Procon-JP leva alunos de escola municipal para aula prática sobre economia financeira

Ação educativa

Procon-JP leva alunos de escola municipal para aula prática sobre economia financeira


12/03/2026 |
18:00 |
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Alunos da 5ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental Olívio Ribeiro Campos, no bairro dos Bancários, participaram de aula prática sobre noções básicas de educação financeira, nesta quinta-feira (12), em um supermercado da Capital. Os estudantes foram acompanhados pelos fiscais da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP) e receberam certificado de participação.

A ação é uma das várias atividades de comemoração pelo Dia Mundial do Consumidor, celebrado no próximo domingo (15). Os fiscais do Procon-JP mostraram aos estudantes como usar o dinheiro de forma a economizar, momento em que eles receberam noções básicas de economia financeira.

Durante a aula prática, que ocorreu nos corredores do supermercado Bemais, no bairro dos Bancários, foram usados exemplos práticos e de fácil compreensão para que todos os estudantes aproveitassem o máximo possível o aprendizado.

O secretário do Procon-JP, Junior Pires, pontua que os fiscais que acompanharam os alunos ensinaram, ainda, como procurar a validade do produto, além da verificação da legislação que é obrigatória nesses locais e o que deve estar disponível para o consumidor no dia a dia. “Também mostraram como se realiza uma inspeção rotineira a esses estabelecimentos para aprenderem como funciona o setor da fiscalização do Procon-JP”, afirmou.

A prática – Ao final das explicações dos fiscais, os estudantes receberam uma quantia simbólica para realizarem alguma compra e, assim, utilizar o ensinamento teórico na prática. O encerramento ocorreu com um lanche para todos os envolvidos na aula.

Dólar encosta em R$ 5,25 com agravamento da guerra no Oriente Médio

Por MRNews

O agravamento da guerra no Oriente Médio e a inflação acima do previsto no Brasil fizeram o mercado financeiro ter um dia turbulento. O dólar teve forte alta e aproximou-se de R$ 5,25. A bolsa de valores interrompeu a sequência de recuperações e caiu mais de 2%.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (12) vendido a R$ 5,242, com alta de R$ 0,084 (+1,62%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade nos minutos iniciais de negociação, mas disparou após a abertura do mercado nos Estados Unidos, até fechar próxima da máxima do dia.

O real teve desempenho semelhante ao de moedas de países emergentes, como o peso mexicano, o peso chileno e o rand sul-africano. Com a alta desta quinta-feira, a divisa acumula queda de 4,42% em 2026.

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O mercado de ações também teve um dia instável. Após três altas seguidas, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 179.284 pontos, com queda de 2,55%. 

O principal fator para a turbulência foi a disparada na cotação do petróleo após a escalada das tensões no Oriente Médio nas últimas 24 horas.

A cotação do barril do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, fechou em US$ 101,26, com alta de mais de 8%, após o novo líder do Irã, Aiatolá Mojtaba Khamenei, anunciar que pretende manter o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam 20% da produção mundial do combustível.

Também nesta quinta, o Irã incendiou dois petroleiros em águas iraquianas e atacou três navios no Golfo Pérsico, piorando o conflito.

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Fatores domésticos também pressionaram o mercado nesta quinta. A inflação oficial em fevereiro influenciou a bolsa de valores. Embora o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tenha caído no acumulado de 12 meses, a inflação de 0,7% no mês passado ficou acima da expectativa de 0,65% da maioria das instituições financeiras.

Uma inflação acima do previsto reduz as chances de o Banco Central reduzir a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 0,5 ponto percentual na reunião deste mês. Taxas altas impactam a bolsa de valores porque estimula a migração do mercado de ações para investimentos em renda fixa, como títulos do Tesouro Nacional.

