Prefeitura investe R$ 90 milhões na habitação de interesse social e abre cadastro para o Condomínio Mathisa – CGNotícias

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (EMHA), abriu neste sábado (16) a cadastro para os interessados em adquirir um imóvel do Condomínio Mathisa, empreendimento da MRV que contará com 576 apartamentos, sendo parte deles destinados à EMHA. O lançamento foi marcado pela entrega do alvará de construção e pela assinatura do termo de compromisso, representando um marco histórico por ser o primeiro empreendimento habitacional lançado em Campo Grande dentro das regras da nova legislação de Habitação de Interesse Social (HIS).

“Estamos investindo R$ 90 milhões na habitação de interesse social com esse empreendimento. Esse é um passo dado com responsabilidade, para que todos tenham uma oportunidade e queiram morar em Campo Grande. Somos a única cidade do país a oferecer até três subsídios para o incentivo da casa própria, e isso faz toda a diferença para as famílias que desejam adquirir um imóvel. Desde o início dessa gestão, estamos trabalhando pela desburocratização e, hoje, colhemos os frutos com o lançamento dessas novas moradias”, afirmou a prefeita Adriane Lopes.

“Campo Grande se reinventa com essa parceria entre o poder público e a iniciativa privada. Todas as empresas que desejarem investir em nossa cidade encontrarão as portas abertas. O cadastro para os interessados em adquirir um desses apartamentos começa hoje, pelo site da EMHA, para que possamos intermediar e participar desse processo que representa a realização do sonho da casa própria. Que venham cada vez mais empreendimentos e oportunidades para Campo Grande”, afirmou o diretor-presidente da EMHA, Claudio Marques.

“Essa parceria e união entre as áreas não é algo que se encontra com frequência pelo Brasil. A construção desse projeto, que se tornou um case, contou com reuniões mensais em que fomos recebidos pelas secretarias para contribuir com o desenvolvimento e garantir o cumprimento da legislação. Estivemos muito empenhados nesse processo e temos a intenção de criar mais empreendimentos nesse segmento para contribuir com o crescimento de Campo Grande”, afirmou a representante da MRV, Ednéia Teixeira.

O Condomínio Mathisa será construído em uma área classificada como ZEIS II (Zona Especial de Interesse Social). De acordo com a Lei nº 421/2021, essas áreas permitem flexibilizações nas normas urbanísticas, com o objetivo de viabilizar empreendimentos habitacionais, promover a inclusão urbana de famílias em situação de vulnerabilidade e estimular a utilização de terrenos ociosos de forma planejada e sustentável.

As unidades habitacionais serão enquadradas como Habitação de Mercado Popular (HMP), das quais no mínimo 15% serão reservadas ao cadastro habitacional da EMHA, garantindo que parte dos imóveis seja destinada à habitação popular. Essas unidades específicas serão classificadas como Habitação de Interesse Popular (HIP) e disponibilizadas por meio de processo seletivo realizado pela EMHA.

Como se cadastrar

O cadastro dos interessados deve ser realizado exclusivamente pelo link https://emhadigital.campogrande.ms.gov.br/inicio, no campo “Processo seletivo – Financiamento – Minha Casa Minha Vida”. O cadastro ficará disponível até às 23h59 do dia 18 de setembro de 2025. É importante que os dados sejam preenchidos com o máximo de informações possíveis, a fim de facilitar a análise e a localização dos candidatos. Cabe destacar que não há cobrança de qualquer taxa para a inscrição.

Não poderão participar do processo de seleção os interessados que:

  • Possuam financiamento habitacional ativo ou inativo com recursos do FGTS ou em condições equivalentes ao SFH em qualquer parte do país;
  • Tenham o nome inscrito no Cadastro Nacional de Mutuários (CADMUT);
  • Sejam proprietários, promitentes compradores, titulares de direitos de aquisição ou arrendatários de imóvel residencial com padrão mínimo de habitabilidade e infraestrutura básica (água, esgoto e energia);
  • Já tenham recebido benefícios habitacionais custeados por recursos da União, Estado ou Município;
  • Não confirmem em tempo hábil as informações prestadas no cadastro;
  • Apresentem restrições junto a órgãos de proteção ao crédito.

Seleção e documentação

Após o encerramento do período de cadastramento, os dados dos inscritos serão encaminhados à empresa credenciada que atenderem às demandas da EMHA. A qualquer tempo, os cadastrados serão convocados para análise cadastral mediante apresentação dos seguintes documentos: Documento de identidade, CPF ou CNH; Comprovante de renda (holerite ou declaração de Imposto de Renda).

