Agência Minas Gerais | Interessados em prestar o concurso público da FJP têm até esta sexta-feira (5/6) para se inscrever no Enem 2026

Válida como primeira etapa do concurso público para a carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG), a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 é condição obrigatória para a participação no certame anual da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (Seplag MG) e da Fundação João Pinheiro (FJP). Por isso, os interessados devem ficar atentos: termina nesta sexta-feira (5/6), o prazo de inscrições para o Enem 2026 e o procedimento deve ser realizado no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Após a publicação do edital do Concurso público Seplag/FJP, prevista para ocorrer ainda no primeiro semestre, os interessados deverão observar o prazo para a efetivação da inscrição para o certame, que acontece de forma separada e independente da inscrição para o Enem. 

Depois da realização das provas do Enem, os candidatos classificados são convocados para a segunda etapa do concurso público Seplag/FJP para habilitação documental e aqueles aprovados dentro do limite de vagas ingressam no curso de graduação em Administração Pública, que é a terceira etapa do certame.

Ao concluir a graduação, que tem duração de quatro anos, os novos administradores públicos são nomeados para o cargo de EPPGG para atuação em um dos órgãos do poder Executivo mineiro.

Todas as atualizações e publicações oficiais sobre as próximas etapas do processo seletivo devem ser acompanhadas pelos canais oficiais da Fundação João Pinheiro.

SAS promove inclusão digital para fortalecer autonomia da população idosa – CGNotícias

Com a tecnologia cada vez mais presente no dia a dia, muitos idosos ainda enfrentam dificuldades para utilizar celulares, aplicativos e computadores. Para ajudar esse público a ganhar mais autonomia e segurança no ambiente digital, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SAS), por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e dos Centros de Convivência do Idoso (CCI’s), oferece oficinas gratuitas de inclusão e letramento digital em Campo Grande.

As atividades atendem uma demanda dos próprios usuários e abordam desde funções básicas dos aparelhos até o uso de aplicativos, redes sociais e ferramentas de localização, além de orientações para prevenir golpes virtuais.

No CCI Piratininga, a ação é realizada em parceria com a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), por meio do projeto Universidade da Maturidade. Segundo a coordenadora da unidade, Rosenir Aparecida da Silva, a iniciativa surgiu a partir do interesse dos idosos em aprender a utilizar melhor os recursos tecnológicos.

“Aproveitamos a oportunidade com a UEMS para que os idosos tenham conhecimentos e habilidades para usar mais o celular com autonomia e segurança”, afirma.

A usuária Joana de Souza conta que as aulas ajudaram a esclarecer dúvidas sobre o uso do celular. “Eu não sabia usar todas as funcionalidades do WhatsApp e entendi tudo. Só não ensinaram a mexer em aplicativos de compras para evitar prejuízos para a gente”, brinca.

No CRAS Canguru, a coordenadora Marcia da Silva destaca que a inclusão digital é uma ferramenta importante para a independência dos idosos.

“Hoje em dia é importante aprender a utilizar essas ferramentas e aplicativos porque vivemos em um mundo tecnológico e nem sempre os idosos têm alguém próximo para auxiliar”, explica.

Além do aprendizado, as oficinas fortalecem a convivência entre os participantes. A usuária Ana Borges, que já possui mais familiaridade com a tecnologia, utiliza o Google e ferramentas de Inteligência Artificial para pesquisas e também auxilia os colegas durante as atividades.

“Para mim é importante participar dessas atividades em grupo porque também posso ajudar meus colegas”, diz.

No CCI Vovó Ziza, o curso de inclusão digital foi desenvolvido pelo professor Henrique Aragão com o objetivo de tornar a tecnologia mais acessível aos idosos.

“Sentimos a necessidade real de acolher e capacitar esse público, reduzindo o isolamento social e promovendo a autonomia”, destaca.

As aulas incluem temas como comunicação segura, uso de redes sociais e aplicativos de música, ampliando o acesso dos idosos à informação, ao entretenimento e ao convívio social.

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dinossauros revelam história da Terra às crianças

Por MRNews

Um dente de tiranossauro rex, um carvão de 350 milhões de anos e um ovo de dinossauro.

Fascinantes até para os adultos, os fósseis foram levados até as crianças pelo paleontólogo Luiz Eduardo Anelli, durante a atividade História do Planeta Terra, promovida pelas editoras Moderna e Salamandra, no evento literário A Feira do Livro 2026, no Pacaembu, em São Paulo.

