Cedae distribui água para hidratação

Por MRNews

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) está fazendo hoje (31) no Rio uma campanha de hidratação distribuindo copos de água a moradores e turistas que estiverem passeando em Copacabana, Parque Realengo, Parque Oeste, Parque Madureira e no Piscinão de Ramos.

De acordo com divulgação institucional, dez dias após o início do verão, um veículo utilitário (Kombi) e 14 bicicletas com bicas e bebedouros para pets fornecem água gratuitamente para os passantes.

“Toda a água distribuída é proveniente da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu e passa por monitoramento contínuo com laboratório móvel, assegurando a qualidade do abastecimento oferecido à população”, informa nota distribuída à imprensa.

Bahia confirma sete pessoas intoxicadas por metanol

MEC regulamenta programa que fortalece formação profissional

A estação do verão traz riscos de desidratação por causa do calor intenso. Temperaturas elevadas provocam sudorese e perda de líquidos, sódio e potássio (eletrólitos), fundamentais para o organismo humano e de animais. Idosos e crianças são o principal grupo de risco.

Para evitar problemas de saúde, todos devem beber mais água, usar roupas leves e evitar exposição ao sol entre 10h e 16h.

A Cedae é uma empresa de economia mista desde 2021, quando houve privatização parcial da estatal. O governo do Estado do Rio é sócio majoritário do negócio.

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Fogos de artifício acarretam sofrimento físico e risco para animais

Agência Minas Gerais | Previsão do tempo para Minas Gerais nesta quarta-feira, 31 de dezembro

Quarta-feira (31/12) com temporais em Minas Gerais. Com o fim do bloqueio atmosférico, a tendência é de intensificação das áreas de instabilidade em quase todo o estado. Embora a onda de calor tenha se desconfigurado, as temperaturas permanecem relativamente elevadas, e combinadas com a disponibilidade de umidade, favorece para os temporais de tarde/noite típicos de verão.

Clique aqui para conferir a previsão completa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

Bahia confirma sete pessoas intoxicadas por metanol

Por MRNews

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) confirmou que sete pessoas no interior do estado estão intoxicadas por ingestão acidental de metanol.

Conforme noticiado pela Agência Brasil, as pessoas foram internadas ontem para observação no Hospital Geral Santa Tereza, no município de Ribeira do Pombal, a cerca de 290 quilômetros de Salvador.

A confirmação da suspeita de intoxicação foi feita por perícia do Departamento de Polícia Técnica, que verificou a existência de metanol em bebidas destiladas consumidas pelas vítimas e presença da substância nas amostras de sangue.

Cedae distribui água para hidratação

MEC regulamenta programa que fortalece formação profissional

De acordo com a secretaria de saúde, os pacientes já receberam antídoto contra metanol, e a vigilância sanitária no município interditou o estabelecimento que comercializou a bebida.

Em nota, “a Sesab orienta que toda a população baiana reforce, especialmente neste período de festividades, as medidas recomendadas quando da compra e consumo de bebidas destiladas, certificando-se da procedência, da não violação das embalagens e selos de segurança e da idoneidade dos estabelecimentos comercializadores destas bebidas.”

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Expectativa que mais de um milhão de turistas passem o Réveillon 2025/2026 no Rio – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Número de visitantes deve ser 15% maior do que em 2024 – Marco Terranova/Riotur

Mais de um milhão de turistas deverão passar o Réveillon 2025 /2026 no Rio de Janeiro, conforme a expectativa da Prefeitura do Rio,  com base em números da Riotur e das secretarias de Turismo (SMTUR-RIO) e Desenvolvimento Econômico (SMDE).

– Os dados confirmam a força do Réveillon do Rio como um dos maiores eventos do mundo. A expectativa de receber mais de 1 milhão de turistas, 15% a mais que no ano anterior, é resultado de planejamento, promoção do destino e atuação integrada da Prefeitura. A presença de visitantes de vários países reforça o Rio como um destino global, preparado para receber turistas do Brasil e do exterior -, afirmou Bernardo Fellows, presidente da Riotur.

