Prefeituras de João Pessoa e Bayeux firmam convênio para recuperação da histórica Ponte do Baralho

Os Municípios de João Pessoa e Bayeux estão unindo esforços para viabilizar a recuperação da tradicional Ponte do Baralho, localizada no limite entre as duas cidades. A iniciativa será formalizada nesta segunda-feira (16) por meio de um termo de convênio e cooperação técnica assinado pelos prefeitos Cícero Lucena e Tacyana Leitão, que estabelece uma parceria institucional voltada à restauração estrutural e à preservação histórica do equipamento público.

O acordo prevê a realização de estudos técnicos, elaboração de projetos de engenharia e execução das obras necessárias para recuperar a estrutura da ponte, considerada uma importante ligação entre os municípios e um bem de interesse histórico e cultural da região. A iniciativa também busca melhorar as condições de segurança e funcionalidade da travessia.

O convênio terá vigência inicial de 36 meses, podendo ser prorrogado mediante acordo entre as duas administrações municipais. O documento estabelece, ainda, que não haverá transferência direta de recursos financeiros entre os municípios, ficando cada ente responsável pelos custos das atividades que assumir no âmbito da cooperação.

Cooperação entre Municípios – Pelo convênio, caberá ao Município de João Pessoa conduzir as etapas técnicas do projeto, incluindo a contratação de inspeções estruturais, elaboração dos projetos básicos e executivos e a execução das obras de recuperação. A Prefeitura da Capital também ficará responsável pela fiscalização das intervenções e pela adoção das medidas necessárias para garantir a segurança do tráfego durante a realização dos serviços.

Já a Prefeitura de Bayeux atuará com apoio institucional e comunitário às ações do projeto. Entre as responsabilidades, estão a mobilização da população do entorno da ponte, o desenvolvimento de atividades de educação ambiental e campanhas voltadas à preservação do Rio Sanhauá e da infraestrutura pública. O município também poderá promover mutirões de limpeza e incentivar a participação de escolas municipais em atividades educativas sobre conservação ambiental e patrimônio histórico.

Preservação da arquitetura – Por se tratar de um bem de relevância histórica, todas as interferências deverão respeitar as características arquitetônicas originais da ponte. Os projetos e propostas de intervenção serão analisados previamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pela proteção do patrimônio cultural no País.

Além da recuperação estrutural, a iniciativa busca fortalecer a preservação histórica da Ponte do Baralho e estimular a conscientização da população sobre a importância de proteger os bens culturais e ambientais que fazem parte da identidade da região metropolitana de João Pessoa.

Responsabilidade – A recuperação da ponte histórica vem sendo cobrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) ao Governo do Estado e ao Departamento de Estradas e Rodagens (DER-PB) desde 2014, quando o órgão ministerial impetrou uma ação civil pública para obrigar o Poder Executivo Estadual a recuperar toda a ponte do Rio Sanhauá.

A recomendação do MPPB foi para que a ponte fosse colocada em plena condição de funcionamento, liberando o trânsito para a população de Bayeux e região, inclusive com acesso às vias principais, na forma mais adequada que visasse preservar o monumento histórico e fazer sua revitalização.

No entanto, a recomendação do Ministério Público Estadual nunca foi atendida. Em 2017, três anos depois da primeira ação, diante da não realização de qualquer medida de recuperação, o MPPB, através da Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social da Capital, ajuizou duas ações civis públicas com pedido de antecipação de tutela para que a Justiça obrigasse o Estado e o DER a realizar as intervenções necessárias. Na ação, também requeria a condenação por danos morais coletivos no valor de R$ 3 milhões ao Estado e o DER.

Prefeitura capacita produtores para melhorar o solo das hortas urbanas  – CGNotícias

Produtores da agricultura urbana de Campo Grande participaram, neste sábado (14), de uma capacitação sobre como melhorar a qualidade do solo e aumentar a produção nas hortas da Capital. O encontro aconteceu na horta do produtor José Carlos Dias Borges, no Jardim Morenão, e reuniu horticultores que receberam um insumo mineral para fortalecer o solo. 

A ação faz parte de uma parceria da Prefeitura com a empresa InPlanet, que doou 200 toneladas do produto. Ao todo, 20 produtores foram beneficiados, cada um com 10 toneladas para usar nas áreas de cultivo. 

Durante a atividade, os participantes aprenderam como aplicar o material, as quantidades recomendadas e os benefícios para o solo e para o desenvolvimento das plantas. 

Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, Ademar Silva Junior, a capacitação é mais uma iniciativa para fortalecer a agricultura urbana. “Quando levamos conhecimento e apoio aos produtores, ajudamos a melhorar a produção e incentivamos práticas mais sustentáveis na cidade”, afirmou. 

O produtor urbano Nilson Lopes destacou que o apoio da Prefeitura tem ajudado a fortalecer o trabalho nas hortas. “Já recebemos cursos, orientações e até kit de irrigação. Agora também chegou esse adubo, e estamos aprendendo a usar da forma correta para melhorar a produção”, contou. 

A capacitação faz parte das ações do programa AgroIntegra CG, que busca apoiar a agricultura familiar, incentivar práticas sustentáveis e ampliar a produção de alimentos em Campo Grande. 

#ParaTodosVerem: A imagem mostra os produtores durante a capacitação

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Bolsonaro tem piora da função renal e aumento de inflamação

Por MRNews

O ex-presidente Jair Bolsonaro teve piora da função renal e aumento nos indicadores inflamatórios, informou neste sábado (14) o Hospital DF Star, em Brasília.

Segundo o último boletim médico, ele continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta.

O hospital informou que, apesar do agravamento dos rins, o ex-presidente está clinicamente estável e mantém o tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa. Bolsonaro também faz exercícios de fisioterapia respiratória e motora e recebe medidas de prevenção de trombose venosa.

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Desde a manhã de sexta-feira (13), Bolsonaro está na UTI do DF Star, com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. Ele chegou à unidade hospitalar privada socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), após apresentar quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

Ele está detido na Papudinha (prédio no Complexo Penitenciário da Papuda), onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses, por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados.

O boletim médico é assinada pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; o coordenador da UTI Geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.

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Decisão

Em decisão divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início da tarde de sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a presença da esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, no hospital, como acompanhante.

Moraes também autorizou os filhos Jair Renan, Flávio, Carlos, Laura, bem como a enteada, Letícia, a visitarem Jair Bolsonaro durante a internação.

O ministro ainda determinou que a vigilância do ex-presidente seja providenciada pelo Núcleo do Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. Policiais deverão ficar de prontidão 24 horas, sendo dois na porta do quarto, além de equipes dentro e fora do hospital.

Moraes também proibiu a entrada de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos, salvo equipamentos médicos, na unidade onde Bolsonaro está internado.

Agência Minas Gerais | Últimos dias para participar do Concurso de Desenho Cores de Minas

Estudantes da rede pública ainda podem participar da segunda edição do Concurso de Desenho Cores de Minas, promovido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG). As inscrições foram prorrogadas e entram nos últimos dias, com prazo final na terça-feira (17/3).

A iniciativa busca valorizar a criatividade dos estudantes e dar visibilidade às diferentes realidades, identidades e vivências presentes nas escolas mineiras.

O concurso selecionará desenhos que irão estampar capas de materiais didáticos da rede estadual de ensino, além de ilustrar campanhas e temas previstos no calendário escolar da SEE/MG. A participação é voluntária e gratuita, sem premiação financeira.

Podem participar estudantes regularmente matriculados na rede estadual, bem como estudantes das redes municipais de ensino nos Anos Iniciais, conforme as categorias previstas no edital, disponível neste link.

A Educação Indígena, Educação Quilombola e Educação do Campo também estão contempladas, com a participação de estudantes atendidos por essas modalidades, reforçando a valorização das identidades e realidades locais.

Como participar

As inscrições devem ser realizadas pelas próprias escolas, por meio deste formulário eletrônico. Cada estudante poderá concorrer com apenas um desenho, em uma única categoria.

Os trabalhos precisam ser inéditos, produzidos em folha branca tamanho A4, na orientação vertical, e digitalizados em resolução mínima de 300 dpi. Não é permitido o uso de materiais protegidos por direitos autorais nem de ferramentas de inteligência artificial na elaboração das obras.

Com o prazo final se aproximando, as escolas devem enviar os desenhos até o dia 17/3.

Primeira edição

Na primeira edição do concurso, estudantes de diversas regiões tiveram seus desenhos selecionados para ilustrar materiais distribuídos em toda a rede estadual.

Entre as produções escolhidas estão obras que estamparam livros didáticos e cadernos do kit escolar entregue aos estudantes, ampliando a visibilidade do talento artístico presente nas escolas públicas de Minas Gerais.

