Arquivo de May 2012

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Concurso prorroga as inscrições de novo

Foram prorrogadas até o dia 17 de junho as inscrições para a segunda edição do Prêmio Abril de Personagens. No ano passado, o concurso da Editora Abril gerou o lançamento de dois novos gibis. Podem participar pessoas físicas ou jurídicas acima de 18 anos, de qualquer região do país, que se interessem por narrativas infanto-juvenis em forma de histórias em quadrinhos. O vencedor terá sua HQ publicada e receberá R$ 5 mil.

Mais informações aqui.

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A sabedoria é a força desta personagem

capa turma da sabida 09

As Aventuras da Sabida é uma revista em quadrinhos editada por uma entidade religiosa de Taubaté/SP, voltada para o público infantil, com uma linguagem educativa de princípios e valores. Sabida é uma menina de tranças longas estilo mangá que usa um bracelete/relógio no estilo do Ben 10, com o qual se transporta no tempo. Ainda que não tenha a brasilidade da Turma do Xaxado e muita originalidade, vale o incentivo, pois a Sabida socorre as pessoas com um poder especial: a sabedoria.

Na edição número 09 a primeira história, sobre o amigo que deseja um bicho de estimação, mas não tem responsabilidade com as pequenas coisas do dia-a-dia, é boa. A segunda, uma viagem no tempo para uma aula com Isaac Newton é inferior, mas também cumpre seu papel de educar e incentivar o estudo.

O gibi propriamente dito utiliza fonte pequena e as cores muito saturadas, típicas de quadrinhos totalmente editorados (e talvez desenhados) eletronicamente, com papel couché bem grosso, diferente daquele papel de má qualidade das revistinhas com venda em banca. Destaca-se pela coragem de se lançar ao mercado.

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Uma declaração de amor aos quadrinhos

Alvaro de Moya acompanha gravacao de tv na exposicao

No dia 18 de junho de 51 um grupo de jovens realizou em São Paulo não apenas a primeira exposição brasileira de histórias em quadrinhos, mas, descobriu-se depois, a primeira do mundo. No ano passado, ao completar 60 anos do feito, apenas dois organizadores ainda estavam fisicamente por aqui entre nós. Um deles é o professor e desenhista Álvaro de Moya, que já passou das 80 primaveras mas continua guardando ótimas recordações daquela época.

Com apenas 20 anos de idade, Moya e os jovens amigos desenhistas Jayme Cortez, Syllas Roberg, Reinaldo de Oliveira e Miguel Penteado reuniram material de HQs numa época em que nem sonhava-se com internet. Trocaram correspondências e, para surpresa de todos, receberam originais de grandes autores norte-americanos como Milton Caniff, Al Capp e Alex Raymond.

Os anos 50 eram marcados por um conservadorismo sem igual, e a própria HQ sofria uma campanha difamatória e moralista, que culminou com o lançamento, em 1954, do livro "A sedução do inocente", do alemão Fredric Wertham. Mas os bravos paulistanos levaram adiante o projeto no Centro Cultura e Progresso, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. Essa história é contada agora no livro "A Reinvenção dos Quadrinhos" (Editora Criativo, cor, 96 pgs., R$ 39) e nessa breve entrevista com o professor Moya:

JBlog >> O que fica no ar como maior mérito da exposição é o ineditismo, mas principalmente a coragem, pois você comenta que arriscaram seus empregos para fazer tal evento. É correta esta afirmação?
Álvaro de Moya- Sim, nós sofremos reações contra nossa provocação. Por exemplo, a Melhoramentos não publicou meus desenhos num livro que tinha me encomendado, jogando-os fora alegando influência nefasta do traço dos quadrinhos. Acabamos migrando para outras áreas. Cortez foi para a publicidade, Reinaldo para a produção gráfica, Miguel para editora (depois própria, com Cortez), Syllas e eu para a televisão.

reportagens da epoca da exposicao

JBlog >> Outra impressão que o livro causa é que em vários momentos de sua vida, você passou por dificuldades financeiras por tentar se dedicar apenas aos quadrinhos. O senhor acredita que essa realidade econômica melhorou o suficiente para várias pessoas viverem apenas de HQs nos dias de hoje?
Moya- Viver de arte e cultura até hoje neste país é muito difícil. Ainda mais quadrinhos, que é vítima de preconceito ainda nos tempos atuais. Naquele tempo era pior.

JBlog >> O senhor foi professor na ECA de qual cadeira? Continua participando das atividades da USP, como o Núcleo coordenado pelo Waldomiro Vergueiro?
Moya- Aposentei-me na ECA como professor no Rádio e TV. Sempre participo como convidado pelo professor Waldomiro nas atividades de quadrinhos. Embora tenha sido demitido irregularmente de forma anti-constitucional, o que motivou um processo que movi na Justiça contra a USP, ganhei depois de anos e não pagam meus direitos. Caí na vala comum dos precatórios, onde o governo nos enche de impostos e dá calote vergonhoso naqueles que trabalharam a vida inteira e pagaram os impostos em dia.

