Azul e Preto não deu chances para as adversárias e, jogando fora de casa, fez 11×36; Média de gols no campeonato é superior a 30 por partida
O Esporte Clube Pinheiros emplacou mais um grande jogo e venceu a equipe do Praia Grande pelo placar de 36×11, jogando fora de casa, na tarde deste sábado, dia 16 de agosto. Com o resultado, a equipe Azul e Preto segue com 100% de aproveitamento na competição, já que venceu todas as cinco partidas realizadas até o momento.
O desempenho nos jogos também tem agradado, até o momento, a equipe soma 170 gols na competição, o que representa média de 34 gols por partida. A defesa foi vazada apenas 75 vezes, o que dá em média 15 gols por partida.
Na tarde deste sábado a ponta esquerda Luara Bastos marcou oito vezes e foi eleita a melhor jogadora da partida. A pivô Lívia Ventura também teve ótimo desempenho, balançando as redes adversárias sete vezes.
A ponta esquerda Luara Bastos. Foto: Divulgação/ECP
O Pinheiros volta a jogar pelo Super Paulistão dia 13 de setembro, contra o São Carlos, às 19h, no Ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim.
Jogadoras comemoram vitória diante do Praia Grande. Foto: Divulgação/ECP
Confira os resultados do ECP na competição até o momento
A Praça do Rádio Clube voltou a ser palco de emoção, música e memória afetiva com o retorno da Noite da Seresta, um dos eventos mais tradicionais da cultura de Campo Grande. A edição especial, realizada nesta sexta-feira (15), marcou não apenas a retomada de um espetáculo que ficou guardado na lembrança de muitos campo-grandenses, mas também a entrega da revitalização da Concha Acústica Família Espíndola, agora totalmente remodelada e com novo painel artístico.
A noite fez parte das comemorações dos 126 anos da capital, reunindo famílias inteiras que lotaram a praça para assistir ao show de Wanderléa, ícone da Jovem Guarda. Foi um verdadeiro reencontro entre gerações e um abraço cultural à cidade.
O público se emocionou com a volta da seresta. Aparecida Freitas, 73 anos, não escondeu a alegria: “É uma maravilha! Eu não perco um show, venho sempre. É bom demais: a gente encontra amigos, assiste de graça, e agora ainda tem cadeira para sentar. A praça está linda, a prefeita está cuidando bem dela. Voltou com tudo, graças a Deus!”
O aposentado João Divino, 71 anos, também se surpreendeu com a retomada: “Eu lembro da Wanderléa na televisão, junto com Roberto Carlos, Vanusa, todos os grandes dos anos 70. Quando o secretário Valdir Gomes anunciou o show, decidi vir. Foi emocionante reviver esse passado. E a revitalização da praça ficou excelente, Campo Grande precisa de mais iniciativas assim.”
Para Eliza Cunha Martins, 75 anos, a volta trouxe lembranças pessoais: “Eu morava em São Paulo, cheguei a ver shows dela com Golden Boys e outros artistas. Até me vestia como a Wanderléa: calça listrada, cinturão e cabelo comprido. Ela movimentou uma geração inteira. Hoje estou emocionada por poder reviver isso.”
Outro momento especial foi o da fã Rosilene Leite de Almeida, 60 anos, moradora do Aero Rancho, que levou até uma carta para entregar à artista: “Desde os 17 anos sou fã dela. Vi no programa do Serginho Groisman e sonhei que ela viesse a Campo Grande. Hoje estou realizando esse sonho. Já vi shows de outros artistas aqui na Noite da Seresta, como Biafra, mas a Wanderléa é diferente. Trouxe uma carta só para dizer o quanto admiro ela.”
Até colecionadores marcaram presença. O músico Pedro Espíndola levou discos de vinil para tentar um autógrafo: “A Jovem Guarda foi muito grande na década de 60. E os LPs eram a mídia da época. Para nós, poder ter um autógrafo da Wanderléa é uma lembrança histórica.”
