Abertura da Copa 2026 terá eventos simultâneos em três países

A Copa do Mundo de 2026 será o pontapé inicial para um novo padrão a ser adotado na competição que ocorre a cada quatro anos. É o que promete a Fifa, entidade máxima do esporte mais popular do planeta.

Além de ser considerada a Copa mais inclusiva da história, com a participação de 48 seleções nacionais, há outras curiosidades envolvendo a atual edição.

Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul, o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

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Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

A edição também inaugura outro marco: será disputada simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá, ampliando a dimensão territorial do torneio e a participação direta das torcidas em diferentes regiões.

Cerimônia de abertura

A Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles. 

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

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A abertura oficial seguirá essa lógica ampliada. Pela primeira vez, haverá três cerimônias de abertura, uma em cada país-sede, conectadas por um conceito comum que une futebol, música e identidade cultural.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla, de acordo com a Fifa. 

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

Rodada de 32

Com um número maior de seleções participantes (48 em vez de 32), a Copa de 2026 se torna a mais inclusiva de todas as Copas do Mundo. Serão 104 partidas, o maior número da história, distribuídas em 12 grupos com quatro equipes cada.

Avançam ao mata‑mata os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados, formando uma fase eliminatória com 32 times. Até o nome desta segunda etapa é uma novidade. Em vez de oitavas, será chamada de “Round of 32” (Rodada de 32).

Com isso, para ser campeã, a seleção vencedora terá de disputar oito jogos – um a mais do que no formato anterior.

Caravana do Cuidar leva serviços gratuitos ao bairro da Penha durante a Semana do Meio Ambiente

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc), realiza, nesta quarta-feira (10), das 8h às 12h, mais uma edição da Caravana do Cuidar. Dessa vez, a ação acontecerá na Avenida Nossa Senhora da Penha, nº 407, no bairro da Penha, integrando a programação da Semana do Meio Ambiente 2026.

A iniciativa tem como objetivo aproximar os serviços públicos da população, garantindo acesso facilitado a atendimentos essenciais nas áreas de assistência social, saúde, cidadania, empreendedorismo e defesa de direitos. Nesta edição, a ação também reforça a conscientização sobre a preservação do Rio do Cabelo e das falésias da Penha, importantes patrimônios ambientais da Capital.

Dentre os serviços que serão oferecidos gratuitamente, estão os atendimentos do Centro de Referência de Assistência Social (Cras); atualização do cadastro do Bolsa Família; emissão do Cartão SUS; orientações sobre defesa do consumidor do Procon-JP; atendimentos jurídicos por meio da Defensoria Pública; e ações da Junta de Serviço Militar.

A Caravana do Cuidar também contará com o programa de empreendedorismo ‘Eu Posso’; Acessuas Trabalho, com encaminhamentos para o mercado de trabalho; Ouvidoria; além da Feira Cultural e o atendimento veterinário, em parceria com o projeto ‘Pingo de Amor’.

A ação inclui ainda serviços como o programa Criança Feliz, atendimentos odontológicos por meio do Odontomóvel, ações de embelezamento, ampliando o cuidado com a população em diversas áreas. Dos serviços de saúde, a população terá à disposição atendimento médico, com encaminhamento para exames, vacinação, verificação de pressão arterial e testes rápidos de glicemia e ISTs.

A Caravana do Cuidar segue percorrendo os bairros da Capital semanalmente, fortalecendo o compromisso da gestão municipal em aproximar os serviços públicos das comunidades e garantir cidadania de forma ágil, humanizada e acessível.

Sanesul investe mais R$ 27,1 milhões para ampliar sistema de esgoto – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Estação de Tratamento de Esgoto no município de Dourados, em foto de arquivo.

A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) investirá mais R$ 27,17 milhões na ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Dourados, reforçando o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul com a expansão da infraestrutura de saneamento e a melhoria da qualidade de vida da população. A ordem de serviço para execução das obras foi assinada pelo diretor-presidente da empresa, Renato Marcílio, e prevê obras em diferentes regiões do município, com prazo de execução de 24 meses.