A listagem completa dos interessados, contendo as informações constantes, será publicada no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), no site da EMHA e disponibilizada para a empresa credenciada. Dúvidas e esclarecimentos poderão ser encaminhados para o e-mail atendimento@emha.campogrande.ms.gov.br ou pelo WhatsApp (67) 3314-3900

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Noite da Seresta retorna em grande estilo à Praça do Rádio depois de 13 anos – CGNotícias

A Praça do Rádio Clube voltou a ser palco de emoção, música e memória afetiva com o retorno da Noite da Seresta, um dos eventos mais tradicionais da cultura de Campo Grande. A edição especial, realizada na noite dessa sexta-feira (15), marcou não apenas a retomada de um espetáculo que ficou guardado na lembrança de muitos campo-grandenses, mas também a entrega da revitalização da Concha Acústica Família Espíndola, agora totalmente remodelada e com novo painel artístico.

A noite fez parte das comemorações dos 126 anos da capital, reunindo famílias inteiras que lotaram a praça para assistir ao show de Wanderléa, ícone da Jovem Guarda. Foi um verdadeiro reencontro entre gerações e um abraço cultural à cidade.

O público se emocionou com a volta da seresta. Aparecida Freitas, 73 anos, não escondeu a alegria: “É uma maravilha! Eu não perco um show, venho sempre. É bom demais: a gente encontra amigos, assiste de graça, e agora ainda tem cadeira para sentar. A praça está linda, a prefeita está cuidando bem dela. Voltou com tudo, graças a Deus!”

O aposentado João Divino, 71 anos, também se surpreendeu com a retomada: “Eu lembro da Wanderléa na televisão, junto com Roberto Carlos, Vanusa, todos os grandes dos anos 70. Quando o secretário Valdir Gomes anunciou o show, decidi vir. Foi emocionante reviver esse passado. E a revitalização da praça ficou excelente, Campo Grande precisa de mais iniciativas assim.”

Para Eliza Cunha Martins, 75 anos, a volta trouxe lembranças pessoais: “Eu morava em São Paulo, cheguei a ver shows dela com Golden Boys e outros artistas. Até me vestia como a Wanderléa: calça listrada, cinturão e cabelo comprido. Ela movimentou uma geração inteira. Hoje estou emocionada por poder reviver isso.”

Outro momento especial foi o da fã Rosilene Leite de Almeida, 60 anos, moradora do Aero Rancho, que levou até uma carta para entregar à artista: “Desde os 17 anos sou fã dela. Vi no programa do Serginho Groisman e sonhei que ela viesse a Campo Grande. Hoje estou realizando esse sonho. Já vi shows de outros artistas aqui na Noite da Seresta, como Biafra, mas a Wanderléa é diferente. Trouxe uma carta só para dizer o quanto admiro ela.”

Até colecionadores marcaram presença. O músico Pedro Espíndola levou discos de vinil para tentar um autógrafo: “A Jovem Guarda foi muito grande na década de 60. E os LPs eram a mídia da época. Para nós, poder ter um autógrafo da Wanderléa é uma lembrança histórica.”

O espaço da Concha Acústica Família Espíndola recebeu uma nova roupagem com a obra do muralista Caio Green, que retratou a biodiversidade pantaneira em cores vibrantes. “Foi uma honra e uma responsabilidade muito grande assumir esse projeto. A Concha é um espaço histórico e conseguimos trazer elementos que transmitem a identidade cultural do Estado. O resultado foi sensacional”, destacou o artista.

O músico Jerry Espíndola celebrou o momento: “Ver a concha revitalizada traz esperança para a cidade. Ficou bonita, é um ponto turístico agora. Esperamos que a Prefeitura continue com projetos para valorizar os músicos daqui e aproximar a produção cultural da população.”

A prefeita Adriane Lopes destacou a importância da noite para a cidade: “Estamos celebrando os 126 anos de Campo Grande e também a retomada da Noite da Seresta, um evento clássico da nossa capital. Hoje entregamos a Concha Acústica remodelada, fruto de parcerias importantes com pessoas que amam nossa cidade. Esse é um abraço cultural para todas as famílias campo-grandenses.”

Ela agradeceu aos parceiros da iniciativa privada que contribuíram para a revitalização da Concha e reforçou que a Prefeitura seguirá apoiando projetos que ampliem o acesso da população à cultura.

