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Blog do Reinaldo - JBlog - Jornal do Brasil

Rio, 23 de agosto de 2018. Turismo

Até meados do século 19, quem nascia num lugar (e se
fosse vilarejo, pior ainda) dificilmente conhecia outros
lugares – salvo missionários, soldados ou marinheiros.
Uma lei e dois homens mudaram radicalmente esse
panorama, dando início ‘a maior indústria não poluente
do planeta”: o Turismo.
E a Inglaterra entra com dois grandes vetores: a 1º Lei
Trabalhista formal, em 1802, promulgada em Londres,
que entre outros benefícios proíbia o trabalho de menores
e fixava jornadas de trabalho. Ou seja: criou o dia de folga
semanal.
Reservem esse dado. Segundo movimento: um norueguës
naturalizado inglês – Thomas Cook — percebeu que
mesmo as elites inglesas cresciam e viviam em seus
castelos, nos campos e não conheciam o condado
vizinho a 100km de distância, ou as capitais das cidades importantes da região.

Bolou, então, uma
excursão a Londres e levou 570 pessoas. Aí percebeu
que precisava prever o timing da ida e volta, reservar
hotéis e restaurantes — tudo a bom preço. Foi um
sucesso e ele, claro! criou a sua (primeira) agência de viagens.
No passo seguinte confeccionou mapas, roteiros e fotos
sedutoras de lugares bonitos. Com mais o dia de folga,
que na sequência das leis complementares (Carta
Magna da Suiça, em 1884) foi estendido para um
período de desanso, estava criada a cadeia produtiva que
abastece o turismo: agente de viagem, férias, acomodação e
transporte.
E falando em transporte, entra agora em cena o terceiro protagonista,  o nosso
brasileiríssmo Santos Dumont que criou o avião,
encurtando distâncias (entre outras conquistas:
transporte de cargas, correspondência e
medicamentos, etc.)

Hoje, bilhões de pessoas voam por ano de um ponto a
outro do planeta.
No caso do turista, em busca de
uma nova experiência. De ser surpreendido. E para não nos
perdermos nas rotas do mundo, vasto mundo, vamos
focar o nosso Estado do Rio.

São 92 municípios que formam um
mapa de riquezas que por sua vez traduz, ao mesmo
tempo, diversidade e convergência.
Praias e restingas, mares e lagoas, serras e planícies,
moda e culinária, religião e crendices, cachaça e cerveja,
voo de pássaros e trilhas, fauna e Flora. Desafio e
promessa.
E convergência, porque expressa o pulsar de uma
economia criativa, geradora de emprego e
oportunidades, que se move do campo para as cidades,
do mar para a terra.
Temos problemas, claro, nem me falem. Mas esse náo é o foco deste blog. Portanto, viagem pelo interior fluminense!

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