O contrato inclui a implantação de rede coletora de esgoto e ligações domiciliares nos bairros Exposição e Monte Carlo, além da construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB Exposição), dos interceptores Laranja Doce e Paragem, bem como a ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE Ipê). Os recursos são próprios da Sanesul.

Segundo Renato Marcílio, os investimentos reforçam o planejamento estratégico da empresa para ampliar o acesso ao saneamento básico, contribuindo diretamente para a saúde pública, a preservação ambiental e o desenvolvimento dos municípios.

“Cada nova obra de esgotamento sanitário representa mais qualidade de vida para a população, valorização urbana e proteção dos recursos naturais. Estamos ampliando a infraestrutura de saneamento de forma planejada e sustentável, levando benefícios permanentes para as cidades atendidas pela Sanesul”, destaca o dirigente.

A ampliação do sistema de esgotamento sanitário em Dourados faz parte da política de investimentos adotada pelo Governo do Estado, que tem como meta antecipar o cumprimento da universalização do esgoto estabelecida pelo Novo Marco Legal do Saneamento, cuja previsão nacional é 2033.

Atualmente, a cobertura de esgotamento sanitário nos municípios atendidos pela Sanesul já alcança cerca de 76%, índice considerado um dos mais elevados do país entre companhias estaduais de saneamento. A sanesul opera em 68 municípios sul-mato-grossenses e mantém um amplo programa de investimentos para ampliar a coleta e o tratamento de esgoto.

Renato Marcílio ressalta que o avanço da cobertura sanitária gera impactos positivos que vão além da infraestrutura. “O saneamento é um dos principais instrumentos de promoção da saúde, redução de doenças e preservação ambiental. Por isso, seguimos investindo de forma contínua para que Mato Grosso do Sul alcance a universalização antes do prazo previsto, beneficiando milhares de famílias em todas as regiões do Estado”, afirma.

Com a nova obra, Dourados recebe mais um importante aporte voltado à modernização do sistema de saneamento, fortalecendo a capacidade de coleta e tratamento de esgoto e contribuindo para o crescimento sustentável da segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul.

Comunicação Sanesul
Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo

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Partidos fluminenses têm até o dia 30 para entregar contas de 2025

Por MRNews

Os partidos políticos do estado do Rio de Janeiro têm até o dia 30 deste mês para entregar à Justiça Eleitoral as prestações de contas referentes ao exercício financeiro de 2025. Elas devem ser apresentadas pelos diretórios estaduais e municipais.

A determinação é do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e obrigatória a todas as legendas que estiveram ativas durante algum período do ano passado, mesmo que não tenham arrecadado recursos ou realizado gastos no período.

Os partidos devem apresentar as prestações de contas por meio do Sistema de Prestação de Contas Anual (SPCA), disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), identificando a origem dos valores recebidos, detalhando as despesas feitas e comprovação dos recursos públicos aplicados.

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“A autuação no processo judicial eletrônico será feita automaticamente pela plataforma, conforme estabelece a resolução, que trata das finanças e da contabilidade dos partidos políticos”, informa o TRE.

De acordo com a assessora de Contas Eleitorais e Partidárias do TRE-RJ, Lia Furtado, as legendas partidárias que não prestarem contas no prazo ou tiverem suas contas julgadas como não prestadas estão sujeitas a penalidades.

As sanções aplicáveis aos partidos são:

  • perda do direito ao recebimento da cota do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC);
  • suspensão do registro ou da anotação do órgão partidário;
  • devolução integral de todos os recursos provenientes do Fundo Partidário e do FEFC que lhe forem entregues, distribuídos ou repassados.

Prestações de contas

No site do TRE-RJ estão disponíveis materiais de orientação sobre as prestações de contas anuais, tais como os sistemas utilizados e documentos exigidos para entrega.

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Edital destina R$ 4 milhões à adaptação climática comunitária

Agricultores de MS geram renda e perdem o medo da tecnologia com apoio da Fundect – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Durante muito tempo, a hidroponia parecia distante da realidade de pequenos produtores rurais de Naviraí. Para muitos agricultores familiares, o sistema era visto como caro, complicado e difícil de operar.

