Agetran intensifica ações e combate transporte clandestino na cidade – CGNotícias

A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) realizou, ao longo de alguns dias, mais uma operação de fiscalização no entorno da Rodoviária de Campo Grande, com foco no combate ao transporte irregular de passageiros.

A ação integra um trabalho conjunto entre as equipes de Trânsito, GCM e Mobilidade Urbana, com o apoio da Agems (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul), ampliando também o enfrentamento ao transporte clandestino intermunicipal.

Durante a operação, diversos condutores foram abordados por realizarem o transporte de passageiros. Após os procedimentos de verificação, constatou-se que os veículos atuavam de forma irregular, caracterizando transporte clandestino e em desacordo com a legislação vigente.

Diante das irregularidades, foram adotadas as medidas administrativas cabíveis, incluindo autuações e a remoção dos veículos. O órgão reforça que continuará intensificando a fiscalização, especialmente em locais com maior incidência desse tipo de prática, visando ao combate contínuo ao transporte ilegal.

Ações como essa são fundamentais para a proteção da população. O transporte clandestino representa sérios riscos à segurança dos usuários, pois, em geral, envolve veículos sem condições adequadas de manutenção e condutores sem a devida qualificação ou fiscalização dos órgãos competentes.

ParaTodosVerem: Na imagem de capa, mostram-se os servidores durante uma abordagem

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Última década foi a mais quente já registrada, diz agência da ONU

Por MRNews

O relatório Estado do Clima Global 2025, da World Meteorological Organization (WMO), mostrou que o período de 2015 a 2025 foi o mais quente já registrado na série histórica, desde começaram as medições, em 1850. O documento foi divulgado nesta segunda-feira (23), Dia Mundial da Meteorologia.

O ano de 2025 está entre os mais quentes já registrados, com cerca de 1,43 grau Celsius (°C) acima dos níveis pré-industriais (1850–1900).

“O estado do clima global é de emergência. O planeta Terra está sendo levado além de seus limites. Todos os principais indicadores climáticos estão em alerta máximo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em nota divulgada pela WMO.

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“A humanidade acaba de passar pelos onze anos mais quentes já registrados. Quando a história se repete onze vezes, não é mais uma coincidência. É um chamado à ação”, acrescentou.

O relatório aponta que as concentrações de gases de efeito estufa impulsionam o aquecimento contínuo da atmosfera e dos oceanos e o derretimento de geleiras.

Os eventos extremos em todo o mundo – incluindo calor intenso, chuvas torrenciais e ciclones tropicais – causaram transtornos e devastação, o que evidenciou a vulnerabilidade das economias e sociedades interconectadas. Alguns dos impactos em cascata são a insegurança alimentar e o deslocamento de pessoas.

“E nesta era de guerra, o estresse climático também está expondo outra verdade: nossa dependência de combustíveis fósseis está desestabilizando tanto o clima quanto a segurança global. O relatório de hoje deveria vir com um aviso: o caos climático está se acelerando e a demora é fatal”, avaliou Guterres.

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Desequilíbrio energético

O relatório incluiu balanço sobre equilíbrio energético da Terra como um dos indicadores climáticos. Esse balanço mede a taxa de energia que entra e sai do sistema terrestre. Segundo a WMO, em um clima estável, a energia solar recebida é próxima à quantidade de energia irradiada.

No entanto, o aumento das concentrações de gases de efeito estufa que retêm calor – dióxido de carbono, metano e óxido nitroso – tem levado ao desequilíbrio do indicador. Segundo o estudo, o desequilíbrio energético aumentou desde o início das observações em 1960, especialmente nos últimos 20 anos.

Resultado dessa condição, 91% do excesso de calor é armazenado no oceano, que atua como um amortecedor contra o aumento das temperaturas em terra, o que leva ao aquecimento das águas. O derretimento das geleiras do Ártico e da Antártida também tem avançado, já que 3% do excesso de energia aquece e derrete o gelo.

O aquecimento dos oceanos e o derretimento do gelo impulsionam a elevação, a longo prazo, do nível médio do mar, que se acelerou desde o início das medições por satélite em 1993, informou a entidade.

As alterações no aquecimento dos oceanos e no pH das profundezas oceânicas, afirma a WMO, são irreversíveis em escalas de tempo que variam de séculos a milênios.

Em 2025, o calor armazenado no oceano – até uma profundidade de 2 mil metros – atingiu o nível mais alto desde o início dos registros em 1960, superando o recorde anterior estabelecido em 2024.

As consequências desse aquecimento incluem a degradação dos ecossistemas marinhos, a perda de biodiversidade e a redução do sumidouro de carbono oceânico.

Ainda de acordo com a WMO, a situação se reflete no aquecimento da atmosfera, que acumula 1% do total do excesso de calor, enquanto cerca de 5% fica armazenado nas massas continentais.