Esse número representa um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Com base nos dados do

Observatório do Turismo, da SMTUR-RIO, no Réveillon 2024 / 2025 – entre os dias 27/12/24 e 02/01/25 – 890,9 mil turistas visitaram a cidade no período, sendo 12,7% (113,0 mil) internacionais e 87,3% (777,9 mil) nacionais.

Na virada passada, vieram para o Rio turistas estrangeiros de 89 localidades diferentes, sendo os três principais países de origem: Argentina, EUA e Chile (62,1% do total). Dos turistas nacionais, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo foram os três principais estados emissores.

– O Rio se prepara para um dos melhores réveillons de sua história, com um aumento expressivo de turistas internacionais e um grande crescimento do turismo nacional.  Esse resultado é fruto de muito trabalho. O mundo está à procura de destinos que entreguem hospitalidade, alegria, cultura, natureza e, principalmente, o nosso estilo carioca. Viver a vida! O Rio vem se consolidando como um verdadeiro destino de desejo -, acrescentou a secretária municipal de Turismo, Daniela Maia.

De acordo com a publicação “Réveillon em Dados”, a estimativa de potencial impacto econômico do Réveillon é de R$ 3,34 bilhões, com base nos dados da Receita-Rio, da Secretaria Municipal de Fazenda (SMF), com as notas fiscais diárias de subgrupos de serviços (relacionados ao turismo, eventos, transportes, entre outros) que são diretamente impactados pelo Réveillon.

– O Réveillon tem impacto importante na economia, impulsionado pelos gastos dos turistas. Os números mostram que estamos no caminho, fortalecendo a vocação da cidade -, avalia Osmar Lima, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico.

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  • 31 de dezembro de 2025
  • Marcações: Receita-Rio Réveillon Réveillon em Dados turistas

    Classe Hospitalar Municipal do GPACI realiza mais de 2 mil atendimentos e renova a parceria com a Sedu reforçando o compromisso com a educação humanizada



    30 de dezembro de 2025

    13:28

    Por: Rose Campos

    Fotos: Divulgação

    A parceria entre a Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Educação (Sedu), e o Hospital do Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (GPACI) segue transformando a realidade de crianças e adolescentes em tratamento de saúde na instituição. Durante o ano de 2025, a Classe Hospitalar Municipal registrou a marca de 2.157 atendimentos pedagógicos, garantindo que o processo de aprendizagem não fosse interrompido.

    O serviço, que atende desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental, foca na continuidade dos estudos e na manutenção do vínculo escolar, respeitando sempre as condições clínicas e emocionais de cada paciente.

    Números do atendimento em 2025

    Conforme o relatório institucional, em 2025, os atendimentos da Classe Hospitalar foram distribuídos da seguinte forma:

    Pediatria: 850 atendimentos.

    Oncologia (Espaço da Família): 735 atendimentos.

    Oncologia (Internação): 572 atendimentos.

    A análise realizada, em 26 de novembro, destacou a Pediatria como o setor de maior demanda. Um dado relevante aponta que, das 473 internações de crianças entre 4 e 11 anos, cerca de 18,49% foram casos de permanência prolongada (mais de 14 dias), o que reforça a necessidade essencial do suporte educacional no ambiente hospitalar.

    O lado humano da Educação

    Mais do que cumprir o currículo escolar, as professoras especializadas atuam como pontes entre a saúde e o bem-estar emocional. Para as profissionais que atuam no GPACI, a rotina é marcada por desafios e superações diárias.

    A professora Sandra Rodrigues da Silva destaca o poder transformador do ambiente. “Ser professora na classe hospitalar no GPACI é acreditar que o aprendizado também cura, que o amor transforma e que o conhecimento floresce, mesmo nos dias mais difíceis. É viver uma troca constante: enquanto ensino, também aprendo. É muito gratificante fazer parte desse trabalho”, ela afirma.