Professor do Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo (USP) há 30 anos, Anelli escreve livros infantojuvenis sobre o mundo pré-histórico, em especial dinossauros do Brasil.

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“As crianças querem saber, as crianças querem conhecer, e não existia um livro sobre a pré-história profunda do Brasil, você acredita?”, disse Anelli, em entrevista à Agência Brasil.

O professor disse que começou a dar aulas sobre fósseis de animais marinhos – ainda mais antigos do que os dinossauros – no início de sua carreira na unversidade. “Dez anos depois, eu não queria saber de mais nada, além de dinossauros”, disse, revelando o encanto que tem pelo assunto.

“Nesses últimos 20 anos, escrevi mais de 30 livros sobre a história do mundo e dos dinossauros, e hoje existe uma demanda gigantesca sobre esse conhecimento, não só como entretenimento, mas como conhecimento escolar e para vestibular. ”

O professor, que é referência nacional na divulgação científica voltada ao público infantojuvenil, destacou uma de suas obras, o Almanaque da Terra e da Vida, onde os conceitos sobre seres vivos, fósseis, rochas e continentes foram ilustrados e tiveram linguagem adaptada para as crianças.

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Além disso, com o título O Brasil dos Dinossauros, o autor ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro infantojuvenil em 2018.

Por que a ciência importa?

Anelli explicou que os dinossauros ajudam a conhecer a história do nosso planeta. “Nós vivemos numa era que veio depois da era dos dinossauros, da qual herdamos tudo semeado e plantado lá. Você quer conhecer o mundo em que vive? Então precisa conhecer o mundo dos dinossauros.”

“Desde quando temos a América do Sul? Desde quando temos as plantas com flores? Desde quando temos os mamíferos? Nós, em geral, não sabemos, né? Essas três coisas nasceram no tempo dos dinossauros.”

Segundo o pesquisador, os dinossauros viveram em um momento muito especial no mundo. Eles surgiram há mais de 230 milhões de anos e foram extintos há 66 milhões de anos, habitando o planeta por um período de aproximadamente 170 milhões de anos.

“Não existe um intervalo na história de 4,54 bilhões de anos da Terra que seja tão maravilhoso como esse. A nossa geografia nasceu nessa época. Os dinossauros nasceram quando tinha um supercontinente e dois oceanos. Quando eles morrem, na extinção, o planeta tem seis continentes e cinco oceanos”, lembrou Anelli.

O mundo passou por transformações intensas na era dos dinossauros. “E nós vivemos nessa nova era, logo depois da era dos dinossauros. Como se chama a era em que vivemos? Qual período geológico vivemos? A gente não sabe. Nós não sabemos cuidar do mundo, porque a gente não conhece a história dele, a gente não sabe como ele funciona”, apontou o professor.

Anelli destacou a necessidade da divulgação científica, especialmente para crianças e jovens, além da valorização das pesquisas nas universidades.

“Precisamos aproximar as crianças da ciência, ainda mais neste momento em que estamos nessas trevas negacionistas. Se as pessoas não conhecem o mundo científico, elas não sabem que voam de avião e que tomam remédio porque existe pesquisa nas universidades, porque a ciência existe”, destacou.

Ministro destaca ações contra El Niño e avanços ambientais

Por MRNews

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou, nesta sexta-feira (5), que o governo federal voltou a tratar o meio ambiente como indutor do desenvolvimento e não como obstáculo. O ministro fez um pronunciamento, em rede nacional, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de maio.

Além dos avanços, o ministro falou ainda, sobre os desafios que o país tem pela frente, como a previsão de um novo El Niño para este ano, que eleva o risco de queimadas e as respostas já adotadas diante desse cenário.

“Neste ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio bilhão de reais os corpos de Bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais”, destacou Capobianco.

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Em sua fala, ele enumerou ações realizadas nos últimos três anos e  defendeu que o governo está mostrando que é possível crescer, gerar emprego e renda sem deixar de proteger florestas, águas e biodiversidade brasileiras.

Capobianco destacou a redução do desmatamento em diferentes biomas, como na Amazônia, onde caiu pela metade nos últimos três anos. No Cerrado, a redução foi de 32%, e no Pantanal, 65%. Além disso, ele ressaltou que as áreas protegidas foram ampliadas com a criação de mais de dez novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e de territórios quilombolas.

“Somadas, elas equivalem em torno de 5 milhões de campos de futebol, desses em que veremos nossa seleção jogar durante a Copa do Mundo que se aproxima. Ao proteger nossos biomas, salvamos a biodiversidade e evitamos lançar na atmosfera milhões de toneladas de gases de efeito estufa”.