O espaço da Concha Acústica Família Espíndola recebeu uma nova roupagem com a obra do muralista Caio Green, que retratou a biodiversidade pantaneira em cores vibrantes. “Foi uma honra e uma responsabilidade muito grande assumir esse projeto. A Concha é um espaço histórico e conseguimos trazer elementos que transmitem a identidade cultural do Estado. O resultado foi sensacional”, destacou o artista.
O músico Jerry Espíndola celebrou o momento: “Ver a concha revitalizada traz esperança para a cidade. Ficou bonita, é um ponto turístico agora. Esperamos que a Prefeitura continue com projetos para valorizar os músicos daqui e aproximar a produção cultural da população.”
A prefeita Adriane Lopes destacou a importância da noite para a cidade: “Estamos celebrando os 126 anos de Campo Grande e também a retomada da Noite da Seresta, um evento clássico da nossa capital. Hoje entregamos a Concha Acústica remodelada, fruto de parcerias importantes com pessoas que amam nossa cidade. Esse é um abraço cultural para todas as famílias campo-grandenses.”
Ela agradeceu aos parceiros da iniciativa privada que contribuíram para a revitalização da Concha e reforçou que a Prefeitura seguirá apoiando projetos que ampliem o acesso da população à cultura.
Realizada entre os anos 2000 e 2013, a Noite da Seresta se consagrou como um dos maiores eventos culturais de Campo Grande, recebendo nomes como Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, Agnaldo Timóteo, Wanderley Cardoso, além de artistas regionais como Tetê Espíndola, Celito Espíndola e Grupo Acaba.
Agora, com a retomada, o evento volta a ocupar o calendário cultural do município. O secretário de Cultura e Turismo, Valdir Gomes, destacou: “A Noite da Seresta é um patrimônio cultural de Campo Grande. O retorno é só o começo, e até o fim do ano teremos novas edições em outros pontos da cidade.”
A Noite da Seresta voltou — e voltou para ficar. Mais do que um espetáculo, o evento reafirma a importância da cultura como elo entre passado, presente e futuro, celebrando Campo Grande em sua essência.
A 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária (Conaes) terminou neste sábado (16), no Centro de Treinamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), em Luziânia (GO), com a aprovação de 80 propostas de políticas públicas que serão entregues ao governo federal. O setor envolve iniciativas que adotam um modelo de autogestão baseado no cooperativismo, na solidariedade e no comércio justo.
O encontro foi aberto na quarta-feira (13) e marcou a retomada da iniciativa de participação social interrompida desde 2014, quando foi elaborado o 1º Plano Nacional de Economia Popular e Solidária.
Segundo o secretário nacional de Participação Social, Renato Simões, além de promover uma atualização do Plano Nacional de Economia Popular e Solidária, a retomada do Conaes faz parte da Estratégia Nacional de Participação Social, que, desde 2023, já restabeleceu 100 conselhos nacionais e retomou 28 conferências realizadas no país com o objetivo de ouvir a população. “Foi um processo muito rico de reconstrução dessa participação desde a base até o plano nacional, na reconstrução das políticas públicas”, afirmou durante o encerramento do encontro.
O 4º Conaes sintetizou os debates e as sugestões apresentadas nas etapas preparatórias, quando foram realizadas 185 conferências locais, 27 estaduais e 14 temáticas e envolveram a participação de 6 mil pessoas de 1.584 municípios.
As propostas aprovadas foram organizadas em quatro eixos temáticos:
Produção, comercialização e consumo;
Financiamento, crédito e finanças públicas;
Educação, formação e assessoramento técnico;
Ambiente institucional, legislação, gestão e integração de políticas públicas.
Entre as demandas apresentadas estão a criação de um Ministério da Economia Popular e Solidária, de centros públicos de economia solidária nos municípios e territórios, além de um Programa Nacional de Feiras da Economia Popular Solidária.
As demandas preveem ainda um Sistema Nacional de Finanças Solidárias e um Fundo Rotativo Nacional de Economia Solidária, além da destinação de no mínimo 0,1% do Orçamento público para contratação de assistência técnica, formação de educadores e outras iniciativas de apoio ao modelo de autogestão.