    Com mais de uma década de dedicação ao hospital, a professora Edilaine de Jesus Dias Rehder reforça que o papel da Educação vai além do conteúdo acadêmico. “É reafirmar diariamente que a educação vai para além do direito. É humanizar a rotina do estudante em tratamento de saúde, oferecendo oportunidades para que seu desempenho acadêmico e social continuem em desenvolvimento.”

    Outra professora que atua no projeto, Patrícia Lopes Ramos Publio, define a experiência como um exercício constante de resiliência. “Constituir-me professora na Classe Hospitalar de um hospital oncológico desafia-me cotidianamente, tanto no meu propósito profissional, bem como de vida. É um desafio que me provoca a querer ser melhor. É aprender e exercitar o verbo esperançar!”, ela afirma.

    Compromisso com a inclusão

    A Classe Hospitalar integra as políticas de educação inclusiva da Sedu, assegurando que questões de saúde não sejam uma barreira para que a criança ou o adolescente desfrute do seu direito ao ensino. Além de reduzir a defasagem escolar, a iniciativa promove a equidade e prepara o estudante para um retorno seguro à sua escola de origem, após a alta médica.

    MEC regulamenta programa que fortalece formação profissional

    Por MRNews

    O Ministério da Educação (MEC) publicou na terça-feira (30) no Diário Oficial da União a portaria que regulamenta o Programa Juros por Educação.

    A iniciativa permite aos estados brasileiros reduzir os juros de suas dívidas com a União em troca de investimentos e metas de expansão de matrícula na educação profissional e tecnológica (EPT) de nível médio e melhorias na infraestrutura da oferta de cursos técnicos.

    Objetivo

    O novo programa federal pretende criar condições para aumentar a produtividade e novas oportunidades profissionais, por meio do aumento de matrículas na educação técnica estadual, seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE).

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    Serão beneficiados estudantes do ensino médio articulado à EPT (nas formas integrada e concomitante), aqueles que já concluíram o ensino médio e desejam se matricular em um curso técnico (forma subsequente) e estudantes da educação de jovens e adultos (EJA) no ensino médio, na forma integrada à educação profissional.

    Metas

    Após a renegociação das dívidas e definição de montantes disponíveis para investimento, os Estados e o Distrito Federal pactuarão com o Ministério da Educação (MEC) metas anuais de implantação e expansão de matrículas.

    As metas são baseadas no déficit de matrículas de cada estado, ajustadas com base na  população do estado, considerando o Censo Demográfico de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A portaria estabelece que serão consideradas apenas as matrículas nas redes estaduais ofertantes de Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

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    Para cálculo do cumprimento da meta, serão admitidas somente as matrículas criadas após a adesão do estado ao programa federal. É obrigatório o registro de frequência do aluno para a validação.

    Se o estado não cumprir a meta em um ano, o saldo devedor de matrículas é redistribuído para os anos seguintes.

    Investimentos

    Os estados devem destinar para o ensino técnico, no mínimo, 60% dos recursos economizados com a dívida com a União, a partir da adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O percentual poderá cair para 30% em casos excepcionais de impossibilidade de cumprimento integral do percentual mínimo de investimento definido.

    Os recursos podem ser usados para:

    • capital: obras, ampliações de escolas estaduais que ofertam EPT; e compra de equipamentos/tecnologia.
    • custeio: pagamento de pessoal vinculado à expansão das matrículas, material didático, bolsas de permanência para alunos e formação de professores.

    Plano de Aplicação

    Os estados devem apresentar anualmente um Plano de Aplicação detalhando onde e como investirão o dinheiro (municípios, tipos de cursos, cronograma físico-financeiro).

    O Plano de Aplicação deve ser enviado em até 30 dias após a adesão do estado ao Programa Juros por Educação.

