Festival de Ginástica da Prefeitura celebra dedicação, inclusão e formação esportiva em Campo Grande – CGNotícias

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Esportes (Funesp), realizou na tarde deste sábado (13/12) o Festival de Ginástica, no Ginásio do Rádio Clube Campo. O evento marcou o encerramento das atividades anuais das modalidades de ginástica artística e ginástica rítmica do projeto Jovem Talento Esportivo, reunindo crianças e adolescentes de 5 a 18 anos atendidos pela Fundação.

As apresentações foram desenvolvidas exclusivamente para o festival e encantaram o público ao combinar técnica, expressão corporal, trilhas musicais e efeitos de luz. Acrobacias, leveza e criatividade deram o tom das coreografias, que traduziram o resultado de um ano inteiro de dedicação, disciplina e aprendizado dos alunos, com o acompanhamento das equipes técnicas da Funesp.

Mais do que um espetáculo, o festival simbolizou o compromisso da Prefeitura de Campo Grande com a formação esportiva, a inclusão social e o acesso gratuito ao esporte. Por meio da Funesp, a ginástica vem se fortalecendo no cenário esportivo regional, com aulas de ginástica rítmica realizadas nos polos do Parque Jacques da Luz e do Ginásio Guanandizão, e a ginástica artística desenvolvida no Centro de Formação de Atletas (CEFAT), ampliando oportunidades e revelando novos talentos na Capital.

O diretor-presidente da Funesp, Sandro Benites, destacou a importância do projeto e o apoio do Poder Público Municipal. “É um orgulho para a Funesp receber as famílias de nossos alunos para prestigiá-los. Encerramos um grande ano, com avanços e conquistas importantes no esporte. As ginásticas são projetos que valorizamos muito, pois refletem o investimento da Prefeitura de Campo Grande na formação, na inclusão e no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Parabenizo os professores da Funesp e, principalmente, os atletas pelo empenho e dedicação”, afirmou.

A coordenadora do Centro de Treinamento de Ginástica Artística da Funesp, Elaine Nagano, ressaltou o caráter humano e formativo do trabalho desenvolvido. “É uma honra receber as crianças e os pais. Esse projeto é um legado que buscamos manter. Aqui os professores vão além da ginástica, trabalhando valores e oferecendo acolhimento. Ver os pais presentes e emocionados reforça que estamos no caminho certo”, destacou.

O impacto do projeto também foi evidenciado nos depoimentos das famílias. Guilherme Brasil e Paula Brasil, pais de Otto e Olívia, falaram sobre o primeiro contato dos filhos com o esporte. “Eles adoram a ginástica artística e esse projeto fez toda a diferença por ser próximo da nossa casa e da escola. É o primeiro contato que eles têm com o esporte e a gente gosta bastante”, relatou a mãe. O pai também destacou o caráter inclusivo da iniciativa. “A Olívia é PCD e fomos muito bem acolhidos pela coordenação e pelos professores” afirmou. “Existe um trabalho de inclusão muito bacana. Na turma dela também há crianças com TEA (transtorno do espectro autista). Hoje estamos se dividindo entre querer gravar, fotografar, assistir. É algo encantador”, complementou Paula.

O diretor de Desenvolvimento de Esporte e Lazer da Funesp, Rafael Presotto, apresentou um panorama das modalidades ao longo do ano. “Encerramos as atividades de ginástica com um número expressivo de crianças e adolescentes atendidos. A Funesp oferece estrutura, espaços adequados e profissionais qualificados. Foi mais um ano de investimento da Prefeitura de Campo Grande para oportunizar a formação e a especialização esportiva, com atletas conquistando títulos em competições municipais, estaduais e nacionais”, afirmou.

Para a coordenadora de ginástica rítmica da Funesp, Adenízia Julião, o festival representa o fechamento de um ciclo. “Hoje é o coroamento de um ano inteiro de trabalho. Cada ginasta que se apresenta é uma das nossas maiores pérolas. Fazemos tudo com muito amor e, há 16 anos, realizamos esse Festival de Encerramento”, disse.

Priscila Tavares, mãe de Maria Luiza Pereira Sacoman, de seis anos, que participou pela primeira vez, destacou a importância da iniciativa. “É o primeiro ano dela na ginástica rítmica. É um projeto muito bom, que eu não conhecia. Levo minha filha todas as semanas para as aulas e essa apresentação de encerramento está sendo muito gratificante. Ver o resultado do trabalho das professoras com as crianças é muito bonito e emocionante”, afirmou.