Os vencedores foram selecionados a partir de critérios como criatividade, originalidade e pertinência ao tema proposto, representando a diversidade cultural e territorial do estado.

 

Procon alerta para fraudes e dá dicas durante a Semana do Consumidor – CGNotícias

Com a chegada do Dia Mundial do Consumidor, celebrado em 15 de março, o comércio intensifica promoções durante a chamada Semana do Consumidor. Apesar das oportunidades de economia, o Procon Municipal alerta que é necessário atenção para evitar golpes, fraudes e compras por impulso.

Para ajudar os consumidores, o órgão divulgou orientações importantes.

Evite golpes e falsas promoções

  • Pesquise preços em comparadores para verificar se o desconto é real.
  • Desconfie de ofertas muito abaixo do valor de mercado.
  • Confira se o site possui cadeado de segurança (https), CNPJ, endereço e reputação em plataformas de reclamação.

Atenção na forma de pagamento

  • Prefira usar cartão virtual em compras online, pois ele protege seus dados.
  • Evite pagar via PIX para vendedores ou sites desconhecidos.
  • Verifique o valor do frete, que pode encarecer a compra.

Conheça seus direitos

  • Direito de arrependimento: compras feitas pela internet podem ser canceladas em até 7 dias após o recebimento.
  • Em promoções de alimentos e produtos de higiene, confira sempre o prazo de validade.

Planeje suas compras

O Procon recomenda que o consumidor faça uma lista de desejos e estabeleça um limite de gastos para evitar endividamento.

Onde denunciar

Em caso de problemas ou suspeita de irregularidades, o consumidor pode entrar em contato pelo telefone 156 (opção 6) ou procurar o Procon levando nota fiscal, comprovantes de pagamento e prints das ofertas.

#ParaTodoVerem: A imagem em destaque mostra osservidores do Procon durante fiscalização

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Circo de Tradição Familiar se torna Patrimônio Cultural do Brasil

Por MRNews

O Circo de Tradição Familiar foi reconhecido nesta semana como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e vai constar no Livro de Registro das Formas de Expressão.

Espalhada por todo o país, essa manifestação cultural é descrita pelo Iphan como itinerante, organizada em torno de núcleos familiares e de transmissão oral de saberes, técnicas, modos de fazer e formas de convivência entre gerações.

No entendimento do conselho consultivo, favorável ao registro, essa manifestação cultural tem relevância nacional, tanto pela força na promoção de espetáculos como pelaspráticas lúdicas e pela memória social.

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Reunião que aprovou o registro do Circo de Tradição Familiar como Patrimônio Cultural do Brasil: Foto: Oscar Liberal/Iphan.

Pioneirismo

A decisão tomada em reunião no Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (11), está ligada à luta das familias que mantêm essa tradição. Fundado no Paraná, em 1991, o Circo de Tradição Familiar Zanchettini liderou esse processo.

A companhia começou pelo trabalho de Wanda Cabral Zanchettin e Primo Júlio Zanchettin, e tem sido mantido ao longo do tempo pelos dez filhos e filhas do casal e seus descendentes. Desde 1993, Wanda encabeçou a luta para que a categoria recebesse o reconhecimento que chegou mais de 30 anos depois. 

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O pedido oficial de registro foi protocolado por ela no Iphan em 2005, e mobilizou famílias circenses, associações, pesquisadores e instituições públicas. A decisão desta semana, no entanto, veio após a sua morte, em 2017.

Em entrevista à Agência Brasil, Edlamar Maria Cabral Zanchettin, de 68 anos, filha de Wanda e uma das herdeiras da tradição, reivindica o protagonismo da família nessa luta.

“Foi a nossa família quem protocolou, quem trabalhou, foi a Brasília, fez reunião. Tudo fomos nós, mas fizemos na abrangência de todos os circos brasileiros, principalmente, a nossa maior luta é para o reconhecimento dos nossos antepassados”, disse ela, que celebrou: “É como um Oscar para o circo brasileiro, porque é para todos”.

Ela lamentou que a mãe não tenha testemunhado a vitória. “Lutou muito por isso, mas, infelizmente, não chegou a alcançar este momento de glória. Foi a pessoa que foi na frente, nos empurrou, nos deu força e chegamos, graças a Deus, a esse reconhecimento”.

Origem

Em 1949, Wanda Cabral tinha 18 anos e atuava no circo de ciganos Irmãos Marques junto com a mãe e os irmãos. Naquele ano, o italiano Primo Júlio conheceu Wanda e se apaixonou por ela, os dois casaram e, com os parentes da mulher, montaram o Circo Teatro Gávea.