“Os avanços científicos aprimoraram nossa compreensão do desequilíbrio energético da Terra e da realidade que nosso planeta e nosso clima enfrentam atualmente”, disse a Secretária-Geral da WMO, Celeste Saulo, em nota.

Segundo ela, as atividades humanas estão comprometendo cada vez mais o equilíbrio natural e o planeta deverá conviver com as consequências por centenas e até milhares de anos.

“No dia a dia, nosso clima tem se tornado mais extremo. Em 2025, ondas de calor, incêndios florestais, secas, ciclones tropicais, tempestades e inundações causaram milhares de mortes, afetaram milhões de pessoas e geraram bilhões em prejuízos econômicos”, acrescentou.

Impactos na saúde

A WMO alerta que as mudanças climáticas têm impactos abrangentes na mortalidade, nos meios de subsistência, nos ecossistemas e nos sistemas de saúde.

Além disso, aumentam os riscos de doenças transmitidas por vetores e pela água e representam fator de estresse relacionados à saúde mental, especialmente entre as populações vulneráveis.

De acordo com a entidade, mais de um terço da força de trabalho global – 1,2 bilhão de pessoas – enfrenta riscos relacionados ao calor no local de trabalho, especialmente nas áreas da agricultura e da construção civil. Além dos impactos na saúde, a situação causa perdas na produtividade e nos meios de subsistência.

Existe uma necessidade urgente, avalia a entidade, de integrar dados meteorológicos e climáticos aos sistemas de informação em saúde. O objetivo é que haja medidas preventivas dos representantes das esferas de poder, em vez de apenas ações reativas.

 

Ayurveda: palestra com Márcia De Luca no Pinheiros

Márcia apresentou fundamentos do Ayurveda e sua integração com o Yoga, com orientações práticas para mais equilíbrio e qualidade de vida

O Esporte Clube Pinheiros recebeu no último dia 18 de março, a estudiosa de Yoga, Meditação e Ayurveda, há mais de 40 anos, Márcia De Luca. Formada pelo The Chopra Center for Well-Being, com aprofundamento com o médico americano Dr. David Frawley e vários mestres indianos, Márcia De Luca é escritora e palestrante, além de mentora do Heart Math Institute, na Califórnia.

Os associados tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre duas tradições milenares que se complementam: Ayurveda e Yoga. Sendo o Ayurveda, um sistema de cura indiano que integra o corpo, mente e espírito. O objetivo foi transmitir conhecimentos básicos dessa tradição milenar e mostrar como ela pode ser aplicada no cotidiano para promover saúde e bem estar. Márcia De Luca conduziu a palestra destacando que essas práticas são consideradas ciências irmãs, caminhando juntas há milênios em benefício da humanidade. Enquanto o Ayurveda é voltado para a cura e a autocura, o Yoga é dedicado à auto realização.

A apresentação trouxe um mergulho nos fundamentos do Ayurveda, que reconhece cada ser humano como único e busca o equilíbrio por meio de três doshas: Vata, Pitta e Kapha.

Na Ayurveda, os doshas são princípios biológicos que representam diferentes combinações dos elementos da natureza e ajudam a compreender a constituição única de cada pessoa. São três: Vata (ar e éter), ligado ao movimento e a criatividade; Pitta (fogo e água), associado a energia, digestão e transformação; e Kapha (terra e água), responsável pela estabilidade, estrutura e imunidade. O equilíbrio entre eles é essencial para manter saúde e bem estar, e cada indivíduo possui uma combinação própria que orienta hábitos de vida, alimentação e práticas de autocuidado.

Cada pessoa possui uma combinação única dos três doshas, mas geralmente um deles se manifesta de forma mais intensa, sendo chamado de dosha predominante. Essa predominância influencia características físicas, emocionais e comportamentais, além de indicar quais hábitos de vida favorecem o equilíbrio. Para identificar corretamente o dosha principal de cada indivíduo, é necessário consultar um terapeuta ou médico especializado.

Os associados puderam conhecer recomendações práticas que fazem parte do estilo de vida ayurvédico como: 

  • Realizar a principal refeição entre 12h e 13h;
  • Optar por um jantar leve e antecipado;
  • Manter o hábito de dormir por volta das 22h
  • Utilizar condimentos e ervas específicas;
  • Integrar-se aos ritmos da natureza;
  • Praticar exercícios adequados e massagens com óleos especiais.

Outro ponto de destaque foi a chamada “terapia dos opostos”, que orienta condutas diferentes para cada dosha: Vata, naturalmente agitado, deve buscar calma; Pitta, associado ao calor e a intensidade, precisa de frescor; e Kapha, ligado a estabilidade, deve ser estimulado com movimento.