Profissionais podem se cadastrar em banco de oportunidades da SMTE e serem encaminhados para vagas de emprego – Roberto Moreyra/SMTE
A van do Trabalha Rio já está abastecida e pronta para levar a equipe da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE) para fazer o cadastramento de currículo e encaminhamento para vagas de emprego dos beneficiários da Cozinha Comunitária Alimento Duplo, na Rua Carlos Seidl, 1.306 – Praça Ladeira dos Funcionários, no Caju. O atendimento será realizado na próxima segunda-feira (18/8), das 10h às 14h.
Na terça-feira (19/8), o time da SMTE estará a postos na Cozinha Comunitária Kwe Bororó, na Rua Sacadura Cabral, 359, na Saúde. E, na quarta-feira (20/8), na Rua Joaquim de Queiroz, 62, em Ramos. Na sexta-feira (22/8), será a vez dos moradores do Morro do Telégrafo, na Mangueira, receberem o serviço, na Rua General Bento Ribeiro, 01. Todas as três ações serão realizadas das 10h às 14h.
– Nós temos buscado levar o programa para diferentes bairros e comunidades. É preciso lembrar que quem está desempregado muitas vezes não dispõe de recursos para ficar se deslocando pela cidade, seja para cadastrar um currículo ou mesmo ser encaminhado para uma entrevista de emprego – lembrou o secretário municipal de Trabalho e Renda, Manoel Vieira.
Além de identidade e CPF, o interessado em fazer seu cadastro no banco de oportunidades da SMTE deve levar carteira de trabalho, PIS e currículo para os locais de atendimento. Quem não puder ir às ações itinerantes, pode se inscrever no banco.
Pessoas sem acesso à internet podem se inscrever presencialmente no banco de oportunidades da SMTE em um dos sete postos da Central do Trabalhador, nos seguintes endereços: Centro (Av. Presidente Vargas, 1.997, no CIAD); Campo Grande (Rua Coxilha, s/nº); Engenho Novo (Rua Vinte Quatro de Maio, 931); Ilha do Governador (Estrada do Dendê, 2.080); Jacarepaguá (Av. Geremário Dantas, 1.400, salas 248 e 268); Santa Cruz (Rua Lopes de Moura, 58) e Tijuca (Rua Camaragibe, 25). Os postos funcionam de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 16h.
O calendário de atividades do Trabalha Rio pode ser acompanhado no site e no Instagram da secretaria (@trabalho.rio).
Marcações: atendimento cadastramento de currículos Trabalha Rio Vagas de Emprego
A dor de perder um parente próximo traz prejuízos para o bolso. Abaladas pela partida do ente querido, as famílias brasileiras deixam de resgatar, em média, de R$ 10 mil a R$ 50 mil em benefícios a que a pessoa falecida tinha direito. O levantamento foi divulgado pela Planeje Bem, primeira plataforma digital brasileira dedicada ao planejamento sucessório e ao apoio pós-perda.
Segundo a diretora executiva e fundadora da Planeje Bem, Carolina Aparício, a principal causa desse prejuízo é o desconhecimento em torno de direitos financeiros e sociais em nome do falecido, classificados como “ativos invisíveis”. Somados ao luto, à burocracia e à falta de orientação financeira, as famílias se esquecem de resgatar os valores.
“É comum que as pessoas imaginem que todos os bens e direitos passem obrigatoriamente pelo inventário, mas há diversos ativos que podem ser resgatados de maneira simples, desde que se saiba onde e como procurar. Muitos desses valores são esquecidos porque não há uma orientação clara no momento do luto, que já é delicado por si só”, diz Carolina.
Com base em levantamento dos clientes atendidos pela plataforma, os ativos mais negligenciados pelas famílias, com o respectivo percentual de esquecimento, são os seguintes:
Indenização do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (DPVAT) por acidente ou morte: 40%
Auxílios e benefícios trabalhistas (FGTS, PIS/Pasep, salário, férias, décimo terceiro e outros): 25% a 30%;
Contas bancárias, investimentos e consórcios: 25%;
Seguros de vida e de acidentes pessoais: 20%;
Seguros corporativos e previdência privada (PGBL/VGBL): 20%;
Pensão por morte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): 10%.