“O circo era pequeno, mas, ali, a gente aprendeu tudo. A mãe passava as técnicas pra gente. Ela sabia tudo sobre circo e sobre as artes”, contou Erimeide Maria, de 65 anos, que destacou que a mãe cresceu imersa nessa cultura.

 

Wanda Cabral Zanchetin e Primo Julio Zanchettin em foto do acervo familiar, por Zanchettin/Arquivo Pessoal

Em 1991, quando o marido morreu, Wanda batizou a companhia de Zanchettini para homenageá-lo.

“O pai a acompanhou nessa trajetória, como artista e palhaço. Somos dez filhos, cinco mulheres e cinco homens, e a gente foi nascendo e crescendo em barracas em volta do circo”, revelou Erimeide, que foi trapezista, cantora, acrobata, atriz, entre outras coisas.

Apesar dos apertos, ela contou que a convivência em família sempre foi boa entre os irmãos Edlamar, Erimeide, Márcia Aparecida, Solange Maria, Áurea, Silvio Marcos, Sérgio, Jaime, Márcio e Amauri.

“É uma luta difícil e continua sendo para todos os circenses, muito trabalhosa, mas com a união dos irmãos, mãe, pai e agregados, a gente teve sempre uma vida feliz em circo, que é nossa grande paixão, nosso amor”, pontuou Erimeide.

Gerações

A renovação no circo familiar é constante e, atualmente, a geração mais nova já faz parte do elenco do Zanchettini.

“Os mais novos vêm chegando, e a gente vai repassando toda a história do circo, com suas nuances. Tem uma sabedoria muito forte dentro do circo, um linguajar nosso. Tudo tem um propósito”, observou a apresentadora.

Os mais jovens da família estão mantendo a tradição e fazem suas carreiras profissionais no circo. Entre os sobrinhos, o único que saiu do Zanchettini foi para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para trabalhar também como artista circense.

“É de geração em geração. Vem da minha avó, minha mãe, meu pai, nossa família toda. Dez irmãos caminhando pelo mundo afora, montando e desmontando circo, enfrentando estradas, fazendo espetáculos, ensaiando, pegando terrenos cheios de barro e outros bonitos. É uma história muito longa de uma vida toda”, acrescentou Erimeide.

Dificuldades

Nas viagens a vários estados do Brasil e até fora do país, como o Paraguai, Argentina e Bolívia, Edlamar disse que uma das dificuldades do circo tradicional é a concorrência com apresentações de celebridades e shows gratuitos.

“Esses não têm o circo tradicional brasileiro, do palhaço da cara pintada, do trapézio, do globo da morte, do malabarismo, do contorcionismo. A gente leva o tradicional. Não temos personagens, não temos celebridades de TV, não temos dinossauros. Nós somos raiz”, afirmou.

Outra questão são os custos, como impostos e taxas cobradas pelo Poder Público. “Eles nos cobram como se fôssemos edificados, uma farmácia, um supermercado ou nos cobram como evento grande, não como cultura”, reclamou a administradora. “A prefeitura cobra o uso de solo, e a gente paga tudo adiantado. Se chover, a prefeitura já ganhou, e a gente, não”.

Os obstáculos são os mesmos enfrentados por muitos circos familiares do Brasil, e Edlamar lamentou que muitos circos pequenos e tradicionais lidam com dificuldades ainda maiores por não serem famílias tão numerosas.

“A gente já passou por vários tipos de falência, recuperamos tudo e recomeçamos de novo. É um amor tão forte e um sentimento poderoso pelo circo que a gente não sabe de onde vem. A gente não conseguiria viver longe do circo”, pontuou Erimeide.

A expectativa de Edlamar é que esse cenário de dificuldade financeira mude após o reconhecimento.

“Fica mais fácil falar com o prefeito para ver o que ele pode fazer dentro do regulamento do Iphan. Seja um preço menor, um terreno da prefeitura gratuito. Esse reconhecimento não é qualquer um que tem e será de grande valia para nós”, avaliou.