Realizada entre os anos 2000 e 2013, a Noite da Seresta se consagrou como um dos maiores eventos culturais de Campo Grande, recebendo nomes como Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, Agnaldo Timóteo, Wanderley Cardoso, além de artistas regionais como Tetê Espíndola, Celito Espíndola e Grupo Acaba.

Agora, com a retomada, o evento volta a ocupar o calendário cultural do município. O secretário de Cultura e Turismo, Valdir Gomes, destacou: “A Noite da Seresta é um patrimônio cultural de Campo Grande. O retorno é só o começo, e até o fim do ano teremos novas edições em outros pontos da cidade.”

A Noite da Seresta voltou — e voltou para ficar. Mais do que um espetáculo, o evento reafirma a importância da cultura como elo entre passado, presente e futuro, celebrando Campo Grande em sua essência.

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Ideologia consumista gera crise climática, dizem escritores indígenas

Por MRNews

Da natureza, vêm alimento, moradia e espiritualidade. Também inspiração para poemas, contos, crônicas e reflexões filosóficas. Escritores indígenas como Daniel Munduruku e Márcia Wayna Kambeba constroem há décadas uma literatura engajada com a floresta e os valores dos povos tradicionais.

Por isso, além de autoridades na arte da escrita, são especialistas em avaliar o quanto os diferentes tipos de poluição têm impactado ecossistemas e populações que vivem em sintonia direta com a natureza.

E, quando se trata de perspectivas para o futuro, o tom é de preocupação e certo pessimismo. Eles entendem que uma política climática efetiva, capaz de conter aquecimento global e desmatamento, dependeria necessariamente de uma transformação radical nas estruturas de consumo e de produção no planeta.

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Brasileiros não resgatam de R$ 10 mil a R$ 50 mil de parentes mortos

A reportagem da Agência Brasil entrevistou Munduruku e Kambeba na sede do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro. A conversa se deu poucas horas antes da participação de ambos no Clube de Leitura, onde falaram sobre os livros Das Coisas que Aprendi: Ensaios sobre o Bem-Viver (2014) e Saberes da Floresta (2020).

Em comum, as obras falam de aprendizados e saberes adquiridos a partir da vivência com a natureza. De uma visão de mundo que valoriza a integração e o bem coletivo. Elementos que o escritor Daniel Munduruku entende não fazerem parte do mundo ocidental. Esta ausência é parte fundamental da crise climática. E da crise existencial.

 

“Se não voltarmos a ser natureza, a tendência é não sobrevivermos”, diz Daniel Munduruku – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

“Partimos de duas perspectivas completamente opostas. Não tem como o mundo capitalista ocidental se converter em uma coletividade. São muitos séculos construindo uma sociedade do indivíduo. E nós valorizamos o coletivo, que não fala apenas dos humanos. Nenhum ser da natureza vive sozinho”, diz Munduruku.

“A visão ocidental é baseada no tempo linear e em um futuro sobre o qual os indivíduos ficam o todo tempo especulando. Eles apostam em um tempo que um dia chegará, onde pensam morar a felicidade. Tudo é ilusão. E aí, se cria um paraíso para onde um dia eles chegarão. Então, somos todos perdoados por nossos pecados. Amém. Correm o tempo todo atrás da riqueza. E, para o indígena, a riqueza está aqui. E a gente só pode viver esse aqui agora”, ele complementa.

Questões ambientais têm recebido uma atenção crescente com a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), marcada para novembro, em Belém. Márcia Kambeba entende que um evento bem-sucedido dependeria de acordos mais radicais.

“O que de fato a gente quer com a COP quando pensamos a questão do clima? Ela depende da questão ambiental, da preservação e conservação da natureza. Da retomada de consciência em relação ao lixo e aos impactos ambientais que produzimos. As pessoas não querem falar sobre isso. Não há consciência real de que o modo de consumo gera tantos impactos”, analisa Kambeba.

Munduruku compartilha do pessimismo sobre os ganhos que a COP30 pode trazer para o meio ambiente e os povos que vivem diretamente em harmonia com ele.

“Chegamos em um impasse hoje que, se não voltarmos a ser natureza, a tendência é não sobrevivermos. E a COP30 não é uma reunião para salvar a natureza. Ela é uma reunião para salvar a economia do mundo. Ou seja, é uma contradição absolutamente impossível de se resolver, porque o sistema hegemônico econômico não vai parar”, diz o escritor.

“Não adianta chamar o [escritor indígena] Davi Kopenawa para fazer um discurso. Porque a fala dele não impacta em nada na questão dos bancos e do dinheiro. O que o indígena defende é a manutenção da vida no planeta. E o que os banqueiros defendem é a manutenção da riqueza deles”, acrescenta.