JBlog >> Após a exposição de 1951, o senhor se tornou uma referência acadêmica no assunto, participando de congressos no Brasil e no exterior. Nos dias de hoje, o senhor acredita que as HQs conquistaram respeito de fato no meio acadêmico?
Moya - O respeito que recebo dos amantes dos quadrinhos me comove. O fato do livro Shazam ter sido publicado pela editora Perspectiva, na prestigiosa coleção Debates, graças a Jacó Guinsburg, logo conquistou respeito para essa importante forma de comunicação de massa.

JBlog >> Por fim, o que o senhor colocaria na ordem do dia como os assuntos mais urgentes a serem discutidos por empresariado, governo e classe para um maior desenvolvimento do mercado nacional de quadrinhos?
Moya- O mercado nacional de quadrinhos depende dos leitores. O Maurício de Sousa provou que o povo brasileiro reconhece a obra nacional. As gerações crescem lendo Mônica e sua turma, depois migram para os super-heróis. Maurício com propriedade criou Mônica Jovem, com formato mangá e está fazendo sucesso. Os autores precisam se comunicar com o público.
capa do livro Reinvencao dos quadrinhos
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Concurso internacional de mangá

6o manga award

Estão abertas as inscrições para 6º Prêmio Internacional de Mangá, promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão para divulgar os quadrinhos nipônicos mundo afora. Além de um belo troféu, os selecionados são convidados para ir ao Japão para participar da cerimônia de premiação, além de conhecer artistas japoneses e editoras do segmento.

Apesar do domínio asiático, de artistas da Malásia, China e Coréia, nos últimos anos cresceu a presença de franceses e belgas. Na terceira edição, a brasileira Rafaella Ryon ganhou uma menção honrosa pelo mangá Pequena Loja de Horrores.

Para participar o artista deve enviar seu mangá de pelo menos 24 páginas, publicados ou não-publicados, desde que tenham sido produzidos nos últimos três anos, contados a partir da data de inscrição. As inscrições vão até 15 de junho. Mais infos no site oficial

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Rio + 20 inspira mostra de cartuns ecológicos

cartum green nation fest

Já em clima de Rio + 20, acontece entre os dias 31 de maio e 7 de junho na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, o Green Nation Fest – Festival de Cinema Ambiental e Novas Mídias. O evento terá curtas, filmes, animações, documentários, fotografias e cartuns voltados para o tema ambiental. E, claro, a mostra “Green Nation Cartuns”, que reúne diversos cartuns sobre meio ambiente, mudanças climáticas e sustentabilidade. Tudo de graça. Conversei com o curador Léo Valença, organizador do livro “Aquecimento Global em cartuns”.

JBlog >> Leo, qual foi o criterio de seleção dos artistas?
Léo Valença - Criatividade, qualidade artística e um forte teor crítico em abordar o tema ambiental.

JBlog >> Vai ter concurso?
LV - Paralelo a exposição dos cartuns, acontece uma mostra competitiva de cartuns, entre outras modalidades (filmes, fotografia, blog, twitter...) organizada pelo Green Nation Fest. As obras inscritas são submetidas a júri popular (através de votação on line por internautas) e posteriormente oficial pelo festival.

cartum green nation fest - leo valença

JBlog >> Vai ter oficina pra crianças ou alguma outra atividade?
LV - Além da exposição, quatro dias serão retratados por artistas e o processo será projetado em tempo real.

Durante o festival vai acontecer outras atividades voltadas para crianças e jovens como por exemplo: oficinas oferecidas pela Secretaria Municipal de Cultura, com o objetivo de disseminar novas práticas de sustentabilidade junto ao público; competição de quiz ecológico, onde estudantes testarão seus conhecimentos sobre sustentabilidade; feiras interativas e sensoriais que visam a imersão em ambientes climáticos do planeta com atividades lúdicas e educativas e o uso de tecnologias de vanguarda e diferentes formas de sensibilização.

A experiência de desastres será vivenciada por meio de simulações de situações extremas como degelo, queimada e inundação.

Mais informações no site oficial do evento.

cartum green nation fest 2

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Um circo onde as mulheres são o show

capa de juliet circus

Depois de lançar vários álbuns de Milo Manara, para deleite dos leitores de quadrinho erótico, a editora Conrad investe num autor nacional do gênero. O paulista Victor Diógenes acaba de debutar nos quadrinhos com "Juliet Circus" (72 págs) contando a história de Juliet, a menina cujos pais são donos de um circo. E nesse ambiente ela cresce, vira artista e descobre seu corpo (e de outras garotas do picadeiro).

