Banda Sinfônica faz 50 anos e celebra com concerto hoje – CGNotícias

A noite desta quarta-feira (29) será marcada com a celebração de uma história que ecoa há meio século. A Banda Sinfônica Municipal sobe ao palco às 20h, no Teatro do Paço Municipal, para um espetáculo especial que marca seus 50 anos de trajetória, uma noite pensada para emocionar, reunir o público e reafirmar o poder transformador da música.

Mais do que um concerto, o Gospel in Concert é um encontro entre passado e futuro, entre músicos e comunidade, entre a memória construída ao longo de décadas e os novos caminhos que continuam sendo desenhados. Cada nota carrega a história de uma instituição que cresceu junto com Campo Grande, formando talentos, criando oportunidades e se consolidando como parte viva da cultura da cidade.

Sob a regência do maestro Edilson Aspet de Azambuja, a apresentação traduz em som tudo aquilo que palavras nem sempre conseguem expressar: a dedicação de gerações de músicos, os desafios enfrentados e a certeza de que a música sempre encontra um caminho para tocar as pessoas.

“A música emociona, a música alcança”, resume o maestro. E é exatamente isso que o público pode esperar desta noite especial.

Com repertório preparado para marcar a data, o concerto promete envolver o público em uma experiência sensível e marcante, daquelas que ficam na memória. Uma celebração que não é apenas da banda, mas de toda a cidade que acompanhou e fez parte dessa trajetória.

Aos 50 anos, a Banda Sinfônica Municipal não encerra um ciclo: renova seu compromisso com a cultura, com a formação de novos músicos e com a democratização do acesso à música. E convida todos a fazerem parte desse momento.

Serviço
Evento: Gospel in Concert – 50 anos da Banda Sinfônica Municipal
Data: Quarta-feira (29)
Horário: 20h
Local: Teatro do Paço Municipal
Entrada: Gratuita

#ParaTodosVerem: A foto de capa é com todos os integrantes da banda.

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Saae/Sorocaba realiza manutenção emergencial no Centro de Distribuição Herbert de Souza nesta quarta-feira (29) – Agência de Notícias

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba realiza, nesta quarta-feira (29), serviços de manutenção emergencial no Centro de Distribuição (CD) Herbert de Souza, na Zona Norte da cidade.

A intervenção é de extrema importância, tendo em vista a necessidade de substituição de um registro e válvula de retenção no sistema de bombeamento, que apresentaram falha técnica na sua operação, além da realização de testes e revisão completa dos equipamentos e tubulações do reservatório.

Para execução dos trabalhos, a autarquia programa a interrupção momentânea no sistema, das 8h30 às 14h30, que atende aos bairros: Parque Vitória Régia, Jardim JS Carvalho, Jardim Bonsucesso, Jardim Imperatriz, Alpes de Sorocaba, Sorocaba Park, Parque das Paineiras, Jardim Santa Marina, Jardim Santa Lúcia, Jardim Santa Catarina, Herbert de Souza, Jardim Paulista, Jardim Santa Luiza, Jardim Santa Esmeralda, Ana Paula Eleutério, Jardim Santa Madre Paulina, Jardim Eucaliptos e Jardim Renascer.

O Saae/Sorocaba recomenda aos moradores que mantenham os reservatórios de seus imóveis no máximo de capacidade, utilizando a água somente o necessário nesse período de manutenção.

Para mais informações, a autarquia disponibiliza os telefones: 0800 770 1195 (ligação gratuita) e 3224-5800.

MPRJ ouve parentes de mortos na Operação Contenção para elucidar fatos

Por MRNews

Parentes de pessoas mortas durante a Operação Contenção, realizada em outubro de 2025, nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, que causou a morte de 122 pessoas, entre elas, cinco policiais civis e militares, foram atendidos, nesta terça-feira (28), pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do estado (Gaesp/MPRJ), com o apoio de equipes da ouvidoria itinerante da instituição, no quartel do Corpo de Bombeiros da Penha.

“Desde o início das investigações, o MPRJ realiza a busca ativa de familiares dos mortos, com a finalidade de esclarecer as circunstâncias dos fatos ocorridos durante a ação, além de permitir o acompanhamento institucional dos interessados em receber informações sobre o andamento das apurações”.

