Bonito divulga calendário de eventos para 2026 – Prefeitura Municipal de Bonito

Bonito apresenta sua agenda de eventos para 2026, reunindo festividades culturais, atividades esportivas, celebrações tradicionais e atrações que reforçam o município como um dos principais destinos de ecoturismo do país. Ao longo do ano, moradores e visitantes poderão vivenciar experiências que valorizam a cultura local, a natureza e a identidade bonitense.

A programação inclui eventos já consolidados e celebrações que movimentam a economia, estimulam o turismo e fortalecem a cadeia de serviços do município.

Confira o calendário completo de 2026:

  • 14 a 17 de fevereiro — Carnalaço
  • 13 a 15 de março — Festival da Pesca
  • Maio — Festa do Peão
  • Maio — Inspira Ecoturismo
  • 26 a 28 de junho — Festa de São Pedro
  • 7 a 12 de julho — Feira Literária de Bonito (FLIB)
  • 24 de julho a 1º de agosto — Festival de Cinema de Bonito
  • 26 a 30 de agosto — Festival de Inverno de Bonito (FIB)
  • Outubro — Festa Caipira
  • 20 e 21 de novembro — Festival da Guavira
  • Novembro — Natal Mais Bonito
  • Dezembro — Bonito 21K
  • Dezembro — Bonito Adventure
  • 30 e 31 de dezembro — Réveillon

Com uma agenda ampla e diversa, a Prefeitura reforça o compromisso de oferecer eventos que celebram a cultura, impulsionam o turismo e estimulam o desenvolvimento local.

A programação está sujeita a ajustes conforme a organização de cada evento, mas já antecipa um 2026 vibrante em Bonito. Um ano inteiro de celebrações que unem tradição, natureza, esporte e cultura.

Publicado em Sem categoria

Emlur realiza coleta domiciliar e ações de conservação em diversos bairros nesta terça-feira

As equipes da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) seguem com a rotina de serviços nesta terça-feira (9), garantindo limpeza, bem-estar e organização nos bairros de João Pessoa. A coleta domiciliar está sendo realizada em 48 bairros, além disso, também estão sendo levados serviços de manutenção e conservação para diversas localidades.

O superintendente da Emlur, Ricardo Veloso, destaca o compromisso das equipes com a limpeza da Capital. “Nosso trabalho é diário e contínuo. Mesmo com a grande extensão territorial da cidade, nossas equipes seguem empenhadas em oferecer serviços eficientes, garantindo mais qualidade de vida e bem-estar para todos os moradores”, afirmou.

Coleta domiciliar – Os agentes de limpeza trabalham recolhendo o lixo domiciliar nos bairros de Esplanada, Ernani Sátiro, Costa e Silva, Gauchinha, Vieira Diniz e Bairro das Indústrias. Também recebem o serviço os bairros da Orla, Cabo Branco, Tambaú, Jardim Oceania, Jardim Aeroclube, Manaíra, Alto do Céu, Ipês e Costa do Sol.

A coleta contempla ainda as áreas de Mandacaru, Paratibe, Castelo Branco, Torre, Treze de Maio, Valentina, Centro, Jaguaribe, Trincheiras, Varadouro, Tambiá, Água Fria, Alto do Mateus, Cidade dos Colibris, Nova República, Funcionários II e Ilha do Bispo.

Outros locais atendidos são Colibris, Distrito Mecânico, Irmã Dulce, Jardim Planalto, João Paulo II, José Américo, Novais, Novo Geisel, Oitizeiro, Anatólia, Bancários, Geisel, Jardim São Paulo, Cidade Universitária, Parque do Sol e Planalto da Boa Esperança.

As equipes de manutenção urbana da Emlur também realizam serviços de conservação por toda a cidade, com atuações específicas no Vieira Diniz, Rangel, canal de Mandacaru, Bairro dos Estados, Beira Rio, Manaíra, Paratibe e Trilha das Falésias.

A Emlur reforça que a colaboração da população, respeitando dias e horários da coleta, é essencial para manter João Pessoa limpa e organizada.