Ao transformar acrobatas, trapezistas e outras profissionais circenses em pin ups, abusando de suas formas, cores e figurinos, Victor lança um olhar sofre mulheres que muitas vezes são vistas como coadjuvantes. Ao inverter os papéis, são os homens que passam para o segundo plano. Um dos personagens mais interessantes, que só aparece de máscara, remetendo ao protagonista de "V de Vingança", some da história sem revelar sua face.

Também vale destacar as experiências de Victor, ao distorcer o rosto de alguns personagens ao longo dos quadros, em referência aos desenhos abstratos de Picasso.

juliet circus - juliete e amigas

Se não há nada a retocar quanto aos desenhos, às cores e a forma como o artista explora as páginas duplas, por outro lado o roteiro não se sustenta da mesma maneira. Os diálogos e a narrativa deixam a desejar, tornando a leitura arrastada. Chega um momento que dá vontade de folhear as páginas sem ler o texto. E a história acaba sem um grande final. Ou mesmo um que deixe o leitor curioso para uma possível continuação. Um caso em que o ilustrador é superior ao roteirista.

Ainda assim vale a pena conhecer o site da personagem. Talvez com vistas ao mercado estrangeiro, Victor já criou inúmeros produtos como bottons colecionáveis, posters, capas para iPhones e iPads, camisetas e fichários. Enfim, toda uma estrutura para Juliet voar longe. Seja na cama elástica, no trapézio ou num tiro de canhão.

produtos juliet circus


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Capitão R.E.D contra a violência no Rio

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Além do crowdfunding, o pessoal dos quadrinhos continua usando a boa e velha pré-venda. Foi assim que Elenildo Lopes conseguiu viabilizar o lançamento do seu personagem Capitão R.E.D – Distrito de Risco e Emergência. A revista de 40 páginas em formato americano (17 cm x 25,8 cm) será também o primeiro lançamento do selo editorial MeuHerói.

Com roteiro é de Elenildo, arte de A-Lima e cores de Gil Santos, a trama se passa no Rio de Janeiro, que se tornou uma cidade dominada pelo crime nos anos seguintes aos grandes eventos olímpicos de 2016. Acesse www.capitaored.com.br e veja como adquirir a 1ª edição.
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capitao red - miolo
capitao red e equipe

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HQ adormecida leva 20 anos pra ser publicada

paula e o livro

Todo mundo conhece a o conto de fadas A Bela Adormecida. E foi mais ou menos isso que aconteceu com uma história em quadrinhos que ficou 20 anos adormecida nas gavetas da gaúcha Paula Mastroberti (FOTO). Conhecida por suas suas reinterpretações de narrativas clássicas, como Dom Quixote, Odisseia e Hamlet, a artista produziu “Adormecida: cem anos para sempre” no final da década de 80, mas nunca publicou.

Agora, graças a editora 8INVERSO, de Porto Alegre, a obra chega aos leitores. O enredo fala sobre um príncipe aventureiro que, perdido no deserto, entra em um antigo castelo em ruínas para passar a noite.

No evento de lançamento a autora participa de sessão de autógrafos e abre uma exposição de 35 imagens originais da graphic novel, em tamanho A3, feitas em nanquim e ecoline sobre papel.
adormecida miolo
Serviço:
Lançamento da graphic novel “Adormecida: cem anos para sempre”, de Paula Mastroberti
Quando: Dia 19 de maio (sábado), às 11h.
A exposição poderá ser visitada até o dia 25 de julho, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h e aos sábados, das 11h às 18h
Onde: Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo (Rua dos Andradas, 1223, Centro Histórico de Porto Alegre/RS - Sala Noé de Mello Freitas, 2º andar). Tel.: (51) 3226.7974.
Entrada franca.

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Concurso de personagens é prorrorogado

Atendendo a pedidos de inúmeros artistas, designers e profissionais do segmento de HQ, estão prorrogadas até o dia 31 de maio as inscrições para a segunda edição do Prêmio Abril de Personagens. Este ano, o concurso elegerá um único vencedor, que como prêmio celebrará contrato com a Editora Abril para publicação de HQ com seus personagens e receberá R$ 5 mil. Para mais informações clique aqui.

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Um desenhista com nanquim no sangue

dvd rodolfo zalla

Como todo argentino que se preze, Rodolfo Zalla adora pão e vinho. Mas também histórias em quadrinhos. Em sua homenagem, o cartunista Marcio Baraldi lançou o documentário Ao Mestre com Carinho, tendo como guia as entrevistas com o artista. São 45 minutos de um papo sincero, mais 25 de extras.