A emoção esteve presente também no depoimento de Janaína Cardoso, mãe de Isadora Cardoso, de 13 anos, que integra o projeto de ginástica rítmica desde os quatro anos de idade e treina no Ginásio Guanandizão. Janaína contou que a família enfrentou um momento extremamente difícil no início do ano, com a perda do pai da atleta, maior incentivador da filha na ginástica. “Era ele quem acompanhava, torcia, apoiava e sonhava junto com ela. Para uma menina de 13 anos, enfrentar essa perda foi muito duro. A ginástica foi o que deu força para a Isadora continuar. Mesmo quando o pai dela estava internado, eu liguei para a Adenízia, e ela me disse: ‘traz a Isadora’. Hoje, ver minha filha aqui, sorrindo, se apresentando e acreditando que a ginástica pode ser o futuro e a profissão dela, é algo que eu só consigo agradecer. Sou imensamente grata a toda a equipe da Funesp, aos professores e a esse projeto, que acolheu minha filha e ajudou a transformar dor em esperança”, relatou.

O Festival de Ginástica da Funesp contou com o apoio da Federação de Ginástica Artística de Mato Grosso do Sul, da Confederação Brasileira de Ginástica, da Associação Desportiva de Ginástica de Mato Grosso do Sul (ADGIMS) e do Rádio Clube, que cedeu o ginásio para a realização do evento.

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Famílias são contempladas com apartamentos do Residencial Jorge Amado  – CGNotícias

A noite foi de realização do sonho da casa própria para 96 famílias. A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (EMHA), realizou, neste sábado (13), a divulgação das famílias contempladas com apartamentos do Condomínio Residencial Jorge Amado, em um evento público na Praça Ary Coelho, no centro da Capital. A ação integrou a programação do Natal dos Sonhos e reuniu dezenas de famílias, que acompanharam, de forma transparente, mais uma etapa do acesso à moradia digna.

A emoção tomou conta das famílias presentes durante a divulgação da seleção. Uma delas foi Aline Pereira de Lima, de 35 anos, mãe de três meninas, que atualmente mora de favor e viu a chance de um novo recomeço ao ouvir seu nome entre os selecionados. “Estou muito feliz. Graças a Deus, estou conseguindo realizar um sonho, que é ter uma casa e poder oferecer um lar digno para mim e para as minhas filhas.”

Outra contemplada foi Letícia dos Santos, de 20 anos, mãe de uma menina de 3 anos, diagnosticada com autismo e deficiência visual. Atualmente, Letícia mora de aluguel e destacou a importância da oportunidade para garantir mais estabilidade e qualidade de vida para a família. “Muito agradecida. Nunca imaginei que, aos vinte anos, já teria a minha casa. Orei muito a Deus, e Ele realizou o meu pedido.”

Brenda da Silva, de 27 anos, acompanhava a divulgação dos selecionados por meio da transmissão ao vivo realizada no canal oficial da EMHA no YouTube. Ao ver seu nome entre os selecionados, ela foi até a Praça Ary Coelho para confirmar a informação e celebrar o momento. “Quis conferir pessoalmente se era realmente o meu nome. Graças a Deus, deu tudo certo. Estou muito feliz por poder sair do aluguel. Fiz minha primeira inscrição há dez anos e hoje finalmente fui contemplada. Só tenho a agradecer a Deus.”

A seleção dos nomes é realizada por meio do sistema de hierarquização da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (EMHA), que aplica automaticamente os critérios legais do Programa Minha Casa, Minha Vida, conforme a Portaria MCID nº 738/2024 e a Lei nº 14.620/2023. O processo é técnico, automatizado e segue rigorosamente as prioridades definidas pela legislação federal.

O Condomínio Residencial Jorge Amado está localizado na Região Urbana do Lagoa e é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 2.850, enquadradas na Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, que assegura subsídio integral do Governo Federal. O empreendimento contará com infraestrutura completa, áreas de convivência e apartamentos com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.

“Esse momento representa dignidade e a oportunidade de um novo começo para essas famílias. Todo o processo é realizado de forma técnica, automatizada e com total transparência, seguindo rigorosamente os critérios da legislação federal. E esse trabalho continua. No próximo dia 20 de dezembro, às 20h, faremos a seleção para as unidades do Condomínio Sustentável Manoel de Barros, ampliando ainda mais o acesso à moradia digna na Capital”, afirmou o diretor-presidente da EMHA, Claudio Marques.

Ao levar a divulgação para um espaço público e integrá-la à programação natalina, a Prefeitura reafirma que o acesso à moradia é uma política pública essencial, que deve ser tratada com responsabilidade, clareza e proximidade com a população. A iniciativa faz parte do conjunto de ações desenvolvidas pelo Município para reduzir o déficit habitacional e garantir mais dignidade às famílias em situação de vulnerabilidade social.

#ParaTodosVerem As imagens mostram contemplados e sorteio.

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Agência Minas Gerais | Maior programa habitacional do estado leva melhorias a mais famílias com abertura de novo cadastro em BH

O Governo de Minas está ampliando o alcance do Moradas Gerais, maior programa de melhoria habitacional da história do estado. Neste sábado (13/12), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) deu início ao novo cadastro de moradores do bairro Novo Lajedo, na região Norte de Belo Horizonte, onde a iniciativa já está mudando a realidade de centenas de pessoas.

