Programas habitacionais da Prefeitura de João Pessoa se destacam no Encontro Nacional da Rede Periferia Viva

O programa habitacional da Prefeitura de João Pessoa foi apontado como referência no Brasil durante o Encontro Nacional da Rede Periferia Viva, em Brasília (DF), realizado essa semana pela Secretaria Nacional de Periferias do Ministério das Cidades. Os destaques foram o projeto do Porto do Capim e o programa Cuidar do Lar, apresentado como exemplo a ser seguido na recuperação de moradias de interesse social.  

O evento reuniu representantes de 15 estados e 24 municípios, além dos parceiros institucionais que integram a Rede Periferia Viva. A Prefeitura de João Pessoa foi representada pela secretária de Habitação, Socorro Gadelha; pela diretora de Planejamento de Programas Habitacionais da Semhab, Glauciene Almeida; e Hossana Holanda, moradora e representante da Comunidade Porto do Capim.

Socorro Gadelha ressaltou que foi bastante satisfatório participar do Encontro Nacional da Rede Periferia Viva, principalmente quando o projeto Cuidar do Lar foi apresentado em plenária e despertou o interesse de outros municípios brasileiros que estão buscando uma solução para atender famílias que moram em habitações precárias e não têm recursos para fazer as melhorias necessárias. Ela contou que um dos temas em discussão foi a recuperação de moradias de interesse social, exatamente o público atendido pelo projeto Cuidar do Lar, que terminou sendo apontado como modelo a ser seguido.

“No início do ano que vem, nós vamos receber representantes das cidades de Salvador (Bahia), Aracajú (Sergipe) e Maceió (Alagoas), além de outros estados e municípios que pediram informações sobre o nosso projeto e querem conhecer de perto nosso trabalho, que é respaldado na lei municipal. É um programa permanente dentro da política habitacional no Município de João Pessoa para reduzir o déficit habitacional”, explicou. Ela lembrou que o programa tem mais de 1.500 famílias inscritas e 500 já foram atendidas e suas moradias voltaram a ter condições de habitabilidade, com intervenções realizadas na infraestrutura do imóvel, como telhados, portas e janelas, rede elétrica e sanitária e acessibilidade.

Porto do Capim – O Programa Nacional de Periferias Vivas tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem em comunidades, sem retirá-las do lugar onde já vivem há muitos anos, onde muitos nasceram, cresceram e constituíram família.

Neste caso, a cidade de João Pessoa foi contemplada com o projeto do Porto do Capim, na região do Varadouro, onde serão investidos mais de R$107 milhões em serviços de infraestrutura, como saneamento, pavimentação, construção e reforma de moradias, iluminação e revitalização de prédios históricos, beneficiando cerca de 540 famílias e vários pontos comerciais estabelecidos naquela região da cidade, criando as condições necessárias também para o turismo no Centro Histórico.

Socorro Gadelha destacou que o projeto foi construído através de um diálogo direto com a comunidade, que tem acompanhado o andamento das negociações para a execução da obra. “O projeto do Porto do Capim é fruto do diálogo. O Ministério das Cidades, através da Secretaria das Periferias, implantou o Posto Territorial  que faz o atendimento aos moradores, esclarece dúvidas e recebe sugestões que vão ser analisadas pela equipe técnica”, detalhou.

Uma representante da comunidade, Hossana Holanda, também participou do encontro nacional expondo o ponto de vista dos moradores do Porto do Capim. Ela enalteceu que o projeto dará vida ao Centro Histórico de João Pessoas, respeitando o direito das pessoas de continuarem morando onde já vivem há muito tempo, citando como exemplo o Residencial Rio Sanhauá, uma parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. O empreendimento já está em construção e vai abrigar 108 famílias que hoje vivem em condições precárias na beira do mangue.

Agência Minas Gerais | Cobrança pelo uso da água ganha tecnologia e transparência em Minas Gerais

A gestão dos recursos hídricos em Minas Gerais deu um salto de qualidade em 2025 com o lançamento do novo módulo de cobrança do Sistema de Gestão de Bacias Hidrográficas (SGBH). Desenvolvida pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), a ferramenta automatiza cálculos, organiza dados e garante mais segurança e transparência nos processos de cobrança pelo uso da água no estado.

O módulo foi implementado no mesmo ano em que Minas Gerais iniciou oficialmente a cobrança pelo uso de recursos hídricos nas 36 bacias hidrográficas do território mineiro. Ao todo, foram R$ 217,1 milhões cobrados, dos quais R$ 133 milhões já foram arrecadados e destinados a projetos de melhoria da qualidade e disponibilidade de água.