Literatura e resistência

Mesmo que as projeções não sejam tão otimistas, os escritores indígenas mantêm a esperança de que algumas mudanças comecem por meio da literatura. Na capacidade que ela tem de sensibilizar, inspirar e transformar.

 

Márcia Kambeba diz que, para ser bem-sucedida, a COP30 depende de acordos mais radicais – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

“A literatura é uma forma de registrarmos memórias, narrativas, oralidades, verdades que os nossos antigos nos ensinaram. A memória pulsa no nosso corpo todo. A voz do rio, a voz da floresta, a voz dos pássaros, das encantarias protegem a relação estabelecida entre homem e natureza”, diz Kambeba.

“E que a gente vai transformar isso no bem-viver. Queremos trazer essa escrita e esses ensinamentos compartilhados tanto para os que vivem na aldeia, quanto para os que vivem na cidade”, completa.

Munduruku defende que os indígenas têm um repertório longo de resistência e que isso se reflete nos livros, de maneira a impactar cada vez mais pessoas.

“Foi uma conquista do próprio movimento indígena ter mais espaço para escritores indígenas desde o final dos anos 80. Nossa voz ganha mais espaço e autonomia. E reinventamos nossa inserção na sociedade. Se hoje temos mais de 100 autores indígenas produzindo é porque cada um está fazendo o seu caminho, mas agarrando na mão um do outro. E estamos educando as novas gerações a pensar de uma maneira mais inclusiva, mais humana”, diz o escritor.

Agência Minas Gerais | Projeto Montanhas dos Muriquis fortalece conservação de primatas ameaçados na Serra do Brigadeiro na Zona da Mata

No coração da Zona da Mata mineira, o Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, administrado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), abriga uma das maiores populações conhecidas de muriquis-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), o maior primata das Américas e também um dos mais ameaçados do mundo. Para proteger essa espécie emblemática da Mata Atlântica, o projeto Montanhas dos Muriquis desenvolve ações integradas de pesquisa, monitoramento e educação ambiental, envolvendo diretamente as comunidades do entorno da unidade de conservação.

 

 Leandro Santana Moreira / Muriqui Instituto de Biodiversidade

Com pouco mais de mil indivíduos estimados na natureza, o muriqui-do-norte está classificado como criticamente ameaçado de extinção. No parque, vivem cerca de 327 exemplares distribuídos em pelo menos 12 grupos sociais. A sobrevivência da espécie depende da preservação dos fragmentos florestais da região.

Coordenado pelo biólogo Leandro Santana Moreira, do Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), o projeto realiza expedições mensais ao interior e entorno do parque, utilizando drones, armadilhas fotográficas em dossel e sistemas de geoprocessamento para mapear os grupos de muriquis, estimar populações e identificar ameaças.

Também são localizados indivíduos isolados em áreas externas à unidade, visando propor estratégias de manejo que favoreçam a recuperação de outras populações.

A equipe ainda adota métodos não invasivos, como a coleta de fezes, para análises genéticas. Essas informações ajudam a compreender a diversidade e a saúde da população, orientando ações de conservação mais precisas.

Conexão com as comunidades locais

Um dos diferenciais do Projeto Montanhas dos Muriquis é o trabalho de sensibilização com moradores da região. Por meio de caravanas educativas, visitas a escolas e reuniões com lideranças comunitárias, o projeto apresenta informações sobre os muriquis, a importância das unidades de conservação e alternativas sustentáveis para o uso dos recursos naturais. Materiais didáticos, livros infantojuvenis e vídeos educativos são utilizados para ampliar o alcance das ações.

“Mais do que proteger uma espécie, o projeto busca fortalecer o vínculo entre natureza e sociedade. Os muriquis, que simbolizam equilíbrio e cooperação, nos mostram que conservar é também cuidar das conexões”, afirma o biólogo Leandro Santana Moreira.

 Leandro Santana Moreira / Muriqui Instituto de Biodiversidade

Importância estratégica das áreas protegidas

Para o gerente da Gerência de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do IEF, o biólogo Edmar Monteiro, a iniciativa reforça o papel estratégico das áreas protegidas. “As unidades de conservação não são apenas refúgios de biodiversidade, mas verdadeiros laboratórios a céu aberto, onde ciência e gestão ambiental caminham juntas. Cada pesquisa realizada nessas áreas contribui para aprimorar o manejo, embasar políticas públicas e garantir que a riqueza natural de Minas Gerais seja preservada para as futuras gerações”, destacou.

