Campo Grande será palco da grande decisão do Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol nesta quinta-feira (2), às 19h30. O Estádio Toca do Leão, localizado no Parque Jacques da Luz, na região das Moreninhas, recebe o confronto final entre Operário Futebol Clube e Bataguassu Futebol Clube, reunindo torcedores e movimentando o cenário esportivo da Capital.
Administrado pela Prefeitura de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Esportes (Funesp), o estádio tem se consolidado como um dos principais espaços para o futebol profissional no Estado. A escolha do local para sediar a final foi definida pela Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), em parceria com o município.
Dentro de campo, o Operário chega com vantagem após vencer o primeiro jogo por 3 a 1, resultado que aumenta a expectativa da torcida campo-grandense na disputa pelo título estadual.
A realização das partidas no estádio das Moreninhas é fruto da parceria entre a Prefeitura e a FFMS, que tem viabilizado a utilização do espaço para jogos oficiais e ampliado o acesso da população a grandes eventos esportivos.
Estrutura para grandes decisões
De acordo com o diretor-presidente da Funesp, Maicon Mommad, a final reforça o protagonismo do espaço no calendário esportivo.
“Amanhã sediaremos a final do campeonato estadual de futebol profissional de Mato Grosso do Sul, com a participação do Operário, que representa Campo Grande. A decisão acontece no estádio Jacques da Luz, que hoje é palco dos principais eventos esportivos ligados ao futebol na capital”, destacou.
Segundo ele, o estádio vem sendo preparado para receber competições de alto nível. “O espaço já recebeu jogos da Copa do Brasil e da Série D, e agora será o cenário da final do estadual. Destaco o compromisso da Prefeitura de Campo Grande com o esporte e com o futebol profissional, oferecendo às equipes da capital uma estrutura adequada, que passou por melhorias e modernização, atendendo aos requisitos para competições de alto nível”, finaliza.
#ParaTodosVerem: Imagem do Estádio Jacques da Luz.
O Governo de Minas Gerais informa que o governador Mateus Simões decidiu nomear a defensora pública Caroline Loureiro Goulart Teixeira para o cargo de Defensora Pública-Geral do Estado de Minas Gerais, para o biênio 2026-2028.
A escolha foi realizada a partir da lista tríplice encaminhada pela Defensoria Pública do Estado, conforme previsto na legislação vigente.
“A Defensoria Pública exerce um papel essencial na garantia de direitos e no acesso à justiça. Tenho convicção de que a Dra. Caroline conduzirá a instituição com competência, compromisso público e sensibilidade social”, destacou o governador.
O Governo de Minas deseja êxito à nova Defensora Pública-Geral e reforça o reconhecimento à relevância da instituição para a população mineira.
Agradece, ao mesmo tempo, a defensora pública Raquel Gomes de Sousa da Costa Dias, que esteve à frente da instituição por dois mandatos, pelo trabalho realizado, pela dedicação ao fortalecimento da Defensoria Pública e pela parceria institucional ao longo de sua gestão.
Mato Grosso do Sul instituiu a juruva (Baryphthengus ruficapillus) como ave símbolo dos domínios da Mata Atlântica no Estado. A medida foi oficializada com a sanção da Lei nº 6.563/2026 e representa um avanço na valorização da biodiversidade, além de reforçar políticas públicas voltadas à conservação ambiental e ao desenvolvimento do turismo de natureza.
A legislação estabelece que o reconhecimento da espécie tem como objetivos promover a biodiversidade sul-mato-grossense, incentivar ações de educação ambiental, estimular o turismo de observação de aves e a pesquisa científica, além de ampliar a conscientização da população sobre a importância da preservação da Mata Atlântica e de seus habitats.