13.03.2026 – Circo dd Tradição Familiar – Casal Primo Julio Zanchettin e Wanda Cabral Zanchettin fundadores do Circo da família . Foto: Zanchettin/Arquivo Pessoal – Zanchettin/Arquivo Pessoal

Secretaria de Esportes realiza palestra sobre “Esportes Adaptados para Pessoas com Deficiência (PCD)”

A Prefeitura de Guaratinguetá, por meio da Secretaria de Esportes, informa que na última quinta-feira (12), a treinadora de Ginástica Rítmica Adaptada, Elisete Leite, realizou uma palestra sobre “Esportes Adaptados para Pessoas com Deficiência (PCD)” para alunos do curso de Educação Física da UNIPLAN (Centro Universitário Planalto do Distrito Federal).

Durante o encontro, as atletas Carol Limongi, Regiane Barroso e Myriam Silva também participaram da atividade, apresentando séries de Ginástica Rítmica com os aparelhos bola e fita, demonstrando na prática o trabalho desenvolvido na modalidade.

A iniciativa contribuiu para ampliar o conhecimento dos estudantes sobre o esporte adaptado e reforça a importância da inclusão e do incentivo à prática esportiva para pessoas com deficiência.

Privatização da BR prejudica consumidor em momento de crise

Por MRNews

Especialistas e entidades do setor de petróleo apontam que os aumentos abusivos nos preços dos combustíveis pelas distribuidoras – em São Paulo, há relatos de postos vendendo o litro de gasolina a R$ 9 – não se devem apenas à instabilidade no cenário internacional.

Para analistas, a privatização da BR Distribuidora eliminou o controle estratégico do Estado sobre a cadeia de fornecimento, deixando o mercado à mercê de reajustes abusivos que ignoram os valores praticados nas refinarias. Sem a estrutura verticalizada que ia “do poço ao posto”, o Brasil perdeu a ferramenta institucional necessária para frear a especulação em momentos de crise, avaliam especialistas ouvidos pela Agência Brasil.

O alerta da venda de gasolina a R$ 9 “mesmo sem reajustes equivalentes nas refinarias” partiu de Ticiana Alvares, diretora técnica do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep). Segundo nota publicada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), postos em São Paulo estão elevando preços de forma desproporcional, mesmo sem  aumentos por parte da Petrobras.

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Para a FUP, o conflito no Oriente Médio — intensificado no final de fevereiro — tem servido de pretexto para que distribuidoras e revendedoras apliquem margens de lucro excessivas.

“As distribuidoras e revendedoras aumentaram os preços dos combustíveis. [O valor] chega na bomba para o consumidor final com acréscimo em torno de 40%”, calcula o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, em entrevista à Agência Brasil.

Política de preços diferenciada

Segundo Bacelar, a majoração de preços – que prejudica os consumidores e pode impactar na inflação – ocorre porque foram privatizadas as subsidiárias da Petrobras que atuavam na distribuição de combustíveis (BR Distribuidora e a Liquigás).

“Nós tínhamos uma Petrobras que era bem mais integrada e verticalizada do que é hoje. Era a antiga empresa do poço ao posto,” afirmou o sindicalista.

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“Uma companhia petrolífera que faz exploração e produção de petróleo, e também transporte, refino, distribuição e comercialização dos derivados desse petróleo, consegue praticar política de preços diferenciada”, compara Bacelar – favorável à verticalização na Petrobras de todas etapas de fornecimento de petróleo.

A análise é compartilhada pela academia. Para Geraldo de Souza Ferreira, professor de Engenharia de Petróleo da Universidade Federal Fluminense (UFF), a retirada de uma empresa pública de um setor tão vital retira do Estado suas “ferramentas institucionais” de intervenção. “Quando se retira uma empresa pública de determinado setor da cadeia produtiva, o Estado deixa de ter ferramentas institucionais para fazer algum tipo de intervenção.”

Para Souza Ferreira, a atuação estatal no setor de petróleo é estratégica.

“O petróleo e seus derivados são importantes para segurança energética do país e para manutenção de várias outras atividades. Esses produtos são fundamentais para a sociedade. Então, tem que ter um certo nível de controle.”

O especialista ainda assinala que “uma empresa pública é orientada por sua função social. Já as empresas privadas são orientadas para o lucro, para o retorno financeiro.”

Na última quarta-feira (11), a empresa Vibra Energia S.A que comprou a BR Distribuidora anunciou lucro líquido de R$ 679 milhões em 2024. “Nossos resultados financeiros e operacionais comprovam a robustez e a capacidade de execução da companhia. Tivemos crescimento consistente de margens a cada trimestre do ano”, destacou Ernesto Pousada, CEO da Vibra, em comunicado da empresa.

