Governo do Rio apresenta plano para combater crime organizado  

Por MRNews

O plano de recuperação de territórios controlados pelo crime organizado foi apresentado pelo governo do Rio de Janeiro ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (22). As novas medidas incluem o enfrentamento à presença ostensiva do crime e às operações financeiras ilegais e devem ser executadas em cinco etapas, começando por comunidades da zona sudoeste, depois do carnaval de 2026.

O documento é uma das exigências estabelecidas no contexto da ADPF 635, que cobra medidas para conter violações de direitos e o alto número de mortos em operações policiais nas favelas fluminenses. 

A zona sudoeste é uma região dominada por milícias (grupos paramilitares formados por bombeiros e policiais) e pelo Terceiro Comando Puro. A localidade tem sido palco frequente de disputa de territórios entre as facções e testemunha um relevante número de assassinatos. Ali, o governo pretende começar o projeto em Rio das Pedras, favela considerada o berço da milícia, pela Muzema e pela Gardênia Azul, que são áreas controladas pelo Comando Vermelho. 

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As regiões foram escolhidas pelo “nível crítico de atuação de grupos armados” e pelas marcas de vulnerabilidade social e degradação ambiental, com impactos na segurança e mobilidade de 70 mil pessoas.

Cinco fases

O Plano Estratégico de Reocupação Territorial, como foi chamado, foi dividido em cinco fases integradas. A primeira, no eixo segurança pública e justiça, prevê, primeiro, um mapeamento do território, seguido de intervenção direta. Deve incluir a presença ostensiva das policiais por um período determinado, e, se necessário, de forças federais e Armadas, ao lado de ações de monitoramento”. 

O objetivo, além de eliminar a presença do crime, é enfrentar o controle de serviços básicos pelas facções. Foca também na fiscalização das empresas que vendem gás, gelo e internet, utilizadas para lavagem de dinheiro. Nessa fase, também é esperada a presença do Ministério Público e da Defensoria Pública.

Nas segunda e terceiras fases, de desenvolvimento social e urbano, o objetivo é “resgatar a cidadania e ampliar acesso a direitos”. O governo planeja mutirões de assistência social, reforma de escolas, implantação de tempo integral,  cursos técnicos, atividades esportivas, culturais e profissionalizantes, assim como obras de saneamento, iluminação, limpeza pública, regularização fundiária e melhoria da mobilidade urbana. 

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A quarta fase prevê apoio ao desenvolvimento econômico, com incentivo a micro empresas, cooperativas e apoio ao turismo comunitário. O quinto eixo busca sustentabilidade, articulando várias esferas de governo e a sociedade civil para monitorar o plano.

Em nota, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, disse que o termo reocupação não se refere apenas ao retorno da polícia, mas à volta do Estado. Ele defendeu a união entre os poderes para tirar as ações do papel. “O foco é a permanência e a transformação da realidade local por meio da integração entre segurança e serviços sociais, conforme as diretrizes do STF e os anseios da população”.

Participação

Na elaboração do planejamento, a Secretaria de Segurança disse que ouviu 400 moradores da Gardênia, Rio das Pedras e da Muzema, por onde o plano começará, como projeto-piloto. A comunidade relatou problemas como infraestrutura e condições precárias de habitação. 

De acordo com o cronograma do plano, moradores devem participar desde a primeira fase do projeto de reocupação, por meio também de conselhos locais, com reuniões regulares com o poder público. A última etapa inclui ainda a construção dum plataforma digital de transparência, com indicadores das ações e observatórios de violência.

Experiências

De acordo com o documento, de 300 páginas, apesar de não incluir nenhuma forma de abolição penal e recuperação de arsenal bélico, o governo do estado se baseou na experiência de Medellín, na Colômbia, propondo a continuidade de políticas públicas. A cidade, nas décadas de 1980 e 1990, chegou a ser considerada uma das mais violentas do mundo, por conta dos embates entre o tráfico e o poder público local, com alta letalidade. 

As ações também não têm similaridade com outras iniciativas já adotadas no Rio, como as unidades de polícia nos territórios, as Unidades de Polícia de Pacificadora, “em que não foi possível integrar serviços públicos de forma consistente nos territórios”, avalia o documento.