Segundo os ensinamentos apresentados, esse estilo de vida contribui para aumentar a longevidade, trazendo equilíbrio, saúde e alegria de viver. O encontro ofereceu aos associados um aprofundamento nos conceitos básicos do Ayurveda.

A palestrante destacou ainda que o interesse do público e as perguntas feitas demonstraram a relevância do tema. “Fiquei muito feliz com o interesse do público e as perguntas que foram feitas”, afirmou. 

 

Veja todas as fotos do evento neste link: https://www.flickr.com/photos/clubepinheiros/albums/72177720332622399/ 

Setec realiza visita técnica às obras de novos campi do IFSP  – IFSP

Obras de adequação estão a todo vapor para receber sede definitiva das unidades 

Uma equipe técnica formada por servidores da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC) e da reitoria do Instituto Federal de São Paulo visitou as instalações de cinco futuros campi do IFSP: Osasco, Jardim Ângela, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo e São Vicente. As visitas técnicas foram realizadas entre terça e quinta-feira (17, 18 e 19). 

As visitas foram acompanhadas tanto pela direção-geral dos campi quanto por uma equipe de obras do IFSP, liderada pelo pró-reitor de Administração (PRA), Edmur Frigeri Tonon. Além disso, servidores da Setec, liderados pela gerente de Projeto, Silvilene Souza da Silva, também estiverem presentes na vistoria.  

O coordenador de Suporte à Infraestrutura e Expansão (CSIE) da PRA, Luiz Henrique Toschi Meschiatti, explicou que o objetivo da presença dos técnicos foi fiscalizar as obras e enviar laudos à Setec, de modo a justificar os recursos encaminhados pela pasta ao IFSP. “A equipe técnica gostou bastante do que viu em São Paulo. As obras estão bem adiantadas e de acordo com os relatórios que encaminhamos à Brasília”, apontou Luiz.  

Osasco

 

Expansão 

Os cinco novos campi fazem parte do Plano de Expansão dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs), por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), para implantação de 111 novos campi de IFs em todo o Brasil. 

O Instituto Federal de São Paulo deverá ganhar 15 novas unidades, sendo: Jardim Ângela, Cidade Tiradentes (ambos na capital paulista), Jaçanã, Osasco, Santos, Diadema, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, Sumaré, Franco da Rocha, Cotia, Carapicuíba, São Vicente, Mauá e Guarujá. 

Atualmente, o IFSP conta com 41 campi e um polo de inovação. O Instituto oferta 660 cursos para 67.859 estudantes.  

Osasco 

Na reta final das obras, o Campus Osasco tem previsão de inauguração ainda no primeiro semestre. O início das aulas, na sua sede definitiva, está programado para o segundo semestre de 2026.  

Instalado em uma área total de 18 mil m² com 9 mil m² de área construída, o prédio cedido pela Prefeitura de Osasco apresenta estrutura completa, de acordo com o diretor-geral da unidade, Ricardo Coelho: “temos a previsão de um auditório para 120 pessoas climatizado com ar-condicionado, sala de artes, biblioteca, refeitório, quadra coberta com vestiários, salas administrativas, salas de aula e laboratórios”.  

O primeiro curso regular a ser oferecido no local será o Técnico em Eletroeletrônica na modalidade subsequente ao ensino médio. Na sequência, aponta Ricardo, será oferecido um curso técnico na modalidade integrado ao ensino médio.  

Além dos cursos regulares, serão oferecidos, na unidade, os cursos de formação em Logística e em Recursos Humanos por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) que visam ampliar as oportunidades de capacitação para trabalhadores.   

Para além, acrescenta o diretor, a unidade já oferece, desde o ano passado, cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) a distância (EAD). “E pretendemos iniciar uma parceria com uma ONG local, para a oferta de um cursinho popular com edital do governo federal (CPOP). 

Saiba mais sobre o Campus Osasco aqui. 

Jardim Ângela 

O prédio comprado no mês de dezembro de 2025 para instalação do Campus Jardim Ângela (atualmente ocupado pela Telefônica) tem área total de 6 mil m². Desses, 3 mil m² são de área construída. Visando uma estrutura completa para atender os estudantes da região, o IFSP publicou um edital de prospecção do mercado imobiliário para a aquisição de imóveis adjacentes ao prédio da Telefônica.  

A equipe técnica da Setec/MEC visitou terrenos que podem atender ao edital para levar às pastas a situação dos locais que responderem ao chamamento público.  

Denilza Frade, diretora-geral do Campus Jardim Ângela, explicou que a equipe aproveitou para visitar o prédio da Paróquia Nossa Senhora das Graças, bem próximo à futura sede definitiva da unidade, um potencial parceiro do IFSP na região. “O objetivo é estabelecermos um acordo de empréstimo do local para centralizarmos as atividades educacionais”, explicou. A equipe técnica avaliou que serão necessários poucos reparos, como pintura e instalação elétrica.  