    Transparência

    Os estados devem publicar balanços semestrais (janeiro e julho) e enviar um relatório anual ao MEC.

    Todas as matrículas e planos de aplicação devem ser registrados oficialmente e validados no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec).

    Parcerias

    O estado e o Distrito Federal podem oferecer os cursos diretamente ou por meio de parcerias com outras instituições de ensino da EPT, como o Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI) ou escolas privadas. Porém, a responsabilidade pela qualidade e fiscalização permanece com a unidade da federação.

    Juros por Educação

    O Juros por Educação faz parte do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), instituído pela Lei Complementar nº 212/2025, que permite que estados e Distrito Federal renegociem suas dívidas com a União e façam investimentos em áreas estratégicas, como a educação profissional e tecnológica (EPT) nível médio.

    Atualmente, as metas de desempenho coincidem com as metas estabelecidas para a educação profissional no Plano Nacional de Educação (PNE) vigente (metas 10 e 11).

    Com o programa, o governo federal quer promover a formação de jovens para o mundo do trabalho e, com isso, fomentar a inclusão social e econômica por meio da educação. 

    Defesa de Bolsonaro apresenta novo pedido de domiciliar ao STF

    Por MRNews

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou na tarde desta quarta-feira (31), um novo pedido para prisão domiciliar ao Supremo Tribunal Federal (STF).

    O novo requerimento foi encaminhado ao ministro da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que analisará os documentos.

    No novo pedido, os advogados de defesa alegam que as condições de saúde do ex-presidente podem ser agravadas no cumprimento do regime fechado. Por isso, solicitam a substituição da prisão por regime domiciliar.

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    “A permanência desse paciente em estabelecimento prisional, tão logo obtenha alta hospitalar, submeter-lhe-ia a risco concreto de agravamento súbito do estado de saúde, o que não encontra amparo nos princípios da dignidade da pessoa humana, da humanidade da pena e do direito fundamental à saúde”, detalha o requerimento.

    Em outro trecho, a defesa alega que “a execução penal não pode — nem deve — converter-se em instrumento de exposição indevida do apenado a riscos médicos relevantes e evitáveis”.

    A defesa ainda citou a prisão domiciliar que foi concedida ao também ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Naquela oportunidade, ficaram comprovadas comorbidades relevantes, entre elas apneia do sono grave com uso obrigatório de CPAP, somadas à idade avançada e à necessidade de tratamento médico contínuo”, diz o texto, em referência ao ex-presidente Collor.

    Possibilidade de alta

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    Em entrevista coletiva à imprensa na tarde desta quarta-feira, os médicos confirmaram que a previsão de alta do ex-presidente está mantida para esta quinta-feira (1º). Após a alta, Bolsonaro deve retornar à Superintendência da Polícia Federal, onde está preso desde novembro após condenação.

    Desde a véspera do Natal, Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília. Ele passou por cirurgias recentes para correção de uma hérnia inguinal bilateral e para tentar conter crises persistentes de soluços.

    Atualmente, Jair Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos e 3 meses de reclusão decorrente de sua condenação por coordenar a trama de golpe de Estado.

    A defesa ainda citou a prisão domiciliar que foi concedida ao também ex-presidente Fernando Collor “ainda que se tratasse de condenado ao cumprimento de pena em regime inicial fechado.”

    Terceiro pedido

    Este é o terceiro pedido semelhante em pouco mais de um mês. Os pedidos anteriores (em 22 de novembro e 19 de dezembro) foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes, que citou o risco de fuga e a garantia de que o ex-presidente já possui acesso total a cuidados médicos na prisão.

    No entanto, a petição protocolada no último dia do ano diz que se trata de circunstância nova, devidamente comprovada por documentos médicos.