A escolha da juruva é resultado de um processo participativo que mobilizou instituições públicas, privadas e organizações da sociedade civil. A proposta foi apresentada pela Frente Parlamentar de Unidades de Conservação durante reunião realizada na Assembleia Legislativa em 27 de maio de 2025, data em que se celebra o Dia Nacional da Mata Atlântica. O resultado da consulta pública foi divulgado em 5 de junho, no Dia Mundial do Meio Ambiente.
A sanção da lei ocorre em um momento estratégico, logo após a realização da COP15 em Mato Grosso do Sul, reforçando o protagonismo do estado nas discussões globais sobre conservação da biodiversidade.
A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul teve atuação desde a construção da proposta. Segundo Edson Moroni, gerente de Estruturação e Inovação da Oferta Turística da Fundtur, a iniciativa fortalece o posicionamento do estado no turismo de natureza. “A Fundação de Turismo participou ativamente desde o início da construção dessa iniciativa. Estamos felizes em ver esse passo se concretizando, fortalecendo a valorização da biodiversidade e do turismo de natureza no estado”.
Para o diretor de Desenvolvimento do Turismo da Fundtur MS, Geancarlo Merighi, a medida reforça o papel da gestão pública na consolidação do segmento. “A escolha da ave símbolo reforça a valorização da identidade local e o papel da gestão pública na consolidação do segmento de observação de aves como vetor de desenvolvimento sustentável”.
A nova legislação também prevê que o Poder Executivo poderá adotar medidas complementares para promover a imagem da espécie em campanhas educativas, materiais institucionais e eventos ambientais.
Para Ana Luzia Abrão, gestora da RPPN Ernesto Vargas Baptista, localizada no município de Eldorado, a aprovação reflete o esforço coletivo de diferentes atores. “Essa aprovação mostra a união de diversas instituições em prol da valorização de uma espécie emblemática da nossa fauna. Destaco o papel da Fundação de Turismo, das IGRs, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, do Imasul, das RPPNs, das prefeituras e das organizações locais”.
Na avaliação de José Lucas, operador turístico e executivo da Instância de Governança Vale das Águas, a iniciativa representa um marco para o setor. “Essa ação foi fundamental para valorizar o segmento de turismo de observação de aves. Houve uma mobilização importante de diversos atores, e entendemos que fortalecer esse segmento é estratégico para o desenvolvimento sustentável do território”.
A iniciativa também se conecta a ações estruturantes já em andamento. Recentemente, a Fundação de Turismo, em parceria com a IGR Vale das Águas e o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), lançou uma rota de observação de aves em Unidades de Conservação da Mata Atlântica, ampliando as oportunidades para o aviturismo na região.
Mata Atlântica em MS
Mato Grosso do Sul possui cerca de 6,3 milhões de hectares inseridos no bioma Mata Atlântica, abrigando a maior área contínua preservada desse bioma no interior do Brasil. Desse total, mais de 1 milhão de hectares estão em unidades de conservação, como o Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema e a Área de Proteção Ambiental das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, além de reservas particulares e áreas municipais protegidas.
A Juruva é uma espécie típica da Mata Atlântica e conhecida por sua beleza singular, comportamento discreto e importância ecológica, sendo considerada um importante indicador da qualidade ambiental dos ecossistemas florestais.
Com a instituição da juruva como ave símbolo, o estado reforça seu posicionamento como destino estratégico para o turismo de natureza, integrando conservação ambiental, pesquisa científica, educação e desenvolvimento econômico.
Débora Bordin, Comunicação Fundtur MS *com informação da Gerência de Estruturação e Inovação da Oferta Turística Foto destaque: Geancarlo Merighi Internas: divulgação @visitmsoficial e Leonardo Casadei
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) o reajuste médio de 55% no preço do querosene de aviação (QAV), combustível derivado do petróleo que abastece aviões e helicópteros e é um dos principais custos das companhias aéreas.
O preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente, sempre no dia 1º. O reajuste deste mês acontece no momento em que o mundo enfrenta uma escalada no preço do barril do petróleo por causa da guerra no Irã.