Segundo o diretor de Gestão e Apoio ao Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Igam, Thiago Figueiredo Santana, a nova plataforma permite controle completo das operações. “Com a nova plataforma, ganhamos controle ponta a ponta, gerimos os memoriais de cálculo, damos rastreabilidade às respostas e acompanhamos o status de pagamento de cada usuário, com opções de reemissão de boletos para agilizar a regularização”, afirma.

O SGBH oferece um conjunto de funcionalidades que facilitam a rotina da gestão hídrica: emissão e envio automático de notificações, consulta a memoriais por outorga, usuário ou ano de referência, geração de Documentos de Arrecadação Estadual e resposta direta a notificações de débito.

O princípio do usuário-pagador

Para o diretor-geral do Igam, Marcelo da Fonseca, o avanço tecnológico reforça o papel da cobrança como instrumento de gestão. “A cobrança reconhece a água como um bem econômico e indica ao usuário seu valor real. É um mecanismo que incentiva o uso racional e gera recursos para intervenções que aumentem a segurança hídrica nos territórios mineiros”, explica.

Os valores arrecadados são aplicados diretamente em projetos previstos nos planos de recursos hídricos, com foco na redução de impactos ambientais e na ampliação da oferta de água.

Diversas regiões já vêm recebendo investimentos oriundos da cobrança. Na Bacia do Rio Doce, destacam-se ações dos programas Rio Vivo, de Saneamento Básico e de Recomposição de APPs e Nascentes, que alcançam 6,4 mil propriedades em 54 municípios, com aportes de cerca de R$ 14,2 milhões.

Na Bacia do Rio Paraíba do Sul, o Sistema de Esgotamento Sanitário de Olaria foi concluído em 2024, com investimentos de R$ 4,4 milhões, garantindo coleta e tratamento de esgoto doméstico e melhorando a qualidade da água local. No município de São Sebastião de Vargem Alegre, seguem em execução obras semelhantes, com previsão de entrega em 2026 e quase R$ 9 milhões em investimentos.

Um sistema em expansão

O módulo de cobrança é apenas a primeira etapa do SGBH. O sistema completo incluirá ferramentas para apoiar a gestão dos Comitês de Bacias Hidrográficas, do Conselho Estadual de Recursos Hídricos e dos Planos de Recursos Hídricos, ampliando a integração entre dados e processos em todo o estado.

O desenvolvimento do SGBH é resultado de parceria entre o Igam, o Instituto Água e Terra, órgão gestor de recursos hídricos paranaense, e a Fundação Ezute, organização sem fins lucrativos especializada em soluções tecnológicas para o setor público.

 

Servidor público de MS encara triathlon extremo em Santa Catarina e leva o nome do estado a circuito mundial

Por MRNews

Servidor público estadual, o policial militar João Paulo Morisson Fernandez, de 38 anos, será um dos participantes da Fodaxman, uma das provas de triathlon extremo mais desafiadoras do Brasil, que acontece em Santa Catarina, no sábado (13). Único atleta de Mato Grosso do Sul inscrito na competição, João encara o desafio como uma experiência que vai além do esporte e carrega consigo a responsabilidade de representar o estado em um circuito reconhecido mundialmente.

A Fodaxman integra o calendário internacional de provas extremas da modalidade e exige dos atletas preparo físico, equilíbrio emocional e resiliência. São 4 km de natação, 176 km de ciclismo e 39 km de corrida, em um percurso ponto a ponto que começa na Barragem do Rio São Bento, em Siderópolis, e termina em Urubici, no alto da Serra Catarinense.

Inspiração que veio da Patagônia

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A decisão de se inscrever na Fodaxman vem logo após João conquistar uma experiência singular no último Patagonman, outro triathlon extremo que, segundo ele, despertou uma nova visão sobre o esporte. “Depois que eu terminei a Patagônia, ela me inspirou a fazer mais desafios no triathlon, a viver mais experiências do triathlon extremo em outros lugares. Foi uma experiência de vida fantástica”, afirma.

Motivado por essa vivência, ele não perdeu tempo: já em janeiro iniciou sua preparação intensa. “Terminei o Patagonman e já engrenei no ritmo. Desde janeiro eu não parei, foquei nessa prova”. 

Começo no escuro, término no frio

A Fodaxman combina trechos que desafiam qualquer atleta. A natação, de 4 km, começa às 3h40 da manhã em águas da barragem, ainda no escuro, o que torna o início ainda mais exigente. “A gente nada em volta da torre da capela, que está submersa. Só de imaginar nadando num lugar desse já arrepia”, conta João, em referência à antiga capela de São Bento, imersa nas águas da barragem.