SEMED celebra sucesso do 1º ano do Programa RenovAção – CGNotícias

A Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Campo Grande, em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil e a Gaia Social, realizou a cerimônia de balanço das atividades do Programa RenovAção 2025, marcando o encerramento do primeiro ano da iniciativa no município. O evento celebrou a união entre o setor público e a iniciativa privada para fortalecer a gestão de recursos hídricos e resíduos sólidos nas escolas, destacando o protagonismo da rede municipal de ensino na construção de uma cidade mais sustentável.

Durante a solenidade, o Secretário Municipal de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, enfatizou a importância estratégica das parcerias para a qualificação do ensino e da infraestrutura escolar. Em seu discurso, ele ressaltou a magnitude da Rede Municipal de Ensino, que atende cerca de 115 mil alunos, número que representa mais de 10% da população total da cidade e supera, proporcionalmente, a rede de capitais com maior densidade populacional, como Salvador. Para o secretário, a implementação de projetos que integram educação e sustentabilidade contribui diretamente para a manutenção de Campo Grande como a segunda melhor cidade do Brasil para se viver, reforçando que a gestão eficiente de resíduos e o combate ao desperdício são pilares essenciais para o avanço da sociedade por meio da educação.

Neste primeiro ano, o programa contemplou seis escolas municipais e envolveu diretamente 3.017 crianças em atividades lúdicas e educativas. O secretário destacou a iniciativa como um modelo de sucesso de Parceria Público-Privada (PPP), capaz de aliar conscientização ambiental e resultados concretos. Entre as entregas, estão a instalação de 247 cestos de coleta seletiva, 10 containers para armazenamento de resíduos e sistemas de captação de água da chuva com capacidade total de 10.200 litros, preparando as unidades escolares para o reaproveitamento de recursos naturais.

Além da melhoria da infraestrutura, o programa investiu em qualificação profissional, certificando 44 integrantes das equipes de limpeza e cozinha, além de formar 23 multiplicadores entre professores, ampliando o alcance das ações educativas dentro das unidades.

A relevância do programa também foi percebida pelos estudantes. A aluna Ana de Oliveira Pereira, da Escola Municipal Domingos Gonçalves Gomes, relatou que aprender sobre a separação correta dos resíduos a fez entender como pequenas atitudes impactam diretamente a saúde do planeta, mostrando o potencial transformador da educação ambiental aplicada no cotidiano escolar.

Com resultados expressivos já no primeiro ano, o Programa RenovAção fortalece a cultura sustentável na Rede Municipal de Ensino e demonstra a importância da cooperação entre instituições públicas e privadas para a construção de uma cidade mais consciente, responsável e preparada para os desafios ambientais do futuro.

#ParaTodosVerem: Imagens do evento realizado em parceria pública e privada.

Publicado em Sem categoria

Profissionais do SUS receberão treinamento em cuidados paliativos

Por MRNews

Profissionais de serviços de atenção primária à saúde serão treinados para atuar em cuidados paliativos, com o objetivo de proporcionar mais qualidade de vida às pessoas com doenças graves. O novo ciclo do Projeto Cuidados Paliativos começa em 2026 em 20 estados. O projeto é uma parceria do Ministério da Saúde e do Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). 

Em entrevista à Agência Brasil, a paliativista e coordenadora médica do projeto no Sírio-Libanês, Maria Perez, informou que o primeiro encontro com as 20 secretarias estaduais de Saúde já foi realizado. Ela explicou que a compreensão mais frequente sobre os cuidados paliativos é que eles são utilizados apenas em pacientes terminais, sem chance de cura. Mas isso não é correto. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é uma abordagem que foca a questão de qualidade de vida, olhando não só os sintomas físicos, mas também questões emocionais, sociais, espirituais dos pacientes e seus familiares, benéfica a todos os portadores de doenças graves. Esses cuidados devem ser oferecidos junto com o tratamento específico para a doença de base que o paciente tiver

Consciência ambiental cresce em áreas com projetos de longa duração

Isto foi o que causou o acidente que tirou a vida do irmão de Chitãozinho e Xororó

“Quando a gente fala em abordagem de cuidados paliativos, não necessita necessariamente que seja um especialista em cuidados paliativos atuando. Mas que tenha esse olhar, pensando na qualidade de vida, trazendo a pessoa para o centro do cuidado, ter sempre uma atenção na comunicação e no manejo de sintomas”, afirmou Maria Perez.