Influência

Ainda de acordo com o diagnóstico do governo, entre 2007 e 2024 é possível observar a expansão da influência ou controle territorial por grupos armados na região metropolitana, sendo que, hoje, um terço da população do estado é submetida a alguma forma de controle ou influencia do crime, incluindo extorsões, ameaças, espancamentos, expropriações, expulsão, tortura e morte. O texto também analisa que operações policiais em áreas de alta criminalidade são insuficientes sem respaldo de políticas públicas, que o novo planejamento promete mirar.

“O objetivo central é substituir a ‘economia do crime’ por um ecossistema de oportunidades lícitas, gerando emprego, renda e empreendedorismo”, diz o documento. 

“É a transição da ‘intervenção’ para o ‘desenvolvimento’, estruturada em ações de educação, urbanismo e economia criativa”, explica o governo do Rio, no projeto submetido ao STF.

Moraes concede prisão domiciliar humanitária a Augusto Heleno

Por MRNews

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta segunda-feira (22) prisão domiciliar humanitária ao general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Heleno deverá usar tornozeleira eletrônica e entregar os passaportes. Além isso, o militar está proibido de usar telefone celular e acessar as redes sociais. 

Condenado a 21 anos de prisão na ação penal da trama golpista, Heleno está preso desde 25 de novembro, quando iniciou o cumprimento da pena em regime fechado. Ele está custodiado em uma sala do Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.

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Moraes atendeu ao pedido de prisão domiciliar feito defesa do general. Segundo a defesa, Heleno tem 78 anos e graves problemas de saúde. 

Ao conceder a prisão domiciliar, o ministro citou o resultado do laudo médico oficial elaborado por peritos da Polícia Federal.

Segundo os médicos, Heleno apresenta “quadro demencial” em estado inicial, e a manutenção no regime fechado por piorar a saúde do general.

“Em instituição de custódia, acarreta inexoravelmente o declínio cognitivo progressivo e irreversível, que tende a ter sua evolução acelerada e agravada em ambiente carcerário, com o periciado em isolamento relativo e ausentes os estímulos protetivos e retardantes, em especial, o convívio familiar e a autonomia assistida”, concluiu o laudo.

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Por fim, Moraes ainda determinou Heleno deverá comunicar ao STF deslocamentos para realização de consultas médicas. A restrição não vale para situações de emergência.

“O condenado deverá requerer previamente autorização para deslocamentos por questões de saúde, com exceção de situações de urgência e emergência, as quais deverão ser justificadas, no prazo de 48 horas, após o respectivo ato médico”, completou.

Se as medidas cautelares forem descumpridas, o ministro afirmou que o general vai voltar para o regime fechado.

Prefeitura de João Pessoa define datas de ponto facultativo para festas de fim de ano

Dias 24, 26, 31 e 2

Prefeitura de João Pessoa define datas de ponto facultativo para festas de fim de ano


22/12/2025 |
18:30 |
2833

A Secretaria de Administração (Sead) definiu os dias de ponto facultativo para as festividades deste fim de ano e a Prefeitura de João Pessoa não terá expediente e atendimento ao público nos dias 24, 26 e 31 de dezembro e 2 de janeiro. Neste período, os serviços essenciais mantidos pela administração municipal, como o de urgência e emergência nos hospitais, Semob, Emlur e Defesa Civil, seguirão atuando. O aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’ também seguirá ativo 24h por dia para que os cidadãos possam protocolar suas demandas. Todos os detalhes serão publicados em decreto no Diário Oficial do Município.

Com o decreto de ponto facultativo somado aos feriados do dia 25 (Natal) e dia 1º de Janeiro (Ano Novo), os servidores municipais terão dois períodos de descanso prolongados. O primeiro se inicia após o expediente desta terça-feira (23), seguindo até o domingo (28). Os serviços retomam na segunda (29) e após o expediente da terça-feira (30) terão nova suspensão até o domingo (4 de janeiro).

“Considerando que tanto o dia de Natal como o dia de Réveillon caem em quintas-feiras, o prefeito Cícero Lucena decidiu decretar os outros dias como ponto facultativo para que nossos servidores possam comemorar estas datas em família. Muitos desejam viajar para o interior para encontrar pais, irmãos, filhos e se confraternizarem. Mas é importante deixar claro que a Prefeitura não para e que todos os serviços essenciais funcionarão para atender os pessoenses e turistas que chegarão à cidade nestes dias”, afirmou o secretário de Administração, Valdo Alves.