Sem consulta ao Congresso

A Petrobras perdeu o controle da BR Distribuidora em julho de 2019, quando iniciou a privatização da antiga subsidiária. A privatização total foi concluída dois anos depois. Naquele período, sob o governo do então presidente Jair Bolsonaro, a diretoria da Petrobras defendia que a empresa deveria focar na produção e exploração de óleo e gás, e abrir mão da distribuição de combustível.

A venda das empresas subsidiárias da Petrobras foi feita sem consulta ao Congresso Nacional, de acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5624.

Conforme decisão da Corte, em caráter liminar de junho de 2019, “a alienação do controle acionário de empresas públicas e sociedades de economia mista exige autorização legislativa e licitação”, mas “a exigência de autorização legislativa, todavia, não se aplica à alienação do controle de suas subsidiárias e controladas. Nesse caso, a operação pode ser realizada sem a necessidade de licitação, desde que siga procedimentos que observem os princípios da administração pública inscritos no Artigo 37 da Constituição, respeitada, sempre, a exigência de necessária competitividade.”

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Corte de tributos e pagamento de subvenções

Para conter aumento no preço dos combustíveis, o governo zerou as alíquotas de Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre o diesel, e reduzindo o preço em cerca de R$ 0,32 por litro e editou a Medida Provisória nº 1.340 que autoriza a concessão de mais R$ 0,32 por litro como subvenção econômica para a comercialização de óleo diesel.

No total, são R$ 0,64 por litro cobrados a menos para diminuir o impacto no bolso do consumidor da variação do preço do petróleo no mercado.

O preço do diesel é formado pelo custo do produto junto à Petrobras (45,5% do preço médio na bomba do posto); tributo estadual (19%); custo de distribuição e revenda (17,2%); adição de biodiesel (13%). O peso da tributação da PIS/Cofins era de 5,2%.

Tendo em perspectiva o comportamento do mercado internacional de petróleo, o governo federal criou uma sala de monitoramento para acompanhar as condições do de comercialização de combustíveis fora e dentro do Brasil.

Na quinta-feira (12), o governo federal se reuniu com as empresas distribuidoras de combustível que sugeriram que a Petrobras amplie a importação de diesel para garantir abastecimento e estabilidade de preços no país.

 

Prefeitura inaugura novo setor de trauma do Hospital do Andaraí – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A Prefeitura do Rio assumiu a gestão do Hospital do Andaraí em dezembro de 2024 – Fabio Motta/Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio e o Governo Federal inauguraram, nesta sexta-feira (13/3), o novo prédio do setor de trauma da emergência do Hospital do Andaraí. Com capacidade para realizar 300 atendimentos por dia, as novas instalações são adaptadas e equipadas para o atendimento especializado de vítimas de acidentes de trânsito, quedas, tiros, fraturas, entre outros traumas, e vão permitir o melhor fluxo para assistência desses pacientes, especialmente aqueles com quadros graves e que exijam intervenções complexas já no pronto-atendimento. Foram entregues ainda as novas dependências do setor de clínica médica do terceiro andar, que passou por reforma completa.

– O meu maior orgulho é o que construí, ao lado do presidente Lula, em 14 anos de mandato, na rede de saúde da cidade do Rio. Nesses 14 anos, dobramos o número de unidades de saúde na cidade. E isso seria impossível sem o SUS e sem um presidente com a vontade política de entender onde estavam os bons projetos e as boas iniciativas. Era uma frustração ver o que acontecia nos hospitais Cardoso Fontes e Andaraí. Com a parceria assinada há pouco mais de um ano, o Governo Federal forneceu todo o dinheiro do custeio anual desses hospitais e todo o dinheiro necessário para investimentos. Cabe à Prefeitura gerir os dois hospitais – afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

As inaugurações são mais um passo dado no processo de reestruturação do Hospital do Andaraí, o maior complexo hospitalar do estado do Rio, fruto da parceria da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e do Ministério da Saúde. O investimento total do Governo Federal é de R$ 607 milhões.

– Com um hospital de qualidade o beneficiado é o povo. Não dá para deixarmos o povo em segundo plano. Na ponta tem que estar a prestação de serviços ao povo. Esse hospital vai funcionar para cuidar da população – disse o presidente Lula.

Aumento no número de internações e de cirurgias

A Prefeitura do Rio assumiu a gestão do Hospital do Andaraí em dezembro de 2024 e, desde então, a unidade vem recebendo uma série de obras e melhorias que já resultaram no aumento de produção de 2024 para 2025. São os casos dos números de internações, que saíram de 5.754 para 6.457; e os de cirurgias, que subiram de 3.420 para 4.637, impulsionadas pela reestruturação do centro cirúrgico, que foi ampliado de apenas três para 12 salas em funcionamento.