De acordo com o ministro do Meio Ambiente, o país voltou a liderar a transição energética, a partir da substituição de combustíveis fósseis por opções mais limpas, como os biocombustíveis e a eletricidade. Durante o pronunciamento, Capobianco disse que o governo criou estímulos para a renovação das frotas privadas e de transporte público.

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“Esses resultados são fruto de um amplo trabalho de cooperação entre o governo do Brasil, os estados e municípios e a sociedade civil. Eles só foram possíveis porque voltamos a investir em ciência, em monitoramento, e a fortalecer instituições importantíssimas, como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que foram alvo de tentativas de desmonte em anos anteriores”, mencionou.

Capobianco citou também a retomada da cooperação internacional, com a volta do Fundo Amazônia, com nove países financiadores. Segundo ele, são ações que viabilizaram um volume recorde de R$ 204 bilhões em recursos públicos e privados, nacionais e internacionais, para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Ele mencionou também que o governo federal voltou a investir na recuperação de áreas degradadas e na restauração florestal, alcançando 3,4 milhões de hectares recuperados.

“Hoje, no mundo inteiro, são os critérios ambientais que definem acordos comerciais e abrem as portas do investimento. Ir na contramão dessa tendência pode fechar mercados e isolar o país. Proteger as nossas florestas, os nossos rios e a vida de nossas famílias já seria razão suficiente e é, ao mesmo tempo, uma garantia para o futuro próspero da economia brasileira”, afirmou.

 

PEC no Senado facilita cooptação do Banco Central, dizem economistas

Por MRNews

A autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC), prevista em proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação no Senado, facilita a cooptação pelo setor financeiro da autoridade monetária responsável por regular e fiscalizar a área, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil.

Essa é a avaliação de renomados economistas brasileiros que publicaram nesta semana manifesto contra a PEC 65 de 2023, que está na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

“A PEC cria independência seletiva: afasta o BC do controle democrático do Estado (Congresso, Tribunal de Contas da União- TCU, Executivo), mas o mantém estruturalmente poroso às influências do mercado financeiro. Perdem-se os freios dos poderes constituídos e os canais de acesso do setor privado continuam abertos”, diz o manifesto.

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Entre os autores, estão Luiz Carlos Bresser-Pereira, professor de economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Fazenda; e Luiz Gonzaga Belluzzo, professor de economia da Unicamp e ex-secretário de política econômica do Ministério da Fazenda. A lista completa dos signatários pode ser conferida no final desta reportagem.

O manifesto sustenta que a PEC fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central; aumenta a dívida pública; e poderia criar um modelo único no mundo que reúne autonomia financeira e operacional da autoridade monetária.

Manutenção dos Juros altos

O manifesto destaca que a dinheiro que seria retiro pelo Banco Central por meio senhoriagem – receita oriunda da criação de moeda- – é fruto das condições macroeconômicas que o BC deve administrar. Isso criaria um possível conflito entre interesse público e o orçamento da instituição.

“O BC passaria a se beneficiar institucionalmente de condições macroeconômicas que deveria administrar em nome do interesse público, e não de seu próprio orçamento. E como a senhoriagem depende dos juros, o BCB passaria a ter conflito de incentivos em relação à manutenção de juros elevados”, dizem os economistas.

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O Brasil tem hoje as segundas maiores taxas de juros reais do mundo, perdendo apenas para Rússia, país que está em guerra. Os juros altos são o principal motor do crescimento da dívida pública do país. 

Receita da criação de moeda ficaria com BC

Em 2021, foi aprovada e sancionada Lei que concedeu ao BC autonomia administrativa e operacional em relação ao governo, mas a instituição segue dependente do Orçamento da União para as atividades que desempenha.

A PEC 65 ampliaria essa autonomia ao permitir que o BC retenha recursos que obtém por meio da senhoriagem. Essa receita foi de R$ 23,3 bilhões, ao ano, entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento do BC foi de R$ 4,8 bilhões, ao ano, no mesmo período.

“A senhoriagem equivale a cerca de cinco vezes o que o Banco gasta para funcionar. A PEC abre espaço legal para a apropriação patrimonialista da senhoriagem e confere imensa frouxidão fiscal ao BC, que contrasta com o corte dos gastos sociais que é exigido pelo mercado financeiro e pelo presidente do BC [Gabriel Galípolo]”, diz o documento.