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Depois vem o ciclismo: 176 km de pedal, com aproximadamente 3.850 metros de altimetria acumulada, passando pela lendária Serra do Rio do Rastro. A estrada é famosa pelas curvas sinuosas e subidas intensas. Para fechar, a corrida de 39 km que termina no topo do Morro da Igreja, a 1.818 metros de altitude. “Você sai de uma barragem onde tem uma capela inundada e termina no Morro da Igreja. É igreja do começo ao fim. Parece que o esporte vira um detalhe perto da experiência”, resume o atleta.

Preparação, renúncias e disciplina

João destaca que participar de uma prova desse porte exige mais do que vontade. Segundo ele, é necessária dedicação intensa e uma rotina de treinos rigorosa. “Não é fácil. Tem que abrir mão de muita coisa. Mas não é dedicar meses pra um dia só. Toda a jornada é construtiva. Durante a jornada eu desenvolvo autoconhecimento, autodisciplina e autodomínio”, explica. Para o servidor, o verdadeiro valor está no processo, não apenas no dia da prova.

Ele confessa que muitas vezes o esporte parece se tornar “detalhe”. ” As horas de treino e sacrifícios cotidianos, na visão dele, formam muito mais do que um atleta: um cidadão comprometido com seus objetivos. “O que vale é o meu propósito e a minha jornada”.

Esporte como herança familiar

A relação de João com o esporte vem desde a infância. Filho de um profissional de Educação Física, ele cresceu cercado pelo esporte e pela disciplina. Hoje, prova esse legado com orgulho. “Meu pai é professor de Educação Física, então a atividade física sempre fez parte da minha educação. Hoje, eu vivo isso e levo para dentro da minha casa, com meus filhos”, explica. 

Mais que isso: ele entende o triathlon como ferramenta de educação e exemplo para os filhos, algo que, acredita, fará sentido no futuro, quando eles entenderem o tamanho do desafio.

Além da vivência desde a infância, João construiu ao longo dos anos um currículo expressivo no universo das provas de longa distância. Em seu percurso esportivo, já concluiu o Ironman Brasil, o Ironman 70.3, participou de quatro maratonas, uma ultramaratona de 75 km e duas ultramaratonas de 100 km.

Treinos no Parque dos Poderes

Grande parte da preparação de João Morisson para a Fodaxman acontece em Campo Grande, no Parque dos Poderes, espaço que se consolidou como referência para a prática esportiva na capital. É no local que o servidor realiza boa parte dos treinos de corrida e ciclismo, aproveitando a infraestrutura disponível, que inclui vias asfaltadas em excelente estado, pistas adequadas para treinamento, academias ao ar livre e um ambiente seguro para atletas amadores e de alto rendimento.

O secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, destaca que o Parque dos Poderes tem papel fundamental na promoção da atividade física e no surgimento de histórias como a de João. “Quando vou fazer atividade física no Parque dos Poderes, muitas vezes encontro o João treinando. Isso mostra como o espaço é vivo e cumpre sua função de estimular hábitos saudáveis e também preparar atletas para grandes desafios”, afirma.

O secretário lembra que o complexo passou por um amplo processo de revitalização realizado pelo Governo do Estado, ampliando as condições de uso para a população e para atletas que utilizam o espaço como local de treinamento. “Hoje, o Parque dos Poderes oferece uma estrutura completa, com asfalto de qualidade, pistas bem conservadas, academias ao ar livre e um ambiente que favorece tanto quem está começando quanto atletas de alto rendimento. É um investimento que se reflete diretamente na qualidade de vida da população e no fortalecimento do esporte sul-mato-grossense”, completa Marcelo Miranda.

Além do desafio pessoal, João encara a prova com um sentimento de responsabilidade e orgulho de representar Mato Grosso do Sul. Ele chegou a customizar o capacete com as cores do estado para chamar atenção. “No Patagonman eu era o único atleta de Mato Grosso do Sul e agora na Fodaxman também sou. Quero mostrar que aqui no estado também existe triathlon de alto nível, gente disciplinada, gente que treina e vive o esporte”, afirma. Para ele, levar essa bandeira significa visibilidade para a modalidade e incentivo para que outros atletas do Estado se sintam motivados a entrar nesse universo.

João personalizou o capacete com as cores do estado e imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Foto: Lucas Castro/Setesc)

Participar de uma prova como a Fodaxman exige estrutura, logística e apoio constante. Por isso, João contará com uma equipe de suporte composta por familiares: o pai, profissional de Educação Física, e o irmão, também policial militar. Eles acompanharão todo o percurso, providenciando alimentação, hidratação e apoio necessário. “A prova exige apoio. Não dá pra fazer sozinho. Ter minha família comigo faz toda a diferença”.

Com variação térmica que pode oscilar entre 5 °C e 35 °C, altimetria elevada e longas horas de prova, a Fodaxman é classificada como um dos desafios mais duros do país. Para João, porém, o que está em jogo vai muito além de ritmo ou performance. É sobre viver uma experiência transformadora.