Também existem outros benefícios menos divulgados, mas o levantamento não divulgou o percentual de esquecimento. Eles são os seguintes:
Auxílios-funeral: oferecidos por bancos e operadoras de cartão, geralmente entre R$ 2 mil e R$ 5 mil;
Milhas aéreas: podem representar perdas de até R$ 4 mil se não transferidas a tempo;
Carteiras virtuais e auxílios vinculados a cartões de crédito: recursos que também exigem atenção.
Segundo a Planeje Bem, grande parte desses recursos de menor porte pode ser acessada diretamente, sem necessidade de inventário, mas isso exige prazos legais e documentação específica, desconhecidos pela maioria das famílias. A maior parte dos pedidos e das verificações pode ser feita online, mas precisa ser feita rapidamente, porque os benefícios podem expirar.
Perfis
Os perfis de clientes que mais se esquecem dos ativos invisíveis são os seguintes:
Gênero: homens representam de 65% a 70% dos casos de esquecimento, enquanto mulheres correspondem de 30% a 35%;
Idade: a faixa etária predominante é de 25 a 45 anos. Segundo a Planeje Bem, isso sugere uma necessidade de conscientização na juventude, numa fase em que a organização financeira costuma dividir espaço com múltiplas responsabilidades;
Vínculo familiar: em muitos casos, os homens de 25 a 40 anos que esquecem os benefícios são sobrinhos, filhos, netos do falecido, fora da gestão financeira daquela pessoa. Após resolverem as burocracias mais práticas, como questões do funeral, esses parentes retomam as rotinas e deixam os prazos expirarem.
Causas do esquecimento
No caso do DPVAT, o benefício mais ignorado, a diretora executiva da Planeje Bem atribui a causa do esquecimento ao choque das famílias após uma perda provocada por acidentes de trânsito inesperados. “A inesperada natureza das mortes por acidente de trânsito e o forte luto emocional levam ao adiamento da busca por esses direitos. A pessoa, às vezes, até sabe que tem, mas deixa para ver depois. E aí, o tempo vai passando, e ela acaba deixando para lá”, explica Carolina.
Em relação aos auxílios trabalhistas, a diretora da Planeje Bem diz que, caso os herdeiros estejam de acordo, não é necessário esperar o inventário para sacar os valores. “Em alguns casos, quando já há inventário, o valor entra no processo, mas, muitas vezes, se os herdeiros estiverem de acordo apenas com um alvará judicial simples, eles conseguem fazer essa solicitação de resgate”, destaca.
Sobre as contas bancárias, investimentos e consórcios, Carolina diz que a criação do Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central tem ajudado os herdeiros a reaver os valores, mas o esquecimento do próprio falecido ou direitos adquiridos em casamentos anteriores contribuem para ampliar o desconhecimento.
“Às vezes, até a própria pessoa que faleceu esquece que tem aquele benefício e acaba não informando aos familiares. Muitas vezes, os beneficiários também ficam desatualizados. Quando acaba acontecendo a morte, a pessoa, às vezes, está na quarta esposa, mas o beneficiário ainda é a primeira”, diz.
Equipes do “HumanizAção Inverno” realizaram, ao longo desta sexta-feira (15), atendimento a 45 pessoas em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Desse total, 14 aceitaram receber acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS). Na entidade, são disponibilizados pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene.
O “HumanizAção” é realizado de forma integrada por profissionais da Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), Secretaria da Cidadania (Secid), com sua Coordenadoria de Álcool e Outras Drogas junto à Divisão de Política para Pessoas em Situação de Rua, além da Secretaria da Saúde (SES). Também conta com o importante auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), Secretaria de Mobilidade (Semob) e Urbes – Trânsito e Transportes.
Os sorocabanos podem sempre colaborar com o programa, informando os locais da cidade onde haja pessoas em situação de rua necessitando de cuidados e acolhimento, assim como doando roupas, cobertores e alimentos. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (15) 99666-2636, 24h por dia, ou pelos telefones: (15) 3229-0777, do SOS; (15) 3212-6900, da Secretaria da Cidadania, e 153, da GCM.