 

* com informações da Reuters

Exposição do Mês da Mulher destaca iguaçuana eleita primeira vereadora do Estado do Rio

Exposição do Mês da Mulher destaca iguaçuana eleita primeira vereadora do Estado do Rio




No Mês da Mulher, a Galeria de Artes FENIG apresenta a exposição “Carmelita Brasil – empoderada na política e no samba”. A mostra fotográfica destaca momentos da primeira mulher eleita vereadora no Estado do Rio e pioneira como fundadora e primeira presidente de uma escola de samba, a Unidos da Ponte. A abertura será nesta quinta-feira (12), às 15h, com entrada gratuita.

A exposição da história desse ícone da Baixada Fluminense e do empoderamento feminino é um olhar sobre a mulher que ousou pela liderança. Eleita vereadora em Nova Iguaçu em 1947, Carmelita foi a primeira e única mulher daquela legislatura na Câmara Municipal, e a primeira mulher da história a se eleger para o cargo no Estado do Rio. Nascida em Nova Iguaçu, ex-funcionária pública, ela atuou em favor do funcionalismo e da educação. Fazia reuniões para discutir a política em sua própria casa, e não tinha medo de expor suas opiniões.

“Os ensinamentos deixados por Carmelita Brasil, tanto no campo da política quanto no samba, mostram que a mulher pode e deve estar onde quiser. Empoderamento é mais do que uma palavra. O principal traço da Carmelita era a coragem. Sem coragem ela não chegaria a ser mulher pioneira e de enfrentamento para ocupar os espaços que ocupou”, destaca o jornalista e curador da exposição, Almeida dos Santos, que complementa. “Curiosamente, olhando para um país em que os crimes de feminicídio estão em altos índices, nos dias atuais, a coragem de Carmelita sobressai mais ainda”.

Em abril de 2021, por meio do então Presidente da Câmara e atual Prefeito Dudu Reina, a Câmara Municipal de Nova Iguaçu aprovou a criação do Diploma Carmelita Brasil, entregue a mulheres que se destacam por suas ações. Uma das contempladas com o diploma, in memoriam, foi a jornalista Claudia Maria Luiz dos Santos, pelas contribuições à comunidade e ao jornalismo e como uma das curadoras da primeira exposição em homenagem à Carmelita Brasil.

“Sou o curador dessa exposição, mas essa pesquisa começou ao lado de outra grande mulher, a jornalista e cientista política Claudia Maria Luiz dos Santos, que faleceu em 2023. Continuar pesquisando a vida da Carmelita é um compromisso que tenho. Cláudia Maria foi fundamental para que pudéssemos mergulhar na história desta mulher”, ressalta Almeida, que defende a criação do “Jardim Carmelita Brasil” no local onde funciona o Caps III, que é o Centro de Atendimento Psicossocial Dr. Jair Nogueira e que, no passado, foi a casa em que Carmelita residiu.

A mostra estará em cartaz de segunda a sexta-feira, exceto feriados, de 13 de março a 5 de maio, das 9h às 16h30, na Galeria de Artes Fenig, que fica na rua Governador Portela, 812, segundo andar, no Centro de Nova Iguaçu. A realização é da Prefeitura de Nova Iguaçu, através da Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu (FENIG), com apoio da Secretaria Municipal de Cultura (SEMCULT).

“A exposição é uma homenagem a todas as mulheres que estão nas lutas do dia a dia. Carmelita Brasil ousou na década de 1940 e inspirou a capacidade de liderança que é exemplo para todas as mulheres no presente e no futuro”, destacou o Presidente da FENIG, Miguel Ribeiro.

Serviço: Exposição “Carmelita Brasil – empoderada na política e no samba”
Abertura: Quinta-feira, 12 de março
Horário: 15h
Local: Galeria de Artes Fenig – Rua Governador Portela, 812, no Centro de Nova Iguaçu
Entrada: grátis
Em cartaz: de segunda a sexta-feira (exceto feriados), até o dia 5 de maio, das 9h às 16h30

EMHA realiza selagem e cadastro na Comunidade Morada do Sol II  – CGNotícias

A Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Emha), realizou ontem, quarta-feira (11) o trabalho de cadastro e selagem dos imóveis na Comunidade Morada do Sol II, localizado na Região do Anhanduizinho. A ação faz parte do Programa Sonho Seguro, considerado o maior programa de regularização fundiária da história de Campo Grande.