No início de março, o reajuste médio do QAV havia sido de 9%; e em fevereiro, de -1%, ou seja, o combustível tinha ficado mais barato.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), órgão regulador do setor aéreo, combustíveis representaram cerca de 30% dos custos totais das companhias aéreas.
Refinarias
A tabela com os novos preços está publicada no site da companhia.
A relação traz 14 pontos de venda. Os reajustes variam de 53,4% a 56,3%. Em Ipojuca, região metropolitana do Recife, onde fica a refinaria Abreu e Lima, o preço do litro passou de R$ 3,49 para R$ 5,40.
O valor mais em conta é em São Luís, que passou de R$ 3,45 para R$ 5,38 o litro.
A Petrobras comercializa para as distribuidoras o QAV produzido nas refinarias da empresa ou importado. Uma vez comprado pelas distribuidoras, as empresas transportam o combustível e vendem para companhias de transporte e outros consumidores finais nos aeroportos ou ainda para revendedores.
A Petrobras tem participação de cerca de 85% da produção do QAV, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras.
Guerra e petróleo
A guerra no Irã foi desencadeada em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.
A região concentra países produtores de petróleo e rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz ─ por onde passam 20% da produção mundial ─, o que levou distorções à cadeia de petróleo e escalada de preços no mercado global.
Nesta quarta-feira, o preço do barril tipo Brent (referência internacional de preço) está sendo negociado pouco acima de US$ 101 (cerca de R$ 520). Antes da guerra, o óleo era cotado perto de US$ 70.
Publicação reúne pesquisa realizada no Rio de Janeiro, São Paulo e Piauí. Fotos: Laryssa Lomenha / JUVRio
A Secretaria Municipal de Juventude do Rio de Janeiro (JUVRio), a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) e a Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) lançaram nesta terça-feira (31/3), no auditório do Museu de Arte do Rio, o livro “Vulnerabilidades e resistências entre as juventudes brasileiras em contextos de desigualdades”. A obra apresenta uma pesquisa inédita que traça um panorama atual das experiências de jovens dos estados do Rio de Janeiro, Piauí e São Paulo, em um cenário marcado por profundas desigualdades sociais, agravadas pelos impactos da pandemia de Covid-19. Estiveram presentes 50 jovens dos Espaços da Juventude de Campo Grande, Jacarezinho e Madureira.
Resultado de um amplo trabalho de campo, o livro reúne análises de especialistas e relatos de jovens que vivem em contextos urbanos e rurais, abordando temas como educação, inserção no mercado de trabalho, violências, territorialidade e expectativas em relação ao futuro. A publicação busca contribuir para o debate público e oferecer subsídios para a formulação de políticas mais sensíveis às realidades juvenis no Brasil.
Com abordagem qualitativa, que considera recortes de raça, gênero, classe e território, o estudo ouviu diretamente jovens de diferentes perfis sociais. Além de evidenciar as vulnerabilidades que marcam suas trajetórias, a pesquisa destaca iniciativas de resistência, adaptação e reinvenção protagonizadas pelas próprias juventudes.
– Esse livro tocou no meu coração porque a nossa realidade não é fácil, mas nós queremos muito. E a JUVRio tem nos proporcionado ir além, com oportunidade de falar, se expressar e vencer na vida -, disse Patrick Mendes, estudante do Espaço da Juventude de Campo Grande.
Estudo das juventudes locais
A pesquisa foi desenvolvida a partir da realização de 22 grupos focais, com jovens vinculados a diferentes organizações, coletivos e movimentos sociais, tanto do campo quanto da cidade, nos três estados analisados. O objetivo foi compreender percepções sobre a vida cotidiana, oportunidades, desafios e estratégias construídas para enfrentar desigualdades estruturais.