A auxiliar administrativa Priscila Pereira Damasceno, de 30 anos, realizou o cadastro e, agora, vê o futuro com mais segurança e conforto para ela e o noivo.

“Como eu tenho visto alguns vizinhos com a casa reformada, a minha expectativa é que o programa sane os problemas da minha residência. Eu perco móveis, eu já não compro móveis porque sei que no período chuvoso vai estragar. Com o benefício, vou poder resolver esses problemas que eu não tenho condições financeiras para sanar”, disse Priscila.

As obras na casa de Marcela dos Santos, 36 anos, estão a todo o vapor. A moradora, que tem um filho transplantado, já está vendo a transformação proporcionada pelo Moradas Gerais. “Minha casa mofava muito no quarto, pingava na cozinha, as telhas estavam quebradas. Vai ser muito bom para o meu filho e para minha família. A reforma veio na hora certa”, comemorou a moradora.

Com o mutirão, a expectativa é cadastrar quase 300 novas famílias. O objetivo é garantir que mais famílias em situação de vulnerabilidade tenham suas casas reformadas, dando mais segurança, autonomia e dignidade para quem mais precisa.

Com investimento de R$ 38 milhões, a iniciativa inédita vai contemplar 1.000 casas, com até R$ 35 mil por residência para intervenções como troca de telhados, pisos, revestimentos, impermeabilização, pintura e melhorias elétricas e sanitárias.

O vice-governador Mateus Simões celebrou o avanço da iniciativa e reforçou o compromisso do Governo de Minas com as famílias em situação vulnerabilidade.

“Este programa representa o que há de mais concreto em transformação social. Cada obra entrega dignidade e segurança. O Moradas Gerais já mostra resultados muito positivos, e vamos trabalhar para ampliar e alcançar ainda mais famílias mineiras”, ressaltou o vice-governador.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, os resultados comprovam a força transformadora do programa.

 “O Moradas Gerais já mudou a vida de 100 famílias que conviviam com infiltração, mofo e até mesmo sem banheiro. Esse novo cadastro abre as portas para que mais pessoas tenham acesso a uma moradia digna. É uma política pública inovadora, que começou em Belo Horizonte e já nos dá a perspectiva de chegar a mais regiões de Minas”, enfatizou a secretária.

Mais famílias atendidas

O cadastro realizado neste sábado pela Sedese vai permitir que a equipe técnica avance para a etapa de vistoria, identificando os lares em maior situação de risco. Após essa etapa, as necessidades de cada imóvel são avaliadas por um profissional, em conjunto com os moradores, garantindo que as obras atendam às demandas mais urgentes de cada família.

Seis meses após o cadastramento, Raquel Cristina de Almeida, de 40 anos, comemora os resultados e se diz orgulhosa com a reforma realizada em sua residência.

“Eu fiz o cadastro em junho do ano passado. Molhava muito dentro de casa, não tinha pintura, não tinha varanda. Muitas coisas melhoraram para mim e para meus filhos. Agora eu vejo que o programa está ajudando muitas pessoas assim como aconteceu comigo”, conta a moradora.

O desenvolvimento do programa no Novo Lajedo está sendo acompanhado pela equipe técnica da Subsecretaria de Política de Habitação (Subhab), que avalia o modelo para orientar uma futura expansão para outras regiões, realizando ajustes necessários para fortalecer ainda mais essa política habitacional.

Foco em quem mais precisa

Para participar do programa, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), possuir renda per capita inferior a meio salário mínimo e residir em imóvel próprio que necessite de melhorias. O Moradas Gerais prioriza lares chefiados por mulheres e aqueles que incluam crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência.

A escolha do Novo Lajedo para iniciar o programa foi baseada em critérios técnicos. A região é classificada como Área Especial de Interesse Social, possui um Plano Global Específico (PGE) — instrumento de planejamento urbano que orienta as intervenções — e apresenta elevados índices de inadequação habitacional, segundo levantamento da Fundação João Pinheiro (FJP).

 

Mais informações: moradasgerais.social.mg.gov.br

 

Instalação In Vitro Rio chega ao Instituto Nise da Silveira, no Engenho de Dentro – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Obra de Mario Fraga será inaugurada este sábado no Boque Dona Ivone Lara. Foto: Divulgação/SMS

A instalação In Vitro, de Mario Fraga, estreia no sábado (13/12), às 9h, no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira. A obra formará um corredor de cores e luzes em homenagem à médica Nise da Silveira e a Dona Ivone Lara, que foi enfermeira e trabalhou ao lado da psiquiatra. O Museu de Imagens do Inconsciente mais uma vez abre espaço para cultura e inovação, em uma parceria da Secretaria Municipal de Saúde com a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos.