O programa tem como objetivo promover a regularização fundiária e garantir segurança jurídica às famílias que vivem em áreas consolidadas do município. Durante o trabalho, as equipes realizaram o levantamento cadastral dos moradores e a identificação técnica dos imóveis, etapa fundamental para o andamento do processo de titulação.

Maria José Pereira, 57 anos, é líder da comunidade Morada do Sol II e ficou contente com o trabalho que representa o início da regularização fundiária na sua comunidade. “Gostaria de agradecer a equipe por estar aqui hoje com a gente, realizando esse trabalho de selagem e cadastro de todas as famílias. Foi um trabalho maravilhoso, conseguiram selar todas as casas. Muito obrigada a todos”. 

Ao todo, o programa visa atingir 4,78 milhões de metros quadrados, distribuídos nas sete regiões urbanas da Capital, ampliando significativamente o alcance das políticas públicas de habitação no município.

“Nosso compromisso é levar esse processo a todas as regiões de Campo Grande, garantindo que mais famílias tenham seus imóveis reconhecidos legalmente”, destacou o diretor de Habitação e Regularização Fundiária da Emha, Douglas Torres.

O Programa Sonho Seguro representa um novo marco na política habitacional de Campo Grande ao integrar ações nas áreas técnico-social, urbana e operacional. A iniciativa tem como foco a inclusão social, a sustentabilidade e a regularização fundiária, levando mais dignidade e segurança às famílias beneficiadas.

Nos próximos dias, as equipes da Emha seguirão com o cronograma de visitas e levantamentos nas demais áreas previstas no programa, reforçando o compromisso da Prefeitura com a regularização fundiária e com a construção de uma cidade mais justa e inclusiva.

ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra uma moradora da comunidade recebendo a visita da Emha

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visita de assessor de Trump a Bolsonaro pode ser ingerência

Por MRNews

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse nesta quinta-feira (12) que a visita de Darren Beattie, assessor do governo dos Estados Unidos, ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão pode configurar “indevida ingerência” em assuntos internos do Brasil.

A declaração consta em um ofício enviado pelo chanceler brasileiro ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator de um pedido para que Beattie, que é funcionário do governo do presidente Donald Trump, seja autorizado a se encontrar com Bolsonaro.

“A visita de um funcionário de Estado estrangeiro a um ex-presidente da República em ano eleitoral pode configurar indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”, afirmou.

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Mais cedo, Moraes pediu que o Itamaraty informasse se o norte-americano terá agenda diplomática no país e há solicitação para visitar Bolsonaro.

Segundo Vieira, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil informou ao governo brasileiro que Darren Beattie vem ao Brasil para participar do Fórum Brasil-EUA de Minerais Críticos, que será realizado em São Paulo, na próxima quarta-feira (18).

O ministro acrescentou ainda que a representação norte-americana não mencionou eventuais visitas fora da agenda oficial.

“O pedido de visita ao ex‑presidente não se enquadra nos objetivos oficialmente comunicados pelo Departamento de Estado”, completou o chanceler.

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Além disso, Vieira informou que uma reunião entre Beattie e o secretário de Europa e América do Norte do Itamaraty foi solicitada para terça-feira (17), mas ainda não está confirmada.

Entenda

No início desta semana, a defesa de Bolsonaro pediu que a visita seja realizada na próxima segunda-feira (16), no período da manhã, ou na terça-feira (17), datas em que o assessor estará em visita oficial ao Brasil. A entrada de um tradutor na prisão também foi solicitada.

Moraes já autorizou a visitação, mas determinou que o encontro deverá ocorrer na quarta-feira (18). 

Após a designação da data, a defesa de Bolsonaro voltou a pedir que a liberação da visita ocorra nas datas sugeridas. 

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses prisão na ação penal da trama golpista e cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes. 