Galípolo e bancos defendem PEC

A PEC 65 é defendida pela direção do Banco Central, liderada pelo presidente Gabriel Galípolo, que argumenta que a instituição está nos limites dos recursos para cumprir com a missão de fiscalizar e regular o sistema financeiro. 

A PEC também é defendida pelos bancos privados que o BC tem a obrigação de regular e fiscalizar. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) têm se manifestado favoravelmente à proposta. 

Caso Master

Os signatários do manifesto contrário à PEC 65 citam o caso da emenda do Banco Master, apresentado a essa proposta pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), investigado pela Polícia Federal (PF) sob a suspeita de ter sido redigida pela instituição de Daniel Vorcaro para ampliar a capacidade de fraude no sistema financeiro.

“Um BC orçamentariamente autônomo e desvinculado da supervisão parlamentar torna-se, estruturalmente, um regulador mais vulnerável à pressão do setor que regula. Os parágrafos 8º e 9º do novo art. 164 do substitutivo ampliam os mecanismos de socorro financeiro de emergência”, afirmam os economistas.

Para os especialistas, a PEC deixa o BC mais “vulnerável à interferência política, de lobistas e do setor financeiro sobre a nomeação de diretores e a composição de seu quadro funcional”.

Fiscalização fragilizada

Os signatários do manifesto apontam ainda que a proposta desmonta os mecanismos de fiscalização e responsabilização orçamentária, hoje previstos na Lei Orçamentária Anual.

“A PEC desmonta esses mecanismos sistematicamente — retira o BC da LOA, enfraquece a jurisdição do TCU”, diz o manifesto.  

O texto lembra que o BC aprova, supervisiona e pode socorrer as mesmas instituições que, indiretamente, alimentam seu orçamento. “Essa é a definição clássica de um regulador capturado: um agente concebido para servir ao público, mas cujos incentivos o aproximam sistematicamente dos interesses dos regulados”, completa o documento.

Para os economistas, a PEC fragiliza os mecanismos de controle social do Banco Central ao retirar o orçamento da instituição da LOA, reduzindo “a capacidade de supervisão efetiva do Congresso, do TCU e da sociedade sobre decisões com amplo impacto macroeconômico”.

Dívida Pública

Os economistas lembram que a medida aumenta a dívida pública do governo ao retirar receitas do Tesouro Nacional, que passariam a ser controlas pelo Banco Central.

“Com a PEC, a senhoriagem [receita oriunda da emissão de moedas] deixaria de abater a dívida, porque seria entendida como ‘receita própria’ do BC sem obrigatoriedade de transferência para o Estado brasileiro.”

Caso único

Os economistas que subscrevem o manifesto refutam a justificativa apresentada pelo relator, senador Plínio Valério (PSDB-MA), de que a PEC se alinha as melhores práticas internacionais.

“Nenhum dos principais bancos centrais do mundo possui a combinação de autonomia financeira, isenção orçamentária e blindagem parlamentar que a PEC pretende criar”, diz o documento, que descreve os casos dos BCs dos Estados Unidos (EUA), Reino Unido, Zona do Euro e Japão.

Signatários

  • ⁠Luiz Carlos Bresser-Pereira – FGV, ex-Ministro da Fazenda
  • ⁠Luiz Gonzaga Belluzzo – Unicamp, ex-Secretário de política econômica do Ministério da Fazenda 
  • ⁠Flavia Dantas – SUNY – Cortland
  • ⁠Pedro Paulo Zahluth Bastos  – Unicamp
  • ⁠Élida Graziane  – FGV e Procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo
  • ⁠Paulo Nogueira Batista Jr.  – Economista
  • ⁠Leda Paulani – USP
  • ⁠Ladislau Dowbor – PUC-SP
  • ⁠Maria de Lourdes Rollemberg Mollo – UNB
  • ⁠Haroldo Silva- Presidente do Corecon – SP
  • ⁠Isabel Busato – UFRJ 
  • André Modenesi – UFRJ
  • ⁠Lena Lavinas – UFRJ
  • ⁠Luiz Fernando de Paula – UFRJ
  • ⁠Vanessa Petrelli Corrêa  – UFU
  • ⁠Carlos Aguiar de Medeiros – UFRJ
  • ⁠Rosa Maria Marques  – PUC-SP
  • Simone Deos – Unicamp
  • ⁠Antônio Prado – Vice-Presidente do Corecon – SP
  • ⁠Adriana Amado – UNB
  • ⁠Pedro Rossi – Unicamp 
  •  ⁠Gilberto Bercovicci – USP
  •  ⁠Larissa Naves de Deus Dornelas – UFPR
  •  ⁠Marco Antônio Rocha – Unicamp
  •  ⁠Juliane Furno – UFF