Desde 1989 o artista e arquiteto Mario Fraga coloca seu repertório gráfico “dentro” da lâmina de vidro, estabelecendo uma nova linguagem. O corredor de 27 metros de extensão e 2,40m pode ser visto pelos espectadores de diferentes ângulos, e é um formato novo, que possibilita diferentes formas de expor as pinturas. A instalação ocupou o Jardim Botânico e agora encanta o Bosque Dona Ivone Lara. Por ser uma estrutura em vidro, a luz que entra forma um corredor iluminado com as cores da estrutura.

O autor, que antes fazia exposições de suas produções em espaços privados, descobriu uma grande paixão pelo  espaço público e possui grandes trabalhos no Brasil e no exterior. A instalação em formato de corredor possibilita um fato curioso, sinalizado pelo artista Mario Fraga:

– A pintura sempre esteve dentro de mim, agora estou dentro dela -, afirma.

A ligação do artista com o trabalho do museu é coroada com essa instalação – Mario Fraga fez parte, durante muitos anos, da diretoria da Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente, que está completando 50 anos de criação, e agora todos os moradores do entorno – físico, simbólico e afetivo – estão convidados para essa festa da arte, da criatividade e do afeto.

A chegada de In Vitro ao Instituto Municipal Nise da Silveira reafirma a missão do espaço de articular Saúde Mental, memória, arte e cuidado. A instalação, com sua dimensão sensorial e contemporânea, se integra à tradição do Instituto de valorizar a expressão criativa e a arte como caminho de cuidado, afeto e ressignificação. Valores defendidos historicamente ligados ao legado da psiquiatria humanizada, legado da Dra Nise da Silveira e de Dona Ivone Lara, figuras homenageadas.

Portanto, essa é mais uma oportunidade de exploração da arte e expressão cultural. Após a inauguração, a instalação estará disponível para visitação de segunda a sexta, de 8h às 17h, e aos sábados, de 9h às 16h. O Instituto está localizado na Rua Ramiro Magalhães, 521, no Engenho de Dentro.

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  • 12 de dezembro de 2025
  • Marcações: Engenho de Dentro instalação Instituto Municipal Nise da Silveira Obra de arte

    Réveillon Bonito 2026 terá dois dias de shows e queima de fogos silenciosos na Praça da Liberdade

    Por MRNews

    A Prefeitura de Bonito divulgou, nesta quarta-feira (10), a programação do Réveillon Bonito 2026, que será realizado nos dias 30 e 31 de dezembro, na Praça da Liberdade, com início às 19h30. A festa contará com duas noites de apresentações musicais e queima de fogos silenciosos.

    No dia 30, sobem ao palco Pedro e Evandro, além da banda Samba Pop. Já no dia 31, a programação segue com o show da dupla Paulo e Jean e, na sequência, a apresentação de Henrique e Diego, que comandará a virada do ano.

    Assim como em edições anteriores, a Prefeitura manterá a utilização de fogos silenciosos durante a virada. A iniciativa reforça o compromisso com a inclusão e leva em consideração as especificidades de Pessoas com Deficiência (PCDs), idosos, crianças pequenas, animais e o meio ambiente, oferecendo um espetáculo visual que reduz impactos sonoros e torna a experiência mais confortável para todos.

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    O município destaca ainda que o evento contará com estrutura completa de segurança, equipes de saúde e organização do trânsito, garantindo tranquilidade ao público durante as duas noites de comemoração.

    O Réveillon Bonito 2026 é aberto ao público e encerra o calendário anual de eventos do município.

    Programas habitacionais da Prefeitura de João Pessoa se destacam no Encontro Nacional da Rede Periferia Viva

    O programa habitacional da Prefeitura de João Pessoa foi apontado como referência no Brasil durante o Encontro Nacional da Rede Periferia Viva, em Brasília (DF), realizado essa semana pela Secretaria Nacional de Periferias do Ministério das Cidades. Os destaques foram o projeto do Porto do Capim e o programa Cuidar do Lar, apresentado como exemplo a ser seguido na recuperação de moradias de interesse social.  

    O evento reuniu representantes de 15 estados e 24 municípios, além dos parceiros institucionais que integram a Rede Periferia Viva. A Prefeitura de João Pessoa foi representada pela secretária de Habitação, Socorro Gadelha; pela diretora de Planejamento de Programas Habitacionais da Semhab, Glauciene Almeida; e Hossana Holanda, moradora e representante da Comunidade Porto do Capim.

    Socorro Gadelha ressaltou que foi bastante satisfatório participar do Encontro Nacional da Rede Periferia Viva, principalmente quando o projeto Cuidar do Lar foi apresentado em plenária e despertou o interesse de outros municípios brasileiros que estão buscando uma solução para atender famílias que moram em habitações precárias e não têm recursos para fazer as melhorias necessárias. Ela contou que um dos temas em discussão foi a recuperação de moradias de interesse social, exatamente o público atendido pelo projeto Cuidar do Lar, que terminou sendo apontado como modelo a ser seguido.