Para ela, isso deveria acontecer desde o diagnóstico de uma doença ameaçadora da vida. “Os pacientes precisam muito dessa abordagem de cuidados paliativos. Que ela seja ofertada no momento da terminalidade, mas não só”, acrescentou.

O projeto Cuidados Paliativos, via Proadi-SUS, começou a ser desenvolvido no Hospital Sírio-Libanês em 2020, envolvendo profissionais de hospitais, ambulatórios de especialidades e serviços de atendimento domiciliar. Mais de 10 mil profissionais de saúde do SUS participaram de capacitações ofertadas por meio do projeto e mais de 12 mil pacientes com demandas de cuidados paliativos foram identificados por esses serviços de saúde. 

A iniciativa é focada na capacitação e na implementação de novos protocolos para atender a esse perfil de paciente. Em 2024, após o lançamento da Política Nacional de Cuidados Paliativos, o programa foi reformulado, transformando-se em projeto de apoio à política.

Casado com Viih Tube, Eliezer pega fãs de surpresa com anúncio inesperado; “não estamos mais juntos”

No Dr com Demori, historiador analisa política e desafios para 2026

“Aí, a gente passou a trabalhar não só hospitais, ambulatórios de especialidades e serviços de atendimento, mas também unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samus), que têm atuação mais próxima às secretarias estaduais de Saúde”, disse

No ciclo iniciado em 2024, mais de 150 serviços de saúde de 19 estados e do Distrito Federal participaram do projeto, entre eles UPAs e serviços de Atendimento Médico de Urgência (Samus). Como se tratam de serviços de atendimento emergencial, Maria Perez conta que a primeira impressão foi de estranhamento. “Mas à medida que as equipes foram entendendo o conceito correto de cuidados paliativos, foram percebendo que já atendiam essas pessoas, com crises de dor e falta de ar e que acionam o Samu”, acrescentou. 

“A gente teve a participação de 49 hospitais, 54 serviços de atendimento domiciliar, 11 ambulatórios, 19 UPAs e 16 Samus espalhados pelo Brasil. Agora, estamos esperando a indicação das secretarias sobre quais são os serviços que vão participar no próximo ano”, disse a especialista. A expectativa é que, ao final de 2026, o projeto deverá alcançar um terço das macrorregiões do país.

A partir de agora, com a ação mais próxima às secretarias estaduais de Saúde, a ideia é fortalecer o trabalho em toda a rede. “Porque daí a gente consegue garantir ou buscar essa continuidade de cuidado, essa qualidade assistencial”, disse ainda Maria Perez.

Pioneirismo

Um dos primeiros serviços a receber o projeto foi o Samu 192 – Regional do Alto Vale do Paraíba, no estado de São Paulo. Para Rita de Cássia Duarte, enfermeira e supervisora do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no Vale do Paraíba, a iniciativa  foi um divisor de águas, trazendo benefícios para o serviço, para a população e toda a atenção básica.

“Para os profissionais que atuam com urgência e emergência, cuidados paliativos eram algo muito novo. De maneira geral, o foco desse profissional sempre foi salvar vidas e lidar com situações de risco imediato, e não acompanhar pacientes com condições irreversíveis. Havia uma dificuldade em entender que há limitação e que, em alguns casos, não haverá intervenções curativas, mas, ainda assim, haverá cuidado, acolhimento e atenção a um perfil específico de paciente”, disse Rita de Cássia.

Avanços

Maria Perez avaliou que o Brasil tem avançado muito na pauta de cuidados paliativos. “Antigamente, a gente falava e a pessoa não sabia nem do que estávamos falando. Hoje em dia, como o assunto tem estado mais na mídia, os profissionais têm procurado entender”.

De acordo com a especialista, um dos principais pontos trabalhados na capacitação é a identificação da demanda, para que os profissionais consigam identificar os pacientes que precisam desses cuidados e qual a melhor forma de oferecê-los. A formação parte de ferramentas com base científica, mas também ressalta a importância de haver  “um momento para conversar com o paciente e familiares para entender as condições biográficas e de valores, do que é importante para o paciente, o que é qualidade de vida para ele”, enfatizou.