O objetivo principal do encontro foi ouvir os parentes dos mortos em relação à dinâmica da ação, a fim de auxiliar o MP na elucidação dos fatos. “A instalação da estrutura de atendimento, próxima ao local onde ocorreu a ação policial, seguiu critérios de ampliação do acesso à justiça e efetividade investigativa, uma vez que o deslocamento até a sede do MP poderia representar um obstáculo para que as pessoas fossem ouvidas”, diz a nota do MPRJ).

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“A escuta dos familiares, realizada hoje e no dia 24 de março último, no Corpo de Bombeiros, é extremamente relevante no âmbito da investigação autônoma que vem sendo conduzida pelo Gaesp. A apuração demanda essas informações, para que se entenda quem eram as pessoas mortas durante a operação e se tirar uma compreensão melhor dos fatos”.

A assistente do Gaesp, Laura Minc disse que “essa iniciativa é uma forma de aumentar a adesão de familiares que, por algum motivo, seja de incompatibilidade de agendas ou alguma outra dificuldade de acesso, não puderam atender às notificações emitidas para comparecimento ao MP”, afirmou.

O ouvidor do MPRJ, David Faria, destacou a importância de ouvir os parentes das vítimas. “A Ouvidoria é a porta de entrada do cidadão que busca o MPRJ. Viemos aqui auxiliar o Gaesp na escuta ativa de familiares, reforçando o papel institucional de aproximação da população com o MPRJ e de proteção dos direitos humanos”, disse.

“No bojo da ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental] foi determinado que o MP atue, da forma mais ampla possível, para esclarecer fatos decorrentes de ações que causem letalidade policial. E é isso que está sendo feito”, completou.

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Operação Contenção

Após a Operação Contenção, a partir da investigação independente conduzida pelo Gaesp, o MPRJ adotou uma série de medidas. Entre as providências iniciais, estão “a instauração de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) autônomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na ADPF 635”, diz a nota.

“Na fase inicial, foram requisitados dados e documentos à Secretaria de Polícia Militar e à Secretaria de Polícia Civil, ouvidos agentes públicos responsáveis pelo planejamento e que exerceram funções decisórias no dia dos fatos, e realizadas perícias próprias e complementares no Instituto Médico Legal”.

Outras medidas

O Gaesp, em conjunto com a Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia da Coordenadoria de Inteligência da Investigação (Dedit), produziu também “laudos relativos às vítimas da operação e analisa mais de 3.600 horas de gravações das câmeras corporais da Polícia Militar”.

Na área de prevenção e de controle externo, o Gaesp/MPRJ recomendou, em dezembro de 2025, aos secretários de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar a “edição de protocolo conjunto de atuação em operações policiais, com medidas de redução de riscos, mitigação de danos e contenção da letalidade”.

Em março de 2026, nova recomendação foi dirigida às mesmas autoridades, para o aprimoramento do planejamento, execução e monitoramento do uso das câmeras operacionais portáteis, visando à maior eficácia dessa ferramenta tecnológica.

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Denúncias

Até o momento, o Gaesp e as promotorias de justiça junto à Auditoria da Justiça Militar apresentaram “oito denúncias contra 27 policiais militares por ilegalidades praticadas durante a operação, envolvendo apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores, subtração de bens e tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais”. 

 

AGEHAB e DEMURF realizam mutirão de regularização em conjuntos habitacionais de Bonito – Prefeitura Municipal de Bonito

A Prefeitura de Bonito, em conjunto com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da AGEHAB/MS, e o DEMURF, promove um novo mutirão de regularização fundiária destinado aos conjuntos habitacionais da cidade.

A iniciativa contempla os residenciais Bom Viver I e II, Lago Azul I, Jardim Boa Vista e Cohab, com o objetivo de atender beneficiários retardatários, cujos imóveis já estão aptos para o processo de titulação.

O trabalho busca garantir segurança jurídica às famílias, assegurando a documentação regular dos imóveis e avançando no compromisso de promover mais dignidade e tranquilidade aos moradores.

O atendimento acontece entre os dias 27 e 30 de abril, na sede do DEMURF, localizada na Rua 24 de Fevereiro, nº 1840, esquina com a Rua 29 de Maio.