Com a combinação de ciência, tecnologia e participação social, o Montanhas dos Muriquis se consolida como um exemplo de inovação na conservação da biodiversidade da Mata Atlântica mineira e no fortalecimento das unidades de conservação como espaços de pesquisa, educação e preservação. 

Pinheiros faz grande partida e vence Praia Grande pelo Super Paulistão de Handebol





Azul e Preto não deu chances para as adversárias e, jogando fora de casa, fez 11×36; Média de gols no campeonato é superior a 30 por partida

O Esporte Clube Pinheiros emplacou mais um grande jogo e venceu a equipe do Praia Grande pelo placar de 36×11, jogando fora de casa, na tarde deste sábado, dia 16 de agosto. Com o resultado, a equipe Azul e Preto segue com 100% de aproveitamento na competição, já que venceu todas as cinco partidas realizadas até o momento.

O desempenho nos jogos também tem agradado, até o momento, a equipe soma 170 gols na competição, o que representa média de 34 gols por partida. A defesa foi vazada apenas 75 vezes, o que dá em média 15 gols por partida. 

Na tarde deste sábado a ponta esquerda Luara Bastos marcou oito vezes e foi eleita a melhor jogadora da partida. A pivô Lívia Ventura também teve ótimo desempenho, balançando as redes adversárias sete vezes. 

A ponta esquerda Luara Bastos. Foto: Divulgação/ECP

O Pinheiros volta a jogar pelo Super Paulistão dia 13 de setembro, contra o São Carlos, às 19h, no Ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim. 

 

Jogadoras comemoram vitória diante do Praia Grande. Foto: Divulgação/ECP

Confira os resultados do ECP na competição até o momento 

 

São Caetano 16 x 31 ECP

São Carlos 15 x 36 ECP

Sorocaba 21 x 30 ECP

ECP 37 x 12 Praia Grande

Praia Grande 11×36 Pinheiros

 

Próximos Jogos

13/09 – 19h – ECP x São Carlos

19/09 – 20h – ECP x Sorocaba 

02/10 – 20h – ECP x São Caetano

Noite da Seresta retorna em grande estilo à Praça do Rádio Clube depois de 13 anos – CGNotícias

A Praça do Rádio Clube voltou a ser palco de emoção, música e memória afetiva com o retorno da Noite da Seresta, um dos eventos mais tradicionais da cultura de Campo Grande. A edição especial, realizada nesta sexta-feira (15), marcou não apenas a retomada de um espetáculo que ficou guardado na lembrança de muitos campo-grandenses, mas também a entrega da revitalização da Concha Acústica Família Espíndola, agora totalmente remodelada e com novo painel artístico.

A noite fez parte das comemorações dos 126 anos da capital, reunindo famílias inteiras que lotaram a praça para assistir ao show de Wanderléa, ícone da Jovem Guarda. Foi um verdadeiro reencontro entre gerações e um abraço cultural à cidade.

O público se emocionou com a volta da seresta. Aparecida Freitas, 73 anos, não escondeu a alegria: “É uma maravilha! Eu não perco um show, venho sempre. É bom demais: a gente encontra amigos, assiste de graça, e agora ainda tem cadeira para sentar. A praça está linda, a prefeita está cuidando bem dela. Voltou com tudo, graças a Deus!”

O aposentado João Divino, 71 anos, também se surpreendeu com a retomada: “Eu lembro da Wanderléa na televisão, junto com Roberto Carlos, Vanusa, todos os grandes dos anos 70. Quando o secretário Valdir Gomes anunciou o show, decidi vir. Foi emocionante reviver esse passado. E a revitalização da praça ficou excelente, Campo Grande precisa de mais iniciativas assim.”

Para Eliza Cunha Martins, 75 anos, a volta trouxe lembranças pessoais: “Eu morava em São Paulo, cheguei a ver shows dela com Golden Boys e outros artistas. Até me vestia como a Wanderléa: calça listrada, cinturão e cabelo comprido. Ela movimentou uma geração inteira. Hoje estou emocionada por poder reviver isso.”

Outro momento especial foi o da fã Rosilene Leite de Almeida, 60 anos, moradora do Aero Rancho, que levou até uma carta para entregar à artista: “Desde os 17 anos sou fã dela. Vi no programa do Serginho Groisman e sonhei que ela viesse a Campo Grande. Hoje estou realizando esse sonho. Já vi shows de outros artistas aqui na Noite da Seresta, como Biafra, mas a Wanderléa é diferente. Trouxe uma carta só para dizer o quanto admiro ela.”