No Rio de Janeiro, o estudo contou com parceria entre Flacso Brasil e a Secretaria Municipal da Juventude Carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. O órgão é responsável pela formulação e implementação de políticas públicas voltadas à juventude carioca por meio de iniciativas reconhecidas internacionalmente como o projeto Pacto pela Juventude, os Espaços da Juventude e as Casas da Juventude. A partir de um mapeamento territorial, foram selecionadas áreas como Rocinha, Babilônia, Tabajaras, Cidade de Deus, Gardênia e Vidigal.
– No Rio de Janeiro, a gente trabalha com a convicção de que não existe política pública eficiente sem ouvir os jovens. Essa pesquisa reforça que a juventude enfrenta desafios enormes ao mesmo tempo em que busca construir soluções e caminhos viáveis dentro de suas realidades. Existem múltiplas realidades que precisam ser consideradas e a criação de políticas públicas estratégicas a partir da perspectiva desse grupo muda tudo. É esse olhar que orienta o trabalho da JUVRio -, destaca a Secretária da Juventude Carioca, Gabriella Rodrigues.
Juventude no pós-pandemia
O livro é fruto de resultados do estudo “Trajetórias/práticas juvenis em tempos de pandemia de Covid-19”, coordenado pela Flacso Brasil, com a participação de instituições brasileiras e da América Latina. A pesquisa evidenciou como as medidas de contenção da pandemia impactaram profundamente as trajetórias juvenis, exigindo reorganização da vida escolar, profissional e social.
Os dados mostram que a pandemia aprofundou desigualdades já existentes nas áreas de educação, trabalho, saúde, moradia e segurança, afetando de forma significativa jovens em contextos mais vulneráveis. Ao mesmo tempo, o estudo revela como esses jovens desenvolveram estratégias de sobrevivência, novas formas de organização e mecanismos de resistência diante das adversidades.
– Esse é um livro feito por muitas mãos, inclusive dos próprios jovens e pesquisadores. É uma mostra de que é possível essa união. Essa é uma área que exige muito trabalho intersetorial e cada um destes territórios representa uma realidade das juventudes aqui presentes. É um momento de síntese de uma pesquisa que estamos construindo através dos anos. E o livro nasce do desejo de compreender como os jovens brasileiros estão vivendo e se comportando em um período histórico marcado pela superação dos estragos causados pela pandemia, pela transformação do mundo do trabalho e das tensões nos territórios -, disse a Diretora da Flacso Brasil, Rita Potyguara.
Diante dessas transformações ainda pouco compreendidas no cenário pós-pandemia, a publicação reforça a importância de ampliar pesquisas e políticas voltadas às juventudes brasileiras, considerando suas múltiplas realidades e potencialidades.
Organizado nos eixos Trabalho, Educação, Violências, Territorialidade e Tempo, o livro articula análises acadêmicas e narrativas juvenis, revelando trajetórias marcadas por desigualdades históricas, mas também por criatividade e capacidade de reinvenção.
A OEI, organismo internacional fundado em 1949, atua no fortalecimento de políticas públicas nas áreas de educação, ciência, cultura e direitos humanos nos países ibero-americanos, tendo a juventude como eixo estratégico de suas ações. Por meio de iniciativas voltadas à inclusão educacional, participação social e apoio a políticas de juventude, a organização reconhece os jovens como protagonistas do desenvolvimento sustentável e da democracia.
– Os dados da pesquisa evidenciam desafios estruturais importantes: apenas 26% dos jovens ouvidos possuem alguma atividade remunerada, e mais da metade está na informalidade. Ao mesmo tempo, vemos uma juventude majoritariamente oriunda da escola pública e marcada por desigualdades históricas, mas que demonstra enorme capacidade de adaptação e resistência. Para a OEI, esses achados reforçam a necessidade de políticas públicas mais integradas, que reconheçam os jovens como protagonistas do desenvolvimento -, Rodrigo Rossi, Diretor e Chefe da OEI no Brasil.