Agência Minas Gerais | Subestação Montalvânia 2 é energizada e entra em operação com investimento de R$ 67,4 milhões

A Cemig colocou em operação, nesta semana, a Subestação Montalvânia 2, nova unidade instalada na cidade de mesmo nome no Norte de Minas. Com mais uma subestação entregue na região, a Cemig segue ampliando sua presença e fortalecendo o sistema elétrico em toda sua área de concessão. Com capacidade instalada de 138-13,8 kV, e 15 MVA, o investimento de mais de R$ 67,4 milhões por parte da Cemig é um reforço estratégico para o sistema elétrico na região norte mineira.

A nova capacidade passa a atender mais de 30 mil clientes da imensa região, beneficiando mais de 80 mil habitantes das cidades Bonito de Minas, Juvenília, Manga, Matias Cardoso, Miravânia, Montalvânia e São João das Missões, incluindo importantes empreendimentos de irrigação na extensa área rural.

A moderna estrutura foi executada no modelo Subestação Compacta Integrada (Seci), tecnologia inovadora que permite maior agilidade na implantação. Essas unidades são montadas e testadas antes da instalação final, facilitando o processo de conclusão e reduzindo o tempo das intervenções no local. Além da subestação, a obra inclui ainda uma nova linha de distribuição metálica com quase 63 quilômetros de extensão, interligando com a SE Manga 1.

De acordo com Fabiano Mendonça, superintendente Regional de Distribuição Norte da Cemig, “com a entrega de mais uma subestação na região do Norte de Minas, a entrada em operação da SE Montalvânia 2 amplia de forma significativa a capacidade elétrica da região, reforçando nosso compromisso em oferecer uma energia de qualidade e confiabilidade, garantindo mais estabilidade, segurança e eficiência ao sistema, além de reduzir falhas e sobrecargas que antes impactavam os consumidores”.

Vale destacar que a nova SE traz ganhos expressivos para toda a região do Norte de Minas, proporcionando ganhos com a melhoria da continuidade do fornecimento de energia e redução de perdas elétricas e sobrecargas nos alimentadores existentes; a diminuição dos custos operacionais e de manutenção; a possibilidade de conexão de novos geradores e maior robustez para suportar o crescimento a demanda existente.

Programa Mais Energia

A Subestação Montalvânia 2 integra o Programa Mais Energia, iniciativa da Cemig que prevê a construção de 200 novas subestações em Minas Gerais até 2027. Com isso, o estado passará a contar com 615 unidades em operação, ampliando a oferta de energia e fortalecendo a infraestrutura elétrica em todas as regiões atendidas pela companhia.

Semades apresenta metas com foco em inovação e moradia – CGNotícias

Durante a tarde desta quinta-feira (12), a Prefeitura de Campo Grande realizou mais uma etapa da assinatura do Contrato de Gestão 2026. O encontro reuniu o secretário da Semades, Ademar Silva, além de 10 superintendentes da pasta, que apresentaram o balanço das ações desenvolvidas ao longo do último ano e alinharam as metas e prioridades para o próximo período.

Entre os principais pontos discutidos está a modernização da estrutura da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turismo e Sustentável (Semades). A prefeita Adriane Lopes destacou a importância do planejamento integrado entre as secretarias e reforçou o compromisso da gestão com inovação e inclusão social.

“Campo Grande vive um momento de crescimento e planejamento responsável. Estamos investindo em tecnologia, inovação e inteligência artificial para tornar a gestão pública mais eficiente, mas também estamos olhando para quem mais precisa. Nosso compromisso é garantir desenvolvimento econômico com responsabilidade social, ampliando oportunidades e levando moradia digna para milhares de famílias da nossa cidade”, afirmou a prefeita.

Na sequência, o secretário explicou que o planejamento estratégico da Semades será sustentado por dois grandes pilares. Segundo Ademar Silva, o primeiro deles será a modernização administrativa com forte investimento em tecnologia e inteligência artificial.

“Basicamente, a gente vai sustentar todo o planejamento estratégico da secretaria em dois pilares: a modernização das estruturas, principalmente baseada em inteligência artificial. A ideia é criar possivelmente a maior estrutura municipal voltada para IA, com servidores capacitados e uma gerência específica para trabalhar com essa tecnologia”, afirmou.

