Últimos posts

RSS Feeds

Capitão R.E.D contra a violência no Rio

null

Além do crowdfunding, o pessoal dos quadrinhos continua usando a boa e velha pré-venda. Foi assim que Elenildo Lopes conseguiu viabilizar o lançamento do seu personagem Capitão R.E.D – Distrito de Risco e Emergência. A revista de 40 páginas em formato americano (17 cm x 25,8 cm) será também o primeiro lançamento do selo editorial MeuHerói.

Com roteiro é de Elenildo, arte de A-Lima e cores de Gil Santos, a trama se passa no Rio de Janeiro, que se tornou uma cidade dominada pelo crime nos anos seguintes aos grandes eventos olímpicos de 2016. Acesse www.capitaored.com.br e veja como adquirir a 1ª edição.
null
capitao red - miolo
capitao red e equipe

Leia também:
PM do RJ cria personagens de quadrinhos
Guarda municipal cria personagem de quadrinhos
Anjo da noite vira gibi e pode ir para as telas

 Comentar

HQ adormecida leva 20 anos pra ser publicada

paula e o livro

Todo mundo conhece a o conto de fadas A Bela Adormecida. E foi mais ou menos isso que aconteceu com uma história em quadrinhos que ficou 20 anos adormecida nas gavetas da gaúcha Paula Mastroberti (FOTO). Conhecida por suas suas reinterpretações de narrativas clássicas, como Dom Quixote, Odisseia e Hamlet, a artista produziu “Adormecida: cem anos para sempre” no final da década de 80, mas nunca publicou.

Agora, graças a editora 8INVERSO, de Porto Alegre, a obra chega aos leitores. O enredo fala sobre um príncipe aventureiro que, perdido no deserto, entra em um antigo castelo em ruínas para passar a noite.

No evento de lançamento a autora participa de sessão de autógrafos e abre uma exposição de 35 imagens originais da graphic novel, em tamanho A3, feitas em nanquim e ecoline sobre papel.
adormecida miolo
Serviço:
Lançamento da graphic novel “Adormecida: cem anos para sempre”, de Paula Mastroberti
Quando: Dia 19 de maio (sábado), às 11h.
A exposição poderá ser visitada até o dia 25 de julho, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h e aos sábados, das 11h às 18h
Onde: Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo (Rua dos Andradas, 1223, Centro Histórico de Porto Alegre/RS - Sala Noé de Mello Freitas, 2º andar). Tel.: (51) 3226.7974.
Entrada franca.

Leia também:
Desenhista gaúcho cria Spirit à brasileira
A vida de Fidel Castro em quadrinhos
Balanço 2010: o sul de olho no resto do país)

 Comentar

Concurso de personagens é prorrorogado

Atendendo a pedidos de inúmeros artistas, designers e profissionais do segmento de HQ, estão prorrogadas até o dia 31 de maio as inscrições para a segunda edição do Prêmio Abril de Personagens. Este ano, o concurso elegerá um único vencedor, que como prêmio celebrará contrato com a Editora Abril para publicação de HQ com seus personagens e receberá R$ 5 mil. Para mais informações clique aqui.

 Comentar

Um desenhista com nanquim no sangue

dvd rodolfo zalla

Como todo argentino que se preze, Rodolfo Zalla adora pão e vinho. Mas também histórias em quadrinhos. Em sua homenagem, o cartunista Marcio Baraldi lançou o documentário Ao Mestre com Carinho, tendo como guia as entrevistas com o artista. São 45 minutos de um papo sincero, mais 25 de extras.

O vídeo começa com o quadrinista contando sua entrada no mundo das HQs. “Quando comecei não se colocava o nome dos desenhistas nos trabalhos. Minha mãe foi contra, meu pai ficou em cima do muro. Eu fazia muitas coisas, como cartazes e publicidade. O gibi Patoruzito foi minha escola profissional”. Em dezembro de 1963, ele chegou ao Brasil, pela cidade de Santos, para desenhar as tiras do Jacaré Mendonça (abaixo) para o jornal Última Hora.

tira do Jacare Mendonça

Em nosso país, Zalla conheceu os quadrinhos de terror. “É um gênero mais abrangente por que você tem todo tipo de ambiente, mas sempre preferi HQ ao ar livre”. Naquele momento o mercado não queria mais quadrinhos de faroeste, e a iniciativa de histórias assustadoras fez sucesso. “A primeira da série Mestres do Terror foi com Drácula e vendeu quase tudo, 30 mil exemplares. O Tex vendia 120 mil só em São Paulo. Terror sempre foi um gênero à esquerda, mas quem comprava era apaixonado, fã mesmo”.