Juntando essas informações com o paciente e a família, o profissional poderá entender qual é o melhor tratamento para aquela pessoa. “É o que a gente chama de cuidado centrado na pessoa: tem a ver com a história de vida do paciente e seus valores, não só com questões biológicas”. A partir daí, o profissional deve fazer o planejamento de cuidados, considerando a doença de base do paciente e as possibilidades de tratamento, com a relação risco benefício de cada uma delas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que cuidados paliativos constituem uma abordagem voltada para reduzir o sofrimento de pacientes com doenças que ameaçam a vida, proporcionando a melhor qualidade de vida, inclusive no final da existência dessa pessoa. Estima-se que mais de 73 milhões de pessoas no mundo necessitam de cuidados paliativos a cada ano. Ainda de acordo com a OMS, cerca de 20 milhões de pessoas morrem anualmente com dor e sofrimento devido à falta de acesso a cuidados paliativos e ao alívio da dor.

O projeto resultou na produção e publicação de um Manual de Cuidados Paliativos, adotado como referência na apresentação da nova política no SUS, publicado em 2023.

Bonito conquista 5 estrelas no Ranking CETRAN/MS 2025 – Prefeitura Municipal de Bonito

O Município de Bonito, por meio do Departamento Municipal de Transporte e Trânsito (DEMTRAT), recebeu a nota máxima de 5 estrelas no Ranking CETRAN/MS 2025, reconhecimento destinado aos municípios que se destacam em ações de educação, organização e segurança no trânsito.

A avaliação do Conselho Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (CETRAN/MS) leva em conta diversos indicadores, como programas de educação para o trânsito, estratégias de fiscalização, regulamentação municipal, ações de prevenção de acidentes e fortalecimento das políticas públicas voltadas à mobilidade segura.

O diretor do DEMTRAT, Cristalvo Freitas Campos, ressaltou que o resultado é fruto de um trabalho contínuo.
“Essa conquista mostra que Bonito avança com responsabilidade, planejamento e ações efetivas de conscientização. É fruto do esforço diário de nossa equipe e do apoio da administração municipal”, destacou.

A certificação também evidencia a importância das iniciativas desenvolvidas ao longo do ano, como campanhas educativas, ações do Maio Amarelo, fiscalização orientativa, capacitações e parcerias com instituições públicas e privadas.

A nota máxima coloca Bonito entre os municípios de maior excelência no Estado e evidencia o comprometimento da administração municipal com um trânsito seguro, humano e eficiente.

Publicado em Sem categoria

Consciência ambiental cresce em áreas com projetos de longa duração

Por MRNews

Regiões com projetos de conservação com longo prazo de atuação aumentam em até 20% a consciência ambiental das pessoas. É o que revela estudo inédito elaborado pelo Programa Maré de Ciência, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com a Rede Biomar, que reúne cinco principais projetos de conservação marinha (Albatroz, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador e Meros do Brasil).

O estudo foi realizado em maio deste ano junto a 1.803 pessoas, sendo 1.501 conhecedoras de, pelo menos, um dos cinco projetos da Rede Biomar e um grupo de controle, formado por 302 pessoas não conhecedoras de nenhuma das atividades da rede. Os entrevistados são residentes em municípios costeiros e foram selecionados de forma aleatória.

Os dados apurados indicam que os projetos de longa duração com, pelo menos, duas décadas de atuação, elevam a percepção das pessoas sobre sua conexão com o oceano em mais de 10%, atingindo 20% em alguns casos. Os resultados reforçam que investimentos contínuos em educação ambiental e sensibilização comunitária têm efeito direto e duradouro no comportamento social e ambiental dos indivíduos.

Isto foi o que causou o acidente que tirou a vida do irmão de Chitãozinho e Xororó

Casado com Viih Tube, Eliezer pega fãs de surpresa com anúncio inesperado; “não estamos mais juntos”

Impacto

Outros números indicam que a percepção de como o oceano impacta a vida das pessoas é 11% maior entre os que conhecem projetos da Rede Biomar; 88% das pessoas que conhecem os projetos afirmam buscar informações sobre o oceano, número 23% maior do que o grupo sem contato com as iniciativas; 87% dos entrevistados disseram se sentir motivados a contribuir com a conservação, enquanto no grupo controle foram apenas 13%.