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Campo Grande sedia encontro nacional sobre primeira infância – CGNotícias

Campo Grande abriu oficialmente, nesta terça-feira (28), o XVII Encontro Nacional de Aleitamento Materno (ENAM) e o VII Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável (ENACS), consolidando o protagonismo do município no debate sobre a saúde na primeira infância. Realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, o evento segue até quinta-feira (30).

Ao longo da programação, especialistas, gestores e profissionais de todo o país participam de conferências, mesas temáticas, apresentações científicas e espaços de troca entre saberes técnicos e populares. O objetivo é fortalecer políticas públicas e práticas voltadas à promoção do aleitamento materno e da alimentação saudável na primeira infância.

A relevância do encontro foi destacada por representantes de instituições nacionais. “A IBFAN é absolutamente ética quanto à sua rede. É uma rede mundial, presente em 110 países, criada para proteger a amamentação contra práticas promocionais não éticas, muitas vezes vergonhosas”, afirmou Marina Rea, fundadora da IBFAN Brasil.

Na mesma linha, a representante da Anvisa, Renata Ferreira, ressaltou os desafios na área. “Temos desafios na fiscalização e na implementação nacional, mas vemos aqui uma liderança incrível, com profissionais comprometidos que fazem a diferença no dia a dia”, disse, ao lembrar os 20 anos da Lei nº 11.265/2006, que regulamenta a comercialização de alimentos para a primeira infância no Brasil.

Representando o Ministério da Saúde, Angela Fernandes reforçou o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) e da atenção primária. “O tema nos provoca a pensar nas condições concretas que tornam possível o cuidado. A atenção primária é a porta de entrada”, afirmou, destacando também as dificuldades enfrentadas por muitas famílias para garantir uma alimentação adequada.

Como anfitriã, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) evidenciou o papel estratégico de Campo Grande no cenário nacional. “Campo Grande se coloca, nesta semana, como um espaço de construção qualificada de políticas públicas voltadas à primeira infância. Receber um encontro dessa dimensão reforça o trabalho que já vem sendo desenvolvido na nossa rede, especialmente na atenção primária”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, ao dar as boas-vindas.

O secretário ainda acrescentou. “Mais do que sediar o evento, queremos que esse debate se traduza em avanços concretos no cuidado, fortalecendo o aleitamento materno e a alimentação saudável como prioridades permanentes. A expectativa é de um legado técnico consistente, que impacte diretamente a qualidade da assistência prestada à população”.

Outras instituições também destacaram a importância da iniciativa. “A segurança alimentar e nutricional começa com o aleitamento materno”, pontuou Manuela Dolinsky, presidente do Conselho Federal de Nutrição. Já a representante do Unicef no Brasil, Regicely Aline Brandão Ferreira, ressaltou o caráter mobilizador do encontro: “Se inundem de conhecimento e retornem aos seus territórios como agentes ainda mais fortes desse movimento, que precisa ser permanente”.

A abertura contou ainda com apresentação da Orquestra Infantil Fábrica do Som. Promovido pela IBFAN Brasil, em parceria com o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande, o ENAM e o ENACS seguem com programação até o dia 30 de abril. O evento ainda foi precedido, na segunda-feira (27), pelo pré-ENAM, com oficinas e atividades preparatórias.

#ParaTodosVerem: Imagem do evento realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo

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17% de creches e pré-escolas têm itens básicos para funcionar

Por MRNews

Em todo o país, menos de duas em cada dez unidades de ensino infantil públicas tem todos os itens considerados básicos para o funcionamento adequado. Os dados são do Censo Escolar 2025 e estão disponíveis no portal de dados educacionais QEdu.

Ao todo, são considerados 11 itens de infraestrutura básica: prédio escolar, energia de rede pública, água da rede pública, banheiro, rede de esgoto, cozinha, alimentação para os alunos, coleta de lixo, acessibilidade, internet, biblioteca e/ou sala de leitura.

De acordo com os dados, apenas 17% das creches e pré-escolas públicas detêm todos esses componentes, que são baseados em lei sancionada em março deste ano.

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Um dos maiores entraves é dispor de bibliotecas ou salas de leitura. Do total das instituições, 64% ainda não contam com esses espaços. Além disso, 33% não usam água da rede pública e 4% não contam com rede de esgoto.

Alimentação

Na outra ponta, a alimentação é item atendido em todas as escolas de educação infantil no Brasil.