Até colecionadores marcaram presença. O músico Pedro Espíndola levou discos de vinil para tentar um autógrafo: “A Jovem Guarda foi muito grande na década de 60. E os LPs eram a mídia da época. Para nós, poder ter um autógrafo da Wanderléa é uma lembrança histórica.”

O espaço da Concha Acústica Família Espíndola recebeu uma nova roupagem com a obra do muralista Caio Green, que retratou a biodiversidade pantaneira em cores vibrantes. “Foi uma honra e uma responsabilidade muito grande assumir esse projeto. A Concha é um espaço histórico e conseguimos trazer elementos que transmitem a identidade cultural do Estado. O resultado foi sensacional”, destacou o artista.

O músico Jerry Espíndola celebrou o momento: “Ver a concha revitalizada traz esperança para a cidade. Ficou bonita, é um ponto turístico agora. Esperamos que a Prefeitura continue com projetos para valorizar os músicos daqui e aproximar a produção cultural da população.”

A prefeita Adriane Lopes destacou a importância da noite para a cidade: “Estamos celebrando os 126 anos de Campo Grande e também a retomada da Noite da Seresta, um evento clássico da nossa capital. Hoje entregamos a Concha Acústica remodelada, fruto de parcerias importantes com pessoas que amam nossa cidade. Esse é um abraço cultural para todas as famílias campo-grandenses.”

Ela agradeceu aos parceiros da iniciativa privada que contribuíram para a revitalização da Concha e reforçou que a Prefeitura seguirá apoiando projetos que ampliem o acesso da população à cultura.

Realizada entre os anos 2000 e 2013, a Noite da Seresta se consagrou como um dos maiores eventos culturais de Campo Grande, recebendo nomes como Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, Agnaldo Timóteo, Wanderley Cardoso, além de artistas regionais como Tetê Espíndola, Celito Espíndola e Grupo Acaba.

Agora, com a retomada, o evento volta a ocupar o calendário cultural do município. O secretário de Cultura e Turismo, Valdir Gomes, destacou: “A Noite da Seresta é um patrimônio cultural de Campo Grande. O retorno é só o começo, e até o fim do ano teremos novas edições em outros pontos da cidade.”

A Noite da Seresta voltou — e voltou para ficar. Mais do que um espetáculo, o evento reafirma a importância da cultura como elo entre passado, presente e futuro, celebrando Campo Grande em sua essência.

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Conferência aprova 80 propostas de políticas sobre economia solidária

Por MRNews

A 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária (Conaes) terminou neste sábado (16), no Centro de Treinamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), em Luziânia (GO), com a aprovação de 80 propostas de políticas públicas que serão entregues ao governo federal. O setor envolve iniciativas que adotam um modelo de autogestão baseado no cooperativismo, na solidariedade e no comércio justo.

O encontro foi aberto na quarta-feira (13) e marcou a retomada da iniciativa de participação social interrompida desde 2014, quando foi elaborado o 1º Plano Nacional de Economia Popular e Solidária.

Segundo o secretário nacional de Participação Social, Renato Simões, além de promover uma atualização do Plano Nacional de Economia Popular e Solidária, a retomada do Conaes faz parte da Estratégia Nacional de Participação Social, que, desde 2023, já restabeleceu 100 conselhos nacionais e retomou 28 conferências realizadas no país com o objetivo de ouvir a população. “Foi um processo muito rico de reconstrução dessa participação desde a base até o plano nacional, na reconstrução das políticas públicas”, afirmou durante o encerramento do encontro.

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O 4º Conaes sintetizou os debates e as sugestões apresentadas nas etapas preparatórias, quando foram realizadas 185 conferências locais, 27 estaduais e 14 temáticas e envolveram a participação de 6 mil pessoas de 1.584 municípios.

As propostas aprovadas foram organizadas em quatro eixos temáticos:

  1. Produção, comercialização e consumo;
  2. Financiamento, crédito e finanças públicas;
  3. Educação, formação e assessoramento técnico;
  4. Ambiente institucional, legislação, gestão e integração de políticas públicas.

Entre as demandas apresentadas estão a criação de um Ministério da Economia Popular e Solidária, de centros públicos de economia solidária nos municípios e territórios, além de um Programa Nacional de Feiras da Economia Popular Solidária.

As demandas preveem ainda um Sistema Nacional de Finanças Solidárias e um Fundo Rotativo Nacional de Economia Solidária, além da destinação de no mínimo 0,1% do Orçamento público para contratação de assistência técnica, formação de educadores e outras iniciativas de apoio ao modelo de autogestão.