    “No início do ano que vem, nós vamos receber representantes das cidades de Salvador (Bahia), Aracajú (Sergipe) e Maceió (Alagoas), além de outros estados e municípios que pediram informações sobre o nosso projeto e querem conhecer de perto nosso trabalho, que é respaldado na lei municipal. É um programa permanente dentro da política habitacional no Município de João Pessoa para reduzir o déficit habitacional”, explicou. Ela lembrou que o programa tem mais de 1.500 famílias inscritas e 500 já foram atendidas e suas moradias voltaram a ter condições de habitabilidade, com intervenções realizadas na infraestrutura do imóvel, como telhados, portas e janelas, rede elétrica e sanitária e acessibilidade.

    Porto do Capim – O Programa Nacional de Periferias Vivas tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem em comunidades, sem retirá-las do lugar onde já vivem há muitos anos, onde muitos nasceram, cresceram e constituíram família.

    Neste caso, a cidade de João Pessoa foi contemplada com o projeto do Porto do Capim, na região do Varadouro, onde serão investidos mais de R$107 milhões em serviços de infraestrutura, como saneamento, pavimentação, construção e reforma de moradias, iluminação e revitalização de prédios históricos, beneficiando cerca de 540 famílias e vários pontos comerciais estabelecidos naquela região da cidade, criando as condições necessárias também para o turismo no Centro Histórico.

    Socorro Gadelha destacou que o projeto foi construído através de um diálogo direto com a comunidade, que tem acompanhado o andamento das negociações para a execução da obra. “O projeto do Porto do Capim é fruto do diálogo. O Ministério das Cidades, através da Secretaria das Periferias, implantou o Posto Territorial  que faz o atendimento aos moradores, esclarece dúvidas e recebe sugestões que vão ser analisadas pela equipe técnica”, detalhou.

    Uma representante da comunidade, Hossana Holanda, também participou do encontro nacional expondo o ponto de vista dos moradores do Porto do Capim. Ela enalteceu que o projeto dará vida ao Centro Histórico de João Pessoas, respeitando o direito das pessoas de continuarem morando onde já vivem há muito tempo, citando como exemplo o Residencial Rio Sanhauá, uma parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. O empreendimento já está em construção e vai abrigar 108 famílias que hoje vivem em condições precárias na beira do mangue.

    Agência Minas Gerais | Cobrança pelo uso da água ganha tecnologia e transparência em Minas Gerais

    A gestão dos recursos hídricos em Minas Gerais deu um salto de qualidade em 2025 com o lançamento do novo módulo de cobrança do Sistema de Gestão de Bacias Hidrográficas (SGBH). Desenvolvida pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), a ferramenta automatiza cálculos, organiza dados e garante mais segurança e transparência nos processos de cobrança pelo uso da água no estado.

    O módulo foi implementado no mesmo ano em que Minas Gerais iniciou oficialmente a cobrança pelo uso de recursos hídricos nas 36 bacias hidrográficas do território mineiro. Ao todo, foram R$ 217,1 milhões cobrados, dos quais R$ 133 milhões já foram arrecadados e destinados a projetos de melhoria da qualidade e disponibilidade de água.

    Segundo o diretor de Gestão e Apoio ao Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Igam, Thiago Figueiredo Santana, a nova plataforma permite controle completo das operações. “Com a nova plataforma, ganhamos controle ponta a ponta, gerimos os memoriais de cálculo, damos rastreabilidade às respostas e acompanhamos o status de pagamento de cada usuário, com opções de reemissão de boletos para agilizar a regularização”, afirma.

    O SGBH oferece um conjunto de funcionalidades que facilitam a rotina da gestão hídrica: emissão e envio automático de notificações, consulta a memoriais por outorga, usuário ou ano de referência, geração de Documentos de Arrecadação Estadual e resposta direta a notificações de débito.

    O princípio do usuário-pagador

    Para o diretor-geral do Igam, Marcelo da Fonseca, o avanço tecnológico reforça o papel da cobrança como instrumento de gestão. “A cobrança reconhece a água como um bem econômico e indica ao usuário seu valor real. É um mecanismo que incentiva o uso racional e gera recursos para intervenções que aumentem a segurança hídrica nos territórios mineiros”, explica.

    Os valores arrecadados são aplicados diretamente em projetos previstos nos planos de recursos hídricos, com foco na redução de impactos ambientais e na ampliação da oferta de água.

    Diversas regiões já vêm recebendo investimentos oriundos da cobrança. Na Bacia do Rio Doce, destacam-se ações dos programas Rio Vivo, de Saneamento Básico e de Recomposição de APPs e Nascentes, que alcançam 6,4 mil propriedades em 54 municípios, com aportes de cerca de R$ 14,2 milhões.