O ex-presidente da República Jair Bolsonaro deixou hoje (16), pela primeira vez, sua casa em um condomínio fechado do Lago Sul, em Brasília, desde que começou a cumprir a prisão domiciliar, no dia 4. Com autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro se deslocou até um hospital particular da capital federal a fim de realizar exames clínicos.
O ex-presidente chegou ao hospital DF Star às 9h e, até as 11h30, permanecia no local. Ao atender o pedido dos advogados de Bolsonaro e autorizar que ele saísse de casa, Moraes estabeleceu que o ex-presidente deve retornar para seu condomínio em no máximo oito horas, e apresentar, em até 48 horas, um atestado de comparecimento especificando os procedimentos realizados.
Bolsonaro deve passar por exames de sangue, urina, endoscopia, tomografia computadorizada, ultrassonografia e ecocardiograma. Segundo a defesa do ex-presidente, os exames são necessários porque, nos últimos dias, ele tem apresentado quadro de refluxo e soluços refratários.
Desde 20218, quando foi alvo de um atentado, Bolsonaro necessita de acompanhamento médico periódico devido às consequências das cirurgias a que se submeteu em virtude da facada que recebeu na região do abdômen e que provocou graves lesões nos intestinos delgado e grosso.
Durante o período em que estiver fora de casa, Bolsonaro continuará sendo monitorando por tornozeleira eletrônica. O ministro determinou que a Secretaria Administração Penitenciária (Seap-DF) acompanhe todo o deslocamento. O órgão é responsável pelo monitoramento eletrônico do equipamento.
Moraes decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro no último dia 4, por entender que o ex-presidente usou redes sociais de seus filhos (Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro) para burlar a proibição de usar essas redes, inclusive por intermédio de terceiros.
As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela atuação junto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo. Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.
Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento está marcado para setembro.
A reportarem ainda não conseguiu contato com a assessoria do ex-presidente.
O bairro Colinas do Sul está localizado em uma das áreas de maior crescimento de João Pessoa, na região de Gramame. O crescimento populacional e habitacional demandou ações da Prefeitura que, desde 2021, já investiu mais de R$ 34 milhões em obras de infraestrutura na localidade. Neste sábado (16), em uma grande celebração dos moradores, o prefeito Cícero Lucena entregou a Praça Agricultor e Comerciante Francisco Fernandes Filho, com ampla área para atividade de lazer, esportes e convívio social.
Essa é a 20ª praça pública entregue pelo prefeito Cícero Lucena considerando a gestão iniciada em 2021, em um programa que visa aproveitar espaços ociosos, sem utilização, para oferecer mais qualidade de vida aos moradores. A Praça Agricultor e Comerciante Francisco Fernandes Filho fica em um espaço antes chamado apenas de “rotatória”, devido o formato arredondado. A Prefeitura aproveitou a característica presente no local para realizar um projeto de grande valor urbanístico, com investimento de R$ 1,9 milhão, com quadra de areia e poliesportiva, espaço fitness, ciclovia, área multiuso, estacionamento, entre outras intervenções.
“A entrega de equipamentos como este é motivo de grande satisfação, pois demonstra o compromisso desta gestão com a melhoria da qualidade de vida da população, valorizando cada detalhe. Expressamos nossa gratidão pela oportunidade de entregar, semanalmente, praças que contribuem para o bem-estar da comunidade. Esta é a vigésima praça entregue e continuaremos a reformar e aprimorar nossos espaços, incluindo a instalação de iluminação 100% LED, em conformidade com o projeto ‘João Pessoa 100% LED’. As praças serão iluminadas e monitoradas, visando não apenas a estética, mas também a segurança”, projetou o prefeito.
Homenagem – A Praça Agricultor e Comerciante Francisco Fernandes Filho homenageia o pai do presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, que esteve presente na solenidade. “É com grande emoção que vejo o nome do meu pai homenageado neste espaço. Meu pai, microempresário em João Pessoa, frequentava esta região e eu o acompanhava frequentemente quando criança. Era próximo de locais onde comprávamos mudas de árvores. Sinto-me honrado e grato por essa homenagem. Agradeço imensamente a você por essa demonstração de respeito e reconhecimento”, agradeceu Carlos Vieira.