Em Santa Catarina, o triatleta terá o apoio do pai (Foto: divulgação)

“Você vai para sofrer, mas é um sofrimento bom. A paisagem, o ambiente, tudo isso dá força. O esporte, às vezes, parece só um detalhe. O que vale é a experiência”, confessa o servidor público. 

Lucas Castro, Comunicação Setesc
Foto de destaque: divulgação

Prefeitura inaugura primeiro batistério público do município – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

O novo espaço fica localizado na Praça Jardim do Méier – Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio inaugurou neste sábado (13/12), na Praça Jardim do Méier, na Zona Norte, o primeiro batistério público do município. O novo espaço, projetado pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconserva), é composto por uma cascata d’água, uma bíblia cenográfica em resina e o batistério destinado à realização de cerimônias de batismo por imersão.

– O Jardim do Méier é um espaço tradicional e recebe agora o primeiro batistério público do Rio para as pessoas que têm a fé cristã. Não é para uma Igreja, para uma denominação. É para todos numa cidade que tem uma diversidade religiosa e um respeito a todas as crenças. É mais um lugar de fé, devoção e encontro com Deus – afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

O prefeito, acompanhado do vice-prefeito Eduardo Cavaliere, participou de um culto celebrado pelo Bispo Honorilton Gonçalves, da Igreja Universal. A cerimônia religiosa contou com a participação por videoconferência do Bispo Edir Macedo. Logo depois, Eduardo Paes apresentou a bíblia cenográfica no batistério e descerrou a placa de inauguração.

– Nós recebemos essa ferramenta com muita responsabilidade. Porque sabemos que as pessoas que passarem por aqui vão encontrar a resposta, que é a palavra de Deus. Agradecemos por essa ferramenta entregue ao povo do Rio de Janeiro. Sem dúvida alguma será muito bem utilizada – disse o Bispo Gonçalves.

O batistério funcionará diariamente das 6h às 19h, acompanhando o horário de abertura do Jardim do Méier. A manutenção ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Conservação, que recuperou o lago e o piso de concreto e pedras portuguesas, repôs a grama e reformou o coreto.

– Aqui é um lugar muito simbólico onde o Bispo Macedo realizou seu primeiro culto. A Prefeitura pegou um lugar que estava abandonado e o transformou no primeiro batistério público. O Rio é um lugar com muitas fés e diferentes vertentes. Então é importante que a Prefeitura seja sensível a isso e que disponibilize um local paras as pessoas exercerem a sua fé – declarou o secretário de Conservação e Serviços Púbicos, Diego Vaz.

A entrega do equipamento reforça a vocação comunitária da praça, urbanizada em 1916, e amplia as opções de uso do espaço público. O acesso ao batistério é gratuito.

– Ter um batistério público é fenomenal, algo muito grande. Acredito que esse batistério será o início de uma nova vida para todos – disse a moradora do Méier, Vilma Marinho.

Marcações: batistério público inauguração Jardim do Méier Prefeitura do Rio

Forró aquece corações em noite do Natal dos Sonhos no Centro de Campo Grande – CGNotícias

Por MRNews

O Centro de Campo Grande se transformou em um cenário de encanto no início da noite desta quinta-feira (11), quando a magia do Natal dos Sonhos tomou conta das ruas e especialmente, da Praça Ary Coelho. A tradicional Parada Natalina, sempre aguardada pelas famílias campo-grandenses, trouxe uma surpresa que emocionou quem passava pelo local: de forma excepcional, o desfile entrou na praça para interagir diretamente com o público.

Crianças interagiram dos personagens iluminados, adultos registraram cada momento com brilho nos olhos e a própria praça pareceu ganhar vida nova, pulsando como um grande encontro de celebração e afeto. Logo após o cortejo, o público foi presenteado com um espetáculo que traduz a alegria brasileira.

A Banda Flor de Pequi colocou todos para dançar ao som do forró, ritmo nacional que faz parte da identidade cultural da cidade. Casais giraram pela praça, crianças improvisaram passos divertidos e até quem estava apenas passando reduziu o ritmo para aproveitar a festa. Em meio às luzes e às músicas, Campo Grande viveu uma noite em que tradição natalina e cultura popular caminharam juntas, reforçando laços e criando memórias que certamente serão lembradas por muito tempo.

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Governo de MS orienta contribuintes sobre prazos e vantagens no ITCD, Refis e IPVA – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Jessica Aparecida, de 35 anos, cita que ama dançar. “É uma delícia. A gente juntou o forró com o Natal. E não tem coisa melhor que dançar.”

Simone Tavares, 51 anos aproveitou a festa. “Estávamos no Centro fazendo compras, e do nada vimos essa festa maravilhosa. Viemos e estamos nos divertindo muito”.