    O advogado do ex-presidente, Paulo Cunha Bueno, relatou os riscos à saúde enfrentados por seu cliente, a partir de relatório médico que ele relata ter tido acesso. Em publicação em rede social, ele lista os possíveis riscos de agravamento do estado atual, se faltarem os cuidados adequados.

    “Considerando a idade do paciente e as comorbidades conhecidas e documentadas, salientamos que a não adoção das medidas relacionadas ou o agravamento das condições clínicas descritas, poderá causar o risco de incidência de sérias complicações, incluindo pneumonia broncoaspirativa e insuficiência respiratória, acidente vascular cerebral, risco de queda com traumatismos múltiplos, especialmente traumatismo crânio encefálico, piora da insuficiência renal por desidratação ou hipertensão não controlada, crises hipertensivas, risco de declínio funcional e outras condições imprevisíveis, associadas às demais comorbidades relatadas”, publicou.

    Serviço de ultrassonografia do ICV realiza mais de 20 mil exames em 2025 e reforça assistência materno-fetal

    O serviço de ultrassonografia do Instituto Cândida Vargas (ICV) realizou 20.380 exames ao longo de 2025. Durante todo o ano, o setor assegurou 100% do atendimento da demanda proveniente da urgência e das pacientes internas, além da realização de exames eletivos, fortalecendo a linha de cuidado e ampliando o acesso as usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).

    A oferta contínua e estratégica do serviço contribuiu diretamente para a condução clínica e obstétrica com mais segurança, resolutividade e qualidade. No campo da atenção obstétrica, o serviço teve papel fundamental no acompanhamento das gestantes, com destaque para a realização de exames especializados, como a ecocardiografia fetal (ecofetal).

    “Em 2025, o Instituto Cândida Vargas implantou uma agenda específica para Medicina Fetal, o que permitiu melhor organização do fluxo, maior agilidade no atendimento e qualificação do acompanhamento das gestantes de alto risco”, disse a coordenadora do serviço, Thacianna Graça.

    A satisfação das pacientes reflete o impacto positivo do trabalho desenvolvido. A gestante Thalia Hélio Clementino, de 26 anos, moradora do bairro do Geisel, relata sua experiência na unidade. “Desde o início da gestação, agora entrando no oitavo período, sou atendida pela Maternidade Cândida Vargas. Já passei por consultas, atendimento de urgência e fiz ultrassonografias. Sempre fui muito bem atendida e bem assistida. Funcionários e médicos são super prestativos. Nota 10”, afirmou.

    O serviço também foi reforçado, este ano, com a incorporação de equipamentos de última geração, incluindo novas máquinas de ultrassonografia de alta tecnologia. A modernização possibilitou maior precisão diagnóstica, aumento da capacidade de atendimento e melhoria contínua da qualidade assistencial prestada às usuárias.

    Amniocentese – Outro avanço registrado em 2025 foi a realização de procedimentos de amniocentese no próprio ICV. A oferta desse exame invasivo representou um marco para a Rede Municipal de Saúde, ao ampliar o acesso das gestantes com indicação clínica, reduzir encaminhamentos externos e fortalecer a integralidade da assistência.

    A amniocentese é um procedimento pré-natal invasivo para coletar líquido amniótico, a fim de analisar células fetais e detectar doenças genéticas como Síndrome de Down, cromossômicas ou infecções. 

    Fogos de artifício acarretam sofrimento físico e risco para animais

    Por MRNews

    Enquanto a audição humana consegue distinguir sons que vão até uma frequência máxima de 20 mil hertz (Hz), os cachorros podem captar até 40 mil Hz e os gatos até 65 mil Hz. Daí a preocupação do presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Diogo Alves, em relação aos impactos negativos que os fogos de artifício nas festas de fim de ano podem acarretar para os animais.

    Embora as grandes aglomerações e as queimas de fogos façam parte da tradição do Réveillon, para os animais, esse período pode significar sofrimento físico, pavor e risco real de acidentes.