Esse cenário, descrito pelo professor Daniel Zimmermann Mesquita, começou a mudar quando o projeto dele, apoiado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia), levou tecnologia, capacitação e acompanhamento técnico diretamente às propriedades rurais.

Agora, agricultores que antes tinham receio de investir em sistemas hidropônicos – cultivo em que as plantas crescem sem solo, recebendo água e nutrientes diretamente – já ampliam as próprias estruturas com recursos próprios, após aprenderem a produzir hortaliças de forma automatizada, com menos esforço físico e maior produtividade.

O trabalho faz parte do projeto “Hidroponia para Todos”, coordenado pelo professor Daniel, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS), com recursos do edital de Extensão Tecnológica da Fundect voltado a agricultores familiares, povos originários e comunidades tradicionais, realizado em parceria com a Secretaria-Executiva de Agricultura Familiar, de Povos Originários e Comunidades Tradicionais (Seaf).

Segundo o pesquisador, um dos principais desafios era justamente quebrar a resistência inicial à tecnologia. “Muitos tinham medo, conheciam o sistema de hidroponia, mas achavam que era muito caro, tinham medo de adotar a tecnologia e não saber mexer”, relata.

Menos enxada

A hidroponia implantada pelo projeto utiliza o sistema NFT, da sigla em inglês “Nutrient Film Technique”, método em que as plantas crescem em tubos por onde circula constantemente uma solução com água e nutrientes. Segundo o professor, o sistema funciona quase como uma horta automatizada: bombas e temporizadores controlam a circulação da água e o agricultor monitora apenas indicadores simples, como pH e nutrientes. 

“Na prática, isso muda completamente a rotina de trabalho no campo. Na hidroponia, você praticamente não tem esforço físico nenhum. Não tem incidência de plantas daninhas, não precisa ficar com enxada arrancando mato. As bancadas ficam na altura das mãos das pessoas, então é um sistema muito ergonômico”, explica Daniel.

O pesquisador destaca ainda que a ausência de contato com o solo reduz doenças nas plantas e melhora a qualidade das hortaliças. 

O projeto

Foram selecionadas quatro propriedades familiares da região de Naviraí, sendo duas no Distrito Verde e duas no assentamento Juncal. Cada família recebeu três bancadas hidropônicas completas, além de equipamentos, insumos e capacitação prática.

O conjunto entregue possui capacidade de produção para 600 plantas por ciclo produtivo. Segundo o pesquisador, o cultivo de alface, principal produto comercializado pelos agricultores, já vem gerando retorno financeiro importante para as famílias.

“Eles estão produzindo bem, tiveram capacitação, aprenderam a manejar o sistema e estão vendendo. Alguns já comercializam em feiras, supermercados e programas de alimentação escolar”, relata.

De acordo com Daniel, os resultados mais importantes apareceram justamente após o encerramento do projeto. “Eles pegaram gosto, aprenderam a tecnologia, viram que é muito mais simples e seguro produzir e agora estão reinvestindo para aumentar o sistema produtivo”, destaca.

O professor explica que os próprios produtores começaram a ampliar as estruturas. “Cada um recebeu três bancadas, mas já tem agricultor que está com seis bancadas, outros com quatro. Isso mostra que realmente foi um trabalho muito satisfatório”, afirma.

Papel da Fundect

Para o pesquisador, o apoio da Fundect foi essencial para transformar a proposta em realidade. O edital financiou equipamentos, materiais, implantação dos sistemas e as ações de capacitação junto às famílias atendidas.

O diretor-presidente da Fundect, professor Cristiano Carvalho, destaca que o projeto representa o impacto social que a ciência pode gerar quando chega diretamente às pessoas.

“O projeto Hidroponia para Todos mostra como a ciência e a tecnologia podem transformar a realidade de famílias produtoras. O mais importante não é apenas a instalação das estruturas com recursos da Fundect, mas a autonomia construída ao longo do projeto. Quando o agricultor perde o medo da tecnologia, aprende a utilizar o sistema e passa a investir por conta própria, nós vemos a inovação cumprindo seu papel social. Esse é o tipo de iniciativa que o Governo do Estado, por meio da Semadesc e da Fundect, busca apoiar”, afirma Cristiano.