 

Farmácia Contêiner facilita acesso da população a medicamentos em horário ampliado

Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que não conseguem retirar medicamentos durante o horário regular das unidades de saúde da família (USFs) contam com uma alternativa ofertada pela Prefeitura de João Pessoa: a Farmácia Contêiner. Localizada na avenida principal dos Bancários, o serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, sem pausa para almoço. Apenas em 2025, o espaço realizou a dispensação de mais de 2 milhões de medicamentos. Em 2026, entre os meses de janeiro e maio, foram 747.112 medicamentos dispensados.

Mantida pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a unidade disponibiliza medicamentos da atenção primária e secundária que integram a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remume), como insulina em frasco, antibióticos de uso adulto e infantil e medicamentos de uso controlado.

A diretora de Assistência Farmacêutica da SMS, Gilcélia Menezes, reforça que além de garantir a dispensação dos medicamentos prescritos, a Farmácia Contêiner contribui para a continuidade dos tratamentos e para o fortalecimento da assistência farmacêutica no Município.

“A unidade funciona em horário ampliado, oferecendo mais comodidade à população e ajudando a reduzir deslocamentos e filas em outros pontos da rede. A estratégia fortalece o acesso aos medicamentos e contribui para que os usuários mantenham seus tratamentos de forma regular, promovendo melhores resultados terapêuticos e mais qualidade na assistência prestada pela Rede Municipal de Saúde”, destaca Gilcélia.

Além da dispensação do medicamento, no local os usuários também recebem orientações sobre o uso correto dos medicamentos, horários de administração, armazenamento adequado e demais cuidados necessários para uma utilização segura e eficaz.

Serviço – A Farmácia Contêiner está localizada na Avenida Sérgio Guerra, nº 148, no bairro dos Bancários, em frente ao Centro de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (CPICS) Equilíbrio do Ser.

Para retirar os medicamentos, o usuário deve apresentar cartão SUS, documento oficial com foto e receita médica válida, emitida por profissionais da rede pública ou privada. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 98633-6867.

confira as interdições de amanhã – CGNotícias

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) informa que haverá interdição da Rua Mauro Rodrigues de Oliveira, entre as ruas General Gentil Marcondes e Bilac Pinto, neste domingo (7), das 16h às 22h30, para a realização do evento “Paquera no Bairro Parati”.

Durante o período, os condutores deverão utilizar como rotas alternativas as ruas General Gentil Marcondes e Bilac Pinto.

A Agetran reforça a importância de atenção redobrada por parte dos motoristas durante as interdições, a fim de garantir a segurança dos participantes e a fluidez do trânsito na região.

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Moraes valida acordo que suspende ação contra deputado réu por 8/1

Por MRNews

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), validou um acordo de não persecução penal (ANPP) firmado entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o deputado estadual Sargento Rodrigues (PL-MG) para suspender a ação penal em que o parlamentar é réu por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Para isso, o deputado precisou assumir a culpa pelos crimes de incitar animosidade das Forças Armadas contra os poderes instituídos, atacar a higidez do sistema eleitoral e associação criminosa.  

De acordo com denúncia da PGR, que foi aceita no ano passado pela Primeira Turma do Supremo, Rodrigues atacou de maneira consciente, e em conjunto com centenas de pessoas, o processo eleitoral nas redes sociais, bem como incitou os militares a dar golpe de Estado.

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“Em que pese a gravidade dos crimes imputados ao réu, uma vez que a Constituição Federal não permite a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional e ao Estado Democrático (CF, artigos 5º, XLIV; e 34, III e IV), com a consequente instalação do arbítrio, cabível o oferecimento do ANPP”, escreveu Moraes ao homologar o acordo, em decisão assinada na sexta-feira (5).  

Ao reconhecer os atos criminosos, Rodrigues concordou com uma série de condições:

  • Prestar 150 horas de serviços à comunidade ou a entidades públicas, com no mínimo 30 horas mensais.
  • Pagar R$ 5 mil a título de indenização, que devem ser encaminhados à entidade indicada pelo juiz de execução responsável por supervisionar o cumprimento do acordo.
  • Não utilizar redes sociais abertas até o cumprimento total do acordo.
  • Participar presencialmente de curso sobre Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado, com carga horária de 12h (doze horas).
  • Cessar a prática de qualquer crime e não ser processado por novos crimes até que o acordo seja integralmente cumprido.
  • Declarar que não celebrou acordo de não persecução penal anterior com o Ministério Público e que não está sendo investigado por qualquer outro crime.