Karen Soares da Silva, de 32 anos, moradora do Bairro Amambaí, cita que o momento de Natal é importante para a família, que assistiu à Parada Natalina. “Sempre aproveitamos esse espírito natalino, ainda mais agora com o bebê. Então, viemos prestigiar.”

Enquanto a cidade se ilumina, o impacto econômico também se faz presente. O aumento da circulação de pessoas aquece as vendas, impulsiona o turismo e fortalece o trabalho de micro e pequenos empreendedores, que veem no período uma chance de ampliar renda e visibilidade. Assim, o Natal dos Sonhos vai além do encantamento visual: ele une cultura, solidariedade e desenvolvimento, fortalecendo a identidade campo-grandense.

Bonito abre cadastramento de Guias de Turismo para o biênio 2026/2027 – Prefeitura Municipal de Bonito

Último dia do Refis atrai contribuintes e garante alívio financeiro para 2026 – CGNotícias

Katiane Souza, de 36 anos, moradora do Bairro Centro-Oeste, se casou no civil e após o jantar com a família passou no Centro para ver as luzes, show e Parada Natalina. “Me casei hoje, estou muito feliz. É um dia importante e após a cerimônia no civil, a gente saiu para jantar e viemos ver como está o Natal no Centro. Nos surpreendeu pelo capricho e cuidado. Está lindo. E torna mais feliz esse dia”.

Com o apoio de empresas e instituições como Águas Guariroba, Energisa, Famasul, MRV, Pátio Central Shopping e Sesc, o Natal dos Sonhos se consolida como um projeto coletivo, que reúne esforços para garantir segurança, estrutura, atrações culturais gratuitas e ações sociais ao longo de todo o mês. Para o Sistema Comércio, representado por Edison Araújo, o evento tem papel fundamental no fortalecimento da cultura, do turismo e do comércio, gerando oportunidades e transformando o espírito natalino em crescimento real para a Capital.

A noite desta quinta-feira é apenas uma amostra do que está por vir. Entre paradas, espetáculos, apresentações musicais, ações sociais e decorações espalhadas por toda a cidade, Campo Grande vive um Natal pensado para todos, plural, acolhedor e cheio de emoção.

#ParaTodosVerem As imagens são do Natal na Praça e de entrevistados.

Grupo de Caminhada da UBS Barcelona realiza festa de encerramento do ano e comemora adesão de 50 participantes – Agência de Notícias



12 de dezembro de 2025

17:05

Por: Bruno Rodrigues

Fotos: Bruno Rodrigues (Secom Sorocaba)

Esta sexta-feira (12) foi motivo de comemoração para um grupo de idosos moradores do bairro Barcelona, na zona leste da cidade. A celebração encerra o ano de 2025 do grupo de caminhada da UBS Barcelona com a assiduidade e empenho dos 50 participantes.

O encontro contou com um delicioso café da manhã, além de entrega de lembrancinhas, momento de alongamento, dança e apresentação musical com hits do rei Roberto Carlos ao som de José Ângelo Machado Valverde, um dos integrantes do grupo de caminhada, que garantiu a animação durante o show.

Todas as manhãs de terça e quinta-feira, os participantes se reúnem e, num saudável momento de comunhão, se alongam e caminham pelo campo do Clube Atlético Barcelona exercitando corpo e mente. A iniciativa conta com liderança e empenho da coordenadora da UBS Barcelona Márcia Almeida Lourencio e dos educadores físicos Leandro Oliveira e Diego de Grande.

“Para nós é um motivo de muito orgulho encerrar mais um ano com eles em plena atividade e felizes assim. Os encontros promovem saúde e bem-estar físico, além de socialização e benefícios para saúde mental. Que venham muitos outros anos”, comemora a coordenadora Marcia.

Bonito recebe instalação do Mapa Interativo da Rede Observacional do CEMADEN

Por MRNews

A Prefeitura de Bonito informa que foram instalados três pontos do Mapa Interativo da Rede Observacional para Monitoramento de Risco de Desastres Naturais, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), conforme acordo de cooperação firmado entre o Município e o órgão federal.

Os equipamentos integram a rede nacional de monitoramento ambiental e permitem o acompanhamento, em tempo praticamente real, de dados como volume de chuva e outras informações essenciais para ações preventivas da Defesa Civil.