Além dos itens básicos, são analisados elementos de infraestrutura específicos: banheiro infantil, jogos e brinquedos pedagógicos, materiais artísticos, parque infantil e área verde.

Considerados esses itens, apenas 12% das unidades públicas de educação infantil do país conseguem assegurar todos eles. Menos da metade das escolas conta com parque infantil (45%) ou com área verde (36%).

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Jogos e brinquedos pedagógicos – quesitos importantes para as atividades educacionais nessa etapa de ensino – estão presentes em 83% das unidades.

Educação infantil

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (29), quando a plataforma QEdu passa a contar com dados referentes à educação infantil. É possível consultar dados dessa etapa de ensino em nível nacional, por unidades da Federação e municípios e fazer comparações.

“Educação infantil precisa estar no centro, a gente precisa falar mais sobre o que é educação infantil de qualidade”, destacou o diretor-executivo do Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Ernesto Martins Faria – cocriador do QEdu.

A inserção dos dados de educação infantil no portal QEdu faz parte de uma iniciativa conjunta do Iede, Fundação Bracell, Fundação Itaú, Fundação VélezReyes+, Fundação Van Leer e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Faz parte também da iniciativa a criação do indicador de atendimento em nível municipal. Esse marcador mostra que, em 16% dos municípios, ou seja, em 876 cidades brasileiras, pelo menos uma em cada dez crianças de 4 e 5 anos não frequentam creches ou pré-escolas.

Ministério da Educação

Procurado, o Ministério da Educação (MEC) informou, em nota, que vem “intensificando as ações para apoiar os municípios, responsáveis diretos pela educação infantil, na ampliação do acesso com qualidade a essa etapa do ensino”.

A pasta cita como um dos principais instrumentos o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil, que reúne mais de 2,5 mil entes federados.

“O objetivo é unir esforços em torno da expansão de vagas, da permanência de bebês e crianças nas creches e pré-escolas e da implementação de parâmetros nacionais de qualidade, sempre considerando as diferentes realidades territoriais e sociais do país.”

No texto, o MEC destacou ainda a que, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), 886 unidades de educação infantil foram entregues e estão previstas 1.684 novas creches e escolas de educação infantil.

Outras prioridades são a retomada e a conclusão de obras paralisadas. Das 1.318 unidades de educação infantil que manifestaram interesse em retomar as construções, 904 foram aprovadas e 278 foram concluídas.

“Esses dados demonstram uma mudança de prioridade na gestão, com a ampliação dos investimentos recentes para dar mais condições aos municípios de abrir vagas, garantindo o atendimento pleno e atuando de forma proativa para superar as lacunas ainda existentes na educação infantil brasileira”, acrescentou o ministério.

Cadastro para castração de cães e gatos no Centro de Controle de Zoonoses termina nesta quinta-feira

Tutores e protetores animais de João Pessoa têm até esta quinta-feira (30) para realizar o cadastro na ação ‘Sábados da Proteção Animal’, iniciativa coordenada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), serviço da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que irá realizar a castração de cerca de 120 cães e gatos ao longo dos sábados do mês de maio.

O cadastro deve ser feito presencialmente na sede do Centro de Controle de Zoonoses, localizado no bairro dos Bancários. Cada responsável poderá cadastrar até cinco animais para as cirurgias que serão realizadas nos dias 9, 16, 23 e 30 de maio de 2026, onde serão disponibilizadas 30 vagas por dia.

De acordo com a diretora do CCZ, Gabriela Azevedo, a castração é um procedimento essencial tanto para a saúde dos animais quanto para a coletividade. “A castração é um procedimento cirúrgico que oferece vantagens diretas aos animais e à saúde pública. Para os animais, previne doenças graves, como tumores de mama e câncer testicular, reduz comportamentos relacionados ao instinto reprodutivo, aumenta a expectativa e qualidade de vida e evita gestações indesejadas. Para a saúde pública, contribui para o controle populacional, reduz o risco de transmissão de zoonoses, além de diminuir acidentes, agressões e ocorrências envolvendo animais soltos, gerando também economia de recursos públicos”, explica.

O procedimento é indicado para animais saudáveis, com idade entre um e cinco anos. Antes da cirurgia, é necessária avaliação com médico veterinário, que orientará sobre os cuidados pré e pós-operatórios, garantindo a segurança dos animais.