A ação penal aberta contra Rodrigues no Supremo ficará suspensa até que as condições do acordo sejam cumpridas, quando então o caso poderá ser arquivado.

O ANPP foi criado e regulamentado em 2019, sendo inserido por lei no Código de Processo Penal (CPP). Pela legislação, o MP tem a opção de não oferecer denúncia contra crimes não violentos e com pena mínima inferior a 4 anos, entre outros requisitos, em troca do investigado assumir a autoria dos delitos e cumprir as condições também previstas em lei.

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No contexto dos atos violentos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, os ANPPs foram um dos caminhos encontrados pela PGR para lidar com o grande número de processos contra pessoas que não tiveram participação direta em atos de vandalismo, mas que incitaram os crimes.

Leonardo Santos, do Pinheiros, vence o Meeting de Gorzów na Polônia





Atleta completou a prova dos 800m rasos em primeiro lugar, deixando para trás dois anfitriões

O atleta do Esporte Clube Pinheiros, Leonardo Santos de Jesus, venceu neste sábado, 6 de junho, o meeting de de Górzow Wielkopolski, na Polônia, ao completar a prova dos 800 metros rasos em 1:45.99. 

Além de vencer a competição, Léo desbancou dois anfitriões: o polonês Jakub Chmielarz, que terminou na segunda colocação, com o tempo de 1:47.56 e Alan Cieresko, que completou a prova na terceira colocação, com o tempo de 1:47.84. 

Essa é a segunda conquista de um atleta Pinheirense em meetings pela Europa neste final de semana. Ontem, a velocista Ana Carolina Azevedo venceu a prova dos 100 metros rasos no meeting de Moscow, na Rússia.

Foto destaque: Leonardo de Jesus. Foto: Divulgação/Atletismo Sul-Americano

Agência Minas Gerais | Polícia Civil conquista destaque nacional em banco de perfis genéticos

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) foi reconhecida nacionalmente pelo trabalho desenvolvido na área de genética forense. Representada pela Seção Técnica de Biologia e Bacteriologia Legal do Instituto de Criminalística (IC), a instituição conquistou o segundo lugar no número absoluto de inserções de perfis genéticos de vestígios no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), no período de outubro de 2024 a outubro de 2025.

O reconhecimento foi concedido pela Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), da qual a PCMG faz parte por meio do Laboratório de DNA do Instituto de Criminalística. O resultado evidencia a relevância e a eficiência do trabalho técnico-científico realizado em Minas Gerais para o fortalecimento das investigações criminais.

A perita criminal Gabriela Reis, lotada na Seção Técnica de Biologia e Bacteriologia Legal, ressalta a importância da premiação. “A Perícia Criminal da Polícia Civil de Minas Gerais já se destacou pelo número de inserções de perfis genéticos de condenados no BNPG por meio da plataforma Codis ([sistema informatizado para armazenar, comparar e pesquisar perfis genéticos utilizados em investigações criminais). Hoje, comemoramos nosso destaque no número absoluto de inserções de perfis de vestígios”.

Gabriela ainda ressalta que “esses dois tipos de perfis genéticos possuem funções complementares no BNPG. A inserção de perfis provenientes de vestígios no BNPG permite sua comparação com perfis obtidos em cenas de crime distintas, estabelecendo conexões entre ocorrências diferentes e identificando padrões de atuação criminosa”.

A perita ainda acrescenta que “além disso, o confronto automático entre os perfis inseridos no BNPG geram correspondências com perfis de indivíduos cadastrados, permitindo a identificação dos indivíduos envolvidos nos crimes, mesmo quando não há outras evidências investigativas, reduzindo o tempo de investigação, dirigindo esforços policiais e contribuindo para o embasamento técnico das decisões judiciais”, concluiu.

Laboratório de DNA

Os perfis genéticos obtidos a partir de vestígios coletados em locais de crime são inseridos no banco nacional e confrontados entre si, além de serem comparados com perfis de indivíduos cadastrados criminalmente. A ferramenta possibilita identificar vínculos entre crimes distintos e auxilia na individualização de suspeitos, contribuindo para a elucidação de casos.