    “Porque o som alto e repentino, quando o cão ou o gato escutam, eles interpretam como se fosse um estímulo potencialmente ameaçador, que leva a um forte estresse e pode até relacionar com uma combinação de fatores sensoriais também, emocionais e comportamentais”.

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    De acordo com Diogo Alves, isso leva a uma fobia sonora, uma vez que o animal tem o poder de potencializar os sons. “Ouvem o dobro dos sons de um ser humano. E nos gatos isso é ainda maior”. Desse modo, o ideal seria os tutores começarem a fazer uma preparação prévia, para garantir maior segurança para os pets, não só na semana do Natal e do Ano Novo, mas também do carnaval, sugeriu.

    “Porque o animal tem que ter uma rotina super harmoniosa dentro de casa. Você pode tentar fazer com que o animal tenha brinquedinhos em casa, que podem funcionar até como uma ferramenta emocional para ele, porque vai ajudar a canalizar a energia, estimular o foco no brinquedo e ser algo positivo que vai fazer ele se desligar dos estímulos externos. Isso é muito importante também”.

    Os responsáveis devem se preparar com antecedência, deixando ambientes mais seguros, como cômodos fechados, cortinas fechadas e isolamento acústico improvisado, que ajudam a reduzir o impacto do som. Sons constantes, como televisão ou música em volume moderado, podem funcionar como barreira sonora.

    Rio de Janeiro (RJ), 29/12/2025 – Fogos de artifício acarretam sofrimento físico, pavor e risco real de acidentes para os animais. Diogo Alves. Foto: Diogo Alves/Arquivo Pessoal 

    Reações

    Como cães e gatos possuem audição muito mais sensível que a humana, o barulho dos fogos pode desencadear reações como pânico, tentativas de fuga, tremores, salivação excessiva, automutilação e acidentes graves, como quedas de janelas e muros durante tentativas desesperadas de escapar do barulho. Com a fuga, podem acabar sendo atropelados nas ruas. O presidente do CRMV-RJ alerta que os efeitos do estresse provocado por explosões sonoras não são apenas comportamentais. Os animais sujeitos a esse tipo de estímulo podem apresentar taquicardia, aumento da pressão arterial, desorientação e crises convulsivas. Em situações extremas, o quadro pode levar ao óbito do animal.

    “A liberação de adrenalina é tão alta que pode ocorrer uma parada cardíaca em decorrência da convulsão e do choque”. Diogo Alves não recomendou também prender os animais em coleiras porque isso pode acabar provocado enforcamento. “Isso é muito pior porque o animal sente medo, vai tentar pular, acaba sendo enforcado e muitos morrem”.

    Para os gatos, em especial, Diogo Alves lembrou que uma opção são os feromônios em forma de spray. Feromônios para gatos são compostos químicos (naturais ou sintéticos) que imitam os sinais de bem-estar e segurança que os gatos liberam, ajudando a acalmar, reduzir estresse, ansiedade, e facilitar adaptação a novos ambientes ou outros pets. Outra dica importante, segundo o médico veterinário é controlar as entradas da casa, manter a porta do animal sempre fechada.

    “Muito cuidado com convidados, que ficam entrando e saindo dentro da casa da pessoa. E, aí, podem deixar a porta aberta e o bicho fugir”.

    Segundo Alves, é necessário um controle muito grande “porque os animais merecem esse cuidado mesmo”. Envolvê-los em mantas, por exemplo, ajuda a aliviar o estresse.

    “O contato da pele animal com a do ser humano faz com que ele se sinta mais seguro. Isso é muito importante”. Esse hábito, que muitas pessoas chamam de “tail in touch”, termo inglês que significa toque do pano, “ameniza essa fobia, estimula a liberação de hormônios para reduzir o estresse do bichinho. É importante, sim”.

