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Blog do Reinaldo - JBlog - Jornal do Brasil

Rio, 11 de dezembro de 2017. Sorvete, Yayá

O sorvete nasceu há cerca de três mil anos, na China. Misturava­-se uma porção de neve das montanhas, suco de frutas e mel. Na sequência, Marco Polo trouxe a novidade para a Europa, embora tenha sido a incentivadora da gastronomia francesa — Catarina de Médici — quem incluiu a receita na pauta de seus doceiros, em Paris, quando se casou com o futuro rei da França, Henrique II, em 1553.
Mais tarde, por volta de 1800, nos EUA, blocos de gelo eram mantidos embaixo da terra, envoltos em serralho, até serem retirados para uso e exportação. Inclusive para o Brasil.
estoque de gelo
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Rio, 1º dezembro 2017. Queijos e Vinhos

Hoje, com ar condicionado disponível em quase em todas as casas e restaurantes, não há mais comidas (apropriadas) para o verão ou o inverno, salvo ao ar livre. Vamos imaginar então que você decida reunir amigos para uma noite com queijos e vinhos ( E SEJA UM DOS MUITOS VITIMADOS PELA CRISE !!!).

 

Primeira dica: deixe bem à vista na entrada um jarro com sucos criativos (abacaxi com hortelã, melancia), ou águas minerais atraentes (Pedras Salgadas, portuguesa; San Pellegrino, italiana), para que os convidados não matem a sede com o seu precioso vinho.

Segunda: calcule uma garrafa de branco para três pessoas e uma de tinto para duas, se os seus amigos forem moderados! Se forem “bons de bico”, passe o cartão de crédito e seja o que Deus quiser!

Terceira: coloque numa mesinha de apoio, frutas secas, pastinhas feito em casa, gelatinas, fiambres, “tubos” de aipo e cenoura crua, folhas com bom azeite e nozes…

Quarta: compre vinhos brancos e tintos da mesma marca, assim você evita que alguém goste muito logo daquele que acabou! (Lei de Murphy).  E compre mais do que o cálculo, porque se sobrar dá pra guardar na adega ou … na gaveta de legumes (sem eles!) na geladeira. Dura até um ano. Na linha do bom preço (se esse não é o seu problema, caro blogleitor, nem continue lendo esse blog: abra um Dom Pérignon e vá em frente!). Mas, no caso anterior, recomendo: dos chilenos, Canepa,  Casillero del Diablo, ou Concha y Toro; dos argentinos, Altosur, Dona Paula, ou Morandé; dos portugueses, Quinta de Bons Ventos, Periquita ou o verde Acácio. Todos  custam entre 30 e 50 reais.

Quinta: compre queijos “conhecidos”. Minas curado, da Serra da Canastra, tipo Brie (ou tipo Camembert, um dos dois), tipo Gorgonzola, Parmesão  e  Gruyère.  E pães variados, torradinhas, uma geleia de amoras com pimenta. E pelo menos  duas sobremesas refrescantes: uvas verdes geladas e melão cortado em bolinhas, com gelo é um “alcoolzinho” – o ideal é vodka; se não, tiver uma cachaça branca).

Sexta: arrume charmosamente a mesa. Não se esqueça que o queijo é feio: uma mesa de queijos parece um deserto lunar.

Mas o vinho é bonito, compensa.

Ah, sim, ligue o ar condicionado umas 2h antes da chegada dos amigos. E reze pra tudo dar certo!

Sucesso.

 

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