“A disponibilização de castrações gratuitas na rede pública é uma medida estratégica de saúde pública que garante uma cidade mais segura e saudável. A ação integra as políticas públicas de cuidado animal desenvolvidas pelo Município e busca estimular a guarda responsável, promovendo uma cidade mais consciente e comprometida com a proteção dos animais”, reforça a diretora.

Serviço – O Centro de Zoonoses está localizado na Rua Walfredo Macedo Brandão, n°100, no bairro dos Bancários e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Brasil reduz em 42% perdas florestais em 2025, aponta estudo

Por MRNews

O Brasil perdeu 1,6 milhão de hectares de cobertura arbórea em floresta tropical úmida em 2025, aponta balanço do Global Forest Watch, divulgado nesta quarta-feira (29) pela organização ambiental sem fins lucrativos World Resources Institute (WRI).

O número representa uma redução de 42% das perdas em relação ao ano de 2024, sendo observado maior impacto nas derrubadas sem o uso do fogo. As perdas não relacionadas a incêndios resultam de desmatamento, corte raso e morte natural, entre outros fatores.

“O Brasil diminuiu as perdas não relacionadas a incêndios em 41%, comparadas a 2024, e atingiu o nível mais baixo desde que começou a ser registrado [em 2001]”, afirma a codiretora do Global Forest Watch Elizabeth Goldman.

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Total de perdas florestais no Brasil – Foto: Arte/EBC

Entre os estados que mais observaram diminuição das perdas estão o Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Roraima, que juntos representam mais de 40% da redução. O Maranhão foi o único estado em que foi registrado crescimento da perda da cobertura arbórea.

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Os dados, produzidos anualmente pelo Laboratório de Análise e Descoberta de Terras Globais (Glad), da Universidade de Maryland, são relativos à vegetação primária, ou seja, áreas naturais maduras com vegetação original.

De acordo com os pesquisadores do WRI, o modelo adotado não mede apenas o desmatamento, como ocorre no sistema de monitoramento oficial brasileiro, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). O sistema do Global Forest Watch também são considera outros distúrbios como corte seletivo e mortes naturais.

Alinhamento

Para Elizabeth Goldman, apesar dos métodos diferentes, a redução apontada no estudo está alinhada ao declínio no desmatamento dos principais biomas, apontado pelo Prodes para o período entre de 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025.

“Além das florestas tropicais primárias, pensando em toda a perda arbórea, a maioria dos biomas viram uma redução, inclusive a Caatinga, que é uma região de florestas secas no Nordeste do Brasil”, destaca a pesquisadora.

Na avaliação da diretora executiva da WRI Brasil, Mirela Sandrini, os resultados alcançados pelo Brasil foram viabilizados por uma força-tarefa orquestrada pelo governo, com a participação da sociedade civil, academia, de comunidades locais e do setor privado.

Iniciativas como a intensificação da produção em áreas já desmatadas, a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), ações para remuneração por serviços ambientais e incentivos fiscais a quem preserva estão alinhados à expectativa global para a próxima década, avalia Mirela.

“Considerando que o Brasil está no centro das soluções de grande escala para alimentos, energia e segurança climática, isso é muito importante”, destaca.

Dados globais

Para os pesquisadores, o resultado observado no Brasil impactou positivamente os dados globais, que apontam uma perda de 4,3 milhões de hectares de cobertura arbórea em floresta tropical úmida em todo o mundo, no ano de 2025.

O número representa uma diminuição de 35% em relação a 2024, quando o declínio da vegetação atingiu o recorde de 6,7 milhões de hectares perdidos.

As perdas de cobertura verde não relacionadas a incêndios foram as mais baixas nos últimos dez anos, com queda de 23%, em relação a 2024. Por outro lado, a perda relacionada a incêndios permanece entre as mais altas da série histórica, sendo a terceira maior desde 2001.

De acordo com Elizabeth Goldman, os números relativos aos incêndios de 2025 ainda passarão por revisão, uma vez que podem representar registros tardios de 2024. “A fumaça dos incêndios ativos pode bloquear os sensores dos satélites e atrasar o reconhecimento desses eventos”, explica.