    Na Bacia do Rio Paraíba do Sul, o Sistema de Esgotamento Sanitário de Olaria foi concluído em 2024, com investimentos de R$ 4,4 milhões, garantindo coleta e tratamento de esgoto doméstico e melhorando a qualidade da água local. No município de São Sebastião de Vargem Alegre, seguem em execução obras semelhantes, com previsão de entrega em 2026 e quase R$ 9 milhões em investimentos.

    Um sistema em expansão

    O módulo de cobrança é apenas a primeira etapa do SGBH. O sistema completo incluirá ferramentas para apoiar a gestão dos Comitês de Bacias Hidrográficas, do Conselho Estadual de Recursos Hídricos e dos Planos de Recursos Hídricos, ampliando a integração entre dados e processos em todo o estado.

    O desenvolvimento do SGBH é resultado de parceria entre o Igam, o Instituto Água e Terra, órgão gestor de recursos hídricos paranaense, e a Fundação Ezute, organização sem fins lucrativos especializada em soluções tecnológicas para o setor público.

     

    Servidor público de MS encara triathlon extremo em Santa Catarina e leva o nome do estado a circuito mundial

    Por MRNews

    Servidor público estadual, o policial militar João Paulo Morisson Fernandez, de 38 anos, será um dos participantes da Fodaxman, uma das provas de triathlon extremo mais desafiadoras do Brasil, que acontece em Santa Catarina, no sábado (13). Único atleta de Mato Grosso do Sul inscrito na competição, João encara o desafio como uma experiência que vai além do esporte e carrega consigo a responsabilidade de representar o estado em um circuito reconhecido mundialmente.

    A Fodaxman integra o calendário internacional de provas extremas da modalidade e exige dos atletas preparo físico, equilíbrio emocional e resiliência. São 4 km de natação, 176 km de ciclismo e 39 km de corrida, em um percurso ponto a ponto que começa na Barragem do Rio São Bento, em Siderópolis, e termina em Urubici, no alto da Serra Catarinense.

    Inspiração que veio da Patagônia

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    A decisão de se inscrever na Fodaxman vem logo após João conquistar uma experiência singular no último Patagonman, outro triathlon extremo que, segundo ele, despertou uma nova visão sobre o esporte. “Depois que eu terminei a Patagônia, ela me inspirou a fazer mais desafios no triathlon, a viver mais experiências do triathlon extremo em outros lugares. Foi uma experiência de vida fantástica”, afirma.

    Motivado por essa vivência, ele não perdeu tempo: já em janeiro iniciou sua preparação intensa. “Terminei o Patagonman e já engrenei no ritmo. Desde janeiro eu não parei, foquei nessa prova”. 

    Começo no escuro, término no frio

    A Fodaxman combina trechos que desafiam qualquer atleta. A natação, de 4 km, começa às 3h40 da manhã em águas da barragem, ainda no escuro, o que torna o início ainda mais exigente. “A gente nada em volta da torre da capela, que está submersa. Só de imaginar nadando num lugar desse já arrepia”, conta João, em referência à antiga capela de São Bento, imersa nas águas da barragem.

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    Depois vem o ciclismo: 176 km de pedal, com aproximadamente 3.850 metros de altimetria acumulada, passando pela lendária Serra do Rio do Rastro. A estrada é famosa pelas curvas sinuosas e subidas intensas. Para fechar, a corrida de 39 km que termina no topo do Morro da Igreja, a 1.818 metros de altitude. “Você sai de uma barragem onde tem uma capela inundada e termina no Morro da Igreja. É igreja do começo ao fim. Parece que o esporte vira um detalhe perto da experiência”, resume o atleta.

    Preparação, renúncias e disciplina

    João destaca que participar de uma prova desse porte exige mais do que vontade. Segundo ele, é necessária dedicação intensa e uma rotina de treinos rigorosa. “Não é fácil. Tem que abrir mão de muita coisa. Mas não é dedicar meses pra um dia só. Toda a jornada é construtiva. Durante a jornada eu desenvolvo autoconhecimento, autodisciplina e autodomínio”, explica. Para o servidor, o verdadeiro valor está no processo, não apenas no dia da prova.

    Ele confessa que muitas vezes o esporte parece se tornar “detalhe”. ” As horas de treino e sacrifícios cotidianos, na visão dele, formam muito mais do que um atleta: um cidadão comprometido com seus objetivos. “O que vale é o meu propósito e a minha jornada”.

    Esporte como herança familiar

    A relação de João com o esporte vem desde a infância. Filho de um profissional de Educação Física, ele cresceu cercado pelo esporte e pela disciplina. Hoje, prova esse legado com orgulho. “Meu pai é professor de Educação Física, então a atividade física sempre fez parte da minha educação. Hoje, eu vivo isso e levo para dentro da minha casa, com meus filhos”, explica. 

    Mais que isso: ele entende o triathlon como ferramenta de educação e exemplo para os filhos, algo que, acredita, fará sentido no futuro, quando eles entenderem o tamanho do desafio.