Esta é mais uma reportagem da série “Fundect: MS ama Ciência”. Ao longo das publicações, serão divulgadas informações sobre os relatórios técnicos dos projetos financiados pela Fundação, acompanhadas de entrevistas com os pesquisadores responsáveis, destacando como o investimento público em ciência tem contribuído para o desenvolvimento científico e tecnológico de Mato Grosso do Sul.

 

Comunicação, Fundect
Fotos: Arquivo Pessoal do Pesquisador 

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Gerentes do Itaú Personnalité recebem orientação sobre quem deve receber World Legend

Por MRNews

Lançamento acontece de forma gradual e clientes ainda não podem solicitar o cartão livremente

O lançamento do novo Itaú Personnalité World Legend Mastercard segue avançando dentro da instituição financeira. Após a apresentação oficial do cartão ao mercado na última semana, os gerentes do segmento Personnalité receberam um comunicado interno detalhando como será a estratégia inicial de distribuição do produto.

A novidade chega para reforçar a atuação do Itaú no segmento de alta renda e deve ocupar uma posição de destaque entre os cartões mais exclusivos da instituição.

Comunicação interna esclarece posicionamento do cartão

Segundo informações compartilhadas internamente pelo banco, o World Legend foi desenvolvido para atender clientes com relacionamento diferenciado e perfil alinhado à proposta do produto.

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Em um trecho do comunicado enviado aos gerentes, o Itaú destaca que o novo cartão busca fortalecer o vínculo com clientes que possuem necessidades mais sofisticadas e expectativas elevadas em relação aos serviços financeiros.

O texto também reforça que o lançamento faz parte da estratégia de evolução da oferta de cartões para o público de alta renda.

Além disso, o banco ressalta que o The One Mastercard Black continua sendo uma opção relevante dentro do portfólio do segmento Personnalité, especialmente para clientes classificados em determinados níveis de relacionamento.

Primeira fase será limitada a clientes convidados

De acordo com o comunicado, a distribuição do World Legend ocorrerá inicialmente por meio de convites direcionados a um grupo seleto de correntistas.

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Entre as orientações repassadas aos gerentes estão:

  • Convites destinados a clientes com forte relacionamento com o banco;
  • Prioridade para clientes com alta concentração de investimentos e gastos;
  • Expansão gradual da oferta ao longo das próximas etapas do projeto;
  • Treinamento específico para os profissionais responsáveis pela abordagem.

O Itaú também orientou que os gerentes não realizem ofertas ativas do cartão neste momento.

Caso algum cliente manifeste interesse, a recomendação é informar que o lançamento está ocorrendo de forma gradual e que a elegibilidade será definida pelo próprio banco.

Critérios de seleção ainda não foram divulgados

Embora a instituição não tenha apresentado oficialmente os requisitos para obtenção do cartão, especialistas do setor acreditam que fatores como patrimônio investido, volume de gastos, utilização de produtos financeiros e tempo de relacionamento com o banco deverão influenciar na escolha dos primeiros clientes convidados.

Essa estratégia é comum em lançamentos de cartões voltados para o público de altíssima renda, permitindo que a instituição acompanhe a aceitação do produto antes de ampliar sua distribuição.

Cartão desperta expectativa entre clientes de alta renda

Desde o anúncio do World Legend, o novo produto tem gerado interesse entre clientes do segmento Personnalité. A expectativa é que o cartão ofereça uma combinação de benefícios premium, acúmulo elevado de pontos e acesso a experiências exclusivas da bandeira Mastercard.

A chegada do World Legend também amplia a competição entre os bancos que disputam clientes de alta renda no mercado brasileiro, um segmento que vem recebendo cada vez mais investimentos e produtos exclusivos.

Lançamento deve ganhar escala nos próximos meses

A estratégia adotada pelo Itaú indica que o World Legend seguirá um processo gradual de expansão. Inicialmente restrito a um grupo reduzido de clientes, o cartão poderá alcançar um público maior conforme o banco avance nas próximas etapas do lançamento.

Por enquanto, a principal orientação para os interessados é aguardar novas comunicações da instituição, já que o acesso ao produto continua sendo realizado exclusivamente por convite.