– Esse hospital tem uma história muito bonita. Aqui teve a primeira unidade de queimados do Brasil, mas muita gente dizia que, por ser um hospital de 1945, ele era envelhecido e que não poderia melhorar mais. Mas ele não era um hospital envelhecido, era um hospital abandonado. Hoje o Hospital do Andaraí e os hospitais federais no Rio voltaram a ser entregues para o povo – declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O impacto na rede também é visível na oferta de vagas de primeira vez no SISREG, que dispararam de 576 para 4.292, e na taxa de ocupação de leitos, que passou de 84% para 96%. Em 2025, o hospital realizou 321.575 exames complementares e 59.259 exames de imagem. Hoje, a unidade conta com uma força de trabalho de 4.698 profissionais, sendo 3.941 contratados pela atual gestão municipal. Com as melhorias realizadas sob a administração da Prefeitura do Rio, a rede municipal de saúde também passará a ofertar novos serviços, como cirurgia bariátrica e a própria oncologia.

O novo prédio do setor de trauma tem três andares e consolida a nova emergência da unidade, rompendo com um passado recente de abandono. O cenário de precarização no complexo era profundo: além da emergência fechada havia dez anos, a unidade sofria com dependências totalmente danificadas, com salas do centro cirúrgico sendo usadas como depósito e uma grande quantidade de material inservível ocupando áreas assistenciais estratégicas. Uma das primeiras medidas da nova gestão foi a reabertura da emergência, ainda em fevereiro de 2025, embora inicialmente em um espaço provisório. Em dezembro, foi inaugurado o Centro de Emergência Regional Andaraí (CER Andaraí), a nova emergência clínica para adultos e pediátrica. Em pouco mais de um ano, já foram realizados cerca de 44,5 mil atendimentos no setor.

O novo setor de trauma tem capacidade para realizar 300 atendimentos por dia – Beth santos/Prefeitura do Rio

 

O primeiro pavimento do novo prédio conta com 14 leitos especializados distribuídos em boxes exclusivos para atendimento das vítimas de traumas. As ambulâncias chegarão à unidade por uma nova entrada, pela Rua Gastão Penalva, desembarcando os pacientes diretamente na área de assistência. Pacientes que cheguem por meios próprios acessarão o hospital pelo CER Andaraí e, constatando-se caso de trauma, serão levados para os novos boxes.

No segundo pavimento fica a recepção geral, para acesso de pessoas que vão para atendimento marcado no ambulatório, para visitar pacientes internados ou em busca de alguma informação. Neste andar há também uma cantina, onde tanto usuários quanto funcionários poderão fazer lanches rápidos ou adquirir algum outro item disponível. Já o terceiro pavimento apresenta espaço multiuso para reuniões, cursos de capacitação continuada para os profissionais do hospital, palestras ou outras atividades do gênero.

Já o setor de clínica médica do 3° andar passou por reforma total, com melhorias estruturais e readequação de ambientes. O espaço abriga 36 leitos, dos quais 26 de enfermaria; oito de UCI (unidade de cuidados intermediários); um de UCI de isolamento e um de enfermaria de isolamento. Durante as obras, os atendimentos em clínica médica foram realocados para outros setores do hospital.

– Hoje estamos resgatando a história desse hospital que já salvou muitas vidas ao inaugurar esse novo centro de trauma. Quando a pessoa sofre um acidente ou é vítima de uma bala perdida, ela está no momento mais crítico de vida. Esse setor de trauma vai cuidar das pessoas nesse momento, quando uma hora vai decidir se o paciente vai viver ou morrer – disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Durante o evento, também foi apresentado o serviço de prótese dentária com fluxo digital, uma estratégia que busca modernizar a reabilitação oral no Sistema Único de Saúde. Com oito conjuntos de equipamentos recebidos do Ministério da Saúde — que incluem scanners, impressoras 3D e máquinas de cura —, a SMS poderá produzir mais 150 próteses por mês. Os aparelhos contribuirão para ampliar o acesso às próteses dentárias na rede municipal de saúde, que produziu mais de 7 mil próteses em 2025, entre digitais e analógicas.