De acordo com o secretário, a iniciativa já está contratada e deve ser lançada oficialmente durante a exposição municipal. A proposta inclui capacitação dos servidores e a criação de ferramentas internas que utilizem inteligência artificial para otimizar processos e decisões administrativas.

O segundo eixo estratégico envolve o fortalecimento do desenvolvimento econômico aliado ao planejamento urbano. Ademar destacou que, no último ano, Campo Grande registrou a aprovação de diversos empreendimentos imobiliários de médio e alto padrão, incluindo loteamentos e novos residenciais.

No entanto, a orientação para o próximo ciclo de gestão é ampliar o investimento em moradia social.

“Quando aprovamos prédios de médio e alto padrão, geramos emprego, receita e desenvolvimento. Mas também precisamos garantir moradia para quem mais precisa. Por isso, neste final de mandato, o foco será fortalecer projetos de habitação popular, especialmente dentro do ‘Minha Casa, Minha Vida’ nas faixas 1 e 2”, explicou.

ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra a equipe da Semades durante a assinatura de contratos.

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Estudo indica que Cerrado pode armazenar mais carbono que Amazônia

Por MRNews

A Amazônia e outras florestas tropicais são conhecidas por serem reservatórios naturais de carbono do planeta e, portanto, aliadas fundamentais no combate às mudanças climáticas.

Um estudo publicado nesta quinta-feira (12) na revista científica New Phytologist mostra que áreas úmidas do Cerrado podem armazenar cerca de 1.200 toneladas métricas de carbono por hectare, até seis vezes mais do que a densidade média na Amazônia.

O trabalho foi liderado pela pesquisadora Larissa Verona, em parceria com cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do Cary Institute of Ecosystem Studies (Estados Unidos), do Instituto Max Planck (Alemanha) e do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

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Alerj aprova formação de jovens para promover leitura e escrita no RJ

É a primeira avaliação detalhada dos estoques de carbono presentes nos solos dessas áreas do Cerrado, conhecidas como veredas e campos úmidos.

Pesquisadores coletaram amostras de solo de até quatro metros de profundidade. Estudos anteriores conseguiram analisar apenas camadas superficiais, de 20 centímetros a um metro de profundidade, o que produziu resultados que subestimaram o carbono total em até 95%.

Acúmulo

A análise também mostrou que parte desse carbono é extremamente antigo. Testes de datação por radiocarbono indicam que o material orgânico presente nesses solos tem idade média de cerca de 11 mil anos, com registros que ultrapassam 20 mil anos.

“Esse carbono levou muito tempo para se acumular. Se ele for perdido, não podemos reconstruí-lo rapidamente, como ocorre com uma floresta que pode ser replantada”, afirma Larissa Verona.

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O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando cerca de 26% do território brasileiro. Além de ser considerado a savana mais biodiversa do mundo, abriga as nascentes de aproximadamente dois terços das grandes bacias hidrográficas do país, incluindo sistemas que alimentam o rio Amazonas.

“As condições úmidas dos campos e veredas criam falta de oxigênio, o que desacelera a decomposição de plantas e outros resíduos. Como resultado, a matéria orgânica se acumula ao longo do tempo e permite que esses ambientes armazenem grandes quantidades de carbono”, explica a pesquisadora Amy Zanne, coautora do estudo.

Riscos climáticos

Segundo os pesquisadores, a importância do Cerrado para o clima global ainda é subestimado.

“O enorme estoque de carbono do Cerrado não costuma ser incluído nos cálculos climáticos porque, até recentemente, não sabíamos que ele estava ali”, afirma Zanne.

A expansão da agricultura, a drenagem de áreas úmidas e a retirada de água para irrigação estão entre as principais ameaças. Quando o solo seca, o material orgânico se decompõe rapidamente e se transforma em dióxido de carbono e metano, gases responsáveis pelo aquecimento global.

