acordo.

Devemos torcer para que a existência do Protocolo sirva, pelo menos, como referência para as decisões que estão por ser tomadas. E, também, para que um pouco de bom senso supere as mesquinharias políticas e econômicas que têm pautado as discussões acerca das mudanças climáticas e suas consequências.

 

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Poucas esperanças com Cop18

Diferentes estudos sobre a evolução do clima divulgados nas últimas semanas convergem para a mesma conclusão: a terra está esquentando e mais rápido do que se previa. Entre eles estão os do Pnuma e o da  Organização Meteorológica Mundial.

A manutenção dentro dos dois graus, que já seriam, digamos, um lucro, está sendo ultrapassada, chegam a até seis nesse século (consultoria PwC) . Enquanto isso, os dirigentes do planeta fingem que não entendem os alertas: furacões, enchentes, secas, por exemplo, e seguem com seus planos de crescimento por crescimento, para não deixar o consumo cair.  (Menos pior que o Mitt Romney e seus comparsas republicanos não se elegeram).

Na segunda-feira, dia 26, enquanto o Rio sai às ruas num ato oficial para defender os royalties da indústria fóssil do petróleo (o que é justo), começa a COP18 – Conferência das Partes da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Serão 12 dias de debates, até 7 de dezembro, em Doha, no Qatar. Infelizmente pouco podemos esperar de resultado concreto.

Os diplomatas/burocratas que representam os países devem protagonizar mais uma rodada de negociações entre interesses díspares, pautados pelo imediatismo econômico e pouco preocupados com as condições de vida da população. Seja a atual, seja a do futuro.

Países como Canadá, Japão e Estados Unidos, do alto de seus altos padrões de vida e consumo, querem adiar as decisões que teriam que ser tomadas ontem. O acordo pela redução das emissões de gases previstos para 2015, com implementação em 2020 ainda patina e pode ser frustrante.

É preocupante, principalmente, para os países mais pobres. Nesses as consequências dos desastres naturais são mais graves. A população está menos protegida, tem mais mortos e sofre por mais tempo.

Para piorar, este ano vence o Protocolo de Kyoto, de 1997, que, mesmo sem contar com a participação dos EUA desde o começo, e com a oposição de China, Rússia e Canadá à sua prorrogação, é melhor do que nada. Pelo menos ele destina recursos para projetos que reduzem as emissões e define metas de redução para os países industrializados.

Essa semana o embaixador do Brasil Luis Alberto Figueiredo disse em entrevista ao jornal Guardian, da Inglaterra, que o país defenderá em Doha a extensão de Kyoto até 2020. É uma boa posição. Torçamos para que seja vitoriosa.

 

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Tecnologia e preservação ambiental em destaque na feira sobre oceanos

Um globo terrestre que apresenta os principais fenômenos naturais, tais como os furacões, o degelo da calota polar, a elevação do nível do mar e as correntes marítimas de forma interativa; um painel acústico com as gravações dos sons de animais captados por um hidrofone no fundo do mar; um robô ambiental híbrido, um ski utilizado na Antártica e uma boia meteoceonográfica são algumas das atrações da VII Feira Técnico-científica Brasil Oceano que acontece até sexta-feira, dia 16, no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro.

Paralela ao V Congresso de Brasileiro de Oceanografia, reúne 40 expositores e apresenta um pouco sobre os mares, que ocupam 70% da superfície do planeta. Além das técnicas e equipamentos de ponta na exploração marítima, são expostas informações sobre projetos de preservação como o Tamar, o Albatroz, o Ilhas do Rio, o Robalo, o Meros Brasil, o Coral Vivo e o Programa Mosaico.  Também é possível obter detalhes sobre projetos e pesquisas realizados na Antárctica e nos arquipélagos de São Pedro e São Paulo e de Trindade.fotos de Luiz Coseca Santos

Outras atrações são os equipamentos de última geração utilizados em pesquisas e sondagens, especialmente pelas empresas petrolíferas.

 

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Cético muda de posição, mas governantes continuam inertes

A recente conversão do físico norte-americano Richard Muller na questão da mudança climática teve repercussão mundial. Até então considerado uma referência no grupo dos céticos, anunciou, baseado em resultados de estudos que conduziu com sua equipe, a admissão de que o aquecimento global está em andamento e com participação decisiva dos homens no processo.

A nova posição foi explicitada num artigo publicado no New York Times, com o título “A conversão de um cético das mudanças climáticas”. Muller é fundador do projeto Temperatura da superfície da terra, desenvolvido na Universidade de Berkeley e financiado pela fundação de caridade Charles G Koch, ligada à indústria do carvão e que, certamente, não esperava essa conclusão.

Mais do que comemorar a conversão e regozijar pela adesão de alguém que estava do outro lado às suas ideias, é hora dos estudiosos não céticos destrincharem os resultados apresentados por Muller. Ele afirma que a temperatura média da superfície sólida da Terra (os mares ficam de fora) subiu 1,50 C em 250 anos. Desse total, 0,90C apenas nos últimos 50 anos. A tendência, segundo concluiu, é a temperatura da terra continuar em elevação e com a China em posição relevante. Para o cientista, se o país mantiver a média de 10% de crescimento ao ano por mais 20 anos, com consumo intenso de carvão, o aquecimento de mais 1,50C ocorrerá em menos de 20 anos.

Cresce o desafio aos cientistas para conseguirem ser ouvidos pelos governantes, de forma que as políticas públicas considerem como concretas as ameaças do aquecimento global à população. É hora de colocarem na conta das mudanças climáticas parte dos chamados desastres naturais. A intensificação de enchentes, secas, chuvas intensas ou elevação do nível do mar, por exemplo. Não dá para culpar a “mãe natureza” ou, como já aconselharam alguns governantes, rezar. É preciso prevenir e trabalhar para reverter o quadro

 

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