Tags: Itaú Personnalité, World Legend Mastercard, cartão de crédito, alta renda, Itaú, Mastercard World Legend, The One, investimentos, pontos por dólar, cartões premium, mercado financeiro, MRNews.

Agência Minas Gerais | Previsão do tempo para Minas Gerais nesta terça-feira, 9 de junho

A terça-feira (9/5) deve ser mais um dia de manhã fria em todas as regiões de Minas Gerais, com índices críticos de umidade, abaixo de 30%, no Centro-Sul e no Oeste do estado. A previsão é de céu claro, com possibilidade de geada ao amanhecer no Sul e no Sudoeste, céu claro a parcialmente nublado no Norte, nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce, e na Zona da Mata. Nas demais regiões, céu claro. 

A temperatura mínima prevista para Minas ao longo do dia é 3° C e a máxima de 31° C.

Clique aqui para conferir a previsão completa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Mato Grosso do Sul tem a menor área desmatada do Brasil nos últimos 7 anos – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul tem a menor área de desmatamento sem licença ambiental nos últimos sete anos, entre todas as unidades da federação. Os dados estão no Relatório Anual de Desmatamento 2026 do MapBiomas, uma rede colaborativa que reúne organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia que analisam dados sobre os biomas e temas transversais.

Entre 2019 e 2025 foi suprimida uma área de 368.931 hectares de vegetação nativa no Estado, sendo que desse total, 277.357 hectares estavam legalmente autorizados, conforme dados cruzados pelos pesquisadores do MapBiomas com as licenças ambientais emitidas pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). Essa área representa 75,2% do total desmatado, o maior percentual do País.

O Estado tem aumentado significativamente o controle e combatido o desmatamento ilegal ao longo dos anos, conforme demonstram os dados do MapBiomas. Em 2019 a área suprimida com autorização ambiental representava apenas 31,6% da área total desmatada e no ano passado, passou a representar 94,3% desse universo. É o maior percentual do País.

O bioma Pantanal, com mais de 84% de sua cobertura vegetal nativa preservada, foi também o que apresentou o segundo menor número de alertas de desmatamento entre todos os biomas brasileiros no ano passado (163) e registrou apenas 12.260 hectares suprimidas. Desse total, 10.042 hectares tiveram licença ambiental emitida, conforme o MapBiomas.

“Não há um fator sozinho que explique esse resultado”, ponderou o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette. “Primeiro, a Lei do Pantanal trouxe mais segurança jurídica, mais clareza com relação a alguns aspectos e também reduziu a possibilidade de conversão de novas áreas. A gente tem na lei um conjunto de novas vedações que protegem ambientes específicos do Pantanal. Segundo, a incorporação dos corredores ecológicos na legislação, que passam a ser protegidos e limitam a conversão nessas áreas importantes de integração ecológica”, afirmou.

Lei do Pantanal

Falcette: consolidação da mentalidade conservacionista

Mato Grosso do Sul detém dois terços da área total do Pantanal. O Governo do Estado tem ampliado as ações de controle sobre o território para garantir a preservação da vegetação nativa e sustentabilidade às atividades econômicas desenvolvidas na região. A Lei do Pantanal, em vigor desde fevereiro de 2024, alterou significativamente as normas de conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável em toda área de uso restrito do Pantanal (AUR-Pantanal).

A lei inovou ao definir como áreas de proteção permanente (APP) os landis, as salinas, as veredas e os meandros abandonados (espécies de ilhas por onde passavam rios e que, com a mudança de curso, ficaram cercadas por água). Capões e cordilheiras também receberam proteção especial da área coberta com vegetação arbórea-arbustiva.

A lei veda o cultivo de soja, cana-de-açúcar, eucalipto e quaisquer outras culturas exóticas ao meio, excetuando apenas àquelas áreas em que já está consolidado o plantio, que não poderão ser ampliadas nem rotacionado e dependerá de licenciamento ambiental para o replantio. É permitido, entretanto, a atividade da pecuária extensiva nessas áreas, desde que não provoquem nenhum tipo de degradação ambiental. Também estão fora da proibição o cultivo de gêneros alimentícios por agricultores familiares e de culturas não destinadas ao comércio, como forrageiras para o gado.