Programa de praças – De acordo com a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), outras 11 praças estão com obras em andamento ou contratadas para início dos trabalhos. “Quase R$ 2 milhões. A praça, projetada para oferecer diversas opções de lazer e bem-estar, conta com infraestrutura completa, assim como estamos fazendo em todos os bairros de nossa cidade. Outras 11 estão previstas para serem inauguradas até o final do ano, como parte do programa municipal de vivência e convivência, onde estamos com projetos para cada local, valorizando o espaço presente para entregar belos equipamentos públicos”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Rubens Falcão.
Lazer e segurança – Ana Lucia Vitória, comerciante na região, comemorou a construção da praça dizendo que o espaço público ao mesmo tempo oferece qualidade de vida e segurança. Antes, uma área imensa que ficava ociosa, a moradora tinha receio de circular pelo entorno, até a Prefeitura transformar o espaço em um equipamento de lazer para todos os públicos.
“Nem consigo acreditar, porque era o que todo mundo sonhava para esse lugar. O bairro cresceu muito e os jovens precisam usufruir de esporte, de lugar pra brincar. Não só os jovens, mas idosos e todos os moradores que vivem aqui. Estou muito feliz, vai ser muito bem utilizada pelas minhas filhas”, comemorou.
Confira todas as intervenções na Praça Agricultor e Comerciante Francisco Fernandes Filho:
Construção de quadra poliesportiva;
Construção de quadra de areia;
Criação de espaço fitness;
Criação de espaço multiuso;
Execução de clicovia;
Estacionamento com 16 vagas, sendo 2 acessíveis;
Execução de calçada de passeio;
Execução de mesas e bancos em concreto;
Implantação de bancos em madeira;
Instalação de espirobol;
Instalação de bicicletário;
Academia da terceira idade (ATIs);
Academia para cadeirante (APC);
Implantação de playground e playground acessível;
Implantação de playdog;
Área verde com plantio de grama;
Iluminação em LED.
Confira as obras de infraestrutura no Colinas do Sul:
Pavimentação em paralelepípedos: bairro 100% fechado;
Ruas inauguradas: 22 ruas;
Ruas contratadas: 16 ruas;
Ruas em licitação: 35 ruas.
Valor: R$ 21.692.000,00
Escolas:
CMEI Maria do Socorro Rodrigues – em andamento (R$ 1.927.611,70)
Escola Municipal Antenor Navarro – em andamento (R$ 1.739.000,00)
Escola Municipal Jornalista Raimundo Nonato – contratada (R$ 5.488.900,00)
Outras obras:
Feira-livre do Colinas do Sul – concluída (R$ 1.986.000,00)
O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e ativista ambiental Al Gore disse que a postura do próprio país em relação à crise climática é “esquizofrênica”. O compromisso com a redução de gases de efeito estufa tem mudado sempre que há um novo ocupante na cadeira presidencial.
No primeiro mandato – entre 2017 e 2020 – Donald Trump retirou os EUA do Acordo de Paris, que tem como principal objetivo limitar o aquecimento global a 1,5°C. Com a vitória de Joe Biden nas eleições seguintes, o país voltou ao acordo. Uma nova saída foi anunciada no início do segundo mandato de Trump em janeiro deste ano.
“É lamentável que os Estados Unidos tenham tido uma abordagem esquizofrênica em relação à crise climática, alternando entre presidentes democratas e republicanos. Isso está longe de ser o ideal”, disse Al Gore.
“Na era pós-Segunda Guerra Mundial, o papel que os EUA desempenharam na tentativa de ser uma liderança responsável para a comunidade mundial torna isso ainda mais lamentável. Vimos a União Europeia crescer em seu potencial de liderança. Mas seria muito melhor se os EUA restaurassem seu compromisso com valores humanos e permanecessem no caminho certo”, assegurou.
Al Gore conversou com jornalistas ao fim de um dia de atividades do The Climate Reality Project, evento voltado para mobilização política em ações climáticas, que ocorre no Rio de Janeiro até domingo (17).