Além disso, 82% dos consultados mostraram-se dispostos a mudar hábitos pelo bem do oceano, sendo que 47% se declaram extremamente dispostos, o que significa quase o dobro do grupo controle. Mais de 90% dos entrevistados ligados à Rede Biomar afirmam  estar dispostos a agir como agentes de mudança ou de divulgação dos projetos de conservação marinha, 12% acima do grupo controle.

Planejamento estratégico

A pesquisa faz parte do planejamento estratégico da Rede Biomar para a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), que se estenderá até 2030.

“Um dos eixos desse planejamento é a conscientização, ou seja, promover o aumento da conscientização das pessoas sobre a importância da conservação marinha e como a gente pode mudar o comportamento das pessoas nesse sentido”, disse à Agência Brasil a fundadora do Projeto Albatroz, integrante da Rede Biomar, Tatiana Neves.

No Dr com Demori, historiador analisa política e desafios para 2026

Haddad diz que aporte aos Correios deve ser menor que R$ 6 bilhões

Para apurar se o planejamento estava sendo eficaz, a Rede Biomar fez parceria com o Programa Maré de Ciência, visando entender o impacto das ações sobre o público. “Ela foi uma pesquisa bastante pioneira”, disse Tatiana.

Acrescentou que “para a gente [o levantamento] foi muito importante porque não só nos mostra como estamos impactando, como também nos orienta sobre as estratégias que devemos adotar para aprimorar as nossas ações para alcançar esse objetivo. Então, para nós foi um divisor de águas”. 

Mobilização

Segundo Tatiana, a pesquisa deixa claro que a esmagadora maioria das pessoas que conhecem os projetos da Rede “se informa, se interessa, vai buscar. E isso, para a gente, é muito importante porque reflete em uma mobilização de pessoas que querem contribuir de alguma forma na conservação.

“Os dados são bastante animadores e mostram que a maioria das pessoas conhece a importância do oceano e demonstra preocupação sobre os impactos da atividade humana nos mares. Significa que a nossa mensagem está dando certo, que está chegando ao público”, enfatiza.

Ronaldo Christofoletti, coordenador do Programa Maré da Ciência, da Unifesp, entende que o resultado da sondagem mostra a importância da educação de longo prazo. “A educação é um processo que demora tempo. Ela não acontece da noite para o dia. Então, quando você tem uma rede com projetos que estão no território há mais de 20 anos, alguns há mais de 30 anos atuantes, as pessoas nessas regiões estão já apresentando uma melhoria no seu conhecimento”, argumenta.

Desafios

A fundadora do Projeto Albatroz indicou que o desafio que se descortina agora é converter essa preocupação em engajamento prático, pensando em como essa pesquisa pode auxiliar como uma estratégia futura. Tatiana avalia que essa será uma segunda etapa. O estudo efetuado com o Programa Maré de Ciência foi a primeira ação. Serão feitos outros levantamentos ainda no meio do caminho e ao final da década do oceano, em 2030.

Mas com os resultados dessa primeira pesquisa, as ações da Rede Biomar serão dirigidas para ajudar as pessoas a trabalhar em atividades que revertam na conservação do oceano.

“Para mim, ficou bastante claro que ainda falta clareza para as pessoas sobre o que fazer. Elas querem fazer alguma coisa mas, muitas vezes, o engajamento é baixo. Elas não sabem quais ações realmente são eficazes ou possíveis no seu cotidiano”, explicou Tatiana.

Exemplos de ações positivas são reduzir o consumo de plástico descartável, procurar produtos mais sustentáveis, participar de mutirões de limpeza ou mutirões que revertem em uma ação coletiva em prol do meio ambiente. “Para mim, a pesquisa refletiu isso e o Projeto Albatroz agora começa a buscar formas de indicar o caminho para as pessoas”, disse Tatiana.

Adaptações

Ronaldo Christofoletti sugere que as estratégias têm que ser adaptadas aos diferentes segmentos da população que não têm conhecimento, não têm instrução. Ou seja, tem que haver uma adaptação a todas as populações, sejam adaptações em termos de idade, do linguajar, do conteúdo, regionais.

“A gente precisa que esse conhecimento tenha significado no dia a dia dessas pessoas e que seja acessível para elas. Então, tem que realmente mapear todos os grupos, inclusive os que têm menos conhecimento ou nenhum conhecimento sobre o tema. É um processo em que a gente fala de baixo para cima e não de cima para baixo”, avalia.