A expectativa é de que no local sejam centralizados os cursos FIC, os quais estão sendo ministrados em associações e paróquias nos bairros próximos. Esses cursos  já formaram cerca de 100 alunos.  

Almeja-se também que no local seja iniciada a oferta do primeiro curso regular: um técnico subsequente.  

Saiba mais sobre o Campus Jardim Ângela aqui. 

Ribeirão Preto  

O prédio cedido pela Prefeitura Municipal ao IFSP conta com duas edificações de três pavimentos cada. Um dos prédios já está recebendo obras de adequação. O terceiro pavimento está sendo reformado para sediar as salas de aula e salas administrativas do campus; no segundo andar, funcionarão os laboratórios e, no primeiro andar, os estudantes terão uma área de convivência com cantina e outros espaços. A expectativa é de que as obras sejam entregues em 2027. 

A segunda edificação será reformada posteriormente.  

Paulo Sérgio Calefi, diretor-geral do Campus Ribeirão Preto, encabeçou mais de 40 reuniões junto à sociedade civil de Ribeirão Preto para a definição dos cursos a serem oferecidos na região: Desenvolvimento de Sistemas e Internet das Coisas (IOT) integrados ao ensino médio e Licenciatura em Matemática e Computação.   

No campus, já estão sendo oferecidos cursos por meio do Programa Mulheres Mil e também oficinas em parceria com outros campi do IFSP.  

Saiba mais sobre o Campus Ribeirão Preto aqui 

São Vicente  

O prédio onde funcionará o Campus São Vicente já está sob domínio do IFSP. No local, até então de posse da União, funcionava o Centro Administrativo no Parque Bitaru e fica próximo à orla. No local, está sendo finalizada a troca completa do telhado; em seguida, serão construídas as divisões dos espaços da unidade: salas de aula, laboratórios, refeitório, quadra e biblioteca.  

O investimento na unidade é de R$ 18 milhões.  

A diretora-adjunta do Campus São Vicente, Ana Veronica de Oliveira Collyer, também acompanhou a equipe da Setec em visita a possíveis locais provisórios para funcionamento da unidade.  

O campus oferecerá cursos em três eixos tecnológicos definidos com base na consulta pública e no levantamento do arranjo produtivo local: Meio Ambiente e Saúde, Informática e Comunicação, e Gestão. 

Na unidade, também já estão disponíveis cursos de curta duração para a comunidade.  

Saiba mais sobre o Campus São Vicente aqui 

São Bernardo do Campo 

A Reitoria do IFSP tem analisado, nas últimas duas semanas, questões técnicas relacionadas ao espaço que será cedido pela Prefeitura Municipal ao Instituto.  

Em vistoria realizada na quarta-feira, com a presença do reitor Silmário Batista dos Santos e do prefeito Marcelo Lima, ficou acordado que o município disponibilizará um imóvel localizado na Rua Senador Vergueiro, bairro Jardim do Mar, onde serão realizadas obras de adequação e ampliação.  

No momento, a administração municipal realiza análise jurídica para definição do instrumento legal a ser adotado, que poderá ser a cessão ou a doação do imóvel. 

Consolidação  

Além das novas unidades dos IFs, o Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos Institutos Federais, com investimento de R$ 1,4 bilhão. Essa ação visa aos campi que ainda não têm infraestrutura completa. A prioridade do investimento na consolidação é a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas.   

Para o IFSP, são R$ 155,6 milhões de investimentos na ação de consolidação. Em 2023-2025, foram repassados R$ 152,5 milhões, sendo R$ 18,7 milhões de aditivo. Ainda estão previstos outros R$ 21,1 milhões. 

COP15 começa com protagonismo de MS e mobilização global pela biodiversidade – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

O voo das aves, o deslocamento silencioso de mamíferos e as longas jornadas marinhas que atravessam continentes ganham, a partir desta segunda-feira (23), um novo ponto de convergência: o debate global. Começa hoje, em Campo Grande, a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens (COP15 CMS), encontro promovido pela Organização das Nações Unidas. Com o lema “Conectando a natureza para sustentar a vida”, a conferência reforça a urgência de integrar esforços globais para garantir a sobrevivência das espécies migratórias e a manutenção dos ecossistemas.

Organizada pelo Governo do Brasil, a conferência reúne cerca de 2 mil representantes de 133 países, entre governos, cientistas, ambientalistas, povos indígenas, comunidades locais, lideranças ambientais e integrantes da sociedade civil de diversas partes do mundo. O objetivo é discutir estratégias de proteção das espécies migratórias, com foco na preservação dos habitats que compõem suas rotas ao redor do planeta.