Histórico da reestruturação

Com a parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e o Ministério da Saúde, a unidade está vivenciando uma nova realidade, com os serviços e a capacidade de atendimento aumentando progressivamente. Setores já inaugurados após obras de reestruturação completa incluem o novo CER Andaraí; o restaurante hospitalar, que estava fechado havia 12 anos; e o 12º andar, que ganhou um auditório totalmente modernizado. Foram entregues ainda a nova ortopedia, no segundo andar, e as melhorias no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), que estava funcionando precariamente e hoje é um dos melhores do país; no Centro de Terapia Intensiva (CTI), hoje com 23 leitos; e o ambulatório. O setor de oncologia também recebeu melhorias e, com a instalação do acelerador linear, passou a realizar radioterapia, ampliando a oferta do serviço para a população. Também foi instalado um novo aparelho de tomografia, duplicando a capacidade para realização do exame.

Com seis prédios, o Hospital do Andaraí é o maior complexo de assistência hospitalar do Estado do Rio de Janeiro, ofertando 27 especialidades, que vão desde neurocirurgia, ortopedia, cirurgias vascular, geral e plástica, até especialidades como coloproctologia, mastologia, reumatologia, urologia e cirurgia bucomaxilofacial. Para ampliar o acesso ao diagnóstico, está prevista ainda a chegada de um tomógrafo especial para pacientes superobesos.

As reformas estruturais seguem em andamento, com previsão de que todo o hospital esteja reestruturado até o fim deste primeiro semestre de 2026.

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  • 13 de março de 2026
  • Marcações: Hospital do Andaraí inauguração Prefeitura do Rio setor de trauma

    Com apoio do Governo, Congresso Internacional sobre Autismo discute inclusão e acolhimento na fronteira

    Com foco na inclusão, o governador Eduardo Riedel participou neste sábado (14) da abertura do Congresso Internacional Autismo Sem Fronteira, em Ponta Porã. Um dos maiores do país. O evento ocorre entre os dias 14 e 15 de março, com a participação de especialistas, estudiosos sobre o tema, para realização de grandes debates.

    “Estamos aqui em um dos maiores eventos de conhecimento de Mato Grosso do Sul. No aprendizado da vida, buscamos criar um Estado de prosperidade, mas que não deixe ninguém para trás. Desta maneira faremos uma transformação social e cultural, abraçando a todos, trazendo conhecimento, informação e inclusão”, afirmou o governador.

    Riedel citou que o Estado promove uma série de ações para contribuir com melhores condições as pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista).

    “Na Rede Estadual buscamos sempre a capacitação dos professores e também construímos uma estrutura de inclusão e acolhimento. Temos, por exemplo, o Bioparque que tem um trabalho de destaque neste sentido. Ainda fizemos o decreto garantindo repasses de verbas permanentes para instituição parceiras que atuam em diversos públicos, completou.

    A terceira edição do “Congresso Internacional Autismo Sem Fronteira 2026” terá 18 palestrantes, que são referência em ciência, prática
    clínica, educação, inclusão e vivência no autismo. A expectativa é de um público
    estimado em 1.700 participantes.

    Idealizadora do evento, Chayene Marques Georges do Amaral, contou que o projeto nasceu dentro da sua casa, com sua filha Ayla, que hoje tem sete anos de idade.

    “A Ayla nos ensinou que a vida pede informações e conhecimento. Ela transformou nossa vida em uma benção. Que após o evento as mães possam voltar para casa com mais esperança e sonhando com um futuro melhor”.

    Chayene agradeceu o apoio do Governo do Estado para realização do congresso. “Estamos aqui na cereja do bolo, com muita informação e capacitação de qualidade. Agradecer ao governador pelo apoio a todo projeto. Ele abraçou esta causa com respeito e acolhimento”.

    As palestras abordarão o autismo a partir de diferentes perspectivas técnicas e
    científicas. Entre os destaques da programação estão Paulo Liberalesso, Talita Pazeto e Thiago Lopes.

    A secretária estadual de Cidadania, Viviane Luiza, participará de um painel sobre Políticas Públicas juntamente com a primeira-dama estadual, Mônica Riedel e a secretaria municipal de Governo de Ponta Porã, Paula Campos, além de outros especialistas de relevância nacional e internacional, reconhecidos como refências no campo do autismo.

    As edições anteriores consolidaram o Congresso como um dos principais eventos do país na promoção do conhecimento, da conscientização e do fortalecimento da inclusão, as duas edições obtiveram 1.500 participantes.

    Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS
    Fotos: Álvaro Rezende/Secom

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