Em Bonito, as Plataformas de Coleta de Dados (PCDs) foram instaladas nos seguintes locais:

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  • Base da Guarda Municipal de Bonito
  • Escola Luiz da Costa Falcão
  • Viveiro Municipal Eduardo Domingos Tumelero

A iniciativa fortalece o trabalho de prevenção, resposta e planejamento em situações de risco, proporcionando maior segurança à população. As informações geradas pelos equipamentos podem ser visualizadas no Mapa Interativo do CEMADEN, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos riscos climáticos e ambientais

Governo consolida preservação de 126 mil hectares no Pantanal e abre nova chamada do PSA em 2026

Por MRNews

O Governo do Estado publicou na edição do Diário Oficial desta sexta-feira (12) o resultado final da primeira chamada do PSA Pantanal – Programa de Pagamento por Serviços Ambientais do Bioma Pantanal, subprograma Conservação e Valorização da Biodiversidade, consolidando uma das mais relevantes políticas públicas de incentivo direto à preservação ambiental já implantadas em Mato Grosso do Sul. A iniciativa, executada pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) com recursos do Fundo Clima Pantanal, valoriza financeiramente produtores rurais que mantêm excedentes de vegetação nativa preservados, além das áreas obrigatórias por lei.

Nesta primeira chamada, foram recebidas 71 inscrições de imóveis rurais localizados no Bioma Pantanal. Após criteriosa análise documental e geoespacial, 45 propriedades foram classificadas com base no Índice de Serviços Ambientais (ISA), instrumento que considera critérios como conservação da vegetação, conectividade de habitats e relevância ambiental das áreas. O resultado permitirá a remuneração para a preservação de até 126.182,77 hectares de excedente de vegetação nativa, distribuídos em diferentes regiões do Pantanal sul-mato-grossense, conforme mapeamento técnico elaborado pela Semadesc.

Mapa com a localização das 45 propriedades rurais pantaneiras que foram contempladas no primeiro edital do PSA Pantanal

Para o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, o resultado reafirma a mudança de paradigma na relação entre produção e conservação. “O PSA Pantanal demonstra que é possível alinhar desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Estamos criando um modelo em que o produtor rural passa a ser reconhecido como parceiro estratégico na proteção do bioma, recebendo por um serviço ambiental que beneficia toda a sociedade”, afirmou. Segundo ele, o programa também fortalece a imagem de Mato Grosso do Sul como referência nacional em sustentabilidade e políticas climáticas inovadoras.

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Os proprietários classificados serão convocados pela Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), agente executor do PSA Conservação, para assinatura do Termo de Adesão. A partir desse instrumento, os provedores de serviços ambientais passam a integrar formalmente o programa e a receber os valores correspondentes às áreas preservadas. Os imóveis que não atenderam aos critérios estabelecidos no edital foram desclassificados, conforme regras previamente definidas, assegurando transparência e segurança jurídica ao processo.

De acordo com o secretário-adjunto da Semadesc, Artur Falcette, a robustez técnica do edital foi um dos diferenciais do programa. “Todo o processo foi construído com base em critérios objetivos, análises técnicas aprofundadas e uso de ferramentas geoespaciais. Isso garante credibilidade ao PSA e cria um ambiente favorável para sua continuidade e ampliação”, destacou. Ele ressalta que a experiência da primeira chamada servirá como base para o aperfeiçoamento das próximas etapas.

A secretária-executiva de Meio Ambiente, Ana Trevelin, enfatizou o papel estratégico do PSA na conservação do Pantanal frente aos desafios climáticos. “Estamos falando de um bioma extremamente sensível e de importância global. Ao valorizar financeiramente a conservação do excedente de vegetação nativa, o Estado estimula práticas responsáveis, contribui para a manutenção da biodiversidade, para a segurança hídrica e para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas”, afirmou.

Inscrições para a segunda chamada começam em fevereiro

Bonito abre cadastramento de Guias de Turismo para o biênio 2026/2027 – Prefeitura Municipal de Bonito

Último dia do Refis atrai contribuintes e garante alívio financeiro para 2026 – CGNotícias

Com a conclusão da primeira etapa, a Semadesc confirmou o cronograma da segunda chamada do PSA Conservação, prevista para 2026. A publicação do edital e a abertura das inscrições ocorrerão em 23 de fevereiro, com encerramento em 6 de abril. As inscrições deferidas serão divulgadas em 16 de abril, com prazo para recursos até 20 de abril. A avaliação das propriedades ocorrerá até 1º de junho, com publicação do resultado final até 15 de junho. A assinatura dos Termos de Adesão está prevista a partir de 16 de junho de 2026.

Nesta segunda chamada, poderão participar proprietários que não conseguiram se inscrever na primeira etapa. As regras permanecem as mesmas, incluindo a possibilidade de cancelamento de autorizações de supressão de vegetação nativa vigentes na data de abertura do edital, quando houver, sendo que o pagamento será referente ao exercício de 2026. “O PSA é uma política de Estado, construída para ter continuidade e escala. A segunda chamada amplia o alcance do programa e reforça nosso compromisso com a conservação do Pantanal”, concluiu Jaime Verruck.

Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc

Foto: Bruno Rezende/Secom

Biblioteca ao ar livre transforma o Parque das Três Ruas em ponto de cultura em João Pessoa

Quem caminha pelo Parque das Três Ruas, no bairro do Bancários, depara-se com uma iniciativa que une sustentabilidade, literatura e cidadania. Inaugurada em junho, a Biblioteca Anayde Beiriz inova ao disponibilizar livros gratuitamente em duas geladeiras adaptadas, popularmente conhecidas como ‘gelatecas’. O projeto é fruto de uma parceria entre o Comitê Gestor do Parque das Três Ruas, a Academia Paraibana de Poesia (APP) e a Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam).

Localizada no Recanto da Criança, vizinha ao muro da Escola Municipal Aruanda, a biblioteca funciona sob o sistema de troca livre: pegar um livro, doar outro. O objetivo é democratizar o acesso à leitura e transformar o parque linear em um polo de convivência cultural. A ideia nasceu da observação atenta de Francisca Vânia, presidente da Academia Paraibana de Poesia (APP), que percebeu o potencial do espaço. Ao notar o novo fluxo de vida no local, ela sentiu que a infraestrutura de lazer pedia um complemento intelectual.

“O Parque das Três Ruas ficou um show, deu uma nova vida a João Pessoa. E quando eu vi essa estrutura maravilhosa, vi a efervescência aqui, fervilhante de jovens e crianças, eu percebi o potencial desse espaço”, relembra a poetisa. Para ela, a gelateca foi “a cereja do bolo, a ideia mais nova dos ‘primeiros mundos’ para espalhar conhecimento e vivência da leitura”, enfatiza.

A proposta foi prontamente acolhida por João Eduardo de Melo, presidente do Comitê Gestor do Parque, que conseguiu as geladeiras para a adaptação. Segundo ele, a dinâmica é desburocratizada para garantir que a literatura circule, onde o foco é a circulação da obra e não a posse. “O objetivo aqui é esse, é que as pessoas tanto tragam livros como levem os livros ou leiam aqui, ou levem para sua casa, sem precisar devolver”, explica. João Eduardo reforça o caráter democrático do projeto. “O importante é que o livro vá para dentro da casa, que ele ande e seja instrumento de cultura”, afirma.

Cultura e preservação – Desde a inauguração, a aceitação pública tem sido expressiva. Américo Cabral, presidente da Associação dos Moradores das Comunidades Bancária e Universitária (AMCBU) e membro do comitê, destaca o perfil cultural da região. “A localização do Bancários é privilegiada, ladeada pela UFPB e com uma grande camada de estudantes. O público é sedento de cultura”, afirmou.

Segundo ele, a iniciativa resgatou hábitos de convivência. “Com o parque, a gente voltou a ter piqueniques, encontros, reuniões ao ar livre. O projeto da gelateca tem sido de uma aceitação fantástica”, observa Américo Cabral.

Um ponto celebrado pelos organizadores é a alta demanda por leitura, exigindo reposições constantes. “Já repusemos os livros mais de cinco vezes”, revela João Eduardo. Entre os gêneros, a literatura de cordel é o destaque absoluto. “As crianças são apaixonadas por cordéis e os idosos também. O poeta Bento Júnior doou 50 cordeis e, em menos de oito dias, não tinha mais um”, relata Vânia.

A comunidade também abraçou a preservação do patrimônio. Não há registros de vandalismo, apenas o desgaste natural do uso. “Durante esse tempo todo, nunca vandalizaram. As pessoas adotaram e cuidam. Você percebe que as portas perderam um pouco de cor, onde as pessoas tocam para abrir e fechar, mas são marcas de uso diário”, comenta Francisca Vânia.

Homenagem à vanguarda – O nome da biblioteca presta homenagem a Anayde Beiriz (1905-1930), professora e poetisa paraibana que marcou a história pela sua postura de vanguarda. À frente de seu tempo, Anayde defendeu a liberdade feminina e o ensino de jovens e adultos na década de 1920. Hoje, sua memória é resgatada não apenas como figura histórica, mas como símbolo de resistência e intelecto, alinhando-se ao propósito educativo do projeto.

Serviço:

Biblioteca Anayde Beiriz

Localização: Recanto das Crianças – Parque das Três Ruas

Rua Bancário Waldemar de Mesquita Accioly (próximo a quadra de basquete)

Como doar: A biblioteca aceita doações de todos os gêneros literários (contos, crônicas, poesias, fábulas e cordéis). Para doar, basta entrar em contato pelos perfis oficiais no Instagram para agendar a coleta:

Entre fé e a emoção, Natal na Praça reúne mais de 4 mil pessoas – CGNotícias

Por MRNews

Nem o tempo chuvoso afastou o público que tomou conta da Praça Ary Coelho na noite de sexta-feira (12) para viver uma experiência marcada por fé, música e convivência familiar. Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM), 4,6 mil pessoas acompanharam a programação especial do Natal dos Sonhos 2025, que teve como ponto alto o show nacional da cantora Ana Paula Valadão, líder do ministério Diante do Trono, que subiu ao palco ao lado do filho, Isaque Valadão.