Ele esclarece que esse é um processo de conscientização  construído com aquelas pessoas ou aquela comunidade, para entenderem “qual é a realidade em que vivem, o que eles sabem, o que eles podem contribuir, quais são as dúvidas e, aí, a gente vai aos poucos ampliando a conversa sobre o tema”.

Atitudes

Tatiana Neves assegura que o que dificulta as pessoas na tomada de atitudes em prol da conservação ambiental é que, muitas vezes, elas têm um certo distanciamento da responsabilidade individual, acreditando que cabe ao governo resolver.

Acentua que “isso acaba criando uma sensação de impotência e de falta de ligação com o problema”. Ela acredita que grandes empresas e governos devem se engajar na luta pela conscientização das populações e investir nesse processo”.

Ressaltou que a pesquisa mostra a importância do investimento a longo prazo em educação ambiental. “Isso para mim é chave”, esclarece. Ela defendeu que os patrocínios devem ser de longo prazo, assim como faz a Petrobras com a Rede Biomar, para que haja, de fato, uma modificação de visão, de comportamento, de entendimento do público sobre a importância da conservação do oceano e como as pessoas podem se engajar nesse esforço.

Currículo Azul

Para Ronaldo Christofoletti, o estudo veio sacramentar a importância de se investir, valorizar, reconhecer o papel da educação no país e de se pensar o comportamento de cada pessoa, inclusive em um ano eleitoral, “para a gente cobrar [no sentido de] que os nossos políticos apresentem respostas para a mudança do clima. Esse é um dever de cada cidadão e cada votante. Mas também a gente quer saber da conservação das espécies”.

Por isso, Christofoletti aponta que há uma série de ações que passam do nível de indivíduos, de comunidade, até chegar a governos que são importantes.

Políticas públicas são essenciais, segundo ele, para essa conscientização da população. “A gente precisa de políticas não só para o ambiente, mas para o que a gente chama de cultura oceânica, que é como as pessoas entendem a sua relação com o meio ambiente, no caso, com o oceano”.

Ele referiu-se ao Currículo Azul, política pública que o Brasil está desenvolvendo, e que vem a ser a Educação Oceânica integrada ao currículo escolar brasileiro. Trata-se de uma política pioneira que ensina sobre a importância dos oceanos para a formação de cidadãos e profissionais mais conscientes sobre sustentabilidade e clima e será aplicada em todas as redes de ensino.

“Eu digo o meio ambiente como um todo porque, apesar de a gente chamar cultura oceânica, tendo em conta que 70% do planeta são água, oceano, os ambientes terrestres, como a Amazônia, Caatinga, o Cerrado, o Pantanal, [eles] têm uma relação direta com o oceano também. Então, quando a gente fala do oceano, a gente está falando de toda a natureza, de todos os biomas. E o Currículo Azul faz isso, inclusive com esse olhar da mudança do clima”.

Fortalecimento de políticas

Christofoletti disse, ainda, que fortalecer políticas públicas como esse projeto e os da Rede Biomar, patrocinados pela Petrobras, é essencial em todos os níveis municipal, estadual e federal, objetivando maior engajamento da população.

Na análise do coordenador do Maré de Ciência, há várias etapas nesse processo. Uma é o conhecimento, mas ele requer que se olhe também as emoções, para que essas levem a atitudes, ao engajamento.

“É preciso, essencialmente, que todo mundo mude o comportamento em relação ao meio ambiente e à conservação marinha. Aí a gente começa a ter a transformação necessária dos indivíduos”, opina.

Ele acredita que isso deveria ser inserido nas escolas desde os anos iniciais, inclusive a partir do maternal. “Em todas as idades, em todos os níveis. Do ensino infantil, fundamental um e dois, técnico, médio, superior inclusive”.

Rede Biomar

Criada em 2007, a Rede Biomar atua de forma integrada na pesquisa científica, conservação da biodiversidade e educação ambiental ao longo do litoral brasileiro. Com foco em espécies-chave e ecossistemas estratégicos, os projetos da rede combinam ações científicas, comunitárias e educativas, mostrando que a longevidade e a continuidade são diferenciais fundamentais para fortalecer a consciência ambiental e formar novas gerações de cidadãos oceânicos.