Para acessar o livro “Vulnerabilidades e resistências entre as juventudes brasileiras em contextos de desigualdades”, acesse o link disponível nas redes sociais da Secretaria: www.instagram.com/juvrio.
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1 de abril de 2026
Marcações: desigualdade Espaços da Juventude vulnerabilidade
A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) informa que haverá interdição programada durante esta Quinta-Feira Santa, 2 de abril, das 8h às 23h, na Rua Brilhante, nº 1408, entre as ruas Aporé e Iguassu, no bairro Amambaí, devido a evento religioso.
A interdição continuará nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2026.
A Agetran orienta os condutores a redobrarem a atenção e, sempre que possível, utilizarem rotas alternativas durante os horários das interdições.
#ParaTodosVerem: Imagem de uma via interditada pela Agetran.
✈️ Review: Sala VIP Club Norte em Brasília — confortável, prática e eficiente
Se você embarca pelo Aeroporto de Brasília, a Sala VIP Club Norte é uma das opções mais acessíveis e consistentes para quem busca conforto antes do voo — sem necessariamente esperar luxo extremo.
Localizada na área norte do Aeroporto Internacional de Brasília, essa sala cumpre bem o papel: oferecer um ambiente agradável, funcional e com bons serviços.
Mesmo em horários de maior movimento, ainda é possível encontrar um lugar confortável — o que já coloca essa sala acima da média em aeroportos brasileiros.
Aqui o nível é honesto — sem exageros, mas sem decepcionar.
👉 O que esperar:
Comidas simples, porém suficientes
Opções quentes e frias básicas
Snacks e pequenas refeições
💡 Destaque positivo:
Cafés bem preparados, acima do padrão de muitas salas nacionais
👉 Resumindo: não é uma experiência gastronômica, mas atende bem antes do voo.
Um dos pontos mais positivos da sala.
👉 Equipe:
Atendentes simpáticos
Atendimento ágil
Boa disposição para ajudar
Esse fator faz diferença na experiência geral — especialmente em momentos de maior fluxo.
A sala é bastante democrática quando o assunto é entrada.
👉 Programas aceitos:
LoungeKey
Priority Pass
DragonPass
👉 Cartões:
American Express (Bradesco TPC)
The Centurion Card
Ou seja: é uma sala bem acessível para quem utiliza cartões premium ou programas de acesso.
A Sala VIP Club Norte não tenta ser extravagante — e isso joga a favor dela.
👉 Entrega exatamente o que promete:
Conforto ✔️
Espaço ✔️
Atendimento ✔️
Café acima da média ✔️
👉 Pontos de atenção:
Comida apenas “ok”
Pode encher em horários de pico
⭐ 8/10
👉 Uma sala equilibrada, funcional e agradável, ideal para quem quer fugir do caos do aeroporto sem depender de luxo extremo.
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Desta quinta-feira até domingo (2 à 6 de abril), os Agentes de Patrulhamento Viário do Detran-MS estarão nas rodovias com o objetivo de executar ações de fiscalização e policiamento viário com foco na prevenção de acidentes, coibir a condução de veículos por pessoas embriagadas, fiscalizar conduta de risco como velocidade acima do permitido, ultrapassagens indevidas, verificar a documentação e condições de segurança dos veículos além dos equipamentos obrigatórios, além de coibir pessoas sem CNH que possam estar nas estradas.
Para que a viagem aconteça de forma segura e que não tenha nenhum tipo de problema, o Gerente de Fiscalização e Patrulhamento Viário do Detran-MS Ruben Ajala, lembra que a manutenção preventiva é sempre a melhor opção antes de pegar a estrada.
Rubens Ajala, gerente de Fiscalização e Patrulhamento Viário do Detran-MS
“É sempre bom pedir para fazer uma verificação nos itens de segurança do veículo como limpador de pára-brisas, luzes, tanto setas quanto faróis, verificar água e óleo do motor e os freios, além de verificar se os itens obrigatórios estão no veículo como estepe, macaco e triângulo.