Campo Grande encerra ano com avanços ambientais e projeta 2026 para consolidação do desenvolvimento sustentável – CGNotícias

Campo Grande conclui 2025 com crescimento econômico e social consistente, preservando sua vocação para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida. A Cidade Morena avança na gestão ambiental, reafirmando o compromisso com a proteção dos recursos naturais, a segurança jurídica e o bem-estar da população, ao mesmo tempo em que projeta 2026 como um ano de consolidação e ampliação dessas conquistas.

Desde janeiro de 2025, as atividades de licenciamento, monitoramento e controle ambiental passaram a ser de responsabilidade da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb). Até 10 de dezembro, foram emitidas 513 licenças ambientais, demonstrando eficiência, celeridade processual e previsibilidade regulatória para o desenvolvimento econômico, bases que seguirão sendo aprimoradas em 2026.

O município também aderiu à Agenda Local do Roadmap Território Carbono Neutro, iniciativa da Semadesc em parceria com o Sebrae/MS, voltada à integração de territórios e pequenos negócios à economia de baixo carbono. Campo Grande alcançou classificação “B” em sua política municipal de mudanças climáticas, evidenciando avanços significativos e fortalecendo a meta de neutralidade de carbono até 2030, com ampliação de ações estratégicas prevista para o próximo ano.

No campo legislativo, foram finalizados Projetos de Lei que instituem a Política Municipal de Meio Ambiente (PMMA) e o Sistema Municipal Integrado de Meio Ambiente (SIMA), além da atualização do Sistema Municipal de Licenciamento e Controle Ambiental (SILAM), do Fundo Municipal de Meio Ambiente (FMMA) e da Lei do Silêncio. A expectativa para 2026 é de avanço na tramitação e implementação desses instrumentos, fortalecendo a governança ambiental municipal.

A gestão participativa foi reforçada por meio de debates técnicos em conselhos e comitês municipais e pela celebração dos 30 anos do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA), marco que reforça o diálogo institucional e social como eixo permanente da política ambiental.

Na proteção dos recursos hídricos, a renovação do Termo de Cooperação com a Águas Guariroba garantiu a continuidade do programa “Córrego Limpo, Cidade Viva”. Em 2025, foram realizadas 2.295 vistorias e monitoramento da qualidade da água em 329 pontos das bacias hidrográficas do município, ações que terão continuidade e ampliação em 2026, com foco preventivo e corretivo.

A cooperação institucional foi ampliada com a formalização de Termo de Cooperação Técnica entre a Planurb, a Semades e a Sesdes, fortalecendo a fiscalização ambiental com inovação tecnológica e descentralização operacional. Ao longo do ano, foram realizadas 655 ações de fiscalização, abrangendo resíduos sólidos, qualidade do ar, perturbação sonora e regularidade ambiental de empreendimentos, frente que seguirá sendo intensificada no próximo exercício.

Destacam-se ainda as ações de fiscalização das Áreas de Preservação Permanente (APPs) urbanas e das Unidades de Conservação Municipais — APA do Guariroba, APA do Lajeado e APA do Ceroula. Em 2025, foram realizadas 39 vistorias em nascentes urbanas, fortalecendo o Programa Nascentes Urbanas – Águas para o Futuro, com expectativa de expansão das ações em 2026.

No eixo da arborização urbana, Campo Grande manteve o reconhecimento internacional Tree Cities of the World, refletindo uma política contínua de planejamento arbóreo, cujos benefícios — como redução de ilhas de calor, melhoria da qualidade do ar e adaptação climática — seguirão sendo ampliados.

A Planurb também se prepara para um novo salto institucional em 2026 com a implementação e expansão do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que trará maior transparência, celeridade, rastreabilidade e redução do uso de papel, fortalecendo a sustentabilidade administrativa.

Com presença técnica em campo, processos padronizados e políticas ambientais consistentes, Campo Grande encerra 2025 fortalecida e inicia 2026 com perspectiva de ampliar resultados, consolidar avanços e seguir promovendo desenvolvimento econômico aliado à preservação ambiental e à qualidade de vida da população.

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Anac discute com aéreas aumento de voos no Santos Dumont; Paes critica

Por MRNews

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) se reuniu com empresas aéreas para avaliar as possibilidades de alteração nas operações dos aeroportos do Rio de Janeiro, “de forma técnica e operacional”. 

Um dos resultados possíveis é o aumento dos voos no aeroporto Santos Dumont, no centro da capital, que pode ter efeito direto no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. 