    Além da vivência desde a infância, João construiu ao longo dos anos um currículo expressivo no universo das provas de longa distância. Em seu percurso esportivo, já concluiu o Ironman Brasil, o Ironman 70.3, participou de quatro maratonas, uma ultramaratona de 75 km e duas ultramaratonas de 100 km.

    Treinos no Parque dos Poderes

    Grande parte da preparação de João Morisson para a Fodaxman acontece em Campo Grande, no Parque dos Poderes, espaço que se consolidou como referência para a prática esportiva na capital. É no local que o servidor realiza boa parte dos treinos de corrida e ciclismo, aproveitando a infraestrutura disponível, que inclui vias asfaltadas em excelente estado, pistas adequadas para treinamento, academias ao ar livre e um ambiente seguro para atletas amadores e de alto rendimento.

    O secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, destaca que o Parque dos Poderes tem papel fundamental na promoção da atividade física e no surgimento de histórias como a de João. “Quando vou fazer atividade física no Parque dos Poderes, muitas vezes encontro o João treinando. Isso mostra como o espaço é vivo e cumpre sua função de estimular hábitos saudáveis e também preparar atletas para grandes desafios”, afirma.

    O secretário lembra que o complexo passou por um amplo processo de revitalização realizado pelo Governo do Estado, ampliando as condições de uso para a população e para atletas que utilizam o espaço como local de treinamento. “Hoje, o Parque dos Poderes oferece uma estrutura completa, com asfalto de qualidade, pistas bem conservadas, academias ao ar livre e um ambiente que favorece tanto quem está começando quanto atletas de alto rendimento. É um investimento que se reflete diretamente na qualidade de vida da população e no fortalecimento do esporte sul-mato-grossense”, completa Marcelo Miranda.

    Além do desafio pessoal, João encara a prova com um sentimento de responsabilidade e orgulho de representar Mato Grosso do Sul. Ele chegou a customizar o capacete com as cores do estado para chamar atenção. “No Patagonman eu era o único atleta de Mato Grosso do Sul e agora na Fodaxman também sou. Quero mostrar que aqui no estado também existe triathlon de alto nível, gente disciplinada, gente que treina e vive o esporte”, afirma. Para ele, levar essa bandeira significa visibilidade para a modalidade e incentivo para que outros atletas do Estado se sintam motivados a entrar nesse universo.

    João personalizou o capacete com as cores do estado e imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Foto: Lucas Castro/Setesc)

    Participar de uma prova como a Fodaxman exige estrutura, logística e apoio constante. Por isso, João contará com uma equipe de suporte composta por familiares: o pai, profissional de Educação Física, e o irmão, também policial militar. Eles acompanharão todo o percurso, providenciando alimentação, hidratação e apoio necessário. “A prova exige apoio. Não dá pra fazer sozinho. Ter minha família comigo faz toda a diferença”.

    Com variação térmica que pode oscilar entre 5 °C e 35 °C, altimetria elevada e longas horas de prova, a Fodaxman é classificada como um dos desafios mais duros do país. Para João, porém, o que está em jogo vai muito além de ritmo ou performance. É sobre viver uma experiência transformadora.

    Em Santa Catarina, o triatleta terá o apoio do pai (Foto: divulgação)

    “Você vai para sofrer, mas é um sofrimento bom. A paisagem, o ambiente, tudo isso dá força. O esporte, às vezes, parece só um detalhe. O que vale é a experiência”, confessa o servidor público. 

    Lucas Castro, Comunicação Setesc
    Foto de destaque: divulgação

    Prefeitura inaugura primeiro batistério público do município – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

    O novo espaço fica localizado na Praça Jardim do Méier – Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

    A Prefeitura do Rio inaugurou neste sábado (13/12), na Praça Jardim do Méier, na Zona Norte, o primeiro batistério público do município. O novo espaço, projetado pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconserva), é composto por uma cascata d’água, uma bíblia cenográfica em resina e o batistério destinado à realização de cerimônias de batismo por imersão.

    – O Jardim do Méier é um espaço tradicional e recebe agora o primeiro batistério público do Rio para as pessoas que têm a fé cristã. Não é para uma Igreja, para uma denominação. É para todos numa cidade que tem uma diversidade religiosa e um respeito a todas as crenças. É mais um lugar de fé, devoção e encontro com Deus – afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

    O prefeito, acompanhado do vice-prefeito Eduardo Cavaliere, participou de um culto celebrado pelo Bispo Honorilton Gonçalves, da Igreja Universal. A cerimônia religiosa contou com a participação por videoconferência do Bispo Edir Macedo. Logo depois, Eduardo Paes apresentou a bíblia cenográfica no batistério e descerrou a placa de inauguração.

    – Nós recebemos essa ferramenta com muita responsabilidade. Porque sabemos que as pessoas que passarem por aqui vão encontrar a resposta, que é a palavra de Deus. Agradecemos por essa ferramenta entregue ao povo do Rio de Janeiro. Sem dúvida alguma será muito bem utilizada – disse o Bispo Gonçalves.