Em conversa com a imprensa durante a abertura da COP, o governador Eduardo Riedel destacou o papel estratégico de Mato Grosso do Sul no debate climático global, com ênfase na preservação e no potencial do Pantanal.

“Quando a gente fala da importância desse evento para o mundo e olha para Mato Grosso do Sul, estamos falando de um Estado que tem muito a contribuir para as respostas que a COP precisa dar ao planeta, especialmente em relação ao Pantanal.”

O governador ressaltou que o bioma já ocupa posição central nas discussões internacionais,  especialmente após agendas recentes com autoridades e representantes estrangeiros.

“Ontem, em reuniões de alto nível, isso ficou muito claro. Em conversas com o Ministério do Meio Ambiente e com embaixadores de diversos países, o Pantanal apareceu como um verdadeiro centro de atenção global.”

Riedel enfatizou a riqueza ambiental da região, apontando sua relevância para a biodiversidade e para a preservação de espécies migratórias. “Estamos falando de um dos biomas mais ricos do mundo. São mais de 190 espécies, cerca de 600 espécies de aves apenas no Pantanal. Essa diversidade traduz a dimensão da sua importância ambiental.”

Ao abordar o desenvolvimento econômico do Estado, o governador ponderou que crescimento e sustentabilidade caminham juntos em Mato Grosso do Sul. “Quando apresentamos nossas políticas de preservação e mostramos como o Estado cresce de forma responsável — avançando rumo ao carbono neutro e garantindo a biodiversidade. E isso chama atenção. Crescer 5% ou 6% ao ano é relevante, mas crescer assegurando esses princípios é ainda mais significativo.”

Ele também evidenciou iniciativas concretas já em andamento, que fortalecem a política ambiental estadual. “Já estamos executando o pagamento por serviços ambientais, apoiando brigadas e ações de conservação. O Fundo Pantanal começa a operar, e o Pacto pelo Pantanal avança com melhorias em infraestrutura e educação. É um conjunto consistente de ações.”

Por fim, o governador projetou a COP como um marco para a inserção científica e institucional do Estado no cenário internacional.

“A COP deve sintetizar esse esforço e consolidar, de forma definitiva, a conexão entre a ciência produzida em Mato Grosso do Sul e o restante do mundo. Nossas universidades estão aqui, firmando parcerias, com alunos indo para o exterior. Estamos ampliando a dimensão global do Pantanal.”

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou também o compromisso do Brasil com a agenda ambiental e o fortalecimento da cooperação internacional. “Realizar este encontro poucos meses após a COP30 do clima demonstra o compromisso do Brasil com a sustentabilidade e com o multilateralismo.”

A ministra ressaltou o simbolismo do evento em território brasileiro, especialmente pela escolha de Mato Grosso do Sul e do Pantanal como cenário central das discussões. “Estar aqui, nesta região que abriga o Pantanal, é vivenciar uma terra de encontros. Onde rios se transformam, onde a natureza se entrelaça e onde diferentes formas de vida coexistem. Essa visão deve inspirar os trabalhos desta conferência.”

Ao enfatizar a necessidade de integração entre diferentes áreas do conhecimento, Marina defendeu uma atuação conjunta entre países, ciência e saberes tradicionais. “Precisamos conectar nações, políticas públicas, ciência e conhecimentos tradicionais para garantir que as espécies migratórias continuem seu percurso. A vida é travessia, é continuidade, e proteger essas rotas é preservar o futuro do planeta.”

A ministra também alertou para o cenário crítico enfrentado pela biodiversidade global, com base em dados recentes. “Vivemos um tempo de urgência. Relatórios indicam que 49% das espécies migratórias estão em declínio populacional e 24% já se encontram ameaçadas de extinção. A crise climática, a degradação dos ecossistemas e a poluição afetam não apenas essas espécies, mas também a segurança alimentar e o equilíbrio da vida.”

Diante desse cenário, Marina Silva defendeu que a conferência avance em medidas concretas de proteção ambiental e cooperação internacional. “Esta COP precisa trazer avanços importantes, ampliando a proteção das espécies, promovendo novas iniciativas de cooperação internacional e fortalecendo ações em temas como conectividade ecológica e mudança do clima.”

Por fim, Marina Silva destacou o papel do Brasil como articulador global e convocou os participantes a assumirem compromissos efetivos. “Ao sediar esta COP, o Brasil quer reacender a chama do multilateralismo em tempos desafiadores. Que esta conferência seja um passo decisivo para garantir que as espécies continuem a voar, nadar e caminhar pelo planeta. O futuro depende da nossa coragem de agir agora.”

Já a secretária-executiva da Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS), Amy Fraenkel, reforçou a necessidade de cooperação internacional para garantir a proteção das espécies e de seus habitats. “A proteção das espécies migratórias depende de sistemas eficazes de conservação. Precisamos identificar, proteger e, sobretudo, conectar habitats em escala internacional.”