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A plenária final aprovou também 17 moções a serem integradas no relatório da conferência e encaminhadas aos órgãos citados.

Trabalha Rio vai ao Caju, Saúde, Ramos e Mangueira  – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Profissionais podem se cadastrar em banco de oportunidades da SMTE e serem encaminhados para vagas de emprego – Roberto Moreyra/SMTE

A van do Trabalha Rio já está abastecida e pronta para levar a equipe da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE) para fazer o cadastramento de currículo e encaminhamento para vagas de emprego dos beneficiários da Cozinha Comunitária Alimento Duplo, na Rua Carlos Seidl, 1.306 – Praça Ladeira dos Funcionários, no Caju. O atendimento será realizado na próxima segunda-feira (18/8), das 10h às 14h.

Na terça-feira (19/8), o time da SMTE estará a postos na Cozinha Comunitária Kwe Bororó, na Rua Sacadura Cabral, 359, na Saúde. E, na quarta-feira (20/8), na Rua Joaquim de Queiroz, 62, em Ramos. Na sexta-feira (22/8), será a vez dos moradores do Morro do Telégrafo, na Mangueira, receberem o serviço, na Rua General Bento Ribeiro, 01. Todas as três ações serão realizadas das 10h às 14h.

– Nós temos buscado levar o programa para diferentes bairros e comunidades. É preciso lembrar que quem está desempregado muitas vezes não dispõe de recursos para ficar se deslocando pela cidade, seja para cadastrar um currículo ou mesmo ser encaminhado para uma entrevista de emprego – lembrou o secretário municipal de Trabalho e Renda, Manoel Vieira.

Além de identidade e CPF, o interessado em fazer seu cadastro no banco de oportunidades da SMTE deve levar carteira de trabalho, PIS e currículo para os locais de atendimento. Quem não puder ir às ações itinerantes, pode se inscrever no banco.

Pessoas sem acesso à internet podem se inscrever presencialmente no banco de oportunidades da SMTE em um dos sete postos da Central do Trabalhador, nos seguintes endereços: Centro (Av. Presidente Vargas, 1.997, no CIAD); Campo Grande (Rua Coxilha, s/nº); Engenho Novo (Rua Vinte Quatro de Maio, 931); Ilha do Governador (Estrada do Dendê, 2.080); Jacarepaguá (Av. Geremário Dantas, 1.400, salas 248 e 268); Santa Cruz (Rua Lopes de Moura, 58) e Tijuca (Rua Camaragibe, 25). Os postos funcionam de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 16h.

O calendário de atividades do Trabalha Rio pode ser acompanhado no site e no Instagram da secretaria (@trabalho.rio).

Marcações: atendimento cadastramento de currículos Trabalha Rio Vagas de Emprego

Brasileiros não resgatam de R$ 10 mil a R$ 50 mil de parentes mortos

Por MRNews

A dor de perder um parente próximo traz prejuízos para o bolso. Abaladas pela partida do ente querido, as famílias brasileiras deixam de resgatar, em média, de R$ 10 mil a R$ 50 mil em benefícios a que a pessoa falecida tinha direito. O levantamento foi divulgado pela Planeje Bem, primeira plataforma digital brasileira dedicada ao planejamento sucessório e ao apoio pós-perda.

Segundo a diretora executiva e fundadora da Planeje Bem, Carolina Aparício, a principal causa desse prejuízo é o desconhecimento em torno de direitos financeiros e sociais em nome do falecido, classificados como “ativos invisíveis”. Somados ao luto, à burocracia e à falta de orientação financeira, as famílias se esquecem de resgatar os valores.

“É comum que as pessoas imaginem que todos os bens e direitos passem obrigatoriamente pelo inventário, mas há diversos ativos que podem ser resgatados de maneira simples, desde que se saiba onde e como procurar. Muitos desses valores são esquecidos porque não há uma orientação clara no momento do luto, que já é delicado por si só”, diz Carolina.

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Com base em levantamento dos clientes atendidos pela plataforma, os ativos mais negligenciados pelas famílias, com o respectivo percentual de esquecimento, são os seguintes:

  1. Indenização do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (DPVAT) por acidente ou morte: 40%
  2. Auxílios e benefícios trabalhistas (FGTS, PIS/Pasep, salário, férias, décimo terceiro e outros): 25% a 30%;
  3. Contas bancárias, investimentos e consórcios: 25%;
  4. Seguros de vida e de acidentes pessoais: 20%;
  5. Seguros corporativos e previdência privada (PGBL/VGBL): 20%;
  6. Pensão por morte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 10%.