O vídeo começa com o quadrinista contando sua entrada no mundo das HQs. “Quando comecei não se colocava o nome dos desenhistas nos trabalhos. Minha mãe foi contra, meu pai ficou em cima do muro. Eu fazia muitas coisas, como cartazes e publicidade. O gibi Patoruzito foi minha escola profissional”. Em dezembro de 1963, ele chegou ao Brasil, pela cidade de Santos, para desenhar as tiras do Jacaré Mendonça (abaixo) para o jornal Última Hora.

tira do Jacare Mendonça

Em nosso país, Zalla conheceu os quadrinhos de terror. “É um gênero mais abrangente por que você tem todo tipo de ambiente, mas sempre preferi HQ ao ar livre”. Naquele momento o mercado não queria mais quadrinhos de faroeste, e a iniciativa de histórias assustadoras fez sucesso. “A primeira da série Mestres do Terror foi com Drácula e vendeu quase tudo, 30 mil exemplares. O Tex vendia 120 mil só em São Paulo. Terror sempre foi um gênero à esquerda, mas quem comprava era apaixonado, fã mesmo”.

Ano passado, o editor Wagner Augusto relançou a revista Calafrio, com o material original, a R$ 30. “É uma revista cara tanto pra internet quanto pra livraria. Se valeu a pena vamos saber daqui a pouco”.

revista Calafrio antigamente e 20 anos depois


No doc, Zalla diz que “desenhista quando nasce tem nanquim no sangue. Vai dormir pensando nos desenhos que precisa terminar” e dá um conselho: desenhar sem parar. “No computador, o cara põe cor aqui, efeito ali, mas tudo começa num desenho no papel. O desenho, a cor, a leitura, tudo isso faz do desenhista um cara diferenciado”

Nos extras, além de fotos e muitos desenhos, destaque para a parte em que Rodolfo mostra uma capa do personagem Escorpião pintada em guache, em 1966, que foi proibida. “Foram impressas 30 mil e depois reimprimiram por que a roupa foi copiada do Fantasma, então tiveram que redesenhar e imprimir novamente”.

Se você quer conhecer mais dos precursores dos quadrinhos no Brasil e na América Latina, adquira sua cópia.

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Piratas Pirados estréia nesta sexta-feira

piratas pirados - capitao e sua turma

Estréia no Brasil na próxima sexta (11) o aguardado Piratas Pirados, novo filme em animação de Peter Lord, diretor de A Fuga das Galinhas (2000) e produtor de Wallace e Gromit (2005). O ator Hugh Grant estréia como dublador em longa animado no papel de um corsário de barba vistosa, o Capitão Pirata, que fará de tudo pelo cobiçado prêmio de Pirata do Ano.

Mas a graça está em toda a tripulação do navio, que inclui o infantil Pirata Albino, o Pirata Curvilíneo e, principalmente, o Pirata com Próteses -que vê sua anatomia ser constantemente substituída por diversos pedaços de navios naufragados e objetos lançados ao mar. Claro que essa turma de azarados vai trazer a lembrança os piratas de Asterix & Obelix, cuja embarcação afundava todas as vezes que trombava com os gauleses no alto mar.

Outro exemplo de que piratas dão lucro é a franquia Piratas do Caribe. E correndo em paralelo, as animações estão sendo bastante rentáveis. Toy Story 3, por exemplo, fez US$ 1 bilhão só em bilheteria de cinema.

Para quem gosta do assunto, a animação contou com uma equipe técnica de 525 pessoas, incluindo 33 animadores e 41 unidades de filmagem em 4 estúdios. O navio pirata foi inteiramente fabricado a mão e é constituído de 44.569 partes. Ele consumiu 5.000 horas de desenvolvimento e acabou pesando 350kg. Nas fotos abaixo, você pode ver os bastidores da filmagem. Tão bom quanto brincar de Playmobil.

piratas pirados - o navio
piratas pirados - o navio e o diretor Peter Lord
piratas pirados - o capitão
piratas pirados - cenário

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Fãs de cosplay ganham a sua própria revista

Cosplay magazine

Um grupo de fotógrafos e cosplayers acaba de criar a 4Cosplay Magazine para divulgar a cultura Cosplay no Brasil e no mundo. A revista trará coberturas de eventos, matérias, sessões de fotos em estúdio próprio (e externas) e também concursos sobre o universo Cosplayer. Para conferir acesse o site da publicação.

cosplayers

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Ladrões roubam a casa de Laerte

piratas do tietê

Mais uma vítima da violência no Brasil, o cartunista Laerte Coutinho teve parte de seu acervo furtado durante um assalto à sua casa na última terça-feira, em São Paulo. O artista, criador d´Os Piratas do Tietê, suspeita que, além de 20 mil arquivos digitais de seus computadores e do HD externo, originais também tenham sido surrupiados. Eu já tenho um suspeito: começa com Ca e termina com pitão.

tirinha laerte
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