A secretária alertou para o avanço das pressões humanas sobre os ecossistemas, destacando os impactos diretos sobre a biodiversidade. “Quando os ecossistemas são fragmentados, as espécies ficam mais vulneráveis. A degradação dos habitats aumenta os riscos e compromete a sobrevivência dessas populações.”

Ela também chamou atenção para as consequências das atividades humanas sobre áreas naturais, ampliando conflitos e ameaças ilegais. “À medida que as atividades humanas avançam sobre esses territórios, aumentam os conflitos entre humanos e fauna, além da caça ilegal e do comércio ilegal de espécies.”

Apesar dos desafios, Amy Fraenkel demonstrou confiança na capacidade de articulação global presente na conferência. “Sinto-me inspirada ao ver representantes de governos, agências das Nações Unidas, convenções de biodiversidade, cientistas, especialistas em conservação, organizações da sociedade civil, povos indígenas e comunidades locais reunidos com um objetivo comum.”

Segundo a secretária-executiva da CMS, Amy Fraenkel, em mais de 100 pontos da agenda, os negociadores irão debater ameaças que refletem toda a amplitude dos impactos das atividades humanas sobre a natureza: caça ou captura ilegal e insustentável de espécies, captura acidental, destruição e fragmentação de habitats, mineração em águas profundas, poluição luminosa, sonora e química, impactos da infraestrutura e a aceleração das mudanças climáticas.

Os negociadores irão analisar propostas para incluir 42 espécies adicionais no tratado, incluindo animais emblemáticos como a coruja-das-neves, o tubarão-martelo e a hiena-listrada.

Por fim, a secretária-executiva destacou o papel da união entre diferentes setores para o avanço das metas ambientais. “Juntos, estamos à altura desse desafio. Agradeço pela dedicação, pela experiência e pelo compromisso com a proteção das espécies migratórias. Desejo a todos uma COP15 produtiva e bem-sucedida.”

Brasil amplia proteção ambiental e cria novas unidades de conservação

Como demonstração concreta desse compromisso, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou no domingo (22), em Campo Grande, durante o segmento de alto nível da COP15, a ampliação do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense e da Estação Ecológica do Taiamã, além da criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Córregos dos Vales do Norte de Minas. Ao todo, mais de 148 mil hectares passam a ser protegidos.

A iniciativa, liderada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, fortalece a proteção da biodiversidade e dos recursos hídricos, amplia a conectividade ecológica e valoriza os modos de vida das comunidades tradicionais.

No campo das políticas públicas, o Brasil conta ainda, desde 2023, com a chamada Lei do Pantanal, proposta pelo Governo de Mato Grosso do Sul, que estabelece diretrizes para conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável do bioma.

Potência da biodiversidade, Brasil projeta o Pantanal ao centro da agenda ambiental global

Signatário da CMS desde 2015, o Brasil é reconhecido como o país com maior biodiversidade do planeta e abriga biomas como a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, o Cerrado, o Pampa e o Pantanal. O Governo do Brasil está à frente da organização do encontro, que é presidido pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco.

A escolha da capital sul-mato-grossense como sede da primeira COP da CMS no Brasil está diretamente ligada à relevância do Pantanal, bioma compartilhado por Brasil, Bolívia e Paraguai, com cerca de 70% de sua área em Mato Grosso do Sul. De acordo com o presidente designado da COP15, João Paulo Capobianco, trata-se de uma oportunidade estratégica de dar visibilidade internacional à região.

Segundo ele, apesar da singular biodiversidade, da beleza natural e da riqueza cultural preservada, o Pantanal ainda é pouco conhecido fora do país, mesmo sendo ponto de parada para mais de 190 espécies migratórias. “Queremos aproveitar a presença de grandes autoridades mundiais para conhecer o bioma de perto e colocá-lo em evidência”, afirmou.

A Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS) é um tratado ambiental das Nações Unidas que estabelece uma plataforma global para a conservação de espécies migratórias, seus habitats e rotas de deslocamento ao longo de toda a sua área de distribuição.

Em vigor desde 1979, reúne governos, cientistas, povos indígenas, comunidades tradicionais, sociedade civil e especialistas em vida silvestre para enfrentar desafios relacionados à conservação da fauna migratória em escala global. Atualmente, 133 países da África, das Américas Central e do Sul, da Ásia, da Europa e da Oceania são signatários da Convenção. Ao todo, são 1.189 espécies, distribuídas entre 962 aves, 94 mamíferos terrestres, 64 mamíferos aquáticos, 58 espécies de peixes, 10 répteis e 1 inseto.

O único inseto listado oficialmente nos anexos da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, ou Convenção de Bonn) é a Borboleta-Monarca (Danaus plexippus).