Participação

A perda de cobertura arbórea no Brasil representou mais de 37% do total global para o ano, sendo em extensão o país que mais perdeu, seguido da Bolívia, com perdas de 620 mil hectares, e República Democrática do Congo, com quase 600 mil hectares. Quando a análise é proporcional ao tamanho da floresta, Bolívia e Madagascar tiveram as maiores perdas.

“A expansão agrícola foi a principal causa da perda de cobertura arbórea nos trópicos, devido à produção de commodities e mudança nos cultivos para subsistência dos mercados locais”, acrescenta a codiretora do WRI.

Incêndios

Globalmente, os incêndios foram os grandes causadores da perda arbórea em 2025. Nos últimos três anos, os incêndios causaram duas vezes mais perda de florestas, do que duas décadas atrás.

Elizabeth Goldman avalia a queda da perda florestal nos trópicos em 2025 como positiva. Mas, para ela, o resultado é insuficiente para manter o compromisso firmado por 140 países de atenuar e reverter a perda florestal até 2030. De acordo com a gestora, os dados atuais ainda posicionam o mundo 70% acima do necessário.

“Alcançar essa meta nos próximos anos não será fácil porque as florestas estão mais vulneráveis às mudanças climáticas, e a humanidade continua crescendo e aumentando a sua demanda por combustíveis e alimentos”, conclui Elizabeth Goldman.

Fundação de Turismo de MS e Imasul iniciam cadastro de serviços turísticos nos Parques Estaduais

A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur MS), em parceria com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), deu início ao processo de cadastramento dos serviços turísticos ofertados nas Unidades de Conservação estaduais. A ação tem como foco a organização e qualificação da oferta turística em ambientes naturais, contribuindo para a gestão da visitação e para a valorização dos profissionais que atuam nesses territórios.

O levantamento abrange parques estratégicos para o turismo de natureza do estado como o Parque Estadual do Prosa, Parque Estadual Matas do Segredo, Parque Estadual Nascentes do Rio Taquari e Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema e reúne informações sobre condutores, monitores e guias que desenvolvem atividades nessas áreas protegidas.

A iniciativa busca identificar os serviços ofertados como observação de aves, trilhas interpretativas, fotografia de natureza e educação ambiental, além de mapear aspectos como a dinâmica de atendimento, disponibilidade e nível de qualificação dos profissionais. As informações irão subsidiar ações de planejamento, promoção e estruturação da experiência turística nos parques estaduais.

Para o diretor-presidente da Fundtur MS, Bruno Wendling, o cadastramento representa um avanço na organização do turismo em áreas naturais. “A estruturação da oferta turística nas Unidades de Conservação é fundamental para garantir experiências qualificadas aos visitantes, ao mesmo tempo em que contribui para a conservação ambiental e o desenvolvimento regional”, destaca.

De acordo com o gerente de Estruturação e Inovação da Oferta Turística do órgão, Edson Moroni, o levantamento também permitirá ampliar a visibilidade dos profissionais e facilitar o acesso dos visitantes a serviços qualificados. “Estamos organizando informações estratégicas que irão apoiar tanto a promoção turística quanto a qualificação dos serviços ofertados, fortalecendo quem já atua nesses espaços e criando novas oportunidades”, afirma.

A ação está alinhada às diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo, que orienta o planejamento integrado e sustentável da atividade turística nos territórios, e abre caminho para futuras iniciativas de capacitação, qualificação profissional e desenvolvimento de produtos turísticos organizados, especialmente em segmentos em expansão, como o turismo de observação de aves.

Para o gerente de Unidades de Conservação do Imasul, Leonardo Tostes Palma, o cadastro contribuirá diretamente para o aprimoramento da visitação. “A iniciativa aproxima visitantes e condutores locais, qualifica o planejamento da visitação e fortalece a geração de renda nas comunidades do entorno”, ressalta.

Cadastramento

Os condutores, monitores e guias que atuam nos parques estaduais já podem participar do cadastramento por meio do formulário disponibilizado pelas instituições. As informações coletadas poderão ser utilizadas, mediante autorização, para divulgação institucional dos serviços, ampliando as oportunidades de inserção no mercado turístico.

O formulário está disponível no link: https://forms.gle/csjn8PcfksxuBp9CA

Débora Bordin, Comunicação Fundtur
Foto: @visitmsoficial

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