Ano passado, o editor Wagner Augusto relançou a revista Calafrio, com o material original, a R$ 30. “É uma revista cara tanto pra internet quanto pra livraria. Se valeu a pena vamos saber daqui a pouco”.

revista Calafrio antigamente e 20 anos depois


No doc, Zalla diz que “desenhista quando nasce tem nanquim no sangue. Vai dormir pensando nos desenhos que precisa terminar” e dá um conselho: desenhar sem parar. “No computador, o cara põe cor aqui, efeito ali, mas tudo começa num desenho no papel. O desenho, a cor, a leitura, tudo isso faz do desenhista um cara diferenciado”

Nos extras, além de fotos e muitos desenhos, destaque para a parte em que Rodolfo mostra uma capa do personagem Escorpião pintada em guache, em 1966, que foi proibida. “Foram impressas 30 mil e depois reimprimiram por que a roupa foi copiada do Fantasma, então tiveram que redesenhar e imprimir novamente”.

Se você quer conhecer mais dos precursores dos quadrinhos no Brasil e na América Latina, adquira sua cópia.

Leia também:
Marcio Baraldi explica por que e como fez o documentário
Rodolfo Zalla ilustra livro de Chico Xavier em quadrinhos
Claudio Seto inspira curta metragem

 Comentar (1)

Piratas Pirados estréia nesta sexta-feira

piratas pirados - capitao e sua turma

Estréia no Brasil na próxima sexta (11) o aguardado Piratas Pirados, novo filme em animação de Peter Lord, diretor de A Fuga das Galinhas (2000) e produtor de Wallace e Gromit (2005). O ator Hugh Grant estréia como dublador em longa animado no papel de um corsário de barba vistosa, o Capitão Pirata, que fará de tudo pelo cobiçado prêmio de Pirata do Ano.

Mas a graça está em toda a tripulação do navio, que inclui o infantil Pirata Albino, o Pirata Curvilíneo e, principalmente, o Pirata com Próteses -que vê sua anatomia ser constantemente substituída por diversos pedaços de navios naufragados e objetos lançados ao mar. Claro que essa turma de azarados vai trazer a lembrança os piratas de Asterix & Obelix, cuja embarcação afundava todas as vezes que trombava com os gauleses no alto mar.

Outro exemplo de que piratas dão lucro é a franquia Piratas do Caribe. E correndo em paralelo, as animações estão sendo bastante rentáveis. Toy Story 3, por exemplo, fez US$ 1 bilhão só em bilheteria de cinema.

Para quem gosta do assunto, a animação contou com uma equipe técnica de 525 pessoas, incluindo 33 animadores e 41 unidades de filmagem em 4 estúdios. O navio pirata foi inteiramente fabricado a mão e é constituído de 44.569 partes. Ele consumiu 5.000 horas de desenvolvimento e acabou pesando 350kg. Nas fotos abaixo, você pode ver os bastidores da filmagem. Tão bom quanto brincar de Playmobil.

piratas pirados - o navio
piratas pirados - o navio e o diretor Peter Lord
piratas pirados - o capitão
piratas pirados - cenário

Leia também:
Primeiras imagens da animação Hotel Transilvânia
Filme novo de Tintin é sobre piratas
Patrulha do Espaço em dois novos filmes
Histórias dos Piratas do Tietê são lançadas em álbum

 Comentar

Fãs de cosplay ganham a sua própria revista

Cosplay magazine

Um grupo de fotógrafos e cosplayers acaba de criar a 4Cosplay Magazine para divulgar a cultura Cosplay no Brasil e no mundo. A revista trará coberturas de eventos, matérias, sessões de fotos em estúdio próprio (e externas) e também concursos sobre o universo Cosplayer. Para conferir acesse o site da publicação.

cosplayers

Leia também:
Cosplayers do Piauí podem se inscrever em concurso até dia 11
Personagens viram selos e coleção de vestuário
Os super-heróis e a moda

 Comentar (1)