O Programa Maré de Ciência, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é uma iniciativa de referência nacional e internacional dedicada à popularização da ciência, educação oceânica e sustentabilidade. Criado em 2012, o programa desenvolve ações de pesquisa, comunicação e engajamento social que aproximam a sociedade do oceano e da ciência, promovendo uma cultura de responsabilidade ambiental e cidadania oceânica.

O programa conecta escolas, comunidades, universidades, gestores públicos e o setor produtivo para coproduzir conhecimento e fortalecer políticas públicas voltadas à conservação marinha e à resiliência climática.

Agência Minas Gerais | Rede Minas lança grade de programação de verão com novidades no esporte, patrimônio, gastronomia e humor

A Rede Minas estreia sua grade de programação de verão com uma seleção de novos conteúdos que ampliam o espaço dedicado ao esporte, ao patrimônio, à gastronomia, ao lazer e ao humor na televisão pública mineira.

As novidades serão apresentadas neste sábado (6/12), no Parque do Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, em um evento aberto ao público.

Entre os destaques, está o programa Viver Bem Minas, que transforma a tela da emissora em um espaço dedicado ao lazer e à saúde, mostrando como a qualidade de vida se reflete no cotidiano dos mineiros.

Integrando inovação multiplataforma e uma forte identidade mineira, o Conexão 31 estreia na nova grade trazendo uma linguagem atual, conteúdo autêntico e proximidade com o público.

A nova programação também contará com o clássico programa Graffite, que chega à Rede Minas trazendo humor, música e um formato popular que já conquistou gerações

“A nova grade que estamos entregando reafirma a essência da Rede Minas como TV pública: um espaço onde a cultura, o esporte, a gastronomia, o lazer e o patrimônio de Minas respiram com liberdade. Cada programa nasce de um olhar atento para o que somos e para o que queremos contar ao mundo. É uma vitrine da nossa diversidade e um convite para que o mineiro se reconheça na tela”, destaca Gustavo Mendicino, presidente da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), que gere a Rede Minas e a Rádio Inconfidência.

Com direito a receitas, entrevistas e dicas imperdíveis, as chefs Carol Fadel e Maria Clara Magalhães, do Matula, trazem o melhor da cultura gastronômica e do empreendedorismo feminino.

A série documental Cidades Históricas é outra novidade. Dividida em dez episódios, tem o foco no resgate da história de Minas por meio de suas cidades históricas.

Além das estreias, o público poderá acompanhar o retorno das novas temporadas do Estações e Rameh Cozinha, dois programas que já fazem parte da identidade da emissora e voltam repaginados para a temporada de verão.

O Estações levará os espectadores a uma viagem pelas linhas da histórica estrada de ferro Leopoldina. Já o Rameh Cozinha celebra os sabores autênticos da nossa rica culinária regional sob o comando do chef Felipe Rameh. 

O lançamento da nova grade será celebrado no Parque do Palácio, um dos espaços culturais e de lazer mais emblemáticos de Belo Horizonte. A partir das 9h, o público poderá aproveitar uma programação especial que inclui ações de saúde, além de experiências gastronômicas e intervenções culturais. 

No Dr com Demori, historiador analisa política e desafios para 2026

Por MRNews

O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa DR com Demori. Na entrevista, o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na TV Brasil.

Diretor do Instituto Futuro, iniciativa voltada à renovação das ideias progressistas e ao combate à desigualdade social, Juliano Medeiros tem uma trajetória política ligada aos movimentos sociais. Foi presidente nacional do PSOL entre 2017 e 2023.

Por isso, comenta que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro não representa o fim “do bolsonarismo no país”. “Vai se reinventar. Talvez a extrema direita assuma outro nome […], mas a verdade é que é um marco importante, porque, em outros países, as instituições não conseguiram dar essa resposta”, diz.

Haddad diz que aporte aos Correios deve ser menor que R$ 6 bilhões

Haddad: Câmara deve votar projeto de devedores contumazes nesta terça

 

Historiador e cientista político Juliano Medeiros é o convidado do programa DR com Demori – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A agenda climática também fez parte da conversa desta edição do DR com Demori. Ao programa, Juliano Medeiros comenta a dificuldade de trazer o tema ao debate político. “Eu não vejo nenhum outro caminho para combater a desigualdade social que não seja enfrentando a crise climática. Nós temos uma oportunidade, mas, para isso, é preciso pensar um pouquinho fora da caixa”, afirma.