Sempre recomendamos andar com os faróis acesos, mesmo durante o dia e, em caso de chuva, nunca parar no acostamento, diminuir a velocidade e procurar um local seguro para parar, como por exemplo, um posto de gasolina.”
Para quem for ficar ou viajar para Campo Grande, a Operação Lei Seca vai acontecer normalmente na cidade e o Projeto Amigos do Parque, que é o fechamento do Parque dos Poderes para práticas esportivas e lazer das famílias, acontece na sexta-feira, sábado e domingo das 7h às 19h.
Resultados de 2025
Na Operação Semana Santa de 2025 foram autuados 9.531 veículos por excesso de velocidade, na parte da manhã foram 3.002 autuações, na parte da tarde 3.631 excessos de veículos e a noite foram 2.054 autuações.
Também foi verificado que na quinta-feira (in[icio do feriado) e domingo (final do feriado) foram os dias que mais ocorreram excesso de velocidade nas rodovias, principalmente das 9h às 17h.
Além do excesso de velocidade, 39 pessoas foram flagradas embriagadas nas estradas, o que resultou em 12 prisões em flagrante.
Após quase um ano de trabalho articulado entre instituições públicas e sociedade civil, o GTI (Grupo de Trabalho Interinstitucional) FortaleSer, da Rede de Enfrentamento ao Racismo, apresentou como resultado das atividades o Instrumento Técnico da Rede de Enfrentamento ao Racismo e à Intolerância Religiosa. O material foi construído ao longo de 2025 com o objetivo de orientar, de forma prática, a atuação do Estado e dos municípios diante de situações de discriminação racial e religiosa.
O documento foi apresentado no painel que encerrou a programação dos 21 Dias de Ativismo pelo Enfrentamento à Intolerância Religiosa, realizado no dia 20 de março, na SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), marcando um momento simbólico de síntese e compromisso com o fortalecimento das políticas públicas na área.
Integrantes do GTI, Irinéia Cesário, Giselle dos Santos, Myla Meneses e Fabrício Dias, junto ao subsecretário de Políticas Públicas para Promoção da Igualdade Racial, Deividson Silva. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Instituído no primeiro semestre de 2025, o GTI é coordenado pela Subsecretaria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, vinculada à SEC, e tem como missão prevenir, enfrentar e erradicar todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata, promovendo a igualdade de direitos e oportunidades para todas as populações étnico-raciais.
A iniciativa reúne representantes de diversas secretarias estaduais, como Saúde (SES), Educação (SED) e Justiça e Segurança Pública (Sejusp), além do Ministério Público de Mato Grosso do Sul e de instituições de ensino superior, como a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Também integram a rede grupos e organizações que representam os movimentos negros no Estado, ampliando o diálogo e a construção coletiva das ações.
Apresentação foi realizada durante painel que encerrou a campanha 21 dias de Ativismo. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Guia para atuação integrada
Com 37 páginas, o instrumento técnico funciona como um guia prático para gestores públicos, profissionais da rede de proteção e representantes da sociedade civil. O documento apresenta diretrizes para organizar e fortalecer a Rede de Enfrentamento ao Racismo e à Intolerância Religiosa em Mato Grosso do Sul, com orientações que vão desde o acolhimento das vítimas até o encaminhamento e o monitoramento dos casos.
Entre os principais pontos, o material reúne a finalidade da rede, seus princípios e fundamentos legais, além de conceitos essenciais para a compreensão do racismo e da intolerância religiosa. Também detalha a estrutura de atuação integrada entre áreas como saúde, educação, assistência social, segurança pública e sistema de justiça.
O documento traz ainda orientações práticas para atuação nos territórios, fluxos de atendimento diante de denúncias e recomendações para que os municípios implementem ou aprimorem suas redes locais, respeitando as diferentes realidades.
