Rio, 30 de abril de 2010: boas falas!
GREEN CORK: Campanha de reciclagem de rolhas de cortiça
autor: Quercus
A rolha de cortiça é um produto que garantiu e deverá continuar a garantir a plantação dos sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu.
O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente, a Biological, o Corpo Nacional de Escutas, a Unesco e outros parceiros, no âmbito do Ano Internacional do Planeta Terra. Tem como objetivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a floresta autóctone portuguesa, entre os quais o Sobreiro.
A internacionalização do projeto já está sendo negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal.
Mais informação: http://www.condominiodaterra.org/port/green.html
autor: Quercus
A rolha de cortiça é um produto que garantiu e deverá continuar a garantir a plantação dos sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu.

O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente, a Biological, o Corpo Nacional de Escutas, a Unesco e outros parceiros, no âmbito do Ano Internacional do Planeta Terra. Tem como objetivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a floresta autóctone portuguesa, entre os quais o Sobreiro.

A internacionalização do projeto já está sendo negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal.
Mais informação: http://www.condominiodaterra.org/port/green.html




"templo" da elegância e bom gosto no servir desde 1707 --- haja vista que os sommeliers circulam de casaca
--- custa, dizia eu, algo como 33 libras, ou seja, cerca de R$90,00.


cinzelando o cotidiano, o simples, até transformá-lo em poesia do paladar.
mas ainda hoje um tugúrio integrado a um cenário de paz e charme. Ali, numa cozinha de vidro virada para o salão do andar de cima e para a paisagem na altura das amendoeiras, ela e a sua artilharia de cozinheiros trabalham, trabalham e trabalham.
a inspiração, a coragem e a curiosidade nunca se afastem da sua mão de fada.
nas finanças, na educação, no entretenimento, na mídia, na moda, nas artes e, em suma, num certo modo de ser do mundo ocidental durante todo o século dezenove e na segunda metade do vinte. Donde ter-se tornado um importante destino turístico – e/ou mercado de trabalho -- para visitantes e residentes nacionais, europeus e estrangeiros. Tanto que é uma espécie de segunda pátria dos indianos. E voltou a ser “in”.
levada pelos cruzados - era prática comum entre egípcios, persas, fenícios, gregos e romanos pintar ovos para oferecê-los como presente em seus festivais de Primavera. Na Polônia e na Ucrânia,
essa tradição foi levada muito a sério. Edward I registra em 1290 a despesa de compra de milhares de ovos para serem distribuídos às pessoas de sua corte. No século XVII, o papa Paulo V abençoou um simples ovo a ser usado na Inglaterra, Escócia e Irlanda. Na Alemanha, é antigo o costume de dar ovos de Páscoa às crianças, junto com outros presentes.