Em 2023, o governo federal limitou o número de passageiros no Santos Dumont em 6,5 milhões por ano. Com a medida, o Galeão viu crescer o número de embarques e desembarques.

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O possível aumento nos voos do Santos Dumont recebeu críticas do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Para ele, permitir mais passageiros no terminal, operado pela estatal Infraero, prejudica o Galeão, na Ilha do Governador, zona norte da capital fluminense, controlado pelo grupo privado Changi.

Nas redes sociais, Paes declarou que o Galeão é “fundamental para o desenvolvimento do Rio e do Brasil” e que a decisão anterior do governo federal de limitar o movimento no Santos Dumont é “política pública que salvou e fortaleceu o Galeão”. 

De acordo com Paes, nos últimos dois anos, o Galeão atingiu recorde de passageiros, saltando de 8 milhões para 17 milhões. Além disso, completa, houve acréscimo de 2 milhões de turistas internacionais.

O prefeito afirmou que a agência reguladora age de forma não transparente e é contrária aos interesses da cidade e do país. 

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“Chama atenção a movimentação às escuras da Anac para flexibilizar a restrição de voos no Santos Dumont, que já é conhecidamente contrária aos interesses do Rio e do Brasil”, escreveu. 

Já a Anac declarou que recebeu “com surpresa” a postagem feita por Paes nas redes sociais. 

“A Anac repudia qualquer insinuação de atuação ‘às escuras’ ou de existência de ‘forças ocultas’, reafirmando que todos os seus atos ocorrem por meio de processos administrativos transparentes, auditáveis e devidamente documentados, em consonância com os princípios da administração pública”, assinala a agência em comunicado à imprensa.

Segundo a agência, a flexibilização das operações do Santos Dumont vem sendo discutida desde junho de 2025, “de forma aberta e transparente”. Além disso, ainda segundo a Anac, a mudança está prevista no processo de repactuação do equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão do Galeão, “aprovado no âmbito TCU, em solução consensual entre os envolvidos, incluindo a concessionária do Galeão”.

A Anac também se dispôs a apresentar à prefeitura carioca, de forma detalhada, todo o processo administrativo, fundamentos técnicos, jurídicos e as orientações recebidas tanto do TCU quanto do Ministério dos Portos e Aeroportos. E acrescentou que cumpre diretriz de política pública estabelecida pelo Ministério de Portos e Aeroportos, a quem é vinculada, “referendada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e alinhada às decisões do governo federal”.

Ministério

Procurado pela Agência Brasil, o Ministério de Portos e Aeroportos reforçou que a movimentação da Anac faz parte do processo de relicitação do Galeão, que será realizado por meio de leilão, em março de 2026.

“Eventual ampliação da capacidade de processamento de passageiros no Aeroporto Santos Dumont está prevista para ocorrer de maneira gradual, com início estimado a partir do último trimestre de 2026, de forma planejada, responsável e alinhada ao interesse público”, informou a pasta.

Galeão x Santos Dumont

A distância entre os dois terminais é de cerca de 20 quilômetros. Além de ser localizado no centro da cidade, o Santos Dumont fica mais perto de regiões turísticas, como a zona sul, que concentra praias e hotéis.

O Galeão foi concedido à iniciativa privada em 2014. No entanto, em 2022, quando o terminal sofreu efeitos da pandemia de covid-19, que diminuiu consideravelmente o número de passageiros, o grupo controlador manifestou formalmente ao governo a intenção de devolver a operação.

No ano seguinte, a Changi procurou o governo para renegociar o contrato. A negociação terminou em 2024, e os termos definitivos da repactuação foram avalizados em junho pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A Anac participou da elaboração.

O aumento do número de passageiros no Galeão era um dos elementos defendidos pela concessionária e fez parte das negociações.

A repactuação foi assinada em 25 de setembro e prevê ainda uma venda assistida. O processo é como um novo leilão, no qual outras empresas podem se candidatar. No entanto, é realizado de forma direta, ou seja, sem ter que reestatizar o aeroporto para concedê-lo novamente.

A venda assistida do Galeão está marcada para 30 de março de 2026 e está estipulado um lance mínimo de R$ 932 milhões para obter o direito de explorar o aeroporto. Além disso, está acertado que a Infraero venderá a toda a participação (49% do aeroporto) para o grupo vencedor.