Construção coletiva e atuação na ponta
Subsecretário ressaltou importância de documento na sistematização do trabalho em todas as frentes. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Durante a apresentação do guia, o subsecretário de Políticas Públicas para Promoção da Igualdade Racial, Deividson Silva, destacou o papel da Rede Fortalecer, formada por instituições governamentais e não governamentais, como um dos principais desdobramentos do programa “MS sem Racismo”.
“Nesse quase um ano de atuação, a rede chegou aos municípios, à ponta, enfrentando o racismo de forma concreta. Um dos grandes desafios era construir esse instrumento técnico, que é uma cartilha, um manual que orienta a sociedade sobre a política de combate ao racismo e à intolerância religiosa”, explicou.
Segundo ele, o material sistematiza a atuação das diferentes áreas, apresenta a classificação das formas de racismo, reúne dispositivos legais, tipos de violência e indica os canais de denúncia disponíveis para a população.
Avanços institucionais e mudança de cultura
Colaborador do GTI, o delegado da Polícia Civil, Fabrício Dias dos Santos, ressaltou que o trabalho em rede tem promovido mudanças importantes dentro das instituições, especialmente na área da segurança pública.
“Hoje já adequamos a linguagem: não falamos mais apenas em injúria racial, mas em racismo na modalidade injúria racial. Pode parecer pouco, mas isso tem um impacto muito grande na sociedade”, afirmou.
Ele também destacou a criação de protocolos de atendimento voltados à população negra, indígena e cigana, além da inclusão de uma disciplina específica sobre enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa na formação de novos policiais civis. “É uma mudança de postura institucional, que mostra que a Polícia Civil está voltando os olhos para essa questão”, completou.
Representando a SED (Secretaria de Estado de Educação) no GTI, a vice-presidente do Cedine (Conselho Estadual dos Direitos do Negro), Myla Meneses, enfatizou que a atuação em rede fortalece as ações dentro das escolas.
“Hoje já conseguimos diferenciar, inclusive nos sistemas de denúncia, que racismo não é bullying. São coisas distintas, e isso já está disciplinado. Também estamos construindo um protocolo antirracista para as escolas e uma campanha de identidade étnico-racial, para que os estudantes possam se reconhecer e, a partir disso, construir um ambiente com menos racismo e mais respeito”, afirmou.
Técnica da Subsecretaria, Irinéia resume que Programa MS sem Racismo reúne luta histórica. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
No âmbito municipal, a representante do Núcleo de Promoção da Igualdade Racial de Campo Grande, Giselle dos Santos, destacou que o desafio é ampliar o debate para além das datas simbólicas.
“Estamos trabalhando para que o racismo seja discutido no dia a dia, dentro das secretarias, com capacitação de servidores e ações contínuas. A participação na rede tem fortalecido esse processo e ajudado o município a avançar”, disse.
Política estruturada e olhar para os territórios
Encerrando a apresentação, a técnica da Subsecretaria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, Irineia Cesário, reforçou que o programa “MS sem Racismo” integra uma série de iniciativas estruturantes.
“Esse programa reúne uma luta histórica. E, junto com ele, temos o plano de ação antirracista, que vai efetivar essas políticas. Nosso desafio é ampliar esse olhar para diferentes populações, incluindo comunidades quilombolas, além da população urbana”, destacou.
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Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania Foto de capa: Matheus Carvalho/SEC
A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (1°) a segunda fase da Operação Exfil, deflagrada para apurar acessos ilegais de informações fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus parentes.
De acordo com a corporação, foram cumpridos um mandado de prisão e seis de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo. As medidas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
A primeira fase da operação foi realizada em fevereiro deste ano e teve como alvo funcionários públicos lotados na Receita e auditores do órgão.
Por determinação de Moraes, os servidores investigados cumprem diversas medidas cautelares, como monitoramento por tornozeleira eletrônica, afastamento do exercício de função pública, cancelamento de passaportes e a proibição de saída do país.