Também existem outros benefícios menos divulgados, mas o levantamento não divulgou o percentual de esquecimento. Eles são os seguintes:

  1. Auxílios-funeral: oferecidos por bancos e operadoras de cartão, geralmente entre R$ 2 mil e R$ 5 mil;
  2. Milhas aéreas: podem representar perdas de até R$ 4 mil se não transferidas a tempo;
  3. Carteiras virtuais e auxílios vinculados a cartões de crédito: recursos que também exigem atenção.

Segundo a Planeje Bem, grande parte desses recursos de menor porte pode ser acessada diretamente, sem necessidade de inventário, mas isso exige prazos legais e documentação específica, desconhecidos pela maioria das famílias. A maior parte dos pedidos e das verificações pode ser feita online, mas precisa ser feita rapidamente, porque os benefícios podem expirar.

Perfis

Os perfis de clientes que mais se esquecem dos ativos invisíveis são os seguintes:

Al Gore lamenta postura “esquizofrênica” dos EUA sobre crise climática

Caixa divulga lista de famílias beneficiadas da Favela do Moinho em SP

  • Gênero: homens representam de 65% a 70% dos casos de esquecimento, enquanto mulheres correspondem de 30% a 35%;
  • Idade: a faixa etária predominante é de 25 a 45 anos. Segundo a Planeje Bem, isso sugere uma necessidade de conscientização na juventude, numa fase em que a organização financeira costuma dividir espaço com múltiplas responsabilidades;
  • Vínculo familiar: em muitos casos, os homens de 25 a 40 anos que esquecem os benefícios são sobrinhos, filhos, netos do falecido, fora da gestão financeira daquela pessoa. Após resolverem as burocracias mais práticas, como questões do funeral, esses parentes retomam as rotinas e deixam os prazos expirarem.

Causas do esquecimento

No caso do DPVAT, o benefício mais ignorado, a diretora executiva da Planeje Bem atribui a causa do esquecimento ao choque das famílias após uma perda provocada por acidentes de trânsito inesperados. “A inesperada natureza das mortes por acidente de trânsito e o forte luto emocional levam ao adiamento da busca por esses direitos. A pessoa, às vezes, até sabe que tem, mas deixa para ver depois. E aí, o tempo vai passando, e ela acaba deixando para lá”, explica Carolina.

Em relação aos auxílios trabalhistas, a diretora da Planeje Bem diz que, caso os herdeiros estejam de acordo, não é necessário esperar o inventário para sacar os valores. “Em alguns casos, quando já há inventário, o valor entra no processo, mas, muitas vezes, se os herdeiros estiverem de acordo apenas com um alvará judicial simples, eles conseguem fazer essa solicitação de resgate”, destaca.

Sobre as contas bancárias, investimentos e consórcios, Carolina diz que a criação do Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central tem ajudado os herdeiros a reaver os valores, mas o esquecimento do próprio falecido ou direitos adquiridos em casamentos anteriores contribuem para ampliar o desconhecimento.

“Às vezes, até a própria pessoa que faleceu esquece que tem aquele benefício e acaba não informando aos familiares. Muitas vezes, os beneficiários também ficam desatualizados. Quando acaba acontecendo a morte, a pessoa, às vezes, está na quarta esposa, mas o beneficiário ainda é a primeira”, diz.

Equipes do “HumanizAção Inverno” acolhem 14 pessoas em situação de rua nesta sexta-feira (15) – Agência de Notícias



16 de agosto de 2025

12:23

Por: Secom

Foto: Michelle Alves/Secom

Equipes do “HumanizAção Inverno” realizaram, ao longo desta sexta-feira (15), atendimento a 45 pessoas em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Desse total, 14 aceitaram receber acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS). Na entidade, são disponibilizados pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene.

O “HumanizAção” é realizado de forma integrada por profissionais da Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), Secretaria da Cidadania (Secid), com sua Coordenadoria de Álcool e Outras Drogas junto à Divisão de Política para Pessoas em Situação de Rua, além da Secretaria da Saúde (SES). Também conta com o importante auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), Secretaria de Mobilidade (Semob) e Urbes – Trânsito e Transportes.

Os sorocabanos podem sempre colaborar com o programa, informando os locais da cidade onde haja pessoas em situação de rua necessitando de cuidados e acolhimento, assim como doando roupas, cobertores e alimentos. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (15) 99666-2636, 24h por dia, ou pelos telefones: (15) 3229-0777, do SOS; (15) 3212-6900, da Secretaria da Cidadania, e 153, da GCM.