Empresários

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) também manifestou preocupação com o possível aumento no teto de passageiros no Santos Dumont e defendeu a criação de políticas de incentivos para a melhoria de logística de acesso ao Galeão, que também opera transporte aéreo de cargas.

De acordo com a Firjan, de janeiro a outubro de 2025 o transporte de cargas cresceu 46,3% em relação ao mesmo período de 2023, ano em que começou a imitação de passageiros.

“É fundamental que uma alteração no teto máximo de movimentação de passageiros no Santos Dumont não acarrete em esvaziamento econômico do Rio de Janeiro”, pede a Firjan.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) manifestou “inconformismo institucional” e defende a manutenção do teto atual de passageiros.

Para a entidade, mesmo com limitação de 6,5 milhões de passageiros anuais, o Santos Dumont permaneceu entre os aeroportos mais movimentados do país, “operando dentro de sua capacidade e com alto nível de qualidade para os usuários”.

“A eventual flexibilização das regras vigentes compromete a coerência da política pública implementada, enfraquece o planejamento do setor e gera insegurança regulatória”, diz a Fecomércio-RJ.

Revoga-MS promove a revogação de 155 normas ultrapassadas – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Com um novo corte de normas em desuso, o programa Revoga-MS avança em mais um etapa estratégica. Foram retirados 155 decretos-leis, leis ordinárias e leis complementares com o objetivo de tornar o ordenamento jurídico de Mato Grosso do Sul mais claro, eficiente e de fácil consulta.

A iniciativa reforça a política estadual de modernização normativa e tem como eixo técnico a atuação da Conleg (Consultoria Legislativa), em conjunto com a Coordenadoria Jurídica da PGE (Procuradoria-Geral do Estado) na Segov (Secretaria de Estado de Governo).

A Conleg é responsável por orientar todas as fases do processo legislativo e a elaboração dos atos normativos. À frente do órgão está a procuradora do Estado Doriane Chamorro, que coordena os trabalhos técnicos voltados à revisão e depuração da legislação estadual.

Nesta etapa do programa Revoga-MS, foi feito um levantamento detalhado de decretos-leis, leis ordinárias e leis complementares de iniciativa do chefe do Poder Executivo. No caso das leis ordinárias, a análise concentrou-se no período de 1979 a 1989. Já os decretos-leis e as leis complementares foram avaliados em sua totalidade.

Após a análise, foram identificadas normas que já não tinham mais aplicação prática, seja por estarem superadas, por já terem cumprido sua função ou por terem sido substituídas por leis mais recentes. As secretarias envolvidas foram consultadas para confirmar a possibilidade de revogação.

Como resultado, a Assembleia Legislativa aprovou duas propostas que extinguiram 45 decretos-leis, 98 leis ordinárias e 12 leis complementares, totalizando o corte de 155 normas que já não produziam efeitos práticos no ordenamento jurídico estadual.

Os projetos seguem agora para sanção do governador Eduardo Riedel, consolidando mais um avanço do Revoga-MS e reafirmando o compromisso do Governo do Estado com a segurança jurídica e a organização da legislação.

AMPLO RESULTADO

O atual avanço se soma aos resultados já expressivos do programa. Na fase inicial, o Revoga-MS analisou 14.357 decretos normativos, editados entre 1979 e 2020, promovendo a revogação efetiva de mais de 9 mil normas dessa natureza em desuso.

A iniciativa também resultou na publicação do Manual de Boas Práticas dos Atos Normativos, por meio do Decreto nº 16.338/2023, estabelecendo diretrizes para a produção de normas no poder Executivo.

O impacto do programa ganhou reconhecimento nacional: o Revoga-MS foi destaque no livro digital “Boas Práticas Regulatórias do QualiREG”, publicado pela CGU (Controladoria-Geral da União), como exemplo de inovação e aprimoramento regulatório na administração pública.

Para a chefe da Conleg, procuradora Doriane Chamorro, a iniciativa vai além da simples eliminação de normas antigas.

Segundo ela, “a iniciativa tem o objetivo de melhorar o ambiente normativo estadual, facilitando o acesso dos usuários e mantendo clara a informação quanto à vigência ou não dos normativos, conferindo, assim, segurança jurídica”.

Com a continuidade do Revoga-MS, Mato Grosso do Sul consolida uma política pública voltada à simplificação legislativa, transparência e eficiência do Estado.