     

    Barulho dos fogos pode desencadear reações como pânico, tentativas de fuga, tremores. Rovena Rosa/Agência Brasil

    Cuidados

    Em relação a medicações, o presidente do CRMV-RJ alertou que o uso de ansiolíticos só deve ser prescrito por um médico veterinário. “Porque cada caso é um caso”. O mesmo ocorre quanto à possibilidade de sedação. “A sedação é só com orientação veterinária mesmo. Porque tem muita gente que ouve e quer fazer uma coisa desse tipo e não pode, não deve fazer. Com a internet, todo mundo é curioso, todo mundo se acha professor”, criticou. Além disso, o uso indiscriminado desses remédios também pode causar efeito colateral grave. “O sucesso e o prejuízo são a dose que é ministrada”, salientou.

    Outra coisa importante é não alimentar o animal perto dos horários dos fogos porque, com a agitação, ele pode sofrer engasgos. Embora a queima de fogos se intensifique na hora da virada, tem pessoas que desde a manhã do dia 31 já estão soltando fogos, lembrou Diogo Alves. Como o calor está muito forte, outra recomendação é hidratar bastante o animal.

    “Eu sempre recomendo fazer cubinhos de gelo, sorvetinho de frutas. Você congela a fruta, melancia ou melão, para o animal brincar. Ele fica lambendo, aquilo vai distraí-lo, tira o foco do calor um pouco também. E evitar frutas açucaradas. Melancia e melão são as que a gente realmente recomenda porque a quantidade hídrica é muito maior. Eles vão adorar, vão brincar”.

    Atenção também para os aparelhos de ar-condicionado, porque podem ressecar as vias aéreas dos animais. Para que isso não ocorra, o médico veterinário sugere colocar um balde dentro do local para aumentar a umidade daquele espaço. Em relação aos passeios na rua, observou que “se o chão está quente para a gente, está dez vezes mais quente para o animalzinho”. Não se deve fazer passeios com os animais em horários de pico de sol, mas até 8 horas da manhã ou só no final da tarde, para que o bichinho tenha uma transpiração melhor. Para os gatos, que são preguiçosos por natureza, os tutores devem colocar vários potinhos de água pela casa e com fontes, porque o gato é estimulado a beber também pela água em movimento.

    O CRMV-RJ reforça que celebrar não pode significar colocar vidas em risco. Em períodos de grande incidência de fogos, a responsabilidade com os animais deve fazer parte do planejamento das comemorações.

    Outras orientações

    O professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Guarulhos (UNG), Diego de Mattos, destacou que um dos contratempos durante as festividades é a intoxicação com alimentos presentes nas ceias, como o chocolate, uva passa, cebola, nozes e alho, que são comidas perigosas para os companheiros de quatro patas. “O chocolate, por exemplo, tem teobromina e cafeína. O organismo dos animais não consegue metabolizar adequadamente essas substâncias”, explicou.

    De acordo com Diego de Mattos, é preciso também evitar massas cruas com fermento e bebidas alcoólicas, pois podem causar intoxicações graves. Carnes gordurosas, defumadas ou muito temperadas aumentam o risco de pancreatite. Outro elemento que deve ser evitado é osso cozido, pois suas lascas podem perfurar ou obstruir o trato digestivo dos animais. Deixar todos os alimentos fora do alcance dos animais e não oferecer restos de comida são providências acertadas.

    “Caso o tutor queira incluir os bichinhos nas festividades, é recomendado preparar opções seguras, como carnes magras e cozidas sem tempero e sal, legumes adequados e petiscos voltados aos pets”.

    Ele destacou ainda que a busca por atendimento veterinário é indicada quando o medo ou a ansiedade se tornam intensos ou persistentes. Sintomas como tremores contínuos, vômitos, dificuldade para respirar, convulsões, tentativas desesperadas de fuga ou recusa total em se alimentar são alguns sinais que merecem atenção. Ele assinalou que o acompanhamento veterinário é essencial para evitar que a ansiedade e o medo se transformem em um problema crônico

    Sistema Cantareira fecha dezembro com 20,18% de volume útil

    Por MRNews

    A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP-Águas) informam, nesta quarta-feira (31) que o Sistema Cantareira, principal fonte de água da região metropolitana de São Paulo, continuará operando na Faixa 4 – Restrição, a partir desta quinta-feira (1º de janeiro).