O palco montado na Rua 14 de Junho, ao lado da Praça Ary Coelho, transformou o coração de Campo Grande em um grande espaço de encontro intergeracional, reunindo famílias inteiras, jovens, crianças e idosos em uma noite descrita por muitos como inesquecível. Fogos de artifícios, luzes, decoração natalina, apresentações culturais e a atmosfera de celebração deram o tom de uma festa pensada para acolher todos os públicos.

Entre os presentes que acompanharam todo o espetáculo está Adriana Aparecida da Costa Silva, 52 anos, moradora do Guanandi II, que levou a filha Glaycan Franciele, de 33 anos, pessoa com deficiência e fã da cantora Ana Paula Valadão.

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“Ela escuta as músicas dela todos os dias. Trazer minha filha para viver esse momento é muito especial. Eu gostei demais dessa mudança, de trazer o Natal para o Centro. Ficou diferente, mais acessível, trouxe outro tipo de público. Eu amei”, contou.

Do Jardim Carioca, Jaqueline Cunha Silva, 40 anos, participou acompanhada dos filhos, de 20 e 10 anos. Fã de Ana Paula Valadão há mais de duas décadas, ela destacou o significado das canções.

“Os louvores são palavra cantada, é Bíblia pura. É algo que vem do alto. Não é só música, é uma mensagem que toca a família inteira”, afirmou.

Já para a filha de Jaqueline, a estudante Rafaela, de 20 anos reforçou o caráter geracional do evento.
“A Ana Paula faz parte da história de quem cresceu no meio cristão, desde as músicas infantis até hoje”.

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A estudante também aprovou a iniciatia da prefeitura em realizar o Natal, no centro de Campo Grande. “Trazer isso para o Centro facilita muito o acesso da população. É lindo ver famílias inteiras reunidas aqui”, pontuou.

Morador da região central, o professor Eduardo Cantelo também fez questão de participar da programação acompanhado dos filhos Rafael, de 5 anos, e Nicholas, de 11 anos. Para ele, o evento representa uma oportunidade de unir fé, cultura e convivência familiar em um espaço público.

“Eu já conheço as músicas há bastante tempo da Ana Paula, mesmo não acompanhando os shows ao vivo. São canções muito presentes nas igrejas. Morar no Centro facilita participar, e trazer meus filhos para viver esse momento juntos é algo muito significativo para a nossa família”, destacou.

“Não é só um show, é um encontro”

Entusiasmada, a cantora Ana Paula Valadão destacou a experiência de cantar em plena praça pública. “Estar na praça da cidade é algo muito especial. Cada vez é como se fosse a primeira, porque Deus faz coisas novas. Isso aqui não é só um show, é um encontro. Um encontro com Deus, com a família, com valores que começam desde as crianças”.

A cantora ainda elogiou a iniciativa da Prefeitura ao promover um Natal voltado às famílias. “Estou apaixonada. A praça está linda, cheia de crianças, música, cultura. Ver mães e filhos cantando juntos inspira e fortalece. Que Campo Grande seja abençoada e que as famílias encontrem aqui um lugar de volta para casa”.

Ao lado da mãe no palco, Isaque Valadão falou sobre a conexão com os jovens e a nova geração.
“Existe um clamor dos jovens por sentido, por propósito. A igreja, a fé, são lugares de encontro, de apoio, de comunidade. É um privilégio estar aqui e ver pessoas de todas as idades reunidas”, destacou.

Natal que une cultura, fé e políticas públicas

A programação do Natal na Praça Ary Coelho, que acontece diariamente das 17h às 22h, integra a proposta do Natal dos Sonhos 2025, reunindo lazer, cultura e ações públicas no Centro da Capital. O espaço conta com Casa do Papai Noel, Presépio, Árvore de Natal iluminada, Espaço Kids, praça de alimentação e apresentações culturais, além de ações integradas como os sorteios habitacionais da EMHA.

O evento segue aberto até o dia 31 de dezembro, consolidando a Praça Ary Coelho como um dos principais pontos de visitação e convivência neste período natalino.

Em uma noite marcada por chuva, vozes e emoção visível no rosto do público, Campo Grande viveu mais do que um espetáculo musical: viveu um momento de união, esperança e celebração no coração da cidade.

#ParaTodosVerem: Imagens do evento realizado na Praça Ary Coelho.