Fernanda Fortuna, Assessoria de Imprensa PGE/MS

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Agência Minas Gerais | Artemig acompanha operações especiais de fim de ano e reforça segurança viária nas rodovias concedidas de Minas Gerais

Com a proximidade das festas de fim de ano, a Agência Reguladora de Transportes do Estado de Minas Gerais (Artemig) coordena e acompanha as operações especiais de Natal realizadas pelas concessionárias EPR Sul de Minas, EPR Vias do Café, Via Nascentes e Ecovias Norte Minas.

As ações têm como foco reforçar a segurança viária, garantir a fluidez do tráfego e assegurar a qualidade do atendimento aos usuários das rodovias concedidas.

O período é um dos mais movimentados do ano nas estradas mineiras, marcado pelo aumento do fluxo de veículos em razão das viagens em família, das celebrações natalinas e do deslocamento de pessoas para diferentes regiões do estado.

“A Artemig atua de forma integrada com as concessionárias para garantir que, durante o período de maior movimento nas rodovias, os usuários encontrem estradas mais seguras, com atendimento ágil e operação reforçada. Nosso objetivo é reduzir riscos, preservar vidas e assegurar viagens mais tranquilas neste fim de ano”, afirma o diretor de Regulação, Carlos Alvisi.

Nos trechos administrados pelas concessionárias EPR Sul de Minas e EPR Vias do Café, a operação especial teve início em 19/12, com a previsão de circulação de cerca de 1,2 milhão de veículos até o início de janeiro.

Para atender à demanda, as concessionárias ampliaram os efetivos e reforçaram os serviços de inspeção de tráfego, atendimento médico, guinchos e apoio operacional, além de ações educativas voltadas à condução responsável. O atendimento aos usuários pode ser acionado pelos telefones 0800 290 0459 (EPR Sul de Minas) e 0800 265 0491 (EPR Vias do Café).

Nas rodovias sob concessão da Via Nascentes, a expectativa é de aproximadamente 268 mil veículos em circulação entre os dias 23 e 28/12. A operação conta com reforço no monitoramento e atuação permanente do Centro de Controle Operacional, que funciona 24 horas por dia, com atendimento ao usuário pelo 0800 282 0505.

Já a Ecovias Norte Minas iniciou sua operação especial de Natal a partir de 19/12, com equipes reforçadas e atendimento ininterrupto ao longo das rodovias concedidas. Além da ampliação dos serviços de inspeção, socorro mecânico e atendimento pré-hospitalar, a concessionária adotou um planejamento específico para obras, mantendo apenas intervenções emergenciais durante o período festivo. O contato com a concessionária pode ser feito pelo 0800 013 5135.

Além do reforço operacional, a Artemig destaca a importância da adoção de uma condução responsável por parte dos motoristas, especialmente em um período marcado por chuvas e maior risco de baixa visibilidade.

Em caso de pane ou outra emergência, o motorista deve parar no acostamento sempre que possível, sinalizar corretamente com o triângulo, retirar os passageiros do veículo e acionar imediatamente os serviços de atendimento das concessionárias.

Com repasses em dia, PrefCG adota medidas para solucionar greve na Santa Casa – CGNotícias

A Prefeitura de Campo Grande está rigorosamente em dia com todos os repasses financeiros de sua responsabilidade destinados à Santa Casa. Desde o início deste ano vem, inclusive, realizando aportes extras de R$ 1 milhão mensais.

Diante do cenário de greve, o Executivo tem adotado todas as medidas possíveis para colaborar com a instituição neste momento, mantendo diálogo permanente, buscando alternativas que contribuam para a regularidade dos atendimentos e a mitigação de impactos à população.

#ParaTodosVerem a imagem de capa mostra a fachada do Hospital Santa Casa

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Lançamento de foguete em Alcântara é adiado para 22h

Por MRNews

O lançamento do foguete Hanbit-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, foi adiado das 15h45 para as 22h desta segunda-feira (22), o último dia, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), da janela de lançamento. 

A alteração no horário, segundo a Innospace, ocorreu devido a questões meteorológicas. “Caso as operações seguissem conforme o horário originalmente planejado, haveria uma alta probabilidade de o veículo de lançamento ficar exposto à chuva durante o abastecimento de propelente”, explicou a empresa, em nota.

Trata-se do primeiro lançamento comercial de um veículo espacial a partir do território brasileiro.