Anuário Estadual de Mudanças Climáticas

Após a cerimônia de abertura, durante visita ao estande do Governo do Estado na COP15, o governador Eduardo Riedel recebeu oficialmente o Anuário Estadual de Políticas Climáticas, elaborado pelo Centro Brasil no Clima.

“O anuário traz informações importantes que nos ajudam e transmitem para a sociedade a validade daquilo que a gente tem feito enquanto diretriz de políticas públicas, com a crença de que precisamos focar cada vez mais no desenvolvimento com responsabilidade ambiental, tanto na biodiversidade quanto no balanço de carbono.”

Mato Grosso do Sul é o único estado da Federação que cumpre todos os critérios de governança climática entre os entes subnacionais. O estudo reúne dados, indicadores e análises sobre o estágio das políticas climáticas nos estados brasileiros.

O Estado elaborou e implantou a Política Estadual de Mudanças Climáticas, também implantou o Fórum Estadual de Mudanças Climáticas e realizou dois encontros para levantar, debater e propor soluções aos temas, em abril e novembro de 2024, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Governo de Mato Grosso.

De acordo com o secretário da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck, houve a entrega ao governador do eixo Mato Grosso do Sul, com todos os indicadores socioeconômicos do Estado.

“Acho que a primeira questão é que houve um destaque muito grande na criação do Fundo Clima, tanto do Fundo Clima Pantanal como do Fundo Clima. Mato Grosso do Sul é o único estado do Brasil que tem todas as suas estruturas em legislação. Então estamos prontos, do ponto de vista legal, para avançar nos impactos das mudanças climáticas na economia do Estado e também adotar medidas mitigadoras.”

Segundo ele, o anuário oferece não apenas diagnóstico, mas também base concreta para avaliação das políticas públicas.

“O importante desse diagnóstico é que temos uma base para avaliar como as políticas públicas, por meio de indicadores, resultam efetivamente em resultados em relação à mudança climática no nosso Estado.”

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Polícia investiga morte de 2 crianças em Praia Grande, litoral de SP

Por MRNews

Dois meninos, primos de 4 e 6 anos, que estavam desaparecidos em Praia Grande, cidade do litoral sul de São Paulo, tiveram os corpos encontrados na madrugada desta segunda-feira (23). O sumiço deles foi informado no domingo (22).

Segundo informações da polícia, moradores da região localizaram os garotos no Bairro Antártica e avisaram as autoridades. Eles estavam dentro de um carro – que estava parado num terreno – e os corpos tinham sinais de violência.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo diz que a perícia foi acionada para investigar o caso.



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João Pessoa recebe vacinas contra Influenza e se prepara para iniciar campanha nos próximos dias

A Prefeitura de João Pessoa recebeu, nesta segunda-feira (23), as doses da vacina contra a Influenza, produzidas pelo Instituto Butantan. Com a chegada dos imunizantes, as equipes da Central de Imunobiológicos (Rede de Frio) iniciaram imediatamente o processo de organização, armazenamento e distribuição, garantindo segurança e agilidade no abastecimento de todas as salas de vacina da rede municipal.

A campanha de vacinação terá início nos próximos dias e ocorrerá em todas as unidades de saúde do Município e nos cinco pontos móveis criados estrategicamente para garantir a assistência contínua dos usuários. A abertura oficial está marcada para o próximo sábado (28), quando será realizado o ‘Dia D’ nacional de mobilização. A ação seguirá até o dia 30 de maio, com a meta de atingir 90% de cobertura vacinal entre os grupos prioritários.

Neste primeiro momento, a vacinação será destinada exclusivamente ao público definido pelo Ministério da Saúde (MS). Entre os grupos prioritários estão: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, idosos com 60 anos ou mais, povos quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas em situação de rua, professores, profissionais das forças de segurança e das Forças Armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, além de pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

Também estão incluídos funcionários dos Correios, população privada de liberdade, trabalhadores do sistema prisional e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas.

Fernando Virgolino, chefe da seção de Imunização da Prefeitura de João Pessoa, explica que toda a logística de distribuição já está em andamento, assim como a capacitação e atualização dos profissionais que atuam nas salas de vacinação. A orientação é que as pessoas pertencentes aos grupos prioritários já deixem separados seus documentos e cartões de vacina para agilizar o atendimento.

“A vacina contra a Influenza é a principal estratégia de prevenção contra o vírus, sobretudo nos períodos de maior circulação. Além de reduzir o risco de complicações, internações e óbitos, a imunização contribui diretamente para diminuir a sobrecarga nos serviços de saúde”, destacou Fernando Virgolino. “Portanto, orientamos que todas as pessoas que integram os grupos prioritários procurem uma unidade de saúde assim que as doses estiverem disponíveis, garantindo a proteção, especialmente entre crianças, gestantes e idosos”, completou.