COP30 em Belém
Em nova crítica ao atual governo norte-americano, o democrata disse não acreditar que a ofensiva comercial e política de Trump contra o Brasil possa atrapalhar a participação de governos subnacionais, estaduais e municipais dos Estados Unidos na 30ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP30 -, em novembro, em Belém.
“Acho profundamente ofensivo para muitos cidadãos americanos que ele [Trump] tenha mentido descaradamente ao dizer que os EUA têm um grande déficit comercial com o Brasil, quando, na verdade, temos um grande superávit comercial com o Brasil. Ele diz que a Ucrânia começou a guerra com a Rússia, e sabemos que foi o contrário. Ele diz que o carvão é limpo. Ele diz que moinhos de vento causam câncer. Ele diz que é um homem honesto. Todas essas coisas são mentiras”, disse o democrata.
Durante o evento, parte central das discussões sobre redução de emissões de gases do efeito estufa envolveu o quanto os países estão dispostos a reestruturar modelos econômicos. Transição energética, substituição dos combustíveis fósseis, construção de modelos sustentáveis de desenvolvimento e financiamento climático foram alguns dos tópicos.
Al Gore foi questionado se é possível uma redução real de poluentes sem que haja uma transformação estrutural das formas de produção e consumo. Em outras palavras, repensar o próprio sistema capitalista.
“Eu acredito que o capitalismo pode ser parte da solução, em vez de uma parte central do problema. Se você olhar para as notícias otimistas de que 93% de toda a geração de eletricidade no ano passado foram renováveis e perguntar de onde veio o dinheiro para todo esse desenvolvimento, 85% vieram de fontes privadas de capital”, disse.
“Acredito que é inevitável que façamos essa transição energética mais ampla, que seja sustentável. Mas a questão séria que permanece é se faremos isso a tempo. O presidente do meu país está tentando desacelerar essa transição. Os poluidores de combustíveis fósseis estão fazendo tudo o que podem para bloquear qualquer ação que contribua para essa transição. Mas acredito que há uma demanda crescente entre as pessoas em todos os países para fazer essa transição. Certamente, esse é o caso no Brasil”, complementou.
Plásticos
O encontro de 185 países em Genebra para negociar um tratado sobre o combate à poluição por plásticos terminou na sexta-feira (15) sem consenso. A poucos meses da COP30, seria um sinal das dificuldades que a conferência do clima vai enfrentar?
“Acho que isso demonstra o grau em que a indústria de combustíveis fósseis se tornou uma hegemonia global, com poder político para ditar o que o mundo tem permissão para fazer e o que não tem permissão para fazer. O uso da rede de poder econômico para distorcer decisões políticas é um verdadeiro desafio para a governança do mundo hoje”, disse Al Gore.
“E é por isso que dedico tanto do meu tempo e esforço à construção de movimentos populares para reafirmar a capacidade da humanidade de retomar o controle do nosso destino. É uma loucura permitir que os poluidores escrevam as regras e as leis e nos ditem o que temos permissão para fazer e o que eles não nos permitem fazer”, finalizou.
Giovanna Alves e Stephany Assis competem a partir da próxima quarta-feira (20)
As atletas do Levantamento de Peso do Esporte Clube Pinheiros, Stephany Assis e Giovanna Alves, embarcaram na manhã deste sábado, dia 16, para a disputa dos Jogos Pan Americano Júnior, que acontece em Assunção, capital do Paraguai.
Giovanna e Stephany. Foto: Divulgação
As atletas competem a partir do dia 20 de agosto, próxima quarta-feira. Stephany Assis irá para a sua primeira disputa de Jogos Pan Americano Júnior e não esconde a ansiedade. “A preparação está fluindo, apesar de estar competindo bastante neste primeiro semestre. Vamos com tudo nesses Jogos Pan, estou muito animada”, declarou a atleta de 20 anos, que em março conquistou sua primeira medalha internacional na carreira, o bronze no Campeonato Pan Americano, realizado em Havana-Cuba.
Giovanna Alves também quer representar muito bem o Time Brasil em território Paraguaio. A atleta, também de 20 anos, possui duas conquistas internacionais: a prata nos Jogos Sul-Americano Juvenil e nos Jogos Sul-Americano da Juventude.