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Inicialmente, o lançamento estava previsto para ocorrer na quarta-feira (17). No entanto, durante a etapa final de averiguação dos sistemas, foi detectada uma anomalia em parte do sistema de refrigeração do oxidante do combustível. Na sexta-feira (19), houve nova tentativa, mas a operação foi interrompida novamente em razão do funcionamento anormal de uma válvula de ventilação, instalada no tanque de metano líquido do segundo estágio do veículo.

No início da tarde desta segunda-feira, a FAB, que coordena a operação de lançamento, informou que reiniciou a sequência de testes para o lançamento do foguete Hanbit-Nano. 

O veículo espacial, que tem 21,8 metros de comprimento, 1,4 metros de diâmetro e 20 toneladas, levará satélites para a órbita baixa da Terra (LEO), a uma altitude de aproximadamente 300 km e inclinação de 40 graus.

Um total de oito cargas úteis estão dentro da coifa na parte superior do veículo de lançamento: cinco pequenos satélites para colocação em órbita e três dispositivos experimentais, desenvolvidos por instituições e empresas do Brasil e da Índia. 

Petrobras recebe autorização para operar nova plataforma no pré-sal

Arrecadação federal bate recorde de R$ 226,75 bilhões em novembro

A operação de lançamento, que é coordenada pela FAB, será transmitida ao vivo pelo canal da empresa sul-coreana Innospace. 

Prefeitura divulga datas de pagamento do IPTU 2026. Cota única terá desconto de 7% – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Contribuintes podem realizar pagamento via PIX em guias emitidas no portal Carioca Digital -Arquivo/Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (22/12), o cronograma de pagamento do IPTU 2026. Os contribuintes terão até o dia 6 de fevereiro de 2026 para pagar a cota única ou a primeira parcela do imposto predial. Os que optarem pelo pagamento em cota única garantem o desconto de 7%, mesmo percentual concedido em 2025. O valor do imposto predial será corrigido pela inflação acumulada do ano, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo – Especial (IPCA-E), que será divulgado pelo IBGE.

O envio das guias de pagamento da cota única e da primeira cota do IPTU 2026 para as casas dos contribuintes será feito pelos Correios a partir de 12 de janeiro. As guias também poderão ser emitidas de forma on-line, a partir de 21 de janeiro, no site Carioca Digital. É possível baixar e imprimir de uma só vez todas as parcelas para serem pagas mensalmente, sem a necessidade de acessar o site todos os meses.

Os contribuintes também poderão solicitar a guia nos Postos de Atendimento do IPTU. Para realizar o procedimento, pela internet ou de forma presencial, é necessário informar o número da inscrição do imóvel, identificado nas guias do IPTU de anos anteriores.

Para a comodidade dos cariocas, o pagamento do IPTU pode ser realizado via PIX, por meio de um QR Code inserido no DARM – Documento de Arrecadação Municipal, emitido no Portal Carioca Digital. Assim como com os demais meios de pagamento, a quitação do fisco será em 2 dias úteis.

O imposto também pode ser pago em débito automático. Esta modalidade de pagamento deve ser solicitada junto ao banco em que o contribuinte possui conta, com o código para débito automático que está disponível na guia do IPTU. A lista de bancos habilitados para o pagamento em débito automático está disponível no site da Secretaria Municipal de Fazenda.

Alerta para golpes

O município faz um alerta para que contribuintes fiquem atentos a golpes na internet. A Secretaria Municipal de Fazenda não envia comunicações ou boletos de pagamento aos contribuintes via Whatsapp ou SMS. O canal de atendimento da Prefeitura para esclarecimento de dúvidas é a Central 1746, e o endereço para emissão da guia e das cotas do IPTU é o Carioca Digital: carioca.rio.

 

Calendário IPTU 2026

Cota única: Vencimento em 6/2/2026

1ª cota: Vencimento em 6/2/2026
2ª cota: Vencimento em 6/3/2026
3ª cota: Vencimento em 8/4/2026
4ª cota: Vencimento em 8/5/2026
5ª cota: Vencimento em 8/6/2026
6ª cota: Vencimento em 7/7/2026
7ª cota: Vencimento em 7/8/2026
8ª cota: Vencimento em 8/9/2026
9ª cota: Vencimento em 7/10/2026
10ª cota: Vencimento em 9/11/2026

Categoria:

  • 22 de dezembro de 2025
  • Marcações: 7% de desconto cota única datas de pagamento Desconto IPTU 2026 Prefeitura do Rio