Sobre a Influenza – A Influenza é uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório e possui alta transmissibilidade. A doença pode evoluir para quadros graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), especialmente entre pessoas mais vulneráveis. A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra três cepas do vírus, sendo elas Influenza (A-H1N1, A-H3N2 e B), reforçando a importância da vacinação anual como medida essencial e efetiva de proteção.

Infecção uterina em pets pode ser evitada com castração – CGNotícias

A piometra, conhecida como infecção no útero de cadelas e gatas é uma doença grave que preocupa veterinários por evoluir rapidamente e, muitas vezes, sem sinais claros. Ela ocorre principalmente em fêmeas que não foram castradas, geralmente após o cio, período em que alterações hormonais favorecem a multiplicação de bactérias no útero, provocando acúmulo de pus.

Entre os principais sinais estão cansaço, falta de apetite, febre, vômitos e inchaço abdominal. Em alguns casos, pode haver secreção vaginal com mau cheiro, característica da forma “aberta” da doença. Já na forma “fechada”, considerada mais perigosa, não há secreção visível, o que dificulta o diagnóstico precoce e pode agravar o quadro rapidamente.

Segundo dados da Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea), cerca de 30 casos de piometra são atendidos por mês em Campo Grande, reforçando a importância da prevenção. Um exemplo recente é o da cadela Shakira, de 3 anos, que chegou à unidade com inchaço abdominal e secreção observados há cerca de uma semana. Após avaliação, ela foi encaminhada para atendimento na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), por meio de convênio com a Prefeitura, que oferece atendimento gratuito para casos de alta complexidade, como cirurgias emergenciais, exames laboratoriais, exames de imagem e internação.

O tratamento da infecção é cirúrgico, consistindo na retirada do útero e dos ovários. Por isso, o diagnóstico rápido é essencial para aumentar as chances de recuperação do animal e evitar complicações graves.

Castração é a melhor prevenção

A castração é a forma mais eficaz de prevenir a piometra, além de evitar outras doenças do sistema reprodutivo e ajudar no controle populacional de cães e gatos.

Em Campo Grande, a Prefeitura, por meio da Subea, oferece castração gratuita para cães e gatos de até 25 quilos. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, exceto quartas-feiras, das 7h30 às 13h, com distribuição de 30 senhas por dia, 15 para castração e 15 para consultas veterinárias.

Para ser atendido, o tutor deve apresentar cadastro no CadÚnico atualizado nos últimos dois anos, comprovante de residência em Campo Grande e documento oficial com foto. A unidade está localizada na Rua Rui Barbosa, nº 3538, Centro.

#ParaTodosVerem: Imagem de atendimento em ação nos bairros de Campo Grande.

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Receita já recebeu mais de 450 mil declarações

Por MRNews

A Receita Federal recebeu, até as 12h desta segunda-feira (23), 450.026 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). O prazo para envio começou às 8h e segue até as 29h59min59s do dia 29 de maio. Este ano, o Fisco espera receber cerca de 44 milhões de declarações.

Do total de declarações recebidas até o momento, 42,7% foram pré-preenchidas, 57,3% foram simplificadas e 1,3% foram retificadoras. Dados da Receita Federal mostram também que 34,6% foram enviadas por contribuintes do sexo feminino e que a média de idade é 47 anos.

Ainda de acordo com a Receita Federal, 83,9% das declarações enviadas apresentam valor a restituir, enquanto 7,9% têm imposto a pagar e 8,2% constam como sem imposto.

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Como declarar

O Programa Gerador da Declaração pode ser baixado desde as 18h da última quinta-feira (19). A partir desta segunda, o contribuinte também pode usar o site Meu Imposto de Renda, que permite o preenchimento online da declaração.

Neste ano, o prazo de entrega será mais curto que nos anos anteriores. Tradicionalmente, o envio das declarações começa em 15 de março ou no primeiro dia útil seguinte. Em 2026, no entanto, o Fisco adiou o início em uma semana.

Calendário da restituição

Com um lote a menos neste ano, a restituição será paga nas seguintes datas:

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– 1º lote: 29 de maio de 2026;

– 2º lote: 30 de junho de 2026;

– 3º lote: 31 de julho de 2026;

– 4º lote: 28 de agosto de 2026.

A ordem de pagamento segue a data de entrega da declaração, respeitando prioridades legais.

Prioridades

A ordem de prioridade definida pela legislação é:

– idosos acima de 80 anos;

– idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave;

– contribuintes cuja principal renda seja magistério;

– quem usar declaração pré-preenchida e Pix simultaneamente;

– quem usar apenas um desses recursos (pré-preenchida ou Pix);

– demais contribuintes.