Serviços Ambientais

Além de ampliar os ambientes protegidos, o Governo do Estado criou o Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) que se traduz num mecanismo eficiente de preservação. Um dos meios do produtor rural receber recursos do Programa é abrir mão das licenças de supressão vegetal legalmente emitidas pelo órgão ambiental. Também pode se comprometer a não desmatar determinada área a qual teria direito legal de fazê-lo, sendo remunerado por isso.

No primeiro edital, o PSA Conservação e Valorização da Biodiversidade contemplou 40 produtores rurais com o valor total de R$ 2.961.274,95 que se comprometeram a preservar 112.098,79 hectares de área de excedente de vegetação nativa em suas propriedades. O segundo edital está em andamento. Todas as 23 inscrições foram deferidas e agora as propriedades estão sendo avaliadas pela equipe técnica da Semadesc, sendo previsto a divulgação do resultado final em meados de julho.

O secretário Artur Falcette cita, ainda, outra razão para redução do desmatamento ilegal no Pantanal: a consolidação da mentalidade do produtor rural de produzir e preservar. “Por séculos, o homem pantaneiro está acostumado a conviver com o Pantanal de forma harmoniosa”, ponderou.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo

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Caminhos da Reportagem aborda Pink money e o valor da diversidade

Por MRNews

O termo pink money ou dinheiro rosa, em tradução livre, ganhou força nos Estados Unidos na década de 1980 e se refere ao poder de consumo da população LGBTQIAPN+.

De acordo com a consultoria Out Now, esse consumo pode chegar a R$ 420 bilhões por ano no Brasil. Ricardo Sales, presidente do Instituto Mais Diversidade, explica que, historicamente, esse mercado era associado a nichos específicos de consumo:

“Nos anos 80 e 90, a gente associava a noção de pink money muito à viagem, lazer, entretenimento e muitas vezes o fazia isso de uma forma até bastante estereotipada.” 

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Nos anos 1990, o mercado brasileiro esteve muito ligado aos espaços considerados seguros para a comunidade, com bares e casas noturnas. Com isso, a noite paulistana moldou a carreira de figuras icônicas como a drag queen e apresentadora Silvetty Montilla. 

“Quando eu comecei, eu falei: ‘eu não quero ser artista de um lugar só’. […] Quando eu vi que o dinheiro estava entrando, aí eu decidi ficar só na noite”, explica.

A partir dos anos 2000, o mercado voltado para pessoas LGBT+ começou a crescer no país. “Foi quando a gente sentiu, por exemplo, que a Parada de São Paulo teve um grande crescimento. Por quê? As pessoas estavam mais tranquilas em ficar fora do armário”, afirma Clovis Casemiro, gerente de membros da Associação Mundial de Turismo LGBT+ (IGLTA).

Dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostram que, em 2025, o evento movimentou cerca de R$ 550 milhões na economia paulistana. Contudo, a dificuldade para captar patrocínios ainda é uma questão:

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“As empresas aqui no Brasil investem pouco em relação ao que elas investem em outros eventos”, enfatiza Nelson Matias Pereira, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).

Pink washing

Muitas empresas lucram com os símbolos LGBT+, especialmente em junho, Mês do Orgulho, mas sem promover direitos para essa comunidade. Tal conceito é conhecido como pink washing.

Para combater essa prática, o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ reúne empresas que assinaram a carta Dez Compromissos da Empresa com a Promoção dos Direitos LGBTI+.

O Grupo Heineken é uma delas. A multinacional investe no empoderamento de funcionários LGBT+ e na formação de bares parceiros para o mundo dos negócios:

“A gente apadrinhou esses bares que eram de proprietários LGBT para que a gente fizesse essa jornada, uma trilha de desenvolvimento mesmo, para que esse dinheiro volte e prospere para a comunidade de maneira saudável e segura”, explica Vetusa Pereira, gerente de diversidade, equidade e inclusão do Grupo Heineken.

Outros eventos têm chamado a atenção do público LGBT+, como o Todo Mundo no Rio, que arrastou milhões de pessoas para a praia de Copacabana com os shows de Madonna (2024), Lady Gaga (2025) e Shakira (2026).