“Se começarmos a drenar essas turfeiras e liberar esse carbono acumulado, lançaremos bombas de carbono na atmosfera. É uma quantidade de carbono orgânico até então desconhecida, em uma grande extensão e em um bioma improvável”, alerta o professor da Unicamp, Rafael Oliveira.

Além disso, medições feitas pela equipe indicam que cerca de 70% das emissões anuais de gases de efeito estufa desses ambientes ocorrem durante a estação seca, período em que o solo perde umidade e a decomposição se acelera.

Com temperaturas mais altas e períodos secos mais longos, a tendência é que uma parcela maior do carbono armazenado no solo seja liberada nos próximos anos.

Cerrado sob pressão

O bioma já enfrenta pressões crescentes de mudanças no uso do solo. Grandes áreas do Cerrado vêm sendo convertidas para produção agrícola e pecuária, frequentemente com drenagem de áreas úmidas.

Os autores defendem a ampliação da proteção das áreas úmidas e maior reconhecimento de seu papel climático. Embora a legislação brasileira já preveja proteção para esses ambientes, pesquisadores estimam que até metade dessas áreas já sofreu algum tipo de degradação.

“Chamamos o Cerrado de bioma de sacrifício, porque o Brasil quer proteger a Amazônia, mas também quer manter a agricultura. Então, o agronegócio acaba convertendo o Cerrado para a produção de commodities”, diz Larissa Verona.

“O Cerrado também é fundamental por seus grandes estoques de carbono de longo prazo, e precisamos lutar para protegê-lo”.

Pinheirenses traçam expectativa para o Mundial Indoor de Atletismo





Competição será realizada de 20 a 22 de março, em Kujawy Pomorze, na Polônia

Sete atletas da equipe de Atletismo do Esporte Clube Pinheiros vão representar o Brasil no Mundial Indoor de Atletismo, que será realizado de 20 a 22 de março, em Kujawy Pomorze, na Polônia. A competição terá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da TV Atletismo Brasil.

Wellington Silva, o Maranhão, falou sobre o Mundial. A expectativa é grande e estou contente com mais uma convocação para representar o Brasil. É uma competição que será muito difícil, mas nada é impossível. Se eu estou no jogo, eu tenho que jogar. Estou confiante para alcançar uma boa marca”, contou o atleta.

Matheus Lima contou qual é o objetivo para a competição. “Estou pensando em um passo de cada vez, primeiro passar para a semifinal e depois para a final. Meu objetivo para esse Mundial é ser finalista e medalhista, venho treinando muito bem e me preparando para esse momento. No ano passado fui finalista e recordista Sul-Americano e esse ano pretendo repetir o feito, mas sair com uma medalha”, explicou o velocista.

Matheus Lima – Foto: Carol Coelho

Ao todo, 17 atletas do Brasil representarão o país na competição, sendo sete deles do Pinheiros. Confira:

Feminino
Ana Carolina de Jesus Azevedo – 60 m
Gabriela Silva Mourão – 60 m
Ana Caroline Miguel da Silva – arremesso do peso

Masculino
Gabriel Aparecido dos Santos Garcia – 60 m
Matheus Lima da Silva – 400 m
Elton Junio dos Santos Petronilho – salto triplo
Welington Silva Morais – arremesso do peso

Guaratinguetá precisa da nossa união. – Prefeitura Estância Turística Guaratinguetá

Após as fortes chuvas que atingiram nossa cidade, muitas famílias ainda enfrentam dificuldades causadas pelos alagamentos em algumas localidades.

Neste momento de reconstrução, o Fundo Social de Solidariedade uniu forças com a Fundação Marietta e Eduardo Rodrigues Alves para arrecadar doações via Pix. Os recursos serão destinados principalmente para a compra de colchões e itens essenciais, ajudando as famílias afetadas a retomarem sua rotina com mais dignidade.

Toda ajuda faz a diferença. Qualquer valor é bem-vindo.

Chave Pix (CNPJ): 62.877.014/0001-45
Nome: Fundação Marietta e Eduardo Rodrigues Alves

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