    Isto ocorre quando o volume útil do Cantareira está entre 20% e 30%. No último dia do ano, o Sistema Cantareira registrou 20,18% de seu volume útil, apresentando decréscimo em relação aos 20,99%, observados em 30 de novembro.

    O sistema opera por faixas baseadas na quantidade de água guardada.

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    Bolsonaro deve ter alta nesta quinta e retornar à cela na PF

     Como o volume ainda permanece acima do limite de 20%, a operação do sistema Cantareira em janeiro de 2026 seguirá na Faixa 4 – Restrição, Porém, se o nível do Cantareira cair abaixo de 20%, o sistema entraria na Faixa 5 – Especial, com restrições ainda mais severas.

    Em comunicado oficial, a ANA e a SP Águas pedem que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) controle a demanda e que a população economize para evitar que o nível chegue ao volume morto ou à faixa de emergência e, desta forma, comprometa o abastecimento de água na região.

    “As agências reforçam a importância da adoção de medidas operacionais de gestão da demanda pela Sabesp no âmbito dos serviços de abastecimento de água. Recomendam, ainda, a adoção de medidas pelos demais usuários para preservar o volume de água nos reservatórios do sistema”, diz a nota pública.

    Retiradas

    Com a permanência do Sistema Cantareira na faixa 4, a Sabesp continuará podendo retirar até 23 metros cúbicos por segundo (m³/s) em janeiro de 2026, como previsto na Resolução Conjunta, Nº 925/2017, da agência reguladora [https://www.gov.br/ana/pt-br/legislacao/resolucoes/resolucoes-regulatorias/2017/925 ] e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), do estado de São Paulo.

    Lotéricas ficam cheias em dia de sorteio da Mega da Virada

    Ministério da Saúde renova contrato com Rede Sarah por R$ 7,5 bilhões

    Para abastecer a capital e região metropolitana, além deste volume (23 m³/s autorizados do Sistema Cantareira), a Sabesp poderá usar a água da bacia do Rio Paraíba do Sul, represada na da Usina Hidrelétrica (UHE) Jaguari, na região de São José dos Campos, para “ajudar” o Cantareira. Na prática, é como se fosse uma transfusão de água de um reservatório mais cheio para um que precisa de abastecimento.

    Causa

    Mesmo no chamado período úmido — época de chuvas que vai de outubro de 2025 a maio de 2026 — o sistema não se recuperou o suficiente em dezembro. Ao contrário, a queda do volume útil (de 20,99% para 20,18%), mantém o alerta ligado para o consumo dos recursos hídricos.

    O Cantareira

     O Sistema Cantareira abastece cerca de metade da população da Região Metropolitana de São Paulo e contribui para o atendimento dos usos múltiplos da água, com destaque para o abastecimento de Campinas, nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

    O Cantareira é composto por cinco reservatórios interligados: Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, com volume útil total de 981,56 bilhões de litros.

    Desde 2018, conta também com a interligação entre a represa Jaguari (no rio Paraíba do Sul) e a represa Atibainha, o que amplia a segurança hídrica para a Grande São Paulo.

     Embora seus reservatórios estejam localizados integralmente em território paulista, parte das águas vem de rios de domínio da União, por terem nascentes e trechos no estado de Minas Gerais, compondo a bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

    Por este motivo, a ANA e a SP Águas fazem o acompanhamento diário dos dados de níveis da água, vazão e volume armazenado e avaliam se as regras de operação vigentes são adequadas para a gestão dos recursos hídricos do Sistema.