A drag queen Silvetty Montilla apresenta o show Segunda Dose com Montilla, em uma casa noturna de São Paulo – Frame TV Brasil

De acordo com a Prefeitura do Rio, o evento movimentou cerca de R$ 800 milhões na economia carioca, um retorno financeiro quarenta vezes maior que o investimento no show: “90% do público que frequenta a loja nessas datas são LGBT”, diz Siluana Bezerra, dona de uma loja no Saara, coração do comércio popular carioca, que vende roupas e acessórios para fãs de divas pop.

A rede hoteleira também tem faturado: “A gente acabou de passar por uma expansão que fez com que a gente dobrasse a capacidade até para conseguir pegar mais esse público agora nesse momento”, explica Pedro Barroso, general manager de um hostel que fica a quatro quadras da praia de Copacabana.

Apesar dos avanços, o preconceito ainda traz grandes prejuízos para a economia brasileira. De acordo com um estudo do Banco Mundial, o país perde anualmente mais de R$ 94 bilhões com a exclusão de pessoas LGBT+ do mercado de trabalho.

População trans

A população trans é ainda mais afetada pelo desemprego. Em 2023, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, apenas 25% tinham emprego formal, com salários 32% menores que a média nacional. 

A assessora parlamentar Andréa Brazil teve dificuldades para permanecer no mercado de trabalho formal. “Eu fui operadora de telemarketing por mais de três anos na minha vida. Eu tomava bronca por causa da minha voz”, explica.

Ter seu próprio negócio foi a forma que Andréa encontrou para ter mais dignidade. Ela abriu um salão de beleza e, logo após, conseguiu realizar o sonho de ser estilista:

“Eu comecei a pensar nos looks que tivessem as bandeiras para que as pessoas se sentissem vestindo, abraçando a causa.”

O empreendimento da Andréa cresceu e se tornou um projeto social, o Capacitrans, que capacita a população LGBT+, especialmente pessoas trans e travestis, em ofícios como maquiagem, corte de cabelo e design de roupas. 

O jornalista Francisco Borges, pai solo de seis filhos adotivos, vê essa transformação de perto. Para ele, a sociedade está mais atenta à maneira como empresas e demais instituições trabalham com as pautas do universo LGBT+.

“Quando eu vou colocar um filho na escola, eu não quero só saber se eles têm Dia da Família, porque isso é o mínimo. Eu quero entender como eles se colocam frente aos personagens históricos, de livros infantis, por exemplo, que tipo de histórias, que tipo de autores eles têm ali?”, explica.

O episódio Pink Money: o Valor da Diversidade, do Caminhos da Reportagem, vai ao ar às 23h desta segunda-feira (8), na TV Brasil.

>> Clique aqui e saiba como sintonizar a TV Brasil

Ficha técnica

Produção e reportagem: Thiago Padovan
Apoio à produção: Lucas Cruz
Apoio operacional à produção: Acácio Barros
Reportagem cinematográfica: JM Barboza e Marcelo Padovan
Apoio à reportagem cinematográfica: Denis Vianna, Eduardo Guimarães e Rodolpho Rodrigues
Auxílio técnico: Rafael Carvalho e Caio Araujo
Apoio à imagem: Yuri Ledesma
Edição de texto: Márcio Garoni
Edição e finalização de imagem: Rodrigo Botosso
Assessoria: Maura Martins
Arte: André Maciel, Aleixo Leite e Carol Ramos

CRONOGRAMA DE LIMPEZA DOS RESERVATÓRIOS – Prefeitura Estância Turística Guaratinguetá

A SAEG, Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá, segue com o cronograma de limpeza e desinfecção dos reservatórios da cidade.

 

Nesta terça-feira, dia 09 de junho, será realizada a lavagem do reservatório dos Pilões.

 

Durante a execução dos serviços, o abastecimento poderá apresentar baixa pressão ou interrupções temporárias nas localidades atendidas.

 

A ação faz parte do trabalho contínuo de manutenção preventiva, garantindo mais qualidade e segurança no abastecimento de água para a população.

 

Para mais informações, entre em contato pelo 156 ou pelo aplicativo 156 SAEG.