    O batistério funcionará diariamente das 6h às 19h, acompanhando o horário de abertura do Jardim do Méier. A manutenção ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Conservação, que recuperou o lago e o piso de concreto e pedras portuguesas, repôs a grama e reformou o coreto.

    – Aqui é um lugar muito simbólico onde o Bispo Macedo realizou seu primeiro culto. A Prefeitura pegou um lugar que estava abandonado e o transformou no primeiro batistério público. O Rio é um lugar com muitas fés e diferentes vertentes. Então é importante que a Prefeitura seja sensível a isso e que disponibilize um local paras as pessoas exercerem a sua fé – declarou o secretário de Conservação e Serviços Púbicos, Diego Vaz.

    A entrega do equipamento reforça a vocação comunitária da praça, urbanizada em 1916, e amplia as opções de uso do espaço público. O acesso ao batistério é gratuito.

    – Ter um batistério público é fenomenal, algo muito grande. Acredito que esse batistério será o início de uma nova vida para todos – disse a moradora do Méier, Vilma Marinho.

    Marcações: batistério público inauguração Jardim do Méier Prefeitura do Rio

    Forró aquece corações em noite do Natal dos Sonhos no Centro de Campo Grande – CGNotícias

    Por MRNews

    O Centro de Campo Grande se transformou em um cenário de encanto no início da noite desta quinta-feira (11), quando a magia do Natal dos Sonhos tomou conta das ruas e especialmente, da Praça Ary Coelho. A tradicional Parada Natalina, sempre aguardada pelas famílias campo-grandenses, trouxe uma surpresa que emocionou quem passava pelo local: de forma excepcional, o desfile entrou na praça para interagir diretamente com o público.

    Crianças interagiram dos personagens iluminados, adultos registraram cada momento com brilho nos olhos e a própria praça pareceu ganhar vida nova, pulsando como um grande encontro de celebração e afeto. Logo após o cortejo, o público foi presenteado com um espetáculo que traduz a alegria brasileira.

    A Banda Flor de Pequi colocou todos para dançar ao som do forró, ritmo nacional que faz parte da identidade cultural da cidade. Casais giraram pela praça, crianças improvisaram passos divertidos e até quem estava apenas passando reduziu o ritmo para aproveitar a festa. Em meio às luzes e às músicas, Campo Grande viveu uma noite em que tradição natalina e cultura popular caminharam juntas, reforçando laços e criando memórias que certamente serão lembradas por muito tempo.

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    Jessica Aparecida, de 35 anos, cita que ama dançar. “É uma delícia. A gente juntou o forró com o Natal. E não tem coisa melhor que dançar.”

    Simone Tavares, 51 anos aproveitou a festa. “Estávamos no Centro fazendo compras, e do nada vimos essa festa maravilhosa. Viemos e estamos nos divertindo muito”.

    Karen Soares da Silva, de 32 anos, moradora do Bairro Amambaí, cita que o momento de Natal é importante para a família, que assistiu à Parada Natalina. “Sempre aproveitamos esse espírito natalino, ainda mais agora com o bebê. Então, viemos prestigiar.”

    Enquanto a cidade se ilumina, o impacto econômico também se faz presente. O aumento da circulação de pessoas aquece as vendas, impulsiona o turismo e fortalece o trabalho de micro e pequenos empreendedores, que veem no período uma chance de ampliar renda e visibilidade. Assim, o Natal dos Sonhos vai além do encantamento visual: ele une cultura, solidariedade e desenvolvimento, fortalecendo a identidade campo-grandense.

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    Katiane Souza, de 36 anos, moradora do Bairro Centro-Oeste, se casou no civil e após o jantar com a família passou no Centro para ver as luzes, show e Parada Natalina. “Me casei hoje, estou muito feliz. É um dia importante e após a cerimônia no civil, a gente saiu para jantar e viemos ver como está o Natal no Centro. Nos surpreendeu pelo capricho e cuidado. Está lindo. E torna mais feliz esse dia”.

    Com o apoio de empresas e instituições como Águas Guariroba, Energisa, Famasul, MRV, Pátio Central Shopping e Sesc, o Natal dos Sonhos se consolida como um projeto coletivo, que reúne esforços para garantir segurança, estrutura, atrações culturais gratuitas e ações sociais ao longo de todo o mês. Para o Sistema Comércio, representado por Edison Araújo, o evento tem papel fundamental no fortalecimento da cultura, do turismo e do comércio, gerando oportunidades e transformando o espírito natalino em crescimento real para a Capital.

    A noite desta quinta-feira é apenas uma amostra do que está por vir. Entre paradas, espetáculos, apresentações musicais, ações sociais e decorações espalhadas por toda a cidade, Campo Grande vive um Natal pensado para todos, plural, acolhedor e cheio de emoção.

    #ParaTodosVerem As imagens são do Natal na Praça e de entrevistados.