União Brasil decide expulsar ministro Celso Sabino da legenda

Lula propõe reunião dos Poderes para tratar de feminicídio

Após a exibição na TV Brasil, o DR com Demori também fica disponível, na íntegra, no YouTube e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na Rádio MEC, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no Spotify.

Sobre o programa

O programa Dando a Real com Leandro Demori, ou simplesmente DR com Demori, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da TV Brasil.

Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba aqui como sintonizar.

Túneis Rebouças, Acústico, Zuzu Angel e Santa Bárbara serão fechados para manutenção – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

As galerias do Túnel Rebouças, sentido Centro, serão fechadas para serviços de manutenção- Divulgação/Prefeitura do Rio

O Túnel Rebouças será fechado, no sentido Centro, das 23h30 desta segunda-feira (8/12) às 5h de terça-feira (9/12), para serviços de manutenção. As galerias de sentido oposto funcionarão com uma faixa reversível (esquerda) no sentido Centro e duas faixas de trânsito no sentido Lagoa.

Os túneis Zuzu Angel e Acústico Rafael Mascarenhas serão fechados no sentido Gávea, das 23h30 às 5h, para serviços de manutenção. A principal opção para desvio é a Avenida Niemeyer.

O Túnel Santa Bárbara será interditado no sentido Santo Cristo, das 22h às 5h, para serviços de manutenção. A galeria no sentido Laranjeiras funcionará normalmente.

Sinalização especifica será instalada para orientar e alertar os motoristas. Operadores da CET-Rio vão monitorar as condições do trânsito e atuar, se necessário. Além disso, os tempos semafóricos serão ajustados para melhorar a fluidez na rota de desvio e nos principais corredores das regiões.

Categoria:

  • 8 de dezembro de 2025
  • Marcações: CET-Rio interdições manutenção trânsito túneis

    Calendário das escolas estaduais de MS terá 223 dias de atividades e prevê início das aulas em 9 de fevereiro

    Documento define datas oficiais, orientações pedagógicas e prevê sábados destinados ao programa Família & Escola e outras atividades obrigatórias

    A SED (Secretaria de Estado de Educação) publicou a resolução que define a organização do ano escolar, do ano letivo e o Calendário Escolar das unidades da REE/MS (Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul) para o exercício de 2026. O documento estabelece as datas, diretrizes e procedimentos que devem ser seguidos por todas as escolas, garantindo o cumprimento da legislação e a continuidade pedagógica ao longo do ano.

    Ao todo, o ano escolar de 2026 terá 223 dias, com início em 2 de fevereiro, data destinada à confirmação de lotação e apresentação dos professores. O ano letivo, composto por 200 dias de efetivo trabalho escolar, começa oficialmente em 3 de fevereiro, enquanto as aulas serão retomadas em 9 de fevereiro.

    O recesso escolar está previsto para o período de 17 a 31 de julho, e o ano escolar será encerrado em 18 de dezembro, após a realização dos exames finais (10, 11 e de 14 a 16 de dezembro) e do Conselho de Classe Final, programado para o dia 17.

    A Resolução também detalha a estrutura das APC (Atividades Pedagógicas Complementares), que poderão compor até 10% dos dias letivos, e da Jornada Formativa (JF), distribuída ao longo dos quatro bimestres como ação de formação continuada para os profissionais da educação. Essas atividades integram o planejamento pedagógico e são parte fundamental da organização curricular.

    O Calendário prevê ainda datas específicas para avaliações bimestrais, funcionamento do programa RAV (Recuperar para Avançar), realização do Pré-Conselho, encontros da Família & Escola — obrigatoriamente aos sábados —, além das orientações para reposições em caso de interrupções das aulas.

    Cada unidade escolar deverá adequar o Calendário Escolar às suas especificidades, respeitando integralmente as normas da Resolução. O documento também reforça procedimentos para validação, registro e acompanhamento do calendário por meio do Sistema Papel Zero e do SGDE (Sistema de Gestão de Dados Escolares).

    Jackeline Oliveira, Comunicação SED
    Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo

    Publicado em Sem categoria